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Criatura bizarra encontrada na Carolina do Norte
Uma câmera usada para avaliar as condições das tubulações de esgoto na Carolina do Norte encontrou uma coisa nauseabundamente estranha, que mais parece uma forma de vida alien proveniente da mente doentia de uma criador de jogos como Doom, Half Life, Halo etc. Confira: Imagina esta coisa rastejando na sua direção com contrações espasmódicas horrendas, sem falar no fedor cadavérico que exala. Horrendo, nojento e estranho. Mas infelizmente, não é alienígena e nem vomita ácido. O bizarro peixe transparente
“Peixe de gelo” é o nome popular deste curioso animal, que pertence a subordem Notothenioidei e que vive nas profundezas geladas do mar da Antártida. Seu nome correto é Channichthyidae e como a esta altura você já pode imaginar, ele é transparente. O sangue deste animal incomum é transparente porque ele não possui hemoglobina. Seu metabolismo se baseia apenas no oxigênio dissolvido no sangue líquido, que se acredita, é absorvido diretamente da água pela pele do animal. Isso só funciona porque a água pode dissolver mais oxigênio quando ela está fria. Nas cinco espécies conhecidas de peixes de gelo, o gene para a mioglobina nos músculos não existe, deixando os núcleos das fibras com tom branco ao invés do rosa, encontrado na maioria dos peixes.
O animal só vive em condições anormalmente geladas, e ele nunca congela. O peixe não congela porque possui uma glicoproteína anticongelante circulando pelo corpo. Embora os peixes da subordem Notothenioidei sejam os únicos conhecidos que não possuem hemoglobina, existem outros peixes transparentes. Alguns deles são peixes ornamentais e inclusive, nativos do Brasil. Um peixe bem cobiçado pelos aquariofilistas é o Glasscat. Ser transparente para este tipo de peixe é um bom mecanismo de defesa, já que o que não pode ser visto, não pode ser comido. Outro peixe transparente é o Peixe de vidro indiano. Ele é chamado de Parambassis ranga e pertence a família Ambassidae. Outro curioso peixinho transparente é a Piaba Dálmata, descoberto nos rios do Brasil pela pesquisadora Cristina Bührnheim. A piaba Dálmata Amazonspinther dalmata,é diminuta, tendo quando adulta apenas 17 milímetros. ( O dálmata no nome se deve às manchinhas pretas) As manchas pretas funcionam como uma poderosa ferramenta de confusão quando os cardumes estão repletos. A transparência dos peixes contribui para o fenômeno óptico, que tem como objetivo confundir os eventuais predadores. Outro peixe curioso é este peixe chamado “peixe invisível” descoberto num rio da China. Até o momento o peixe invisível não foi determinado, e ao que tudo indica pode se tratar da descoberta de uma nova espécie. Um outro peixe extremamente incomum é este peixe beta transparente. Até surgir este espécime febuloso, não se conhecia nenhum peixe beta transparente e tudo indica que pode ser um caso raríssimo de mutação genética devido aos inter-cruzamentos provocados pelos colecionadores. Enquanto alguns peixes tornam-se transparentes como defesa em seus ecosssitemas, existe um peixe tornado transparente pela ação direta do Homem. è este peixe da espécie paulistinha que teve seus genes modificados propositalmente, de modo que se tornasse transparente. Os objetivos de tal atitude são nobres: Curar o Câncer. O peixe foi criado pelo doutor Richard White, do Hospital Infantil de Boston, que disse que a análise do paulistinha transparente pode permitir um melhor acompanhamento de doenças e processos biológicos de evolução rápida. Outro peixe transparente bem diferente é o peixe-vaca. Ele vive nas águas profundas das montanhas submersas próximas ao Havaí. Um fato curioso sobre o peixe vaca são essas estruturas em forma de colméia em seu corpo, além dos chifres. (isso sem falar na sua forma quase quadrada, que junto com os chifrinhos, lhe deu o apelido de peixe-vaca)
Enquanto alguns animais buscam na transparência uma solução para não serem comidos. Outros, predadores, utilizam o mesmo mecanismo para se aproximar sem despertar suspeitas. Um deles é este incrível polvo transparente. Ele quase foi parar no Darwin Awards*
Olha só a história do cara: ele é um pescador norte americano que estava pescando no golfo do México, a aproximadamente 80km da cidade de Panamá City, na Flórida, quando encontrou um MÍSSIL ar-ar Tomahawk.
O Míssil ficou na casa do cara como souvenir por cerca de uma semana. A sorte do maluco é que ele resolveu avisar ao corpo de bombeiros do achado, e os bombeiros comunicaram a Força aérea dos Estados Unidos. Tão logo soube que o míssil “estava vivo” e poderia explodir literalmente a qualquer momento, o pescador entrou em desespero. Especialistas militares foram até a casa do pescador e desmontaram o artefato com cuidado. Posteriormente, Rodney foi informado que ele fazia pesca de arrasto numa área usada para testes militares. Os militares também disseram que sempre que encontrar um míssil, é pra deixar no lugar e avisar a posição para eles. Mas Rodney disse que ele não tem medo: “Nós somos pescadores. Nada nos assusta.” *O Darwin Awards é um prêmio oferecido a todos aqueles que morrem em circunstâncias tão ridículas que envergonham a espécie humana. Ele é oferecido em honra dessas pessoas que, de modo corretamente evolutivo, não passam seus genes para a posteridade.
