É possível que alguém aí do outro lado tenha sentido a minha falta no fim de semana. Estive viajando. Tudo começou com um email bastante estranho que apareceu na minha caixa, ali, bem no meio da montanha que nunca acaba.
O email dizia que o Mundo Gump havia sido selecionado por ser um dos 18 blogs de grande influência na blogosfera para participar de um evento da LG. Era uma viagem. Eles diziam para levar roupa de banho, protetor solar e repelente. O evento levava a chancela do clube LG Renoir.
Eu falei com a Nivea e ela não acreditou. Normal, a Nivea é bem mais pé no chão do que eu. Ela também não acreditou que o AdSense dava grana. Mesmo eu falando pra ela que havia ligado para o telefone do email e falado com o cara da agência, ela ainda pensava que aquilo poderia ser um sofisticado tipo de seqüestro, talvez engendrado pelos mesmos caras que meteram a porrada no saudoso (ok, nem tão saudoso assim) Gus.
Depois de muito insistir e mostrar pra ela que existia mesmo um celular da LG chamado Renoir, entrar no site da agência e tudo mais, ela aceitou que realmente poderia ser uma ação de marketing.
Para poupar sua paciência – e a minha- vou pular a parte em que descobri muito em cima da hora a viagem para ganhar o traslado de avião para São Paulo, o que me obrigou a ir de ônibus, mas o burro aqui se confundiu e comprou a passagem para 00:30 do dia errado, perdendo uma passagem, que graças a uma estratégia Gumpística de persuasão, consegui remarcar, mesmo depois de já perdida a passagem pela 1001. Também não vou mencionar em muitos detalhes o fato de que na poltrona do meu lado havia um coroa de uns 75 anos com uma loura gatíssima que não devia ter nem 18, aos beijos e amassos. Nas 6 horas que duraram a viagem para São Paulo eles foram para o banheiro transar, (eu acho) duas vezes. É extremamente difícil dormir com uma ninfeta montada num velhote gemendo e fazendo coisas que só vemos nesses filmes do tipo “Perfume de Emanuelle”.
Chegando a São Paulo fui de metrô até o ponto de encontro, a Benjamin Abrahão , uma padaria chique nos Jardins. Lá, durante um ótimo café da manhã eu conheci o pessoal. Era a primeira vez que eu participava de um evento envolvendo blogueiros. Até então, eu não havia comparecido a nada deste tipo, nenhuma ação de marketing, blogcamp, nada. Não por falta de vontade, mas por puro conflito de horários com compromissos pessoais.
Esta é a galera que compareceu ao chamado da agência Sinc. Era pra ser 18, mas duas pessoas tiveram problemas e não puderam ir:
Blog da Joaninha (Lucia Freitas) ; Comunicadores (Guilherme Cury); Digital Drops (Nick Ellis) ; E-code (Eric Messa);Infopod (Johnny Ken); Geek Chic (Veridiana) ; Lalai Reloaded (Lalai) ; Meio Bit (Cardoso) ; Menina Que Joga (Milena Wiek) ; Querido Leitor (Rosana Hermann); Smelly Cat (Bruna Calheiros) ; Technoblog (Thiago Mobilon); Tecnocracia (Manoel Netto); WeRgeeks (Tato); Wordsmith (Jeff Paiva) e eu.
Logo que deu dez e pouco da manhã, todo mundo já tinha chegado e o papo estava animado. Durante o café da manhã batemos papo sobre várias coisas, tudo ainda era uma surpresa pra nós. Eventualmente acabamos falando sobre malucos e eu contei uma parte do meu episódio com uma maníaca que me perseguiu (já contei aqui?)
Fomos para o ônibus de dois andares, o primeiro que eu vi na vida com wifi. Logo na entrada, ganhamos uma mochila super maneira para notebook com um aparelho de celular dentro.
Quando eu bati o olho no aparelho, percebi que eu realmente havia me dado bem. Era lindo!
Saca só o bichinho:
Na mochila estava a caixa do aparelho com cabos, manual e etc, um boné da LG e uma camisa promocional do filme “O dia em que a terra parou”, além de um bloco de anotações da LG e um mouse pad do filme.
