A “brincadeira do copo” é sempre fonte de ótimas histórias. Uma delas foi o Junior, um amigo lá do prédio que me contou.
Ele estudava no Cejota e depois da aula juntou uma galera no pátio. Entre o papo surgiu aquela parada da “brincadeira do copo”.
Então o Junior resolveu “tirar a prova dos nove” como ele disse, e chamou a galera para fazer a “brincadeira”. Aí juntou a maior galera. Eles fizeram uma vaquinha e compraram o copo virgem. Foram para o campo de São bento, lá no fim do campo, perto daquela arvore sinistra que tem umas raízes penduradas gigantes.
Eles se juntaram ali e com folhas do caderno fizeram uma tábua ouija.
Rezaram duas ave-marias e esperaram.
Quando deu o tempo, o Junior fez a derradeira pergunta:
-Tem alguém aí?
-…
-Tem alguém aí?
-…
-Tem alguém aí? – Ele perguntou pela terceira vez.
O copo se moveu. Junior via estupefato o copo sair da posição inicial e começar a deslizar sobre a mesa.
Uma das meninas ia anotando as letras e montando as palavras.
Surgiu o nome de um homem.
E assim palavras foram surgindo. O copo movendo-se cada vez mais rápido. As meninas com o dedo no copo apertavam os olhos fechados.
Junior se cagou de medo.
Ele quis encerrar a comunicação com “o outro lado”. O problema é que quem estava o “Outro lado” Não quis.
O copo começou a escrever palavrões e ameaças. Começou a dizer que ia matar todos ali.
A cada ameaça, mais eles ficavam com medo. As meninas começaram a chorar.
O copo frenético.
Elas pediam para sair e o copo insistentemente ia para o “Não!” No meio da tábua.
Tomado pelo pânico, a tarde escurecendo, o medo de ficar preso com o espírito do copo no Campo de São Bento, Junior agarrou o copo e jogou-o contra o muro. O copo bateu e caiu no chão voltando para baixo.
Todos se espantaram quando o copo deslizou sozinho pelo chão para a direção deles, fazendo até -segundo as meninas – uma trilha na areia.
Todos saíram gritando desesperados.
Naquela noite, buraco de fechadura foi largo para neguinho passar.
O Junior contou este caso muitas vezes na minha frente, e sempre chorava quando contava que o copo bateu no muro caiu e veio andando na direção dele.
Sei lá. Eu acreditei nisso. Nunca fiz a tal “brincadeira”…
Mas isso não me livrou de ter problemas com entidades que assombraram a minha casa.
(obs: Daqui pra baixo, eu vou entender se muitos e vocês não acreditarem. Não peço que façam isso. Vou relatar apenas o que eu vivi e senti. Quem quiser acreditar, beleza. Quem não quiser, beleza tb.)
A primeira ocorrência estranha foi notar que coisas sumiam do nada. Uma vez um pincel meu desapareceu da mesa enquanto eu estava pintando. Deixei o pincel de lado e fui pintar com outro. Quando me virei para pegar o pincel, cadê?
Procurei pelo meu quarto inteiro até me conscientizar que o pincel simplesmente havia “dado no pé”.
Intrigado, continuei a pintura sem o tal pincel. No dia seguinte achei o pincel dentro da geladeira.
Esta foi a minha primeira situação em que eu comecei a questionar se meus miolos estavam dando tilt. E a coisa só piorou.
Nessa época, meus pais viajavam muito. Eu ficava no apartamento com o Rex 1. ( o cachorro mais inteligente que eu já tive)
Um dia, ao voltar do play, no elevador eu ouvi o rex latindo. Quem tem cachorro por muito tempo, sabe distinguir o “tom” do latido do cachorro. E aquele era um tom agressivo. O Rex latia ferozmente. Mas não havia ninguém em casa.
Eu entrei correndo pra ver. Ali, no meio da sala estava o rex. O pêlo arrepiado. As orelhonas levantadas como um gremlin. Olhando fixamente para a parede. O animal estava em frenesi. Latindo como se visse claramente alguma coisa. E o rex recuava e avançava latindo. Era como se ele visse claramente algo se aproximar.
Eu olhei e vi que no canto da sala a cadeira de balanço que minha mãe tinha estava balançando.
Maluco… Você sabe o que é aquele cagaço que começa na nuca e desce gelando, arrepiando cada maldito cabelinho que a gente tem? Pois é. Eu olhei para a porra da cadeira e ela balançava sozinha. O Rex não subia nela nunca. E não havia ninguém na casa. A pergunta é: Quem balançou a porra da cadeira? E a resposta só podia ser que a “coisa” que balançou a cadeira estava sendo vista pelo Rex. E eu não via.
A coisa correu para a varanda quando eu entrei. Como eu sei? Porque o Rex acompanhou com a cabeça e foi latindo atrás. O rex SEMPRE vinha me receber na porta. Neste dia o bichinho correu latindo e parecia ver alguma coisa. Ele enfiou a cabeça pela grade da varanda e continuou latindo. Um comportamento muito, muito estranho.
Eu tentei acalmar o Rex, mas ele estava muito agitado. Pensei se ele não teria entrado em algum tipo de delírio causado pela ausência da minha mãe, de ter ficado sozinho em casa.
Seja como for, eu passei, daquele dia em diante, a ficar de olho no Rex e no comportamento dele. Nunca contei em casa daquilo. Até que a coisa se repetiu dias depois. Mas com um modo bem diferente.
Eu cheguei do play. Era tarde da noite. Ao chegar no corredor ouvi a televisão bem alta. Achei estranho, porque eu mesmo tinha desligado a Tv antes de sair. Quando eu entrei, o que eu vi nunca mais esquecerei:
Ali estava o Rex. Sentado no sofá. Vendo Tv como um ser humano. Parecia em transe. Eu entrei lentamente e quando vi a Tv mostrava um desfile de cachorros. Foi a cena mais bizarra que já presenciei. Como meu cachorro tinha ligado a Tv? Quando eu falei com o Rex ele pareceu “acordar”. Saiu da posição que estava e veio balançando o rabinho. O controle remoto estava sobre a estante. No alto, ao lado da Tv. Até hoje não compreendi direito aquela cena.
Naquele dia e no outro, quando vi o Rex dando o primeiro pití para a parede, senti que tinha alguma coisa na casa. Eu comecei a me acostumar com aquela sensação. Até que aprendi que aquilo não era exatamente uma imaginação.
Durante vários dias eu estava trancado no meu quarto, pintando como de costume e sentia claramente que alguém se aproximava atrás de mim. Eu olhava para trás achando que era a Danielle, minha irmã menor que gostava de me ver pintar, mas não era. Não tinha ninguém.
A sensação era muito clara pra mim. Ela tinha um começo, um meio e um fim. Em geral a “coisa” ficava por trás de mim, como se projetasse o corpo para frente sobre meu ombro. Em muitas vezes eu olhava de rabo-de-olho e via o vulto. Mas se me virasse, não tinha nada.
As coisas continuavam a sumir.
