Eu fui ver Discovery Channel antes de dormir ontem e desde que eu vi o programa sobre um garoto que resolveu dar uma de Buda e jejuar completamente em meditação por seis meses, não tirei aquele troço de cabeça.
Até o momento em que vi o documentário, eu tinha a pura convicção-ocidental-cientificista que seria impossível para um ser humano conseguir manter suas funções orgânicas por mais do que algumas horas praticando o jejum absoluto.
Então, vamos dizer que uma coisa é o que a Bíblia diz. Outra o que a Medicina diz. Segundo a história do próprio Buda, Siddharta Gautama , (me corrijam se eu errar alguma coisa, pois não sou um conhecedor profundo da história dele) ficou meditando profundamente dias e noites, por nada menos que 6 anos e vivenciou o nirvana, algo que um ocidental dificilmente poderia entender sem muito estudo. Buda atingiu e permaneceu no nirvana por 49 dias!
Diz na Bíblia, que Jesus ficou 40 dias no deserto, jejuando e meditando.
Tudo bem, lá também diz que ele andou sobre a água, fez peixe e pão aparecer, transmutou água em vinho, acordou defuntos já em decomposição e fez cegos enxergarem novamente apenas esfregando lama nos olhos deles. Isso sem falar em ressuscitar e aparecer inteirinho depois de morto.
Mas temos que ter em mente que a Bíblia, embora tomada como verdade absoluta por muitos religiosos, passou por poucas e boas em quase dois milênios. Pra começar, ela começou a ser escrita várias décadas após a morte do messias. Em segundo lugar, inúmeras traduções, correções e alterações deliberadas do texto sagrado ocorreram ao longo dos séculos. Partes inteiras foram retiradas, outras tantas adicionadas. O livro sagrado do cristianismo é uma colcha de retalho, que certamente guarda alguma coisa de verdade histórica, mas inegavelmente contém muitas imprecisões.
É simples compreender que certas passagens podem ser exageradas com uma certa “licença poética” de modo a fazer o texto mais interessante, mais místico e atrativo para as massas. Exagerar os milagres é até mesmo aos olhos de alguns religiosos, algo natural do ser humano. O que não diminui em nada o poder de Jesus, que está em suas palavras e ensinamentos. São os ensinamentos e sua sabedoria que o diferenciam de um mero David Blaine da antiguidade.
Mas temos que convir que alguém com tamanha capacidade de oratória, inteligência e carisma não passa incólume pelo mundo. Essas pessoas atraem legiões de seguidores. Coloque isso num ambiente opressor como a região sob comando duro das forças romanas, opressão, perseguição e o fio da espada e temos a receita para que todo tipo de histérico manifeste sintomas. Sobretudo quando alguém lhe diz que seu reino é perfeito, é o reino dos céus e que lá os pobres e perseguidos terão vez. Muita gente pensa que é isso que explicaria certas situações, como as possessões (comuns até hoje em muitas igrejas por aí) cegueiras e até a “morte”. Manifestações mentais conhecidas pela antiga psiquiatria como “histeria“.
O poder da fé das pessoas os forçava a acreditar que Jesus tinha mesmo poderes divinos e a operação desses supostos poderes é algo tão legítimo quanto um paciente que acredita que o remédio o salvará. E o remédio o faz. (em muitos casos sendo apenas uma pílula de farinha, conhecida como placebo)
Então, sendo reais ou não, o fato é que os milagres provavelmente funcionavam! (e funcionam! Basta ir a qualquer igreja por aí que você vai ver curas e milagres aos montes)
No caso do paciente com o placebo, o remédio é fajuto, mas a fé, a crença que aquilo trará efeito é tamanha, que a cura se dá de verdade. E isso é um fato demonstrado clinicamente do qual ninguém mais duvida.
A fé, crença ou força do pensamento é tão poderosa que muitos centros de pesquisa de todo o mundo já começam a se debruçar sobre certos casos, até então ignorados pela ciência tradicional, sobretudo a ciência ocidental.
Não estou aqui para questionar se Jesus era mesmo filho de Deus. Se essa ou aquela igreja é a certa, a melhor. Se uma ou outra religião é na verdade uma maquina de ganhar dinheiro de otário. Isso é tema para outro (polêmico) post.
Cada um tem sua religião, e não ter, é direito tão legítimo quanto ter.
Não estou questionando também a natureza divina dos milagres. Os “poderes” de operar os “milagres” surgem em decorrência da necessidade humana de atestar o poder divino da figura histórica e não como uma necessidade imediata do Messias de provar alguma coisa. No entender de muitas pessoas, Jesus não veio à terra para fazer show de mágica, mas sim para trazer uma mensagem. E é o conteúdo desta que importa.