Tão logo entramos no ônibus com destino desconhecido, começamos a fuçar no aparelho frenéticamente. A maior surpresa foi ligar o LG Renoir e dar de cara com o logo do Mundo Gump na tela principal. Isso me impressionou. Era um detalhe daqueles que faz uma grande diferença, denotando uma profunda sensibilidade por parte da galera da Sinc. Eu até dei os parabéns a alguns deles pela sacação. Cada blogueiro via a marca de seu blog surgir na tela do aparelho.
Iniciamos a viagem e a cada descoberta, nos impressionávamos mais e mais com o aparelho. Eu devo confessar que foi um salto enorme sair do Nokia 6265, que na minha opinião é um ótimo celular, para o LG Renoir. A primeira coisa que eu notei é que não havia teclado numérico. É tudo digital, numa tela enorme sensível ao toque. Veja, isso pode não causar nenhuma surpresa para pessoas muito geeks, acostumadas a iphones e similares, mas eu tenho que reconhecer que fiquei meio impactado com aquela coisinha altamente tecnológica nas mãos. A cada tela, a cada acesso ao wifi do ônibus ou vídeo assistido no aparelho, mais eu ficava boquiaberto com o estado da tecnologia atual. Sem querer, virei o aparelho de lado enquanto o filme em divX rodava e a tela virou sozinha. Foi assim que eu descobri o acelerômetro interno que detecta quando você vira o aparelho.
Outra coisa que me impressionou bastante foi a câmera do celular. Logo que comecei a mexer nela, percebi que o LG Renoir era bem mais que apenas um celular comum com câmera. Aquilo era uma câmera com celular acoplado. Ele tira foto em até 8 megapixel! E a qualidade da lente dele, uma Schneider Kreusach me deixou bem satisfeito. O sistema é todo digital, e ela tem até controle de ISO. A filmagem também é excepcional. Eu nem acreditei quando vi que o aparelho consegue fazer filmagens em dois modos: Acelerado e câmera lenta. Fico imaginando a enorme capacidade de subprocessamento necessária para isso – e num celular!
Além deste aspecto, o flash dele é de xenon de verdade e não esses flashes de led da grande maioria dos celulares por aí. A câmera permite macro, tem foco automático e manual, faz efeitos sobre as fotos e tem controle de balanço do branco, algo muito bom para um celular.
Ele permite também – olha que legal – evitar piscadas e tem um modo específico para bater a foto quando detectar um sorriso. Tem também disparo contínuo de 7 fotos, controles de exposição e filtro de imperfeições (Eu não testei este recurso. Será que ele transforma uma mocréia numa Chalise Teron?). Além do clássico redutor de olhos vermelhos.
O LG Renoir me impressionou mesmo é com o modo panorama. Ele junta três fotos fazendo um tipo de onion skin com parte da foto anterior em tempo real, de modo que você consegue encaixar certinho as três fotos numa só. Tem muita câmera fotográfica por aí que não permite isso. Mas esse celular sim.
Na verdade, o Renoir tem duas câmeras. Uma é a profissa que fica por trás. A outra é uma câmera VGA minúscula que fica na frente do aparelho para você fazer video chamadas.
No modo de edição das fotos tem um monte de papagaiada. Cortar, editar, colocar texto, balãozinho, moldura, tons de sépia… Sabe como é. Tem quem goste disso. Mas tem coisa realmente útil, como ajuste de brilho, saturação, RGB, tonalidades, etc.
A memória dele é de 100mb nativa, podendo expandir com o cartão de memória para até 8Gb!
A bateria dura por aí 250 horas em stand by e mais ou menos 3 horas falando direto. Todo mundo se impressionou muito com a duração da bateria. No meu caso, carreguei a bateria no sábado e estou escrevendo este post na terça feira, e só agora ela está com um tracinho! (estou usando ele direto desde então).
O aparelho vem com um tipo dum chaveirinho que contém uma canetinha telescópica. Mas o touch screen funciona com a mão numa boa, embora fique com a tela meio engordurada. Ele tem um modo de calibração que compensa entrar e ajustar antes de iniciar o uso do mesmo. Depois de calibrado ficou bem legal e muito preciso. Como não tenho Iphone nem outro gadget touch screen para comparar, eu vou me limitar a dizer que gostei bastante desse aqui.
