Bizarro: Cortando o filhote de cruz credo

Um amigo meu me mandou o link de um video e me perguntou se eu sabia o que era este “filhote de cruz credo” horrendo. De fato, vou te contar… Trocinho bizarro e até nojento de ver. Logo no início, pensei: Deve ser uma daquelas criaturas que parecem pedra. Me preparei para ver uma sangueira horrenda escorrer na serra, mas o que ocorreu foi bem mais estranho e nojento. A coisa pareceu vomitar uma mutueira de vermes.

E quanto mais o cara corta, mais minhocas saem e quanto mais do núcleo, mais elas parecem nervosas e agitadas com cores diferentes. Imagina vomitar esse troço!

Agora vem a boa notícia:

Não é uma criatura. Não é um alien, não são vermes e nem minhocas e nem raízes e nada disso. É uma grande bola de elásticos supercomprimida e velha. O cara está cortando a bola de elásticos -segundo ele, porque a bola ficou velha e começou a se estragar. Aí os elásticos sob pressão vão se soltando, dando essa aparência estranha e orgânica. Em certo momento parece crescer, mas eles estavam todos lá, supercomprimidos perto do núcleo da bola de elásticos.

Veja bem de perto e ouça o barulhinho gostoso de vermes que ele fazia:

Lembra um pouco aquele mutante metamorfo de o “Enigma de outro mundo”, do John Carpenter, né?

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5 comentários em “Bizarro: Cortando o filhote de cruz credo”

  1. Que. Troço. Bizarro!
    É ainda mais curioso quando você pensa que o cara não vai poder repetir isso. Porque primeiro ele precisa de uma bola de elásticos ‘velha’. Não é só fazer uma bola monstra de elásticos. Pelo grau da bagaça, precisa de alguns anos para os elásticos chegarem àquele ponto. Gump mesmo.

  2. Legal. Lembrei de uma vez, quando criança, eu tinha ganho um martelo de brinquedo, feito dessas borrachas elásticas como câmara de ar ou bola de futebol. Aconteceu que numa “martelada” mais forte, o martelo estourou, rachou em vários pontos.
    – Se eu chorei?
    – Claro que não! Aconteceu que o danado do “martelo” estava recheado de bexigas (balões) coloridos e eu me diverti muito mais enchendo, brincando e estourando bexigas por vários dias.
    Não existem mais esses tipos de brinquedos (compensatórios) hoje em dia.

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