Um dia eu chamei meu irmão no quarto e falei com ele da “coisa”. Contei que o quarto estava assombrado. Ele não acreditou. Mas bastou ele não acreditar para que o rádio que estava ligado mudasse de estação, passando sozinho por várias estações até pegar uma musica antiga que tocava. A musica tocou e nós ficamos ali em silêncio. Os olhos arregalados, fixos no botão. A musica acabou e o botão rodou. Rodou uma, duas, três vezes e voltou para a estação que estava.
Novamente, senti o mega-cagaço dos infernos.
Dali a um tempo eu comecei a me conscientizar de que havia uma “entidade” naquela casa além da minha família. Fosse como fosse, ela não parecia ser hostil. Meus irmãos e meus pais viajavam e eu ficava sozinho em casa. Tentava prolongar minha estadia no play até o quanto desse. Mas de madrugada eu sentia um medo filho da puta.
Várias vezes ouvi risinhos no corredor e sussuros na sala. Isso sempre acontecia quando eu estava quase pegando no sono. Um dia, eu ouvi uma porção de vozes. Parecia uma reunião na sala. Acordei e assim que abri os olhos as vozes pararam e só havia o silêncio.
Eu ficava quieto, como que petrificado quando isso acontecia. geralmente perdia o sono e ficava com o ouvido em pé ouvindo os barulhos da noite. O vento nas árvores lá fora. As ondas quebrando na praia. Eu ia pegando no sono quando as tábuas estalavam. E aí eu arregalava os olhos novamente. Era a noite toda lutando com o medo. Mas eu não viajava. Eu ficava lá, impelido por um misto de curiosidade e racionalidade. Cada neurônio meu arrumava uma bela justificativa para cada uma daquelas coisas. Eu não queria aceitar.
Quando eu estava pintando, sentia aquela coisa chegando. Um dia, me deu uma louca e eu resolvi conversar com a tal entidade. Estava sozinho mesmo… Então não tem problema dar uma de pirado quando se está sozinho, né?
A coisa veio chegando. Parou em cima do meu ombro direito, como sempre. Eu parei. Olhei para trás. Não havia nada.
– Caro senhor fantasma. Ou senhora. Eu não estou vendo você. Mas eu sei que você está aí. Eu sei que você gosta de me ver trabalhar. Eu sinto a sua presença. Eu queria pedir que o senhor, ou a senhora, não ficasse atrás de mim olhando o meu processo de trabalho, porque isso está me incomodando e eu não estou conseguindo me concentrar. – Eu falava aquilo me cagando, me borrando de medo e simultaneamente me sentindo um débil mental. Mas e se tivesse uma resposta? Mas continuei: – Então seria pedir demais se eu pintasse primeiro e você admirasse o trabalho depois dele pronto? Eu prometo que termino a obra e deixo o trabalho sobre a mesa por algum tempo, tá bom? Não precisa responder! Eu considerarei que você entendeu e que é um fantasma educado.
Hoje parece engraçado, mas naquela noite foi foda fazer isso. A coisa foi educada e depois daquele dia, parou.
Então nós (eu e o fantasma) convivemos bem por um tempo. Mas eu arrumei uma namorada espírita. A Fernanda.
Eu não sabia que ela era espírita. Achava que era maluca mesmo. Eu gostava da voz dela. Quando eu levava ela lá em casa, eu saía do meu quarto para pegar alguma coisa e ela ficava lá, sempre que eu voltava ela estava falando baixinho. Eu pensava que ela estava cantando. Mas um dia a coisa ficou feia.
Chegamos lá para dar uns amassos. Estávamos num pré-aquecimento quando a Fernanda arrepiou. Deu um pulo. Os olhos arregalados. Eu pensei: Porra, já gozou? Nem fiz nada.
E ela começou a falar. Desandou a falar igual maluca, meu. Eu estava fora do clima e não entendi nada. Ela falava sem parar e quando dei por mim, ela estava discutindo com… ELA MESMA! Pior, era uma cena de ciúmes daquelas cabulosas!
Eu comecei a suar frio. Segurava ela. E ela se tremia toda. Pálida. Gritando. Eu achei que ela ia ter um ataque. Ela correu e bateu a porta do armário. Ficou segurando a porta. Eu ali, bolado, sentado na beira da beliche olhando espantado.
A porta do armário começou a socar, Como se algo estivesse ali dentro. A Fernanda segurando a porta, como se impedisse de sair algo ali de dentro. E eu BOLADO.
A porta foi batida varias vezes. Altos porradões. Eu estava convicto que era o fantasma. Ela começou a rezar. E segurar a porta. Ficou rezando. Os porradões dimuíram progressivamente até que pararam. Ela voltou exausta. Suada. Sentou na cama e disse que eu tinha que ir urgente com ela num centro espírita. Não quis explicar muita coisa. Limitou-se a dizer que havia uma entidade mesmo ali e que ela estava obcecada por mim. Que era alguém que me conhecia de outro plano. E que era altamente ciumenta.
Eu me CAGANDO DE MEDO. A coisa estava ficando pior. Fui com ela.
Dias depois, la estava eu, num centro espírita pela primeira vez na vida.
Era um lugar no centro de Niterói, perto da Rodoviária. Não lembro nada de como cheguei lá. Só lembro que tinha um cheiro de rosa e ficava tocando sem parar aquela musica bonita pra caramba de um filme chamado “Em algum lugar do passado”. Era um monte de banquinhos compridos. As pessoas ficavam nos banquinhos e lá na frente a luz era mais fraca. Haviam pessoas que usavam jalecos brancos. Essas pessoas levavam cada um dos muitos ali dos banquinhos lá pra dentro.
Até que me chamaram. Eu fui. A pessoa me colocou de frente para um cara que estava de cabeça baixa. Era um sujeito de uns 40 anos. Com a barba por fazer. Achei que ele tinha cara de pinguço. Mas não parecia estar bêbado não. Parecia estar dormindo. Ele não me olhou nos olhos. Eu tentei olhar mas os olhos dele estavam estranhos. Pensei se ele não era cego ou algo assim. Ele pegou minhas mãos de uma maneira grosseira e com um tipo estranho de giz fez um “X” em cada uma. Aí começou a falar um monte de coisa que eu confesso, não entendi porra nenhuma. Só entendi que “eu tinha que estudar muito para entender.” E que “não era para deixar isso de lado. Que eu TINHA que estudar.” Aí ele falou qualquer coisa sobre “papai do céu”. E me virou do tradicional jeito grosseiro. Começou a me dar um passe. Não senti absolutamente nada. Então veio o corôa la de dentro com um jaleco e me levou de volta ao meu lugar no banquinho. Depois disso as coisas diminuíram bem. O fantasma parece que resolveu dar o “vazari” depois do confronto com a minha namorada XMEn. Mas eu terminei o namoro logo depois com medo do fantasma voltar e rolar outra parada dessas na hora “H”. Já pensou? Cruzes.