Outra coisa curiosa que percebi é que o alcance de captação do Wifi dele é enorme. O notebook da primeira dama só pega a wireless aqui de casa. Mas o Renoir conseguiu achar pelo menos 5 redes dos meus vizinhos.
Eu fiquei um tempo observando o acabamento do aparelho. Ele tem tampinhas para os conectores, coisa que eu sempre achei que era um deslize da Nokia no 6265, onde os conectores ficam aparentes, oxidando mais facilmente. As tampinhas dão um aspecto mais bonito ao conjunto. Ele pega rádio, como era de se esperar, mas usa um fone especial pra ele – o que pode ser um problema pro seu bolso caso você perca ou estrague.
O celular da LG também é bem leve. Leva um tempo até você se acostumar com a estrutura de menus e a hierarquia lógica dos processos da interface, mas no fim do dia, eu já estava totalmente à vontade com o Renoir. Ele inclusive, permite o reconhecimento da sua escrita. Bem legal o recurso, acelerando absurdamente a capacidade de escrever textos mais longos no aparelho – O que é algo indispensável para um blogueiro.
O bluetooth dele é rapidaço. Parece até macumba! E além disso ele roda pdf, planilhas, textos do word… O que faz dele uma opção a se considerar para usuários corporativos.
Enquanto nós brincávamos com nossos aparelhos, o ônibus começou a nos levar por uma serra. Oportunidade de tirar algumas fotos:
Estávamos indo para o Guarujá. Lembrei na hora daquele indefectível episódio do Chaves.
Chegamos no Guarujá onde percebemos que as surpresas estavam apenas começando. O pessoal da Sinc escolheu um senhor hotel 5 estrelas para nos hospedar. Era o hotel Sofitel Jequitimar. Se não estou errado, um empreendimento do homem do baú, Senor Abravanel, vulgo Sílvio Santos.
Caras, o hotel é lindo de doer! Fiquei realmente muito bem impressionado com o Sofitel Jequitimar.
Não só pela vista do mar que ele tem (é na beira da praia) como pelo atendimento educadíssimo e cortês (ao ponto de ruptura da lógica) dos funcionários.
Recebemos nossas pulseirinhas rosa-tchutchuca e e fomos conhecer nossas humildes acomodações.
Ok, humildes é modo de dizer. O quarto era show. Tv de LCD na parede, cama tão grande que dava pra fazer filme pornô ali. Cada cama do hotel tem mais de dois metros de largura, e uma camada intermediária preenchida com penas de ganso. Tem noção do que é isso? Você afunda naquela cama e descobre que não é barco, mas também possui linha de flutuação. Além disso, todos os móveis eram lindos, todos novinhos, pois Sílvio comprou tudo do zero no lançamento do empreendimento, em 2007. No quarto havia até um divã. O banheiro tinha vista para o mar – grande sacação! – onde estava o chuveiro dos sonhos de qualquer um. Isso sem falar na varanda, com uma vista tão legal que cheguei a me beliscar para saber se não era sonho.
Felizmente não era.
Dali fomos almoçar, e novas surpresas. Alimentação de alto nível. Sílvio sabe das coisas!
Deu pra ver direitinho onde estava cada centavo dos 150 milhões de reais que o grupo Sílvio Santos investiu na construção do hotel, de 40 mil metros de área construída em 77 mil metros quadrados de terreno. Ele fica na praia de Pernambuco.
Eu vou confessar que não sabia se comia, conversava com meus novos amigos, olhava a paisagem deslumbrante da praia ou se mexia no Renoir.
Eu não faço ideia de quem é capaz de pagar nove mil, trezentos e dois reais por uma diária!
Fomos para o quarto após o almoço dar uma relaxada e dali a uns minutos recebi uma mensagem no celular dizendo que minha sessão de SPA estava marcada para 15:30. Ah, não! Tá de sacanagem! SPA?
