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A piscina do Diabo
A piscina do Diabo é o nome deste belo laguinho onde os visitantes que fazem turismo na fronteira da Zambia com o Zimbabwe podem se refrescar. O problema é que o laguinho em questão é parte das cataratas Victoria Falls e está na beira de um puta precipício de 110 metros de altura. Só dá pra ir ali no período de setembro a dezembro, quando a vazão é menor.
Passeio pra quem tem sangue frio. Eu queria saber quem foi o cara que chegou na beira da cachoeira, olhou e pensou: Acho que vou nadar ALI! Legal de ver como tem gente que gosta de dar mole pro azar. [youtube]http://br.youtube.com/watch?v=UCxKYWhMU18&eurl=http://fogonazos.blogspot.com/2008/02/swimming-at-edge-of-victoria-falls.html[/youtube] [youtube]http://br.youtube.com/watch?v=rVN9KnWy-H8&eurl=http://fogonazos.blogspot.com/2008/02/swimming-at-edge-of-victoria-falls.html[/youtube] Video antigo – O velho da telecinese
Engraçado. Uns posts antigaços aqui do Mundo Gump simplesmente sumiram. Um dles é o do velho da telecinese. Era este o video: [youtube]http://br.youtube.com/watch?v=3JYGqVA9xc4[/youtube] Só pra galera das antigas matar a saudade.
Mulher cai de cara numa faca e sobrevive
É muito, muito azar mesmo tomar um estabaco e ainda por cima, ir de cara numa FACA. (que entrou bem no meio do OLHO)
Pelo menos a coroa sobreviveu. A história é que ela estava usando a faca de cozinha para cortar plantas no jardim quando tropeçou e enfiou a faca olho adentro, atingindo o cérebro e passando bem no meio de uma importante artéria de irrigação cerebral. Por milagre, a faca empurrou a artéria e não a cortou. Ela levantou-se e correu para o meio da rua com a faca enfiada no olho, assustando sua vizinha que passava de carro. Ninguém entende como que a coroa sobreviveu. Veja o video. A alga assassina está se espalhando – Mais uma cagada ecológica no planeta
Eu vi no site Damn Intresting uma notícia que me deixou bolado: Em 1980, funcionários do zoológico de Wilhelmina em Stuttgart estavam trabalhando no embelezamento de seus aquários. O problema deles é que os peixes estavam comendo todas as algas e plantas aquáticas. Assim, ao longo do tempo, submetendo as espécimes para aquário a duras condições e selecionando apenas as que sobreviveram, os pesquisadores desenvolveram uma nova versão da alga, chamada Caulerpa taxifolia (Vahl) C. Agandh. Por um tempo, foi tudo bem no mundo da botânica marinha. Só que – Lei de Murphy: “Quando algo puder dar errado, dará!” – em 1984, um metro quadrado desta nova variedade de Caulerpa foi encontrada brotando livremente no Mediterrâneo ao largo da costa de Mônaco, bem do lado de fora do Museu Oceanográfico. Acredita-se que um pequeno pedaço da planta tenha ido pelo ralo, levado pela bomba e jogado na estação de tratamento, onde graças aos seus “super-poderes genéticos de sobrevivência a qualquer custo”, ela aguentou firme e foi parar no paraíso – o mar Mediterrâneo. Não precisa ser muito esperto para imaginar que uma planta genéticamente modificada para crescer rápido como um tumor e de gosto miserávelmente ruim, virou uma praga terrível. Enquanto as organizações envolvidas em sua criação e liberação acidental no meio ambiente discutem os culpados, num eterno jogo de empurra que não vai dar em nada, a planta assassina se espalha, destruindo tudo ao seu redor. Os seres humanos geraram o problema e fizeram algo ainda pior em seguida: NADA. Com o descaso, a Caulerpa se espalhou e atingiu vários hectares submarinos se espalhando e convertendo o leito do oceano em um enorme campo de golfe estéril. A planta continuou se espalhando até que em 2001 ela já ocupava acres e acres do oceano e começou a aparecer nas praias. A coisa saiu do controle completamente. A infestação da Caulerpa parece um grande pasto de folhagens verdes, nada além disso. Ela cresce 7,5 cm POR DIA! Isso é uma rapidez suficiente para cobrir e destruir uma multidão de outras algas, e uma vez que tem gosto horrível, todos os animais herbívoros aquáticos dão no pé rapidinho. Porque cria imensas áreas de deserto-verde submarino, os seres humanos estão saindo fora também. Isso porque a branda paisagem torna-se desinteressante para os mergulhadores, diminuindo a indústria do turismo; e os pescadores litorâneos perdem o interesse também, já que o seu peixe preferido “rapou fora”.