480 Comentários
eu acredito em vc pois ja aconteceu coisas assim cmg so que sao piores e continuam acontecendo eu vejo mortos , eu sinto eles , eu fal com eles pur favor venha falar cmg eu sei que vc vaiacreditar em mim pq vc ja presenciou coisas assim meu nome é laiane e tenho apenas 13 anose estou com muito medo de tudo oque acontece cmg …
meu email é laianesgoda@gmail:disqus .com
brincadeira do copo? diga-se ritual de invocação satânica.
ou será que algum espirito de luz vai perder o tempo dele
participando dessa ‘brincadeira’?
Parabéns pelo blog velho, me fez caga de medo aqui rsrs ..
PARABÉNS MSM. (Y’
Valeu
Caro Philipe, mais uma vez Olá!
Interessante esse seu post, realmente ficaria difícil com uma mina dessa hein? Já imaginou um troço desse acontecer de novo?
Tbm tive experiências desse tipo, uma das coisas que vc vivenciou é a manifestação do espírito msm, uma coisa assombrosa que as vezes acontece.
Ainda bem que vc teve uma namorada espírita, acredito que era a única maneira de resolver o assunto, tbm tive uma parecida com a sua.
Eu tinha uns 15 anos, ficava na mesma situação que vc, com os pais sempre fora de casa mas infelizmente sempre estava sozinho, não tinha o REX.
Comecei a ver meu primo que havia falecido há tempos, enforcado em clínica de reabilitação por ser usuário de cocaína, sei lá, acho que acerto de contas…
Bom, o que aconteceu foi que, antes de dormir, meio acordado (hora que eles gostam de se pronunciar) meu primo Gean começou a aparecer, ficava olhando pra mim coisa e tal, uma sensação de algo ruim, de energia ruim, aquele mesmo arrepio que vc sentia, o mesmo cagaço…
É uma coisa meio normal com quem acaba sendo meio sensitivo em relação a eles, creio eu.
A única coisa que realmente melhorou foi levá-lo ao Centro Espírita, como vc fez, msm que não sinta nada parece que deixa a coisa lá, foi parecido com vc.
Não sou espírita, sou esotérico hoje, acredito num pouco de cada coisa, mas essa linha filosófica, hoje religião, para esses sentidos parece bem promissora, rs
Abraço e fica meu relato!
Marcelo
A gente só acredita depois que acontece com a gente. Quando tinha 14 anos ouvi claramente em alto tom uma respiração ou um zunido altíssimo que todos que estavam no quarto ouvia normalmente, minha irmã sugeriu que saíssemos dali e corremos, rs. Depois minha irmã ouviu novamente sozinha e passos que vinham do corredor ao nosso quarto; esses “passos” paravam em frente a cama dela e alisava seu cabelo, bem sinistro. Depois disso, nunca mais ouvi, só tinha sonhos estranhos, alguns com extraterrestres…e sei que lá, bem dentro da minha intuição, isso tudo aconteceu, isso tudo é ral, estes sonhos eu estive lá de verdade. Hoje morro de curiosidade pra saber quem era naquela voz do quarto e esses sonhos sem sentido…um dia quem sabe acharei a resposta, né.
voce teve sorte de se livrar por que Deus colocou naquele momento essa nenina e sua vida, pessa a Deus foça para daqui endiante não fazer isso mais.. pois diz a lenda q quem faz uma vez isso pode acabar voltando a fazer. eu sei que voce fez por bricadeira mas não torne a fazer. procure uma igreja evangelica a conte este caso a um postor e pessa para ele orar por voce. um abraço…
e que Deus te guie..
um dia eu e minhas amigas resolvemos brincar eu achava q tudo isso era so um mito mais quando o compasso começou a mecher sozinho eu abrçei a minha amiga e perguntei se ele estivesse la mesmo ele mostraria o numero 666 e ele mostru eu perguntei se eu poderia sair e ele disse [nao] entao a ekalita perguntou se aguem iria morrer ele disse nao so vai se machucar todos ficaram com muito medo no dia seguinte eu cai da escada por causo depois disso eu nunca mais vou jogar esse jogo
se vcs quizerem acreditar acredite mais se nao acredita faça isso
kkk depois de ler sua experiencia começeii a rashar com os comentarios véi…
tipo aqui em casa eu sinto que toda vez que eu to fazendo algo no meu quarto que eu to sentada algo começa a se aproximar de mim eu olho pra tras e nada…
negócio mais louco véi….
Pra quem escreveu Relato de um MIB e jurou de pé junto que a história era verdadeira, fica difícil de acreditar nessa.
Primeiro, eu nunca jurei de pé junto que o relato de um mib era verdade. Ao contrario, eu SEMPRE disse que era ficção, mas alimentei a esperança das pessoas que queriam acreditar que fosse verdade.
Segundo, quando um texto está na categoria CONTO, ele é inventado. Quando está na categoria AVENTURAS, é um texto real sobre um fato qualquer da minha vida.
adorei a historia deu um frio na espinha kkkkk
vou mostrar pros meus friends ;)
Oi! Caí aqui no seu site por “acaso” (não existe tá?). Eu estava procurando algumas imagens e nem sei em qual, acabei entrando aqui. Claro que o primeiro texto foi “O dia em que eu me caguei (2) rs. Mas tenho uma coisa boa a dizer para todos e para vc tbém. Eu não sou uma pessoa leiga no assunto ok? Eu fui (sou?) paranormal e convivi com coisas estranhas, até culminar no ano passado quando “tive” que perder todos os meus medos (até os mais mínimos) – ou então eu não suportaria -, num DESPERTAR com um acontecimento de uma magnitude que não dá para contar à ninguém (sempre é assim com quem DESPERTA). O que vivenciei, eu acredito que seja para ajudar mtas pessoas. As pessoas que passam por esses “fenômenos” que vc descreveu e outros comentaram aqui, são geralmente sensíveis, ou hipersensíveis. São pessoas vulneráveis ao mental coletivo. Coisas (pensamentos, crenças, medos), em que os seres humanos alimentaram em suas mentes desde que o mundo é mundo, e acabam se tornando “verdade”, mas no mental de quem ainda “se abre” para isso (medo, pavor). Não é que elas não existam. Elas existem, mas porque ainda tem quem alimente isso no mental (que é como o ar que se respira), e portanto incomoda quem ainda é emocional demais, crente demais, medroso demais (nesses assuntos). Eu nunca vi nada ruim (até o ano passado), quando parece que passei por um teste definitivo para, sei lá, DESPERTAR para a vferdade de tudo. Também recorri à igrejas evangélicas, e só o que encontrei foi um monte de mentira, ignorância, preconceito, julgamento, acusação, etc. Religião não ajuda em nada. Foram elas que alimehtaram a crença em um demônio (e a igreja católica e evangélica são as que dão mais força para a existência dessa crença, porque eles são os primeiros a afirmar na mente dos outros, “o poder” desse que eles chamam de inimigo, e falam 90% mais no diabo, demônio, do que em Cristo).. É necessário que se entenda que, enquanto não radicalizarmos