Isso mesmo, Spa. Tomei um banho olhando a vista do mar, mudei de roupa e parti para o tal Spa, sem saber o que me esperava. Chegando no SPA, fui atendido por uma moça super simpática que me indicou a terapeuta que iria me atender. Fui para sala do spa.
Chegando lá, ela me mandou ficar de bermuda e deitar naquela mesa. Passei por uma excelente sessão de massagem. Descobri finalmente qual é a sensação de ter um dia de princesa, e o que é o melhor: Sem o Netinho!
E não vou negar, fiquei maravilhado, mesmo! Agora eu sei o que vou fazer com parte da grana quando eu ganhar na loteria.
Depois da seção relaxante de massagem, fui para a sala de descanso do Spa encontrar meus amigos. Fiquei ali tomando um suco refrescante a base de laranja, limão e hortelã. Comigo estavam a Veridiana, a Milena, o Nick Ellis e o Tato. Ficamos ali, falando sobre nossa sorte de participar deste evento, até que o Nick resolveu cair na piscina aquecida. Eu, Veridiana e Milena acabamos correndo pra lá.
A piscina estava super quente. Me senti numa enorme tirrina de sopa. Dali resolvemos ir para a praia ver qual é. A água era super quentinha, e ficamos lá pegando jacaré e nadando. Entre uma onda e outra a gente falava sobre blogs, sobre o Renoir, sobre coisas da vida e até sobre casos gump, como o dia em que eu roubei um cadáver.
Começou a escurecer e voltamos para o hotel, afinal às 19 horas estava prevista outra surpresa. A esta altura eu já estava preparado para qualquer tipo de surpresa sensacional. Encontramos o Cardoso e a Baunilha no caminho e ainda batemos um papo. Voltei para o quarto para tomar um banho e desci para a tal surpresa. A surpresa era um jantar num tipo de bangalô-restaurante fechado só pra nós na beira da piscina.
Ê vidão!
Tomamos umas cervejas, ficamos batendo papo e comemos super bem, com aqueles pratos decorados, culinária sofisticada, sabe? Dali começou a rolar umas carnes super macias, para deleite dos descendentes do “harry” (piada interna do blog para leitores tradicionais).
Embora estivéssemos sendo super bem tratados, os papos variavam pouco. Eu ficava sabendo a cada minuto sobre as repercussões do nosso passeio na blogosfera, e discutíamos as estratégias da LG, o aparelho e a tecnologia disponível no Renoir. Alguns dos convidados eram Geeks profissionais, especializadíssimos nestas coisas tecnológicas e eles davam boas explicações, comentavam e faziam pequenas análises comparativas do Renoir com outros aparelhos, como Iphones e similares.
Esta troca de ideias foi importante pra mim, para poder compreender as vantagens e limitações do Renoir num contexto mais amplo. A verdade é que do mesmo modo que cada carro é criado para atender a um perfil específico de pessoa, o celular segue pela mesma linha. Definir que perfil é este é fundamental para a estratégia de mercado e posicionamento da marca LG.O feedback dos blogueiros ajuda a contextualizar o posicionamento do produto no mercado e – claro – é uma boa divulgação.
A conversa no jantar rendeu grandes histórias e muitas gargalhadas. Nós todos nos divertimos muito ao saber que algumas pessoas ficaram tão cegas de ódio por não estarem incluídas naquele grupo que começaram a acusar os blogueiros convidados de “vendidos”, “panela” e coisa do tipo.
Já era de se esperar que houvesse algo deste naipe, uma vez que da blogosfera pode se esperar tudo, menos conformismo e unânimidade de opiniões. Entretanto, eu acho que sou a maior prova de que o lance não era panela, afinal eu nunca tinha participado de nada. E daqueles 16 ali eu conhecia – de msn – apenas um.
Além disso, em nenhum momento eu vi alguém nem da Sinc nem da LG sugerir qualquer tipo de comentário. Eles estavam super abertos à críticas e até incentivaram isso, pedindo que nós déssemos um feedback pra eles do que gostamos, do que não gostamos e tal. Todas as ideias eram muito bem recebidas e nós demos várias.
Estava no fim do jantar e recebemos convites para o show que estava rolando bem do lado do hotel (Sílvio é tão genial que ele instalou um shopping anexo ao hotel – ótima sacação, pois esta parte do estado de SP é famoso por seu alto índice pluviométrico).