Eu quero deixar bem claro que só estou citando Jesus e Buda aqui para lembrar que as antigas escrituras, tomadas como besteiras sem sentido ou verdades absolutas e incontestáveis para milhões de pessoas, traz referências diretas a situações que até agora a ciência renegava. E uma destas coisas é o jejum prolongado para além da compreensão, aliado aos estados alterados de consciência.
Teria a mente humana a capacidade de desligar o corpo de suas necessidades fisiológicas?
Seria isso possível? Há vários séculos, faquires e iogues indianos alegam terem capacidade de se alimentar de luz e até mesmo de “pequenas pedrinhas”. Isso sem estender muito a “se alimentar da força da Terra”, receber energia do prana, do éter e etc.
Pois o documentário que passou ontem à noite falava sobre um jovem que inspirado pelos ensinamentos budistas optou por realizar a façanha da meditação profunda… Por quase um ano! Isso inclui ficar em silêncio e sem pensar por todo este tempo, na mesma posição, chova ou faça sol, sem comer nem beber, nem ir ao banheiro.
Ele morreria! – Alegam os médicos ocidentais, certos de que o que estudaram é a única verdade. E que esta verdade serve para todo ser humano na face da Terra.
Porém, temos um problema aqui. O Discovery Channel colocou uma câmera filmando o garoto lá. (o Discovery chegou para filmar a situação quando o moleque já estava há DEZ MESES lá. Ram Bomjam já havia virado uma celebridade e uma verdadeira indústria do culto ao “Deus vivo” era capitaneado pelo irmão mais velho dele, e uma multidão de romeiros, bandeiras, e etc havia crescido ao redor da área onde ele estava. Graças ao fato de que o menino estava todo este tempo em total estado de transe profundo, as pessoas do Nepal começaram a pensar que ele poderia ser de fato uma reencarnação do Buda. E aí já viu, né? A multidão que surgia a cada dia para ver “o novo Buda” só cresceu.
Multidões resolveram acompanhar o jovem Ram Bomjan.
Então o Discovery Channel chegou lá com a empáfia tradicional de quem deseja desmascarar mais um daqueles mitos primitivos, fazendo pessoas passarem por otárias e etc.
Porém, os próprios produtores do programa começaram a desconfiar que havia algo ali realmente estrambótico. A câmera foi colocada num tripé apontada para Ram e filmou incessantemente, dia e noite, registrando que o menino não se moveu um minuto sequer e nem foi alimentado. Ele ficou na mesma posição, sem se mexer dali e nem comer por todo o tempo em que a produção do programa teve autorização da família para permanecer da área. Neste tempo, qualquer pessoa normal teria morrido na frente das câmeras.
Nenhum cientista ou médico que acompanhou o fato conseguiu uma explicação lógica para o garoto ficar tanto tempo sem comer ou beber. Ainda mais numa temperatura de 4 graus durante a noite. Só o tempo registrado em vídeo ultrapassou os 10 dias. Durante a noite, algumas pessoas gritaram que um flash de luz azul saiu da cabeça do jovem. O programa não conseguiu registrar o fato, pois até então a câmera ainda não estava filmando Ram.
Vê se dá pra meditar com uma esculhambação dessa ao redor da árvore?
Uma coisa bem estranha que aconteceu quando o Discovery se preparava para ir embora é que durante a noite ele simplesmente sumiu. As pessoas estranharam e hipóteses sobre a morte do jovem foram levantadas. Muitos acharam que havia morrido, e que seu irmão (que o “protegia” e também cobrava ingresso para o público o ver) havia retirado o corpo dali antes que todos vissem. Outros disseram que o menino saiu por conta própria, por não ter paz para meditar (isso é praticamente certo… as pessoas que iam vê-lo tiravam fotos, comentavam alto, traziam crianças etc). Outros ainda disseram que ele foi levado por outros monges para um monastério isolado. Eu confesso que pensei que o garoto havia mesmo morrido. Então hoje eu resolvi pesquisar e vi que o programa estava mesmo defasado.
Um ano após o desaparecimento repentino de Ram, ele reaparece. Segundo informes da imprensa local, Ram teria se embrenhado na floresta em busca de paz. A notícia do reaparecimento do “novo buda” -como ele está sendo considerado – agitou o Nepal.
Não quero discutir religião aqui. O que eu quero questionar é algo simples: Como o cara ficou tanto tempo sem comer nem beber e não bateu a caçoleta? A história se refere a santos e mártires que passaram grandes períodos em jejum. Existe uma santa na índia chamada Giri Bala, que teria ficado mais de 50 anos sem ingerir nenhum alimento.
A Medicina ocidental é clara ao afirmar que é impossível para um ser humano passar mais de 4 dias sem ingerir líquido sem graves prejuízos para o organismo.