A melhor história de pescador?
Imagine se eu te contasse que um cara chamado Curt Carish que estava observando o mar na beira da praia de Port Allen, notou estranhas ondulações na água. Ele logo notou que havia um peixe de bom tamanho nadando de modo esquisto. O filho dele lhe passou uma vara de bambu e Curt pulou na água, acertando o peixe com varadas. Só isso já dava uma bela história de pescador. Só que essa não acaba aqui. Curt levou o peixão para casa pensando em fazer um churrasco com ele. O homem colocou o peixão num saco dentro do freezer. No dia seguinte, ao pegar o peixe para preparar o churrasco, Curt notou algo estranho na boca do peixe. Foi aí que ele descobriu que não pegou apenas um peixe, mas também um Relógio de OURO! E o pior não é isso. O pior é que o relógio ainda estava funcionando e marcava a hora certa!
Curt entendeu que o peixe havia descoberto o relógio no fundo e atraído pelo seu brilho, o comeu. Mas o relógio era grande demais para passar pela garganta do peixe, e assim o animal gradualmente começou a sufocar e nadou para perto da margem, onde morreu a pauladas.
O maior porco do mundo
O maior porco que se tem notícia é este monstro de 900 kg, que vivia na china, na província de Liaoning. Até a data da sua morte, em 5 de fevereiro, ele media 2,5 metros. O porco morreu com cinco anos de idade! Carro coberto com teias
Veja que interessante, este carro ficou parado por tempo demais numa rua de Rotterdam e lagartas que haviam acabado de devorar uma árvore resolveram usar o carro para sua transformação. Por isso elas cobriram o carro com uma finíssima camada de teias de seda.
Este tipo de lagarta costuma cobrir árvores com suas teias, mas o carro estava dando sopa ali e para uma lagarta, um carro e uma árvore não são tão diferentes.
As lagartas fazem isso para evitar que predadores, como as vespas e pássaros encontrem seus casulos. fonte Criatura bizarra encontrada numa praia da Arábia Saudita
Veja que criatura estranha. Primeiro eu pensei que era um balão de festa com um rosto pintado, mas daí percebi que a “coisa” estava mexendo a boca. Quando finalmente o cameraman deu zoom, eu descobri o que era. O incrível gato aranha e outros gatos extraordinários
Muitas pessoas não gostam de gatos. Existem aqueles que dizem que gatos são animais traiçoeiros, e associados a Satã. Pessoalmente eu acho isso ignorância. Mas não sou um devotado amante de gatos. Eu acho gatos animais interessantes, bonitos, ágeis e muito inteligentes. Hoje eu vi uma notícia interessante sobre um gato que (bizarro) escala o prédio para entrar no apartamento quando é esquecido do lado de fora.
O gato Charlie, que ganhou o apelido de ‘gato aranha’, escala a parede até a varanda na parte de trás do apartamento onde mora com seu proprietário, em Denny, na Escócia. Segundo o jornal inglês ‘Daily Telegraph’, Charlie costuma escalar a parede quando é deixado do lado de fora da residência. De fato, as histórias curiosas envolvendo gatos mostram que estes animais não são meros bichos de estimação comuns. Alguns gatos tem histórias que dariam ótimos filmes. A maioria dos casos mais espetaculares desses felinos, envolvem gatos que atravessam longas distâncias para voltar para casa. Confira: SUGAR - O paranormal Sugar, (açúcar) era um gato meio persa de dois anos que nasceu com uma deformação congênita nos quadris que provocava desconforto em viagens de carro. Isso fez com que a família de seus donos resolvesse deixá-lo para trás com os vizinhos quando esta se mudou para outra cidade. Duas semanas após seus donos mudarem, o gato sumiu. Todos pensaram que Sugar havia sido atropelado ou tivesse fugido. Cerca de 14 meses depois, sugar apareceu miando forte, na porta da casa nova de seus antigos donos, em Gage, Oklahoma. Ninguém conseguiu entender como um gato com problemas nos quadris conseguiu atravessar uma distância de 2.414km, indo para um lugar onde nunca estivera antes e encontrando a casa dos seus donos. Especialistas que avaliaram as condições do animal perceberam que ele estava bem debilitado, o que indicava que Sugar viajou cerca de 160km por mês para chegar na casa nova. O caso foi estudado por parapsicólogos e especialistas em comportamento animal e permanece um mistério até hoje.fonte MINOSH – O heróico Minosh era a gata de Mehmet Tunc, um turo que trabalhava na Alemanha. Quando tirou férias, o sr. Mehmet levou sua gata e a família até a Turquia. Na fronteira com a Turquia, o animal simplesmente sumiu do veículo. Os donos procuraram por algum tempo, mas sem sucesso, desistiram da busca. Sessenta e um dias depois do episódio, a família já estava em casa, de volta a ilha de Sylt, no