38 Comentários

  1. Rodrigonez

    Legal! Só um detalhe: “Deus me livre! Que isso? – Gemeu CRISTINA….” – corrije aí. 🙂 ótima estória, cara.

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    1. Danica, escrever essa história é como descer as ruas de São Francisco num bondinho desgovernado e ainda apreciar a paisagem!

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  2. John Doe

    Postar a noite da mais emoção… ainda mais se estiver chovendo….

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    1. Ultimamente tenho tido dificuldade de dormir. As imagens do conto ficam aparecendo na minha cabeça como um filme de terror sem fim. Ta foda. Essa noite sonhei que ia beber água e ao passar pela sala via uma das meninas andando na varanda, de costas pra mim.

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      1. John Doe

        Há quem diga que nos sonhos fazemos aquilo que não podemos fazer na realidade, pois o inconsciente “assume o controle” e ele não possui os mecanismos de freios e restrições que o consciente impõe. Quem sabe, se inconscientemente, você não quer encontrar as meninas? Por curiosidade, acabei de ver o filme “o exorcismo de Emily Rose” na TV e fiquei pensando… dá uma boa fonte de inspiração, né!

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      1. Fernando Martini Carvalho

        As crianças de olhos negros… a velha… o porão… só pode ser um sinal hein, cuidado com o desenrolar da história! heheheh

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      2. John Doe

        FuteBOLADO…. rsssss….. Philipe, essas crianças de olhos negros remetem a um episódio doa Arquivos X (I want to believe!), salvo engano, um de final de temporada, onde era visto o “óleo” negro”, uma espécie de ser alienígena que deixava os olhos do “invadido” temporariamente negros. Resta saber quem foi o ovo, quem foi a galinha.
        Agora, curioso é que seres ditos “sobrenaturais” também seguem certas “regras”: pela lenda, as meninas pedem autorização para entrar nas casas… se negada, não invadem. Assim como nas sessões de exorcismo, se o demônio for forçado a revelar seu nome, a batalha está praticamente vencida. Curioso que mesmo o mundo sobrenatural tem regras… será? Ou esse “mundo” é apenas a representação do lado “negro” de todas as pessoas? Nada além do meramente humano?
        Seres sobrenaturais não deveriam, teoricamente, depender de “regras”… passariam por cima delas, no melhor estilo “rolo compressor”. Daí, penso ser difícil acreditar em certas “estórias”.

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        1. Ao que parece, pelo menos no caso dos demônios, quando a pessoa sabe o nome dele, pode controlá-lo por invocações. É por isso que se ele falar o nome, ele VAZA. Essa parte do lance nunca é mostrada em filmes de exorcismo, não sei porque.

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    1. To com medo dessa história, pq ela esta se escrevendo sozinha. Não tenho a MENOR IDEIA do que esta acontecendo.

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      1. Aline Carneiro

        Por sua causa eu fui pesquisar os BEK (Black eyed kids, ou BEC Black Eyed Children) e achei tanto “relato de aparição” fuleiro e sem pé e nem cabeça que até perdi o medo deles, CLARO que em teoria. Se aparecesse um para mim, obviamente, eu ia me borrar de medo.
        Mas nos relatos que eu li primeiro diziam que não havia notícia de quem houvesse deixado eles entrarem, outros que diziam que deixaram eles entrarem, mas eles não fizeram nada e uns outros que disseram que, uma vez dentro, as cranças avisam que “vão levar a pessoa”, que sempre sai correndo e escapa quando encontra alguem na rua. Conclusão: creepypasta mesmo.

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      2. Mme. Danica

        PQP, Philipe! Vou ficar com um cagaço master de continuar lendo!

        E quando o noivo viajar a trabalho?! Vou bater a porta da minha mãe.

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      3. John Doe

        Se a história assumir o controle, exorcismo à vista…. Ô Philipe, daqui a pouco você embarca mais na história do que o pessoal da leitura. Afinal… é só uma estória, não é????

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        1. Realmente, isso é algo bem curioso. Em certas histórias, eu elaboro elas inteiras na cabeça e apenas escrevo o que pensei. Em outras, eu crio as “bases” do universo e apenas narro o que acontece quando a estrutura de conflito é armada. A sensação que eu chamo de a história se escrever sozinha, é como armar uma jogada de xadrez aleatória num tabuleiro digital e dali mandar o computador “jogar”. Eu fico só assistindo o que vai dar. No caso da história, assisto mentalmente e descrevo. Eu mesmo, não sei quais serão os lances subsequentes, pois eles são dependentes de jogadas anteriores, é impossível prever. Escrever desse jeito é sempre um risco, pois pode dar uma caca geral no final. Mas a “merda” também é parte da brincadeira. É como saltar fogueira no São João. Se fosse 100% segura, qual criança iria querer pular? Né?

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  3. wagner a. r.

    Cara muito massa, são poucas histórias de fantasmas que conseguem me chamar a atenção como essa.
    Sou só eu que ta ansioso pela chegada do Leonard?
    Ps: se for spoiler não coloca o comentário Philipe

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  4. Aline Carneiro

    Calma, Regina, a velha só quer tomar um cafezinho e explicar porque não pagou a dívida!

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  5. Carina

    Oh, a história já estava muuuito foooda, mas a oitava parte deu um salto em relação a sétima parte.

    Cadê a nona parte? p.p

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  6. Dhiego

    Ahh, eu adoraria ver o “Leonard” na história. O cara está em todas, tem que dar o ar da graça nessa também! Sou fã dele.

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  7. Xaves

    Parem de pedir Leonard! Agora em tudo que é conto que o Philipe escrever vai ter que ter Leonard?
    Tá muito bom assim, não eras ficar influenciando o autor!

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    1. As crianças dos olhos pretos são uma lenda urbana. Estou usando personagens da lenda urbana no meu conto.

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      1. John Doe

        Mas a “estória” estava se desenvolvendo sozinha… ou não? Reassumiu o controle?

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  8. Daniel Bart Pinheiro

    Philipe, a Regina já chegou a ver a velha que não estava pagando as dívidas? Porque se a “vovó” aí fora velha, como o Regina não está reconhecendo? Muito boa essa parte 8, tô me mordendo de ansiedade pela parte 9. (E gente, vamos parar de pedir Leonard, ele merece umas férias kkkkkkkkkkkkkkkkkk)

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  9. Lucas Machado

    Depois da última, Leonard precisa de férias mesmo kkkkkkkk. A Caixa foi pesado!

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      1. Fernando

        Anabelle foi uma boneca possuída de um dos casos do casal Warren (aquele do filme Invocação do Mal).
        Ela assombrava duas moças, e era SINISTRA.

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