O Discovery Channel mostrou então o que pra mim foi a coisa mais impressionante de todo o documentário do “jovem buda”. Um iogue chamado Prahlad Jani, que afirma categoricamente que parou de se alimentar e beber aos 13 anos de idade. Detalhe, o cara tem quase 80 anos!
O iogue indiano aceitou tranquilamente ser submetido a uma investigação profunda. Foi levado para um instituto de pesquisas médicas onde foi preso num quarto pequeno, com uma câmera que o filmava 24 horas por dia. O quarto era observado permanentemente por grupos de investigadores médicos, que a cada três horas recolhiam amostras do sangue do sujeito.
A pesquisa durou cerca de 10 dias, onde ele EM MOMENTO NENHUM bebeu água nem comeu nada, nem evacuou.
O cara ficava lá, sentado, olhando pras paredes, andando pela sala, orando e meditando. Só. De tempos em tempos ele tomava banho (lá mesmo, com a ajuda de uma bacia).
Ele não sabia, mas a água do banho era pesada antes e depois da higiene, para que os pesquisadores se certificassem empiricamente que o velhinho não tivesse bebido a água. 100ml de água eram oferecidos ao sujeito para que ele lavasse a boca. Os 100ml eram novamente contabilizados em medidos após o procedimento.
O mais estranho aqui é que não estamos lidando com uma pessoa que entra num estado alterado de consciência e desliga suas funções vitais, como -em tese – seria possível num grau avançado de meditação.

O sujeito de 76 anos de idade nunca esteve “fora do ar”. Ao contrário, ele falava animadamente e demonstrava algum vigor físico, tanto em aparência quanto nos exames sanguíneos, que apontavam índices normais em tudo. Mas como isso é possível se o cara estava sem comer há tanto tempo que nem se lembrava mais como fazia?
Mistério. O estudo foi realizado sob rígidas normas de investigação, cujo objetivo era desmascará-lo como impostor. E isso eles não conseguiram mostrar. Na verdade o resultado foi totalmente inconclusivo, pois nenhum medico conseguiu construir alguma hipótese para justificar como o sujeito estava se nutrindo.
Quando perguntado, Prahlad Jani sorriu e disse que era muito simples. Ele olhava para a luz.
Sério, não tô zoando. A explicação do cara é mais ou menos como “eu faço fotossíntese!”
Não nesses termos, óbvio. Ele nem imagina o que seja fotossíntese. Ele disse que olhava diretamente para o sol (médicos são claros em afirmar que isso danifica os olhos e pode causar cegueira). Foi fazendo isso de pouquinho em pouquinho, conseguindo ficar cada vez mais tempo olhando para o astro-rei. Até conseguir se manter olhando diretamente para a estrela por vários minutos. Prahlad Jani disse que um buraco misterioso surgiu no céu da boca e quando ele olha para o sol, um tipo de gosma adocicada escorre para sua boca e é disso que ele se alimenta desde então. Uma médica enfiou o dedo na boca do velho e realmente disse que ele tem uma fenda no palato, e até sentiu um pouco da consistência pegajosa da “coisa” .
Segundo ele, o furo teria surgido por milagre, internamente, entre sua boca e o nariz aos oito anos de idade, quando olhava para o sol.
Isso me deixou ainda mais intrigado, pois uma fenda no palato conduziria diretamente ao interior do nariz, e isso que escorre só poderia ser… catarro!

Mas veja que loucura. Acho uma ideia mais provável que o velho viva de luz do que de catarro. Seja como for, ficou demonstrado no estudo que o sujeito manteve níveis sanguíneos totalmente normais em jejum de água e comida por dez dias. Sem evacuar nem urinar. Isso por si só já desafia totalmente o que sabemos sobre as funções vitais. Como é possível?
Embora isto não prove que passou os últimos 68 anos em total abstinência, Prahlad deixou o hospital como um herói para seu pequeno grupo de seguidores, que o acompanharam até a caverna onde vive em meditação, na periferia de uma cidade próxima.
Segundo a pesquisadora Sara Lazar, a mente humana poderia atingir um grau de controle sobre o organismo que até então desconhecíamos. A Neurocientista vai além e diz que a meditaçãopode alterar a estrutura física do cérebro!
Um estudo recente da Universidade de Harvard mostrou que num transe de meditação monges experientes podem mudar a temperatura de seus corpos, o que permitiria a eles meditar com pouquíssima roupa nas congelantes montanhas do Himalaia.
Serpa mesmo verdade que a mente pode sobrepor a matéria? Será mesmo possível que seres humanos possam existir sem se alimentar fisicamente? Seria tudo isso uma série de hoaxes bem elaborados? Estariam os livros sagrados do cristianismo corretos?