O show era do Jota Quest. Fomos pra lá, mas chegamos meio que no finalzinho, já que o show era bem “família” começando às oito da noite. Mas isso foi legal para testarmos os celulares e suas respectivas câmeras em condições críticas de luz.
Como dá pra ver por algumas dessas fotos (todas feitas com ele) o LG Renoir responde super-ultra bem em condições de pouca luz. Ele é especialmente bom para jornalistas que querem fotografar com qualidade e não podem entrar em certos locais com câmeras tradicionais.
O celular filma bem de noite e tem uma opção de anulação de ruídos. Segundo os caras da LG explicaram pra nós, o celular faz uma varredura no audio e corta os pontos altos e baixos do histograma sonoro. Com isso ele elimina boa parte do ruído. Este recurso foi super bom para o show.
Pra você ter uma ideia do que é este celular, ele oferece além da câmera mais sinistra que eu já vi num celular, MP3, WMA, GPS assistido, GSM, 3G HSDPA, Wi-Fi, Bluetooth, vídeos nos formatos DivX e Xvid, com direito a DOLBY! -O LG Renoir é o primeiro celular do mundo a usar a tecnologia Dolby (aquela de cinema).
Voltamos do show e ficamos de papo do lado de fora do lobby, com vista para a piscina, que mudava de cor o tempo todo, graças a um esquema de leds.
Contamos casos, rimos muito. Mas eu estava pregado, a viagem com a “Emanuelle e o velhote” havia sido meio cansativa, até pelo fato de que eu estava meio ansioso para saber das surpresas.
Fui dormir e pra dizer a verdade, eu não dormi.
Eu desmaiei.
Acordei meio em cima da hora para o café, e tomei um daqueles banhos inesquecíveis com vista para a ilha. Cheguei no café e tomei outro susto. O que você puder imaginar de comida de café da manhã tinha lá. Muito bom. Tomei café com o Cardoso e a galera da LG e Sinc.
Dali fizemos o check-out no hotel e rumamos para o ônibus para a próxima aventura.
O ônibus nos levou para uma marina do Guarujá onde embarcamos em duas lanchas super legais. (Iguais aquelas que eu ficava olhando com o supra-sumo da inveja quando ia a para a região dos lagos)
Entramos na lancha e logo de cara rolou um champanhezinho sensacional. Havia de tudo ali. Frutas, frios, etc.
A lancha pegou uma bela velô, e eu subi para a parte de cima para filmar a paisagem. Na proa estava a Lu e o Nick. A lancha saltou algumas ondas e o boné e camisa do Nick saíram voando.
Finalmente chegamos a um tipo de praia com uma pedra coberta com vegetação nativa da Mata Atlântica. Bem bonito. As lanchas foram amarradas juntas e ficamos ali, curtindo um forte mormaço e bebendo, batendo papo, brincando e comendo casquinhas de siri. Hahaha eu e a Milena demos o maior prejú nas casquinhas de siri. Depois veio coquetel de camarão, arroz com bacalhau ao molho branco, cerveja, pró seco, musse de chocolate e por aí vai.
Um vidão do caramba. E a gente só filmando, tirando foto e a galera twittando geral tudo que acontecia no passeio.
A tarde raiou e nós voltamos para a marina, onde nos despedimos da galera da LG, embarcamos no ônibus e voltamos para São Paulo, para o ponto de extração.
Ali fizemos algumas fotos comemorativas do passeio (aquela lá em cima) e fomos embora.
Eu achei sensacional esta ação e estou absolutamente grato à LG e a Sinc por terem me convidado para fazer parte disso. Eles foram super organizados e profissionais. Eu adorei o Renoir, constatei que ele é bem mais poderoso que meu antigo aparelho. Pretendo usar o Renoir agora e acredito que o mesmo será um sucesso.
Tudo que posso dizer do fim de semana patrocinado pela LG é que ela tem o marketing mais coerente com o nome de marca que eu já vi: LG – Life is Good.



não sei porque, mas acho que vou fazer um blog também.