Graças a pesca de arrasto, as mudas da planta estão sendo semeadas pelo homem em águas distantes. Hoje elas já estão apresentando áreas cobertas de Caulerpa na Espanha, na costa da Tunísia e na Croácia. Uma vez que sua constituição é firme e rígida, e ela não sente nem cosquinha no mar mais poluído que você puder imaginar, a planta está crescendo rápido na beira dos portos, o que em breve a espalhará para outros oceanos, graças a pesca oceânica indiscriminada. Mas calma que não é só isso! Desgraça pouca é bobagem, meu chapa… A planta é tão violenta que um pedacinho, por mais minúsculo que seja, do tamanho da unha aí do seu polegar é capaz de sozinha, provocar o crescimento de um belo gramado de algas assassinas, o que significa que qualquer método mecânico de retirada da alga vai provocar uma maior infestação, ao invés de conter a desgraça atual. Aventou-se o eventual controle da planta através de predadores específicos (lembra da cagada dos coelhos lá na Austrália? Pois é. Nós os seres humanos não aprendemos mesmo!) mas isso não vai funcionar, já que os moluscos que conseguem comer a planta não suportariam a temperatura do Mediterrâneo, além disso, nenhum animal consegue comer a planta na mesma velocidade em que ela cresce. Como se não bastasse isso, a alga assassina estava viajando pelo mundo de um jeito mais eficiente: De avião. É que graças ao comércio de produtos e animais para aquário, ela se espalhou. Em 2000, duas pequenas áreas de crescimento de Caulerpas foram encontrados ao largo da costa de San Diego, na Califórnia. Outras áreas foram posteriormente detectadas ao sudeste da Austrália. Acredita-se que estas áreas contaminadas sejam o resultado de pessoas limpando o conteúdo dos seus aquários de água salgada e mandando a sujeira para o esgoto. E tome alga assassina! Cientes do perigo, as agências na Califórnia entraram em ação aprovando uma lei que proíbe a venda e a posse de nove espécies de Caulerpa. As infestações foram tratadas através de medidas drásticas. Biólogos marinhos lideraram uma caçada à planta. Armados com as mais recentes armas na guerra botânica, eles cobriram completamente áreas contaminadas com uma lona de plastico preto que impediu a fotossíntese. Depois eles bombearam cloro para dentro das áreas cobertas, matando a alga assassina e qualquer outra coisa que teve a infelicidade de ser aprisionado junto com ela. O que diferencia Caulerpa de outras espécies invasoras (como os coelhos na Austrália, os caracóis africanos no Brasil e as Abelhas Africanas nos EUA, entre muitos outros) é que esta alga não ocorre na natureza. Ela é o produto de reprodução seletiva e da manipulação genética, de um modo completamente planejado pelo ser humano para que ela saia vencedora em combate com qualquer outra espécie natural. Só que o feitiço virou contra o feiticeiro. A vida de uma mosca dura 24 horas. Assim, ela vê o mundo onde tudo é extremamente lento. Se a mosca pensasse, ela pensaria que as casas, os bosques e as montanhas são eternas. Da mesma maneira, nós humanos, vemos o mundo pela ótica humana. Nós vemos as montanhas elas parecem que sempre estiveram lá. Não vemos que elas estão se movendo. Mas estão. Para nós, tudo estará acabado em 80, 90 ou no mais tardar, 120 anos. Nós deixamos o problema para a próxima geração resolver, afinal, o problema mesmo só vai aconbtecer daqui a muitos e muitos anos… Só que numa escala de vida de um planeta, a nossa passagem por aqui equivale a menos de um segundo em um ano inteiro. Imagina a desgraça que significamos para a Terra! Uma planta que cresce 7,5cm por dia irá recobrir o planeta todo em muito pouco tempo numa escala planetária. Será uma questão de poucos milênios para esta coisa conseguir sair do mar, invadir os rios, invadir a terra. Ela tomará o planeta. É fácil perceber nessa situação um risco evidente da ação humana sobre algo complexo e delicado como a natureza. Não podemos apenas condenar tudo que seja transgênico ou genéticamente modificado como uma coisa vil e potencialmente desastrosa para os humanos e os demais seres vivos da Terra. É claro que do mesmo jeito que essas cagadas ambientais acontecem, as culturas genéticamente modificadas são inestimáveis para a alimentação de milhões de pessoas, produzindo mais nutrientes, crescendo em ambientes mais severos, produzindo maiores frutos, e / ou resistindo a doenças e predadores. Mas a Caulerpa é uma bela lição para todos aqueles que pensam que podem fazer o que querem com os genes de um animal ou planta. Acredite, isto é uma moto
Acredite ou não, isto não é um avião. É uma moto. Um sujeito resolveu adaptar uma carenagem de jato na sua moto Honda Goldwing para parecer e (ter um som igual) a um avião a jato F15. Por mais bizarro que pareça, a criação é registrada como moto e é perfeitamente legal para andar na estrada. [metacafe]http://www.metacafe.com/watch/978947/f15_jet_fighter_honda_motorcycle/[/metacafe] Raio cai dentro de casa e abre buraco no teto
Caraca, olha só que notícia bizarra ( Dica do Higor):
Tem que ser macho
Tem que ser muito macho para entrar numa coisa assim e ligar a turbina.
Andy Tyler sentou-se no carrinho de supermercado após adaptar um motor a jato no mesmo. Devido ao calor absurdo gerado pela turbina (600 graus centígrados) o corôa maluco, pai de dois filhos, precisou usar um escudo refrator para proteger-se.
Ele construiu o estranho motor a jato usando uma mistura de combustíveis a gás e líquido, que aprendeu numa receita da inetrnet. Após praticamente decolar da pista onde acionou a traquitana, Andy Tyler voou no ar e caiu num rio.
Após o acidente, Andy comentou em tom de brincadeira: “Não posso usá-lo em estradas, e o combustível acaba depois de dois minutos. Além disso, a mais de 80km/h torna-se instável. As pessoas pensam que eu pirei na batatinha, mas é divertido.” O mais alto bungee jump
Este é o maior salto de bungee jump disponível no momento. Para quem quiser, basta dar um pulo lá em Macau. Sempre que eu vejo algo relacionado ao bungee jump eu me lembro daquele antológico episódio da serie “Faces da morte” onde os caras se formem em engenharia e fazem um bungee jump direto para o inferno ao esquecer de calcular o fator estiramento da corda.
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