São novos e intrigantes mistérios que a ciência tenta revelar.
AVISO AOS NAVEGANTES:
Não vá dar uma de retardado e parar de comer, ou ficar olhando para o sol querendo viver de luz. O cara ali em cima é um iogue que pratica esse troço que nem sabemos se é truque ou realidade. Não seja estupido. Fazer jejum sem controle pode desencadear graves problemas físicos e desequilíbrios neuroquímicos no seu cérebro. Eu não me responsabilizo por atitudes idiotas, ok? Mas se for tentar, não esqueça de avisar sua família que se algo sair errado é para te inscrever no Darwin Awards.








Oi, Philipe. Li todo o post (inclusive todos os comentários, o que demorou mais de 1 hora…) e concordo em alguns pontos, sim. Apesar de ter apenas 14 anos, acredito no uso “extraordinário” da mente humana, que é algo sem igual. Realmente, isso tudo envolve diferentes opiniões sobre religião, crença etc (por isso devemos respeitar todos), mas não há como a Bíblia ser totalmente correta (afinal foi escrita por humanos, e humanos erram, são imperfeitos), e as traduções e questões políticas ao longo da história complicam bastante… Mas o importante é cada um ter a sua forma de fé, para seguir a vida com algum “apoio”, seja em Deus, Buda, Jeová, nas forças da natureza ou em si próprio. A caminhada é longa e temos muito o que aprender, isso é fato. Bom, fico por aqui, gostaria que você respondesse ao meu comentário. Se quiser contato para discutir essa e outras questões, aqui está meu e-mail: [email protected], e o meu blog de poemas também: poemasdagabrielletavora.blogspot.com
Eu concordo. Sabia que os geneticistas apontam a idade do gelo, (quando a humanidade despencou em números) como o período em que -geneticamente- se produziu um gene chamado de “gene de Deus”, que segundo eles, é o que faz as pessoas terem fé?
Seja nos jedis, no coelho da pascoa, no papai noel, em cristo, em Rá, em Tupã, em Osíris, em Maomé, Buda, em qualquer coisa. Há uma corrente que aponta para a fé ser iminentemente um “driver” a mais no nosso sistema operacional. Em algumas pessoas, este driver poderia ser ligado e em outras desligado.
os omesm fasia 3 e mulhe 4 x_x
Olha, isso é algo espiritual, quer vocês acreditem ou não, isso EXISTE….
com certeza ele está sendo movido por espíritos, e por que ele consegue ?? é simples é
só fazer o que o espírito está dizendo pra fazer e posso te garantir que esse não vem de Deus.
Garante baseado em que?
Philippe,
Só queria comentar duas afirmações suas sobre a Bíblia, do ponto de vista histórico e especialmente filológico. Você diz:
“Pra começar, ela começou a ser escrita várias décadas após a morte do messias”.
Se fôssemos aplicar esse critério de dúvida a outras figuras históricas, duvidaríamos certamente da existência de gente como Alexandre ou Leônidas. Mas, de qualquer forma, a Carta aos Tessalonicenses é datada do ano 51 a.C., 20 +-5 anos depois da Paixão. Para a Antiguidade isso é quase maravilhoso. Além do que, a redação original de Atos dos Apóstolos é muito provavelmente anterior a 70 a.C., pois não chega a narrar a queda do templo de Jerusalém (pelo contrário, narra até um ponto em que ele ainda existia, e até um ponto em que Paulo ainda estava vivo, pois não tem seu martírio narrado). E Atos foi escrito por Lucas, o evangelista (que sequer era um apóstolo, pra ter sua autoridade falsificada com tanto prestígio), e isso é ainda depois dos Evangelhos de Marcos e de Matheus.
“Em segundo lugar, inúmeras traduções, correções e alterações deliberadas do texto sagrado ocorreram ao longo dos séculos. Partes inteiras foram retiradas, outras tantas adicionadas. O livro sagrado do cristianismo é uma colcha de retalho”.
Você já ouviu falar em Filologia? Existem milhares de manuscritos em diversas partes do mundo com o conteúdo do Novo Testamento copiado desde a Antiguidade. É possível fazer uma genealogia desses manuscritos e avaliar, pelas suas variantes, quais provieram de quais, qual a provável fonte de quais, etc., etc., etc. A partir disso há uma edição crítica, feita, por exemplo, pelos editores Nestlé & Aland, atualizada regularmente, atualmente na sua 27a. edição (trata-se do texto original com grossas notas de rodapé como aparato crítico, registrando as variantes mais relevantes e adicionadas posteriormente). Isso não é feito apenas com a Bíblia, mas com todo texto da Antiguidade: Platão, Aristóteles, Ésquilo, Sófocles, Demóstenes, Xenofonte, Luciano de Samósata, nenhum desses autores possuem manuscritos “autógrafos”, mas dependemos de cópia frequentemente apenas do período medieval pra conhecê-los. O caso da Bíblia é de longe o mais bem documentado desde a Antiguidade. Fora as muitas traduções feitas a partir da expansão desses textos, que também são critério de flagrar essas variantes.