na maneira como encaramos essas situações (tirando o poder, a importância que demos à elas), nada pode ser feito. Não tem pastor, não tem padre (são homens, gente como nós, e por isso mesmo, o poder não está neles, não está em homens, que muitasa vezes são piores, muito piores de conduta do que qualquer um de vcs, acreditem em mim). Essas coisas são formas pensamentos, são mentes de pessoas que não se delsigam deste mundo (não aceitam ir embora), mas são mentes, como todas as outras de vivos. Apenas não têm corpo. A melhor coisa a se fazer é seguir sua intuição de como sair disso. Seu “mestre interior”, ou seu Cristo interno, ou Sua Inteligência Divina, ou O Grande Espírito, ou “O Você Mesmo (conhecido como O Eu Sou), é a melhor coisa para te dar a direção. Na igreja evangélica está cheio de gente que está em pior situação, mas muitos são de uma hipocrisia galopante. Estão com a vida toda cagada, mas não dão o braço a torcer. Lá dizem que vc não tinha com Deus, nem Jesus, e que vc não é de Deus, até “se converter”. Você era de quem então?! Eu, só conheço um Criador! E vcs? Normalmente quem fala isso, já passou por uma vida de crimes, bandidagem, drogas, prostituição, safadeza, e muitos ainda não sairam disso (só que agora é tudo escondido). Confie que vc tem e sempre teve uma proteção incrível! Todos temos! A pior coisa que existe neste nosso mundo, é o medo. Não se entregue à ele. Por mais que vcs vejam uma coisa diferentíssima, horrorosa, permaneçam pensando na sua própria Luz. Desvie os olhos e tente lembrar da coisa mais linda que vc já viu. Ex: Seu filho bebê, momentos mais lindos com a família, cenas divertidas onde vc chorou de tanto rir a ponto de quase fazer xixi. O melhor remédio e antídoto contra essas situações, sempre será o Amor e o HUMOR “principalmente”. Isso se chama “se elevar”. Nada fará mal algum à vc, se vc estiver na sua Luz. Podem até ocorrer essas situações, mas te fazer definitivamente algum mal, só se vc der “CRÉDITO” ao negativo ao que A SUA MENTE ESTÁ TE MOSTRANDO. Lembre-se É TUDO FÓRA DE VC (no mental coletivo)! Dentro, vc está calmo, protegido. Dentro de vc é que está a verdade. E a verdade é que todos temos nossa proteção. O problema é que na maioria das vezes, nessas horas, a pessoa se joga no negativo, e é incapaz de se equilibrar e lembrar que ela é algo mais do que um corpinho e acaba dando mais poder à essas coisas. :/
Espero ter ajudado alguém. PRESTEM ATENÇÃO! Esse jeito de vcs crerem em tudo, é um prato cheio para mentiras muito bem elaboradas atacarem vcs pelo emocional, e vcs acabarem caindo, pq vcs acreditam em tudo! Dão poder pra tudo, menos para vcs mesmos! Fiquem espertos porque enquanto vcs forem assim vulneráveis, existem mentes muito inteligentes, bolando coisas para vcs caírem na deles como uns patos. Se aparecer qualquer coisa de muito diferente dizendo que é um anjo que retornou do céu, aposto que vcs acreditam e se curvam, ajoelham e passam a acreditar “no milagre” ou no retorno do Cristo. Só uma pergunta: O que será que Jesus iria dizer se Ele realmente voltasse? Será que Ele não disse tudo?! Gente! Mais razão, menos emocional desequilibrado, menos romantismo bobóca nas coisas! Não precisa se tornar frio, sêco, apenas, não se entreguem às aparências do jeito que vcs fazem. OK? Eu me preocupo com a cabeça dessas crianças que escreveram aqui, e não têm a orientação adequada de seus pais, pois eles tbém estão perdidos com esses assuntos. Mulheres e crianças têm que ser ajudados de forma urgente, para não caírem em ilusões, hipnóse coletiva, em golpes monumentais, usando exatamente essa falha no conhecimento da maioria, sobre o mental coletivo e seus perigos, eque está sendo muito bem elaborado. Fiquem espertos. Não acreditem em tudo que vcs vêem e ouvem. Eu sei do que eu estou falando.
Nossa, adorei o seu site, várias coisas bizarras dessas acontecem quase todos os dias comigo, tenho amigas que veem essas coisas e sempre que sinto que alguém está no lugar onde eu estou elas ficam apavoradas porque viram o que eu senti. É estranho tudo isso que nós sentimos, não sei se podemos definir como dom,o que acredito é que todos somos capazes de sentir, ver ou até mesmo ouvir, apenas existem pessoas que são tão confiantes que não existe tudo isso que não dão bola para essas eventualidades.Tenho 14 anos e ja vivenciei muita coisa estranha, o bom mesmo é deixar de lado, e fingir que não acontece nada mesmo,ou então procurar estudar muito sobre isso, mas claro com muito respeito pois ninguém sabe quem essas “coisas” são. Beijos.
Boa noite estava navegando pela net parei e li algumas postagens sobre a invocacao do copo,ou chamada brincadeira,venho por meio desta ter a liberdade de te contar um caso que eu vivi.
ERA EM 1985 ESTAVAMOS EM UNS 7 MENINOS E NA EPOCA EU DEVERIA TER UNS 12 ANOS,NESTE GRUPO ESTAVA UM IRMAO MEU DE SANGUE TAMBEM,TUDO AQUILO PRA MIM ERA NOVIDADE NUNCA TINHA OUVIDO NEM PRESENCIADO TAL FATO,PEGARAM UMA FOLHA DE PALPEL E COLOCARAM LETRAS DE A – Z ,COLOCARAM NUMEROS DE 0 A 9 , E SIM E NAO,TUDO EM CIRCULO,PEGARAM UM COPO VIRGEM,E UM DE NOSSOS AMIGOS COMECOU A FAZER UMA REZA QUE NAO ERA O PAI NOSSO NEM AVE MARIA,ELE REZAVA DE TRAS PRA FRENTE E FALAVA UMA LINGUA ESTRANHA ESSE MENINO SE CHAMAVA SANDRO, QUANDO ELE TERMINOU COLOCAMOS A PONTA DO INDICADOR SEM ESCOSTAR NO COPO E AI A O BARATO FICOU LOKO TO FALANDO NA LINGUAGEM DOS JOVENS DE HOJE,MEU AMIGO A CHAPA ESQUENTOU ENTROU UM MALDITO demonio E LA ELE RESPONDIA SOBRE TUDO E TODOS ALI PRESENTE, MANO EU FIQUEI HORORIZADO COM TAL FATO,LEMBRO QUE ERA NUMA SEXTA-FEIRA A TARDE A CASA DO SANDRO TINHA UM SOBRADO GRANDE NO FUNDO E NA FRENTE UM QUINTAL IMENSO TODO GRAMADO E MOLEQUE ERA PLAYBOY E EU E MEU IRMAO ERAMOS HUMILDES,ESTE demo RESPONDEU VARIAS PERGUNTAS PARA O SANDRO,E FALOU DE NOS ALI,EM NOSSO MEIO TINHA UM MULEKE CHAMADO GERSON ERA TIPO MEIO MUITO LOKO FUMAVA QUERIA SER O BAM,BAM,BAM, PALYBOY ETC…QUANDO O SANDRO QUERIA TERMINAR A BRINCADEIRA O demo NAO QUERIA IR EMBORA CARA,O COPO JA ANDAVA SOZINHO SEM COLOCARMOS OS DEDOS,MEU O BARATO FICOU 1000 GRAU,O MEU AMIGO SANDRO NA EPOCA QUIZ ACABAR LOGO COM ISSO E QUEBROU O COPO,MAS ANTES DISSO O ESPIRITO FALOU PARA O SANDRO QUE QUERIA O NOSSO AMIGO GERSON E NAO IA EMBORA ENQUANTO NOS NAO O OFERECESSEMOS A O ESPIRITO MALIGNO E DISSE MAIS QUE O GERSON ELE TINHA SANGUE DE CHACAL (SANGUE DO DIABO) FIQUEI SABENDO DISSO ANOS MAIS TARDE ATRAVES DE ESTUDOS,MANO EU NAO SABIA O QUE SIGIFICAVA AQUILO FIQUEI CHOCADO,AI O SANDRO QUEBROU O COPO E SAIMOS CORRENDO…..DE MEDO.
