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O bebê de ferro

O bebê de ferro
Uma paródia de Homem de ferro feita com um bebê. Caras, isso é sensacional. Não deixem de ver! Muito bem feito.

Futebol arte – Animação em stop motion

Super legal este video de stop motion que o Mario sugeriu. Olha só o trabalho descomunal de fazer uma animação com milhares de moedas de 10 centavos:

Gif animado maneiraço

Achei este gif legal pra caramba. Sensacional.

20628full Gif animado maneiraço

Esse aqui também é muito bem feito.

one1 Gif animado maneiraço

(mais…)

Agentes digitais

Como vocês sabem eu adoro ficção científica. Gosto muito mesmo, ao ponto de escrever uma história de SCI-Fi de vez em quando.

Uma coisa que eu noto em filmes de ficção científica é a gradual evolução dos computadores e a interface assistida. (Eu gosto tanto deste assunto que quase fiz uma pós-graduação com este tema)

Eu sempre tive bastante curiosidade sobre apresentadores e personalidades virtuais. Um dos que mais me marcou foi Max Headroom. Eu era guri ainda e assistia ao Max apresentar clipes. Naqueles idos anos da década de 80, os computadores com interface gráfica eram um sonho distante e um apresentador virtual soava como algo tão inusitado quanto impossível. E de fato era impossível. Lembro da minha cara de desapontamento no dia em que eu descobri que o Max Headroom que eu pensava ser 3d era de fato um boneco um cara maquiado com apliques de espuma de látex.

max headroomjpg jpeg 480x480 q85 Agentes digitais

Com o passar do tempo vieram os filmes, e com eles, os computadores inteligentes. Como esquecer da voz grave e sóbria do computador HAL de 2001?

HAL era só uma inteligência. Ele não tinha uma cara, nem expressões faciais ou comportamentos. Ele era apenas uma espécie de lente vermelha, que ocultava atrás de si milhares de circuitos de inteligência artificial. Isso fazia de HAL uma espécie de Deus (por estar em qualquer lugar da nave e ao mesmo tempo em nenhum) naquele microcosmo, pois ele tinha controle sobre todas as coisas na nave. Inclusive controle sobre a vida dos astronautas.

hal 9000 Agentes digitais

Tal qual uma divindade, HAL era representado apenas por este olho. Vermelho, numa potencial e sutil referência diabólica.

Outro sistema de interface assistida aparece em ALIEN. Ela é  a “Mãe”. A Mãe é a entidade que controla a nave e todas as funções. O mundo pode estar acabando, o alien solto, a tripulação morta, a nave prestes a explodir e a mãe com sua voz tranquila informa que faltam segundos para a evacuação da Nostromo.  A Mãe de aliens é certamente uma namorada em potencial para HAL. Se Hal estava prestes a sumir, sendo marcado apenas por um olho vermelho, a Mãe de fato não tinha nenhum indício de presença que não sua voz ecoando pelos escuros e úmidos corredores do cargueiro espacial.

A interface cara a cara com o gestor virtual parecia fadada ao desaparecimento completo na ficção científica. Mas Alien inova ao transcender este conceito trazendo robôs orgânicos à baila. O que seriam os robôs orgânicos senão o estágio máximo da evolução de um gestor virtual?No filme de Ridley Scott, o robô chegou num ponto tão avançado de produção que se tornara indistinguível do ser humano em todos os aspectos, a menos que sangrasse ou desse defeito.

Os gestores virtuais acompanharam a evolução das técnicas cinematográficas e de efeitos especiais, como o advento do 3d. Um dos melhores gestores virtuais 3d que surgiram no cinema foi o “Dr. Know” no filme Inteligência Artificial. O avatar na forma de um velho holográfico sabia tudo (ou supostamente deveria saber). “Dr. Know” era uma espécie de Google pré-pago.

drknow Agentes digitais

No cinema a Inteligência artificial é algo que percorre praticamente todos os filmes, seja na mente humana-mecânica de Robocop à irredutível máquina de matar coberta de carne humana em O Exterminador do Futuro. O conceito de equipamentos inteligentes que operavam com sintetizadores de voz humana não foram personagens exclusivas do cinema, aparecendo também em seriados, como o carro “Super máquina”.

Hoje, quando passamos uma década do que deveria ter sido a era do HAL 9000, fica a questão: Onde está o computador que reconhece, fala com o proprietário e toma certas decisões?
Creio que o estagio de inteligência artificial esperado por Stanley Kubrick ainda não chegou no ponto em que deveria, mas estamos dando passos nessa direção.