Esse tipo de edição crítica, que revela variantes, é disponível pelo menos desde o séc. XV, quando Erasmo de Roterdã editou a “Textus Receptus” com esse mesmo objetivo de filtrar variantes de manuscritos. E qual é o resultado disso tudo para o nosso conhecimento hoje em dia? Que os acréscimos trazem paráfrases de interpretação, de vocabulário, de reforço teológico de certas passagens, como a menção à trindade. Ou seja, nada malvado inserido por nenhum padre capitalista do séc. IX, isso é conspiracionista e totalmente vago.
E era isso!
Desculpe o comentário longo.
Um abraço!
O problema está no fato da maioria dos fiéis serem iludidos de que o livro sagrado contém uma precisão histórica absoluta e coerência textual inatacável, quando na verdade está repleto de confusões inerentes aos períodos históricos que o texto atravessou, as versões pelas quais passou. O texto é visto como uma verdade única quando qualquer pesquisador do assunto sabe que se compõe de versões e mais versões transcritas. Acreditar no que diz o texto é uma questão de fé, já que ninguém estava lá para ver Jesus andar sobre as águas, ou ver Deus criar o mundo. Mas muitas pessoas tomam isso como literal, e evitam qualquer interpretação não literal das escrituras.
A questão que fica é: Se a bíblia está repleta de erros e inconsistências, e é ela um livro inspirado diretamente por Deus Todo Poderoso, como que pode? A única hipótese que encontro seria atribuir os erros aos copistas, já que os originais se perderam ao longo dos séculos. Mas isso não resolve a questão, uma vez que assumir que o livro sagrado contém erros é o mesmo que assumir ser burro ao interpretar aquilo tudo como verdade literal dos fatos – como fazem inúmeras denominações religiosas no mundo.
Uma vez que uma religião assume que a Bíblia contém erros (o que pra mim é uma coisa óbvia e diretamente relacionada ao processo de travessia histórica do texto) ela põe em xeque a idoneidade do próprio culto, já que se é permitido ao copista errar, então quem poderia garantir que não existam outros erros em vários outros lugares, e sequer podemos descobrir? Ou ainda, que os erros atribuídos aos copistas não estavam também nos originais?
Me intriga como é possível alguém levar a sério coisas como a Arca de noé. Um ser humano escolhido por um ente divino pegar dois animais de cada sexo DO PLANETA e colocar NUM BARCO feito por ele.
Por mais que algo assim seja atribuído a erros de interpretação, por mais que nos esforcemos para pensar a respeito, não faz o menor sentido.
Quando alguém atribuiu ao livro a perfeição, está lascado para justificar o amontoado de incongruências.
Como para elas, o livro foi inspirado por Deus, logo,TEM que ser perfeito ou a afirmação está invalidada, acabam tentando inúmeras artimanhas para justificar o injustificável.
A mais comum é a negação de que existam inconsistências.
No mesmo livro, Deus é bondoso, mas ao mesmo tempo, exige sacrifícios, mata geral, extermina primogênitos e pune com rigor. Deus parece mudar de comportamento ao logo do tempo. se isso é assim, poderíamos supor que ele evoluiu. Mas aí está um problema. Como Deus que é perfeito poderia evoluir? Se ele evoluiu, é porque era imperfeito.
O que me incomoda é quando alguém pega o livro sagrado do cristi8anismo e tenta forçar uma interpretação científica do mesmo. Agindo assim fica complicado justificar porque segundo a Bíblia, nos tempos antigos os insetos (que a ciência sabe ter seis patas) tinham quatro. Do mesmo modo, é complicado justificar que “serpentes comem pó” (Gênesis 3:14), ouro enferruja” (Tiago 5:2) ou “a Terra é sustentada por colunas” ( I Samuel 2:8).
Por fim há um problema complicado que são as quase infinitas “versões”. Só no site Bible Gateway, você encontra 50 versões da Bíblia em 35 línguas diferentes. Falamos de uma só coisa, quando na verdade são inúmeras obras diferentes com um mesmo nome.
Obviamente, como eu já disse aqui no blog outras vezes, saber que a Bíblia contém erros, imprecisões e confusões não tira sua importância histórica e cultural. Os erros não a tornam inútil, mas exigem que o leitor use sua inteligência e consciência, faça uma reflexão e não aceite aquilo como um receita, uma programação mental que limita o próprio livre-arbítrio que a Bíblia mesma diz que Deus nos deu.