RESUMO:
O GERSON RAPAZ DE BOA FAMILIA UM FUTURO PELA FRENTE FOI MORTO DO NADA SEM DEVER NADA PRA NINGUEM.
O SANDRO SE ENVOLVEU COM DROGAS CASOU E SEPAROU DESTRUINDO SUA FAMILIA.
ELE TINHA UMA IRMA QUE FOI ESTRUPADA TEMPOS MAIS TARDE DENTRO DA CASA DELES POR UM DOS MENINOS QUE ESTAVAM NESTE MESMO DIA DO ACONTECIDO.
OUTRO VIROU LADRAO A POLICIA MATOU.ERA TAMBEM DE FAMILIA BOA.
EU E MEU IRMAO DEPOIS DE ALGUNS ANOS NOS CONVERTEMOS A CRISTO VOLTANDO PARA IGREJA EVANGELICA.
será que existe isso kkkkkkkkkkk.é só pará dar medo ná gente bobágem né
Olá, eu estou a falar porque queria saber a sua opinião em relação ao que me anda a acontecer. Desde alguns dias para cá tem acontecido muitas coisas esquisitas comigo. Eu ando a ouvir barulhos (muitas vezes de algo a bater no chão) de dia e de noite. Eu ando a ter pesadelos todas as noites e à pouco tempo aconteceu algo muito esquisito. Eu adormeci no sofá e tinha tido um pesadelo e acordei mas dentro de outro sonho, e nesse sonho estava na sala, estava TUDO igual e eu sinto algo a vir ter comigo e essa coisa aperta-me o pescoço e a cara e depois eu acordei com uma dor muito grande no pescoço. Eu não quero sair de casa, ando com pensamentos muitos negativos e ando com muito medo.
quando comentei istto era para o senhor dizer algo e não apenas aceitar o comentário…
Acontece comigo de ver vultos, Sentir a presença de alguem quando estou no meu quarto vendo tv, ou no notbook, Sinto q alguem esta vindo perto de mim. ouço algurm me chamar no portão, Nunca tem ninguém lá fora e sinto quando estou sozinha em ksa …….
é estranho pensei q estava louca,q era so cmg q acontecia,achei q era da minha cabeça até ler esse post. pq vi q ñ é só de mim.
Olha amigo… Não acho que você está mentindo não. Não iria gostar que achassem que eu já dei uma de mentirosa. Mas geralmente eu penso que isso que aconteceu várias vezes comigo pode ter sido coisa da minha cabeça ou ter alguma outra explicação lógica. Mas sei lá… sempre fico com medo. Mas a lógica fica dizendo para mim que estas coisas não existem.
O que já aconteceu de estranho comigo foram estas coisinhas…
Tapa na nuca ao acordar. (alguém já sentiu?) Cheguei a pesquisar se poderia ser um distúrbio do sono, não encontrei nada).
Já acordei com uma paulada na cara, quando tava dormindo de barriga para cima. Sei lá… se é fantasma, não gosta de mim. hehe Nesse dia tive um pensamento rápido de que o quadro da parede tinha caído em mim, mas não.
Daí também tem vultos, porta que bate, trinco do banheiro que fica mexendo, barulhos estranhos, concluí que é estresse e vento. :)
Agora vou contar a parte mais sinistra que pareceu mais real: Cheguei em casa pela porta da sala de estar, virei a “esquina” em direção ao corredor que leva de ínicio à cozinha e mais lá na frente aos quartos. Quando virei a “esquina” vi que alguém à minha frente se adiantava de mim e virou para o quarto da minha irmã lá mais no fim do corredor. Não olhei fixamente, pois não me importei, vi só de relance. Estava mais preocupada com a papelada que eu tava carregando. Não estranhei pois nessa época minha mãe não trabalhava e minha irmã ficava em casa à tarde. Estava indo para o quarto, mas como passei pela entrada da cozinha, minha mãe estava varrendo ali, e me perguntou: quem veio contigo? (escutamos a porta do banheiro do quarto da minha irmã bater forte) Eu respondi: ninguém. Ela disse: mas eu vi alguém passar aqui (falou bem arregalada). Mas eu achei bem normal e falei: ora, deve ter sido a Karine (minha irmã). A mãe: Mas ela não está em casa. Eu tô sozinha. Daí eu me arregalei, e fomos arregaladas até o quarto da irmã (mas eu ainda incrédula pensando que a Karine tinha voltado e ela, sei lá, não tinha visto).
Cheguei a abrir a porta do banheiro que tinha batido e não havia nada. Medo!
Comecei a acreditar que existe mesmo alucinação em conjunto.
Na primeira semana fiquei com muito medo. Mas depois passou…
auhauhauhau noooossa véi, sinistro essa porra ein .. em que ano isso aconteceu ?
Cara, só para dizer que seu blog ultimamente tem sido a única coisa boa na minha vida. Acompanho a muito tempo, mas nunca tive oportunidade de ler os contos (na verdade nunca senti vontade), talvez estivesse guardando para este momento que estou passando.
Fui algumas vezes em centro espirita, são faladas palavras belas durante as reuniões, o único problema é quando começa a sessão que guia os espíritos para a luz, é bem complexo e me deu muito medo.
Lendo os comentários, fico triste de ler um evangélico achar que é mais porque vai em determinada igreja.
Essas, historias da lucro.
heuehuhee
kkk
bizarro
eu ja fiz isso e o copo sempre estourava eu ja presenciei coisas eu ja vi coisas mas isso eu nuca vi inguan a isso vcs podem no acreditar mas eu tenho uma certa habilidade com isso
tive um amigo que brincou com o copo, cara foi sério depois começou a dar o caneco.kkkkkkk
Vc é um otimo escritor. Só o que tenho a declarar.