No cinema, os personagens virtuais já tem uma boa presença. Essa presença varia em amplo espectro de realismo, mas há um porém. No cinema, o personagem não é desenhado em tempo real, uma demanda fundamental para uma entidade virtual inteligente, que opere como um avatar.
jar jar binks Agentes digitais
Com o avanço no hardware, teremos maquinas cada vez mais potentes, o que permitirá cada vez mais cálculos e camadas de dados sendo lidas, combinada se carregadas.
Por outro lado, no mundo da aparência, os jogos tiveram um papel importante na criação das personagens virtuais. Desde Lara Croft, as personagens virtuais evoluíram sistematicamente. Hoje elas se movem e parece muito mais reais. O avanço das placas gráficas com shaders tão impressionantes que soariam como milagre a meros cinco anos atrás já permitem a simulação da pele em tempo real, o que aumenta dramaticamente o impacto dos personagens virtuais criados com esta tecnologia. Os games de computador ajudaram a popularizar as placas gráficas e a demanda por equipamentos cada vez mais poderosos para jogar vai beneficiar os futuros personagens virtuais de tempo real.

No video abaixo vemos um exemplo disso. O processador da placa gráfica (GPU) calcula em tempo real uma série de canais, estabelecendo a transmissão da luz através da pele.
Este rosto é calculado em tempo real na tela. Diferente de um filme, que é a soma de 24 fotogramas ou mais por segundo gerados à priori, neste caso abaixo, o computador está desenhando a cabeça do cara em 3d ao vivo. E a pele do modelo reage com a luz 3d instantaneamente.

Os avanços já são visíveis do nível de qualidade 3d que poderemos testemunhar nas próximas décadas. Enquanto os processos mentais das entidades virtuais estão sendo criados e os gráficos que permitirão mostrar esses personagens na nossa tela estão avançando, temos um bom exemplo de avatar. Ela é chamada de Assistente Virtual. Basicamente é uma entidade, um agente virtual que controla as funções básicas de um computador caseiro. Suas funções englobam realizar pesquisas, tocar arquivos de multimídia, verificar e-mails, gerenciar a agenda pessoal e compromissos dos usuários e etc. Tudo isso utilizando um sistema de reconhecimento de fala e voz sintetizada em português. A Denise entende comandos e perguntas feitas através de linguagem natural, como se o usuário estivesse falando com uma pessoa de verdade. Parece ficção científica né? Olha só:

Denise está sendo desenvolvida pela empresa Guile 3d Studio, no Brasil e na Califórnia. Isso vai emplacar? Não sei. O mercado é algo difícil de determinar. Mas poucas coisas no mundo podem dar a sensação de que estamos naquele futuro que muita gente sonhou no passado quanto ter uma entidade virtual dessas para poder conversar. No video 3 podemos ver que o computador está interligado com vários circuitos da casa. Isso permitirá que Denise opere toda a casa do cara.
Isso é muito perto do que a “Mãe” e Hal faziam em seus respectivos filmes. Com a tendência da tecnologia ultrapassar as limitações físicas, sendo incorporada na geladeira, fogão, celular e até tênis, não vai ser difícil prever que em um futuro próximo, Denise e suas sucessoras serão onipresentes e de acordo com o ambiente, oniscientes.

Denise já está em beta test. Eu me cadastrei no sistema para ser beta tester da Denise. Vamos ver se me aceitam lá.

Denise ainda tem cara de computação gráfica. Mas não podemos esquecer que há um longo caminho pela frente, que pode ser acelerado ou retardado de acordo com a demanda pelas tecnologias na área de games (logo, acho que vai acelerar) que conduzirá a Denise cada vez mais real. É conveniente lembrar do video do personagem virtual da Image metrics.

Já pensou na Denise com um grau de realismo assim?

Se o futuro for assim, esta é uma ideia ao mesmo tempo legal e assustadora. Mas não vejo a hora de ver acontecendo.
Este post foi uma sugestão do Ivan Zoz

Eduardo e Mônica em desenho animado

Muito massa este desenho animado que eu vi lá no hollycraaap:

Video 3d

É difícil de acreditar, mas este video é todo feito em 3d.

The Third & The Seventh from Alex Roman on Vimeo.

Caso você esteja achando que é mentira, que este video é real. Aqui está a prova. É ver, sentar e chorar.

Compositing Breakdown (T&S) from Alex Roman on Vimeo.

Feito no 3dsmax, after effects e premiére. Tudo (até a musica) feito no computador por um único cara (tarado) chamado Alex Roman.
Aqui está o site da produção

Terminus

Nossa, adorei este curta metragem. Muito bem feito mesmo. Tiro meu chapeu para quem bolou, produziu, dirigiu e atuou.

O filme foi dirigido por Trevor Cawood, e realizado em 2008. O roteirista indicado ao Oscar Terri Tatchell (Distrito 9) está trabalhando numa adaptação deste curta para um longa metragem.

Viagem ao universo

Viagem ao universo
Muito, muito maneiro este video. Recomendo.

Dica do Montalvo

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