Tem duas coisas aí: acreditar em coisas extraordinárias e flagrar imprecisões científicas ou mesmo dados contraditórios na bíblia. Quanto a acreditar em coisas extraordinárias, você está certo: envolve fé, envolve acreditar que um Deus onipotente poderia fazer qualquer coisa. Mas eu acrescentaria que envolve também duas coisas muito importantes:
1) Conhecer o gênero textual do livro. O Gênesis, por exemplo, é uma narrativa mítica etiológica feita nos moldes da epopeia de Gilgamesh, que era uma narrativa mesopotâmica ao qual o público do Gênesis estava habituado, e que prepara um ensinamento espiritual pra esse público – daí a personalização da figura de Deus, dos dias da criação, etc. Isso é diferente de ler os códigos civis, as crônicas históricas, os livros proféticos ou as cartas doutrinárias de Paulo, e é fundamental considerar o que constitui o gênero de um livro pra que o leitor não leia tudo como se fosse uma bula de remédio (que é outro gênero textual…).
2) As marcas do tempo em que os livros da bíblia foram escritos são fenomenológicas. Ou seja: elas refletem coisas que são referidas da maneira como os povos eram capazes de enxergar. Se a bíblia fala em “mundo” no Gênesis, é claro que era o mundo conhecido (o que satisfaz o sentido daquela narrativa mítica). Se ela fala sobre os astros, é claro que são os astros que eles enxergavam no céu. Mas pode haver um exagero implicante aqui se descuidarmos: a bíblia não assume o objetivo de sistematizar um manual científico, e não porque os escritores ignorassem o valor do conhecimento factual da realidade, mas porque a precisão desse tipo de conhecimento científico sem uma terminologia técnica só era possível em um outro espaço, o de tratados de filosofia natural, que não é o caso dos livros da bíblia. Mas o que vemos restar disso nunca são afirmações equivocadas feitas diretamente sobre a natureza (já que nenhum livro sequer se propõe a fazer isso), mas uma linguagem que utiliza com simplicidade o próprio repertório de alusões ao mundo pra construir o seu discurso principal (e esse conteúdo principal acaba muitas vezes sequer dependendo fulcralmente do paradigma científico, porque está preocupado com um paradigma espiritual e transcendente). Na prática, essas referências também não são difíceis de entender, porque são simples figuras de linguagem: a serpente “comer o pó da terra” é uma óbvia referência ao fato de que a serpente rasteja, a imagem da sustentação da Terra é uma referência ao controle e à segurança do mundo nas mãos de Deus, etc.
Por fim, sobre contradições, acho que também entra um pouco do reflexo da maneira como os autores enxergavam o mundo, mas acho que você está perdendo de vista uma consciência sobre a totalidade da tradição registrada pela bíblia que aparece nos seus próprios próprios livros em relação, por exemplo, a essas coisas como um Deus malzinho/bonzinho, etc.
Por exemplo: nos livros mais antigos do Antigo Testamento parece que os judeus ainda não haviam desenvolvido uma teoria da imaterialidade, então o conteúdo não se concentra em descrever uma relação de transcendente-imanente de Deus com o mundo, mas parece retratar as coisas com evocações muito mais diretas – é o recurso epistemológico pra descrever processos que são tidos como misteriosos mesmo, como o modo de agir de Deus. E a austeridade do mundo tribal dos judeus no Antigo Testamento e a condução das guerras por aquele Deus não parecem ser apenas um dado histórico (que seria compreensível, porque na região e na época o estrangeiro era potencialmente hostil (embora a bíblia guarde leis de hospitalidade ao estrangeiro pacífico também)), mas parecem ser tratados pelo próprio Novo Testamento como uma relação entre transgressão e expiação realmente dura do passado, que o projeto do Messias – depois de uma trajetória histórica do mundo – viria mudar. A consciência e a unidade dadas tanto pra esse processo quanto pra esse momento aguardado de mudança (a consciência da trajetória era dada pelas profecias e o reconhecimento de seus cumprimentos), portanto, são pra gente considerar de uma coerência interna da mensagem da bíblia.
De resto, só enfatizo que traduções pra outras línguas ou existência de muitos manuscritos da bíblia são um dado material da transmissão desses textos, claro, e daí as fragilidade a que eles são sujeitos, mas isso não atrapalha o fato de haver a possibilidade de se estabelecer um texto seguro para a bíblia pelo estudo da filologia (na verdade não entendi bem sobre as diferentes traduções da bíblia serem como que livros diferentes: são apenas traduções diferentes de um mesmo livro, não?).
