O inevitável desejo de voar: A história dos jetpacks

Uma das coisas mais dramáticas em nos tornarmos adultos é que lentamente vamos perdendo a capacidade de sonhar os sonhos impossíveis. O cotidiano nos rouba dos mundos de fantasia, tão bons, tão legais… De uma certa forma, isso me faz invejar um pouco os loucos, que podem habitar seus mundos fantásticos e edificados em sua própria mente.

Eu estava aqui, agora a pouco, olhando pela janela do meu escritório e vi as crianças brincando no play. Um menino corria atrás do outro, o dedo em riste com o  polegar levantado para cima.

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Gostosa eletrônica

Incrível este video que meu irmão me mandou de um robô animatrônico que fica dançando na frente de um espelho. Assim que bati o olho pensei que era um truque de Cg, poque os movimentos estavam muito legais, mas à medida em que o video transcorria, eu fui ficando mais e mais bolado com a “moça” e sua dança sensual.

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As esculturas de Joseph Marr

Quando eu era mais novo, e ia na pracinha, costumava ouvir um barulho recorrente. Era um plec-plec-plec contínuo, que surgia do nada, e imediatamente eu e todas as crianças que ouviam aquele som, corríamos ao seu encontro.
Ali estava o “homem do pirulito”. O barulho era produzido por uma placa de madeira contendo um tipo de dobradiça de metal, que ele agitava de um lado para o outro. Eu creio que o “homem do pirtulito” já foi extinto, ou está em vias de ser, assim como o “homem do realejo” e o “vendedor de algodão doce” ambulante, que carrega aquele enorme trambolho no ombro, num arremedo infantojuvenil do Pagador de Promessas. Na lista dos ícones infantis que desaparecerão na esteira do progresso da cidade grande, está também o vendedor de sonhos, tamabém chamado de “homem da bolhinha de sabão” e o vendedor de estalinhos.

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Coisa suspeita sobre o sumiço do vôo 370 da Malásia

Quando olhamos detidamente para a História do mundo, podemos ver algumas coisas que parecem se repetir. Uma delas se refere a máxima que costuma dizer que “os ricos tendem a ficar mais ricos”. A história do mundo e das fortunas também nos mostram que em muitos momentos históricos, grandes e poderosos homens de negócio demonstraram seu amor e devoção ao dinheiro, deixando de lado seu compromisso ético e moral, e literalmente esquecendo do “outro”.
Pode parecer uma visão maniqueísta de esquerda essa que diz que o magnata não vê a base da pirâmide. Não porque ele esteja no topo e tenha preguiça de olhar para baixo, mas porque o “abaixo” pra ele nem existe. O que há ali é a apenas uma massa amorfa cujo sentido existencial é impelir o magnata cada vez mais para cima. Dane-se quem estiver embaixo.

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Dallol: Paisagem alienígena na Terra

Olhe para a imagem acima e me diga se você duvidaria se eu te dissesse que ela é proveniente e uma sonda enviada para um mundo nos confins do sistema solar.

Obviamente que isso aqui não é outro planeta que não o nosso. A terra tem paisagens incríveis, algumas com claras aparências extraterrestres, só não estamos habituados a ver elas. Sabemos que no espaço distante e insondável deve haver infinitos planetas com paisagens semelhantes, porque essas paisagens são formadas em circunstâncias de elementos químicos e temperaturas, somados à ação do vento, a erosão e outros efeitos climáticos que não são um privilégio da Terra.

Vamos ver mais algumas fotos antes de eu te contar que lugar curioso é este:

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Como vender o cocô

Aí o cara paga uma nota preta para pendurar na parede, porque ele leu a análise crítica que diz: A arte, antes de tudo é contestatória do paradigma da condição sublime da metafísica humana. Pensando mais a longo prazo, a poiesis do acompanhamento das preferências de consumo pode nos levar a considerar a reestruturação dos …

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