Casas assombradas existem. Isso é fato. Sou católico e durante alguns anos o pároco da minha comunidade era exorcista, até que foi levado em missão para a África. Era um senhor de quase 50 anos, super simples. E, como eu pertencia, na época, a um grupo de oração, ele convidava duas ou três pessoas para ir com ele quando era chamado para atender alguns casos. Perdi a conta de quantas visitas fazíamos e de quantas pessoas foram até ele pedir suas orações e que coisas estranhas aconteciam.
Ele já era exorcista desde os 30 anos de idade, então sua gama de experiência era enorme.
Quando éramos chamados para visitar casas que se diziam mal assombradas, todas as vezes, antes de chegarmos lá ele sempre dizia as mesmas coisas sobre “casas mal assombradas”:
1. Pode não ser real, ser apenas ilusões das pessoas que ali habitam;
2. Pode ser efeitos parapsicológicos, como telecinese, entre outras coisas;
3. Pode ser a casa que está sendo assombrada por espíritos de seres que não são humanos mortos, o qual ele chamava de anjos caídos ou demônios;
4. Pode ser a mistura de tudo o que foi citado atrás.
Ele dizia que os seres humanos mortos não podem reagir com tal agressividade quando, em casos raríssimos (ele dizia que era um em um mil casos), eram enviados por Deus para se manifestar momentâneamente e rapidamente para algum propósito bom e nunca para assombrar.
Muitas vezes ao chegar nas casas, quando não se tratava de casos paranormais (=parapsicológicos) e nem ilusões, as manifestações eram perturbadoras, assombrosas, e em alguns casos os residentes eram atacados na nossa frente, de modo que o padre exorcista tinha que realizar uma benção especial sobre a pessoa para que a pessoa melhorasse.
Na maioria das vezes (quando não se tratava se efeitos paranormais ou ilusões) apenas uma benção silenciosa do padre resolvia toda a situação. Ele jogava água benta na casa e nos moveis, nas pessoas e nos animais, e nunca mais acontecia aquilo. Mas, em alguns casos era preciso fazer com que as pessoas passassem por algumas bençãos dele até que tudo se resolvia. Raros casos, só vi uma vez das milhares de casas (mais de mil com certeza!!!) que visitamos em mais de 3 anos, ter que se realizar um pequeno exorcismo sobre uma pessoa (com autorização do bispo e acompanhamento de um psicólogo amigo do padre) – exorcismo este que participei de 4 sessões para ajudar segurar e evitar que a pessoa se machucasse ou machucasse o padre.
Ele tinha todo um modo especial (que é longo explicar aqui) de como ele sabia dizer se era algo de ordem espiritual ou parapsicológico. Era incrível. Na simplicidade sem barulho algum, sem alarde, numa discrição que só vi nesse homem em toda minha vida, ele conseguia resolver com calma e muita paciência, e com a ajuda da medicina psicológico (esse amigo psicólogo que antes era ateu e depois de ver as coisas passou a ser católico).
Mas, o padre era enfático em dizer que não eram mortos os casos espirituais, mas esses espíritos angelicais que queriam perturbar e assombrar as pessoas – por vezes até mesmo machucando animais e pessoas (como no caso de uma vez que uma geladeira que moveu-se e esmagou o dono da casa contra a parede. Não quebrou nada, mas saiu ralado). Então era algo extremamente mau que comandava os sustos e os movimentos da casa.
Para terminar vou contar um caso muito estranho de como era maldade essas coisas: do senhor que estava doento em sua cama, moribundo, numa casa assombrada, e que não podia nem sentar-se, por conta da doença que o acometia. Morava com suas filhas e elas relataram esses acontecimentos na casa. A filha dormia com o pai dentro do quarto quando ao acordar no meio da noite, percebeu que o pai havia sumido da cama. A porta do quarto trancada, e tinha uma escada enorme sem corrimão que levava para a área de serviço da casa (era um sobrado). Ao sair ela viu que o pai estava deitado no chão frio, seminu, sob o sereno da madrugada. Detalhe: o pai tinha as pernas atrofiadas por uma doença degenerativa – ele jamais poderia andar. Foi por esse acontecimento que as filhas decidiram pedir ajuda ao padre.
Tenho vários outros casos que se o dono do site quiser, posso enviar a ele para que ele exponha.
Abraço a todos e ao editor deste site maravilhoso que acompanho direto.
sahbshabshabhabhsbah
Dar opiniões é uma coisa e brincar com o que não conhece ai já é outra coisa, isso não é um artefato humano, só os troxas brincam com o que não conhecem, não sabem com o que estão brincando, provavelmente o que estava na casa dele era uma entidade, ou seja, um espírito ruim e opressor, se muitas pessoas soubessem doque essas coisas são capazes nunca brincariam com isso.
TIPO no titulo diz a tua primeira experiencia sobrenatural ou la o q e,ja tives te a segunda???
Tive a segunda, a terceira e a quarta.
Philipe, eu já tinha visto seu site faz muito tempo, e agora voltei, vou começar a acompanhar. Você escreve MUITO bem, meus parabéns. E como o texto é sobre mediunidade, e tem muitos comentando, vou contar o que acontece comigo também.
Eu não sei exatamente quando começou, talvez com uns 12 ou 13 anos (hoje tenho 18). Mas, quando comecei a ouvir vozes na minha cabeça, também me perguntei se estava ficando louco. Não são exatamente vozes, porque não tem som. Eu não escuto com “o ouvido físico”. Mas consigo diferenciar, pelo jeito de falar, pelo tom, pelas palavras, e principalmente, pela intenção do espírito, por o que ele quer me passar – Se só quer brincar, se quer me ensinar alguma coisa, se quer fazer com que eu melhore, se quer que eu faça algo ou evitar que faça, etc. Me vem à mente como meus pensamentos, só que não sou eu quem “cria” esses pensamentos, eles simplesmente me vem à mente. E sim, quando mediunidade começou a aparecer, me perguntei se não estava ficando louco. Só que eu percebi que seguia padrões, respondia as coisas. Então não era simplesmente loucura. E, além disso, respondia coisas que nem eu mesmo sabia. Daí eu soube que não era coisa da minha cabeça. A partir disso, comecei a sentir cheiros que não teria como vir de algo material que estivesse do meu lado, sono em certos locais, vontade de comer algo ou ir em algum lugar, dores sem motivo, etc. Porém, eu cresci em uma família espírita, então já tinha uma noção de como funcionava.
Só que já passei por coisas meio “incomuns” por ter essa mediunidade. Um amigo me disse uma vez que me viu falando sozinho, quando eu estava chegando no colégio. Já vi um pássaro preto voar de um dos lados da parede na classe, e quando olhei pra trás, não tinha nada. Uma vez vi um homem de asas, como as dos anjos que temos imagem, no pátio. Um dia, antes da oração para começar a aula, vi um “contorno” de alguém para cada espaço vazio do lado das carteiras. Quando vão começar a rezar, cada um dos alunos levanta de um dos lados da carteira, e, nesse dia, do outro lado das carteiras, vi mais gente do que de sempre pra rezar lá. Vi a sala cheia, cheia de gente. Muitas apenas como contornos, desta vez. Desde que nasci, aqui em casa pedimos que um amigo espiritual, que se apresenta como índio, coloque remédio quando precisamos. E, mesmo sem pedir, a água que deixamos por perto tem um gosto diferente quando fazemos Evangelho no Lar. Muitas vezes os meus mentores espirituais me fazem perguntas para que eu pense, eu descubra do meu jeito, e eu fico me perguntando até descobrir algo, ou até eles me dizerem o que falta eu entender.