Abraços!
ola gostaria de dizer a voce a igreja nao e maquina de fazer dinheiro nos fazemos o que a biblia nos ensina a dizimar e ofertar voce deveria falar do que voce entende porque voce e leigo no asunto e ocupe seu tenpo a fazer algu de bom para as pessoas
Errado meu amigo. A igreja é sim uma fabulosa maquina de fazer e lavar dinheiro. Ainda mais no Brasil, onde as igrejas não pagam imposto.
È uma farra com a grana dos inocentes. Jesus não escreveu uma única linha da Bíblia. Jesus nunca disse que era para as pessoas ficarem ricas com igreja.
Não concorda, senta no colinho do Bispo Macedo, da Bispa sônia e tantos outros religiosos que já foram presos e que estão sendo investigados por manobras financeiras escusas.
http://youtu.be/uHGBBKO-ds4
Em Portugal, mais propriamente na cidade de Arouca, vive uma senhora apelidada de santa de Arouca que vive desde os 10 anos de idade sem comer e sem beber, apenas recebe a comunhao e vive assim há mais de 30 anos. Esta acamada e nunca teve feridas no corpo e recebe a visita de Nosso Senhor e Nossa Senhora! Que Deus esteja com ele e conosco!
Sejamos, inteligentes, milagres não existem, apenas fenomemos não explicados,no caso do velho ja e manjado seu truque, no caso do moçinho e ridiculo.
Como que o velho faz?
Não há nada que seje feito de Matéria, Tudo é Mente. Pense a Respeito, o que pode ter existido antes de tudo? Simples responder Deus, mais o que é Deus? Deus é A Mente onisciente e onipotente, apenas a mente existe o resto tudo é ilusão, sendo o corpo físico uma ilusão da Mente Humana fica “fácil” perceber a realidade. com pensamentos positivos é possivel controlar a matéria e despertar pra imagem verdadeira da vida que é Mente. O que é Mente? A Mente é o Todo de Tudo, A Mente é a Sabedoria Infinita, foi A Mente que Criou o Universo, somos os filhos da Mente, Somos irmãos.
Teve um cara ali que disse que quando Jesus jejoou teve embolia enpor isso suou sangue. Perdão, mas a explicação que eu tinha era que ele estava em um nível de estresse tão grande que ele teve inflamação séria das glândulas sudoríparas. Por isso ele suou sangue. Algumas pessoas também podem apresentar sangramento das glândulas lacrimais.
Olha! O post tá bem legal, mas eu não consigo acreditar nisso. Mas é mais porque acho que o discovery produz muita matéria falaciosa. Nossa! Eu lembro daquela matéria sobre combustão humana! Isso sem falar que passou o documentário “quem somos nós”. Lembro que foi uma grande decepção ao terminar e descobrir que a maior parte dos entrevistados eram escritores de livros de ficção e uma pessoa que era líder de uma espécie de seita.
Essa era mais uma crítica que eu quis fazer sobre o Discovery, pois é um canal que se passa por científico, mas não é na realidade.
Quanto aos que se alimentam de luz, sou totalmente cética quanto a isso. Poxa! Galileu queimou toda a retina por ficar olhando para o sol. Hehe Que legal se eu estiver errada! Ninguém mais será gordo. =D
Na verdade tenho minhas duvudas… só pra resaltar,não consigo ficar sem agua por 1 dia imagine 60 anos.
A explicação é muito simples: a realidade não é como vocês, cartesianos e materialistas, imaginam com base em vossos dados sensoriais. Vossa lógica baseada no sentido não só é parcial, como abrange uma parcela ínfima e insignificante do todo existente. Além dela há imensos universos regidos por leis e “lógicas” que vocês jamais suspeitariam.
Em outras palavras: vocês são ignorantes e Ram Bonjon desafia completamente vosso arrogante paradigma, derrubando-o.
Enquanto vcs quebram a cabeça tentando encontrar eufemismos para evitar chamar o fenômeno por seu nome (e assim admitir vossa ignorância), esse ser divino reencarnado mostra a ponto de um gigantesco iceberg para a humanidade.
E assim é que vocês continuam adormecidos em vossos sonhos sansáricos…
No primeiro caso o cara não era um cara, era um boneco!
No caso do indu que se alimentava de luz, e possivel. Uma ves estiveram um casal no programa do JÔ que diziam a mesma coisa, e que eles pertenciam à uma sieta ou sei lá o que que ensinava essas tecnicas!