norte da Alemanha quando ouviram um arranhado fraco na porta. Ao abrir, ali estava Minosh, toda enlameada e fraca. Ela percorreu exatamente a distância que Sugar percorreu nos EUA, 2.414 km, mas em um tempo bem menor, e com um agravante, ela chegou na ilha. Ninguém conseguiu descobrir como a gata fez para chegar na ilha, e nem como conseguiu sair da Turquia e chegar na Alemanha em tão pouco tempo. O caso permanece um mistério. SILKY-O retorno Silky era o gato da família Philips. Ken e Shawn Philips perderam Silky em Gin Gin, mais ou menos a 320km ao norte de Brisbane, na Austrália. A perda de Silky foi uma pequena tragédia familiar que ocorreu no verão de 1977. Em 28 de março de 1978, Silky subitamente apareceu, na porta da casa dos Philps, que fica num subúrbio de Melbourne, como num milagre. Segundo o dono, o gato viajou, não se sabe como, 2.368km e apareceu em casa magro e fedorento. RUSTY – O veloz O caso de Rusty é emblemático porque é o recorde norte americano de velocidade na “volta para casa”. Este gato conseguiu a proeza de viajar de Boston, Massachussets a Chicago, Illinois em apenas 83 dias. A distância é de 1528 km. Não se sabe como o gato conseguiu vencer tal distância em tão curto espaço de tempo. Especula-se que Rusty tenha pegado carona em trens de carga e caminhões para conseguir chegar em seu destino. O episódio foi no ano de 1949. NINJA -O infiel Nem todos gatos viajam longas distâncias para ficar com os donos. Este foi o caso do gato chamado Ninja (nome compatível com a proeza) que viajou 1367km durante mais de um ano para voltar para a cansa antiga. A família de Brent Todd havia se mudado de Farmington em Utah para Mill Creek, no subúrbio de Seattle, em Washington. Uma semana depois, Ninja, um gato de oito anos pulou a cerca do jardim e sumiu. Quase um ano depois o gato surgiu na casa antiga, miando e arranhando a porta em busca de comida. Os vizinhos reconheceram o miado de Ninja e o alimentaram. Eles se ofereceram para enviar ninja de volta aos donos, mas eles reconheceram que o gato gostava da casa antiga e decidiram deixar o animal morar lá. Ninja ficou sendo tratado pelos vizinhos e morou na casa antiga até morrer. MUDY WATER WHITE – O folgado Este gato de nome curioso pulou do carro de sua dona, Barbara Paule em 24 de junho de 1985. O gato sumiu na estrada em Dayton Ohio. Três anos depois o gato simplesmente reapareceu, deitado no chão da cozinha como se nunca tivesse saído de casa. A confirmação de que era mesmo o gato de Paule se deu pelo veterinário local. Estima-se que Mudy Water White percorreu 724 km até voltar para casa e se escarrapachar no chão da cozinha. Isso é o que eu chamo de “dar um rolé”. GRINGO – O malandro A família Servoz perdeu seu gato de estimação, Gringo, em dezembro de 1982 na cidade de Lamarche-sur-Seine, na França. Fazia muito frio e todos pensaram que Gringo havia morrido de frio quando ele não retornou para casa. Sete meses depois, no mês de Julho do ano seguinte, a família se impressionou ao descobrir que Gringo havia apenas se mudado para a amena Riviera Francesa, percorrendo 772km, indo parar na casa de verão da família. Aparentemente o gato estava buscando temperaturas mais quentes. Calculando o dia em que sumiu e o dia em que os vizinhos o encontraram, magro e faminto, os Ervoz descobriram que Gringo percorreu esta distância em apenas uma semana. Fonte: O livro das listas KUZYA - O gato que enfrentou o frio
Existem outros casos estranhos envolvendo gatos voltando para suas casas. Mas há também casos surpreendentes em que gatos salvaram seus donos. Ume exemplo é o caso do gato Tommy. Quando seu dono caiu da cadeira de rodas e ficou incapaz de se movimentar, Tommy (acredite se quiser) telefonou para o serviço de emergência, tirando o telefone do gancho e discando 911. Quando a atendente do serviço de emergências atendeu, ela só escutava um miado do outro lado da linha. Como o telefone não desligava, os homens do serviço de atendimento suspeitaram que pudesse ser alguém engasgado ou incapaz de se comunicar. Como é de praxe nestes casos, agentes da emergência foram até o endereço onde estava registrado o telefone para dar uma olhada. Chegando lá, encontraram Tommy miando no telefone. No andar de cima eles ouviram um pedido de socorro e encontraram Gary Rosheisen. Surpresos pelo gato ter pedido ajuda, os homens do 911 ficaram estupefatos quando viram o gato repetir a façanha na frente deles com o comando do dono. Ocorre que antevendo que sua condição física poderia colocá-lo em risco, Gary Rosheisen passou anos treinando o gato para discar para a emergência. fonte |
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