Tive um sonho bem interessante uma vez, mas faz um tempo, então não sei se lembro exaaaatamente como foi: Eu estava dirigindo um carro meio antigo, que tinha volante de madeira, em um lugar que parecia muito um lugar daqui da minha cidade. E o carro que eu estava dirigindo capotou. Eu, no sonho, vi de fora o carro pegando fogo, e logo depois, me vi no tal túnel. Me senti como se estivesse deitado, olhando pra cima, e subindo por um túnel, com uma luz muuuuito clara e levemente amarela. Às vezes ia um pouco para um dos lados, mas continuava subindo, e os lados do túnel eram azuis, se não me engano. Até que o túnel acabou, e tudo em volta de mim era luz, exceto uma cadeira que estava um pouco longe, e mais no alto. A cadeira parecia um pouco com as daqui de casa, mas era vermelha (as daqui são verdes). E aí eu acordei (no sonho) em um pequeno quarto parecido com o meu, com a cômoda na frente da minha cama, bem parecido mesmo. Mas acho que era um pouco menor, e eu acho que o lençol da cama que eu estava era azul, mas não tenho certeza, talvez fosse vermelho. Mas tá, aí eu acordei, de bruços, e levantei um pouco a cabeça. Logo depois a minha visão mudou para dois quartos meio que de cima, e de fora (parecido com a visão que temos em The Sims). Em um deles estavam minha minha vó (que também é espírita e vai em reuniões), minha mãe, se não me engano, que estava levemente triste, e mais alguém da família. E no outro tinha gente que eu não conhecia. A minha família estava fazendo alguma coisa, talvez preparando algo, e o quarto era bem pequeno, lembro de uma geladeira, um fogão lá. Mas só lembro que alguém falou de mim como se tivesse falecido, e minha vó disse: Mas nós sabemos que ele ainda está entre nós. Ou algo do tipo. E eu fui na parede de um dos quartos, e a atravessei, conseguindo ficar “no meio da parede” que separa os dois quartos. A “distância” entre as duas paredes era cinza, e olhando para o lado, não sendo para nenhum dos quartos, o “espaço cinza” era bem grande, se não me engano. Consegui atravessar a parede, e eu não conhecia quem estava no outro quarto mesmo. Daí acordei, com uma sensação de paz incomum. Acho que dormi muito naquele dia também.
Enfim, acho que tem mais coisas do tipo, mas não dá pra escrever, e nem lembro de tudo agora. Só quis escrever o que acontece comigo, e que se você sente essas presenças, pode ter uma mediunidade um pouco mais ‘forte’. Não é obrigado a estudar nem a ser espírita, mas talvez ler algo do tipo te ajude com esse casos e a entendê-los, haha. Abraços o/
Adoro o Mundo Gump, acho que você escreve bem pra caramba, tenho muitas coisas Gump pra contar mas não escrevo tão bem quanto você. Uma coisa bem gump que eu ouvi de um amigo foi um caso que aconteceu com ele. Meu amigo que mora em São Thomé das Letras, me contou que viu um amigo dele que tinha morrido, que o amigo apareceu no quarto dele uma vez e falou para ele cuidar do irmão (do fantasma) para que ele não se matasse como ele (o fantasma) havia feito. E uma segunda vez o fantasma apenas falou com ele, disse que havia deixado um valor de cinquenta mil reais escondido em um lugar, meu amigo perguntou onde, o fantasma disse que era na fazenda onde morava antes de morrer, quando foi pedir mais detalhes a voz começou a sumir e meu amigo não conseguiu ouvir onde estava o dinheiro. Porém isso aconteceu quando ele tomou o chá do santo daime, mesmo assim, ele disse que tomou outras vezes e nunca mais aconteceu, e que a experiência foi muito real. Comigo aconteceu uma coisa bem Gump também, durante o começo de 2014 eu estava fazendo acompanhamento médico por conta de um cisto que eu tinha no ovário, fiz vários exames e os médicos marcaram uma cirurgia para retirar o cisto, porque ele estava muito grande, nessa época conheci um cara pela internet e nos falávamos pelo skype as vezes, no dia que eu fui me internar ele conversou comigo pelo skype e disse que queria me ver, eu concordei e nos encontramos no hospital, conversamos e ele me contou que era satanista, perguntou meu problema e falou que naquela noite ele faria um ritual para mim, pegou meu nome completo e foi embora, naquela noite eu fiquei internada para no outro dia fazer a cirurgia, tive muitos pesadelos horríveis, no outro dia os médicos vieram me ver e mandaram eu refazer os exames antes da cirurgia, os exames constataram que eu não tinha nada, não precisaria de cirurgia, e me liberaram para ir embora, tentei falar com o cara e ele nunca mais respondeu minhas mensagens, simplesmente sumiu, foi estranho. Enfim, sei lá, tudo muito estranho. Adoro seu blog, muito bom.
Olá Philipe. PERPLEXO! Hehe!É muito interessante ler os comentário das postagens quando já estão bastante acumulados, não é? A gente vê cada umaaaaa…hehe.
Conta a primeira experiência!!!!
Nunca participei de uma brincadeira dessas. Mas uma pessoa confiável que mora FORA do país me contou que participou, e uma tal entidade se identificou, escrevendo com o copo o nome. Era o avô falecido dela, que tinha um nome super inusitado, de quem ela nunca havia contado por lá e que nunca poderiam ter imaginado. Só ela era brasileira entre os integrantes da mesa, e ninguém ali exceto ela sabia português. Enfim, um episódio impressionante.
Parabéns pelos textos!
Ronaud
O meu amigo o avo dela chama-se Luiz Inácio Lula da Silva e um fantasma pois some com todas as provas e na maioria dos casos vira Vampiro Chupa o Sangue do povo Brasileiro,e tem mais demônios uma chama Dilma outro Temer o outro Tiririka e ai vai………isso e impressionante ver o Brasil na Merda !!!!!!!!
Eu ja falei com o espirito de uma mulher ,mas fiquei com muito medo,ouço vozes me chamando, ja vi a tv liga e desliga sozinha,os meus gatos ficam olhando pra lugarem vazios e minhando.Mais ja estou acustumada fora que onde moro era um centro espirita.Quando conto isso para os outros eles não acreditam em mim ,mas é verdade e gente não brinquei de compasso ,caneta,copo e outras brincadeiras do mal são muito perigosas.Quem quer acreditar acredite e quem não acredita tudo bem,cada um tem sua opiniãõ .
cara eu tenho 17n anos kk sou médium e achei sua historia boa mas ñ sei si é verdade mas é bom para pessoas verem que ñ é bom mexer com forças e energias desconhecidas apenas por curiosidades . mas sem querer entrar na sua vida . si vc gostava de sua namorada fez um erro em terminar com ela por causa de espiritos primeiro ela ti ajudou segundo foi vc quem brincou com o que ñ devia e em todo lugar em que vc vá vai tem espiritos pertos de vc .