Tenho feito os testes com o olhar para o Sol, principalmente no começo da manhã e no final da tarde, e até o momento cheguei a conclusão de que há uma verdade no se alimentar de luz solar, já fazem uns dois a três anos que venho estudando, quando me alimento de luz, quando vou trabalhar, fazer alguma coisa, uma energia poderosa toma conta do corpo como se você não sentisse mais cansaço. Como já não como carne a algum tempo, fui gradativamente parando de comer todos os tipos de carnes, por ultimo deixei de comer as carnes brancas, quando olho para o Sol, me da vontade de se alimentar somente com vegetais , nem mesmo ovos é necessário. Ao se alimentar somente de vegetais e tomar sucos, a satisfação física é sensacional. Ao olhar para o Sol a partir das 16:30 hrs da tarde, é muito aconchegante, voce sente que o Sol é seu irmão, voce se torna um com ele, e chega a conclusão que o Sol é o Astro mais importante para toda a vida, inclusive a sua. Quanto tempo olhamos somente para o chão e as coisas e muitos passaram a vida inteira sem perceber que o Sol é uma das forças mais importantes para nossa vida. Vou continuar, a vontade é de peneirar mais a alimentação, mais sucos, mais vegetais, e menos quantidades, pois a luz realmente satisfaz, o processo é gradativo, já tenho esta certeza.
Interessante suas observações. Só gostaria de questionar duas coisas:
1. Pra que o cara ficar tanto tempo meditando e abdicando da higiene e do alimento de maneira tão inútil, sem proveito algum para a própria vida tampouco para vida dos outros?
2. Estes caras que você insinua que modificaram a bíblia, que tornaram ela numa doce melodia para ser aceita nos quatro cantos do mundo… Estes caras foram muito inteligentes, talvez extra terrestres, porque sem computador e sem saber como seria a nossa vida hoje poderem construir o livro mais lido e mais vendido do mundo… É incrível. É ai que entra o poder de Deus assumindo a autoria da Bíblia. Junte todos bons escritores do mundo para formarem uma coletânea para ser aceita por todos. Experimente se será uma obra lida! Somente lendo e estudando a bíblia é possível se conhecer o Deus verdadeiro.
Alan, o Philipe é a segunda pessoa que vejo usar o termo “colhca de retalhos” para definir este livro sem autoria declarada, conhecida como “bíblia”. Só que eu costumo chamar de “colcha de retalhos mal costurada”. E a costura que mantém essa colcha coesa chama-se “fé”. Sem fé não se pode entender a bíblia; sem a bíblia, não se pode entender a fé. É como se Dan Brown usasse seus próprios livros para fundamentar as idéias que prega neles!
E não foram extra-terrestres, ou gênios da computação que toraram essa “colcha” difundida e aceita; foi a ponta da espada do imperador romano constantino, que no concílio de Nicéia, ajudou a escolher o que “entraria” e o que “não entraria” na colcha. E constantino não fez isso por iluminação divina, não. Fez por interesse, pois acabando com o panteão de deuses romanoe e pregando o monoteísmo, ele dixava claro a mensagem: um só deus nos céus; um só imperador na terra (ele, claro). A bíblia foi imposta pelo aço da espada; não pela força da fé!!!
isso eh mentira!
Eu gostaria que os experts e cientistas aqui do blog, me explicassem sobre os manuscritos do mar morto.
Centenas de manuscritos encontrados, em cavernas de Qumram, entre eles uma cópia quase que completa do livro do profeta Isaias. Foi feita a datação deste material e se constatou que o mesmo foi escrito a pelo menos 100 anos antes de Cristo. Em comparação com o livro do profeta Isaias que temos disponível hoje, as semelhanças são de 95%. E no livro do profeta Isaias, tanto nesta cópia de Qumram, quanto os que temos hj, está registrada mais do claramente a paixão de Cristo, isso a no mínimo 1 século antes do fato acontecer.
Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?
Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.
Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.
Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido.
E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.
Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão.
Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniqüidades deles levará sobre si.
Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.
Isaías 53:1-12
Ps. Entra em algum site que possua varias traduções da Bíblia e versões; é incrível como em dezenas de idiomas, o texto é sempre o mesmo, ainda mais se tratando de um livro milenar de raizes semitas. Em livros lançados em nosso período contemporâneo, quando muito difundido se percebem confusões e discrepâncias culturais. A Bíblia portanto é um milagre de Deus.
quanto ao menino eu não sei… mas o velho se refere à uma prática yogi chamada “khechari mudra”.
Olha gente somos seres além de nossas próprias compreensões , somos superiores somos dignos de um poder que nós mesmos se negamos em usar, temos um cérebro poderoso e sentimentos aguçados, quando sonhamos estamos vivendo a verdade ou a mentira?
Bom sua resposta a partir desta pergunta e que vai te fazer entender essa história,
quer um conselho? apenas aceite se quiser. Evite escrever sobre esse assunto. Abçs.