Pode crer, mas na época eu era bem mais bobo que sou hoje. Depois de um tempo a gente aprende a lidar com certas situações.
pois essa “brincadeira” do copo foi o que mostrou que eu era um paria para meu irmão e primos. todos sentados para brincar e só eu fiquei de fora. diziam que eu era pequeno, mas eu sempre gostei dessas paradas, desde pequeno e nunca tive medo do “outro lado”.
“Porra, já gozou? Nem fiz nada”. ÉPICO.
Cheguei aqui pela lista de filmes dos anos 80, hehe. Li a história toda e me identifiquei na maioria das partes. Nunca fiz a “brincadeira” do copo, porém também já senti essa presença do espírito e cheguei a ver. Vou deixar meu relato abaixo, porque na época eu era bem mais imaturo e não tinha tanta informação como temos hoje. Tenho atualmente 36 anos e isso “começou” quando eu tinha uns 12 anos… segue o relato abaixo.
Assim como você, eu me recordo como a “primeira vez” quando fiquei de recuperação em matemática na escola (sempre fui PÉSSIMO em exatas rs) e toda minha família foi viajar para a casa da minha avó a uns 70km de distância e tive que dormir na casa de uma amiga da minha mãe, uma viúva mais velha, para fazer as provas de recuperação (a geração de hoje não reprova mais na escola rsrs). Bem na hora que ia cair no sono, escutei barulhos de panelas na cozinha, muito barulho de panela mesmo, como se tivessem lavado as panelas e estivessem guardando as panelas e as tampas, mas já era tarde, então pensei “putz que merda é essa será?”… depois os barulhos das panelas cessaram e começou o converseiro (na cozinha também), parecia que lá estavam conversando umas 3 pessoas, com risinhos e etc, assim como você descreveu, e eu ali CAGADO, PETRIFICADO, GELADO, COBERTO ATÉ A COMEÇO DO NARIZ, procurando explicações racionais para aquilo. Lembro de, assim como você, ter “lutado” noite toda contra aquilo, cochilando e acordando novamente.
A outra vez foi na casa da mesma senhora, porém minha mãe estava junto, foi logo quando mudamos de cidade e minha mãe me levou pra visitar essa senhora e dormimos lá, dessa vez eu no sofá da sala, que era praticamente ao lado da cozinha, e aí passei pela mesma experiência de novo, tive certeza que eram espíritos, pois a cozinha estava apagada e minha mãe dormindo em um quarto e a senhora no outro… bizarro! Só confirmou a experiência anterior! Muito barulho de panela e converseiro de “pessoas” rindo, alternando entre voz alta e baixa, etc.
Depois fiquei um TEMPÃO sem presenciar mais nenhum desses fenômenos, até que quando lá pelos meus 17 anos, bem rebelde (sem motivo, claro, hehe), eu comecei a sentir que quando eu ia dormir, no meu quarto, sozinho, eu escutava os “passos” de uma presença vindo da porta até chegar ao lado da minha cama e ficar “respirando” (susurrando, talvez), tipo uma respiração ofegante mesmo, um pouco mais distorcida. Lembro até que, na primeira vez, passei a mão para ver se tinha alguém ao lado da minha cama e, quando minha mão passou no vácuo, gelei até a espinha. Isso era recorrente e eu sentia esse cagaço até conseguir adormecer de cansaço, sempre coberto dos pés até o pescoço, mesmo com calor. Certa vez, eu lembro que estava “cansado” dessa presença ao lado da minha cama que me impedia de dormir tranquilamente, comecei meio que a chorar baixinho e pensar em Deus e sobre como eu estava sendo rebelde sem causa, brigando com meus pais à toa, etc, eu estava deitado de lado, e me virei de barriga para cima e assim olhei o teto, veio um vulto preto (mais escuro do que o quarto) do começo do teto, parou no meio do teto, olhou e sorriu pra mim (lembro dos dentes meio pontiagudos) e continuou pra outro lado do teto e sumiu. Ali não aguentei e chorei de medo mesmo e meu pai veio até o quarto perguntar o que estava acontecendo. Como ele era evangélico, explicou que era questão espiritual, que algum espírito maligno estava se aproveitando da nossa má relação (só da minha parte, adolescentes, adolescentes, tsc, tsc) para nos dividir mais ainda. Ele fez uma oração no meu quarto e a partir dali foi mais um tempão sem ser incomodado de novo por alguma presença.
Ah, também me lembrei de várias vezes que acordei de madrugada com “alguém” chamando meu nome, clara e nitidamente, “Marcelo”, e nunca tinha “ninguém” me chamando… Além disso, nessa época do vulto sorridente no teto, meu irmão também passou por uma experiência ruim, na qual ele sonhava que estava correndo muito de carro, fugindo do meu pai (que era policial militar) e um cara desconhecido, no sonho, ofereceu uma arma pro meu irmão atirar no meu pai, segundo meu irmão, após acordar desse sonho horrível, ao lado da cama dele havia um vulto preto (novamente, mais escuro que o quarto…) ao lado da cama dele sorrindo e com o braço esticado pra ele, como se oferecesse uma arma… e eu acredito nele com todas as forças pois, além de eu ter passado por isso também, ele é meu amigaço e porque acordou nessa noite com um grito e saiu correndo do quarto, lembro que eu, minha mãe e meu pai saímos lá fora (o quarto dele era fora da casa) e ele estava lavando o rosto no tanque!!! Para ver se realmente não era um sonho!
Mais pra frente, imagino que eu já tinha aí uns 22, já em outra casa, pouco antes de sair da casa dos meus pais em definitivo, lembro que eu estava começando a pegar no sono (sempre assim…) e de repente escutei novamente os sussurros perto da minha cama, após tanto tempo pensei “putz de novo essa merda”, aí abri o olho e acima de mim havia tipo uma “fumaça” preta (novamente, mais escura que a escuridão do quarto, que tinha alguma claridade), lembro bem porque parecia aquela fumaça da série Lost, moveu de um lado, pra cima e sumiu, lembro de ter o corpo INTEIRO arrepiado naquele momento, inclusive arrepiou agora aqui escrevendo, mesmo com 36 anos hoje, pois foi realmente marcante. Novamente pedi o apoio do meu pai, que novamente fez a oração e parou. Lembro que dormi tranquilamente e sereno.
Disso tudo, só quem sabe é o meu pai, minha mãe e meu irmão mais velho que sempre foi meu “companheiro de aventuras”, os caçulas gêmeos são surdo-mudos, então não tinham entendimento para tal coisa.
Depois, saí da casa dos pais, depois casei, tive filhos e nunca mais me aconteceu nada do tipo, até hoje.