Archive - fevereiro, 2012

Dez esculturas que vão te deixar bolado

Olha só que legal, futucando no meu computador em busca de abrir espaço, me deparei com uma antiga pasta em que eu juntava umas referências de trabalhos para os quais eu tirei o meu chapéu. Fiquei horas e horas navegando ali (tem mais de 8000 imagens a pasta) e dela, resolvi pegar 10 esculturas realmente bacanas para mostrar aqui. Vamos lá:

 

1- Batman

120467a3feaab21 Dez esculturas que vão te deixar bolado

Parece escultura isso? Dá até pra duvidar, nénão?

(mais…)

Casinha na árvore

Desde molequinho, eu sempre quis ter uma casa na árvore. Eventualmente, as casas na árvore apareciam em filmes e também em novelas e eu ficava ali, amarradão, com a máxima atenção aos detalhes. Bastava aparecer uma casa na árvore que eu me desligava de tudo, inclusive da história que estava assistindo e passava a observar detalhadamente a estrutura da casa, como ela foi presa na árvore e etc.

Com o tempo, eu cresci, mas meu interesse por casas nas árvores ainda persistiu. Se não me falha a memória, eu já até postei sobre casas nas árvores aqui mesmo no Mundo Gump. Da mesma forma, também já postei aqui sobre uma coisa que eu já fui completamente fanático e eu diria até obcecado: Bonsai.

Me lembro claramente de um dia que eu fui ao cinema, era a segunda vez que eu ia no cinema sozinho, e o filme era Karatê Kid. Enquanto 99,9% dos moleques da minha idade saíram do cinema querendo dar chutes no ar com as mãos desmunhecadas abertas como asas, eu saí com a ideia fixa de que iria ter um bonsai como o do Senhor Miaghi.

miaghi Casinha na árvore

Mas naquele tempo, não havia nada. Tudo era precário no Brasil. A internet ainda era uma ficção científica impensável, e livros e revistas sobre a arte do cultivo do Bonsai simplesmente não estavam ao alcance, como estão hoje. Eu perdi as contas do tanto de pinheirinhos e plantinhas que eu matei tentando inocentemente criar um bonsai pra mim. Bastava eu ver um arbusto maiorzinho com folhas pequenas e tronquinho mais grosso pra eu ir lá, e tentar colocar ele num vasinho raso e fazer o meu bonsai. Obviamente, era frustração atras de frustração.

Teve um dia que eu estava voltando do colégio e ao passar em frente a uma casa, vi no jardim da casa um bonsai perfeito. Ele ainda não era um bonsai, era apenas um de muitos pequenos arbustos, que a dona da casa usou para decorar o jardim com estética romântica. Era uma cerca-viva em miniatura. Ao longo dos anos, as sucessivas podas em máquina acabaram por hipertrofiar o tronco da planta, e tão logo eu bati o olho, foi amor a primeira vista. Os dois outros arbustos que o ladeavam haviam morrido e desfolhado, e então, lá estava ele. Verdinho, lindo, no meio de duas outras plantas mortas, nos fundos daquele jardim.

Não consegui me conter e toquei a campaínha. Ninguém veio atender.

Minha esperança era de que uma bondosa vovó viesse e compadecida pelo meu apreço à sua plantinha, me doasse a mesma.Mas ninguém veio. E sem poder pedir, a fome comendo solta, fui embora.

Ao longo de vários dias, eu passei a mudar meu caminho para a escola apenas para passar por aquele portão, e olhar para a árvore. Dia após dia, ela parecia mais e mais bonita.

Notei que a grama estava crescendo e a casa enchia-se de mato mês a mês. O mato começou a encobrir as plantas mais rasteiras do jardim.

Um dia, na volta da escola, trepei no muro e fiquei olhando para a planta. Já não era tão fácil vê-la. O mato estava na frente. Quando finalmente consegui altura, me esticando todo sobre o muro com os pés na grade, vi que o meu bonsai estava começando a amarelar. Fui tomado de um impulso incontido quando senti que o destino daquela linda planta estava selado. As duas plantas ao seu lado estavam mortas. Só restava ele. E agora amarelava. O mato lhe tirava a pouca luz da manhã. A casa parecia ter sido abandonada.

Voltei para casa naquele dia teorizando sobre qual seria o destino do dono daquela casa? Talvez fosse uma velhinha que morreu. Seu jardim, cuidado com esmero durante décadas, agora abandonado, a seguiria inexoravelmente para a eternidade.

Naquela noite, não dormi direito com a ideia fixa de entrar na casa, roubar a árvore e replantá-la na casa da minha avó. Afinal, mais que um roubo, uma invasão de domicílio, era um ato de amor a uma planta. Não era um roubo. Era um resgate.

De manhã cedo, tomei meu café com leite e saí pra escola. O vento frio soprava no meu rosto e eu não tirava o pensamento da árvore. A mochila, naquele dia mais pesada que o de costume, ia repleta de apetrechos, como a colher de pedreiro do meu avô, uns ferros e uma estaca, além de um pequeno vaso de cerâmica e arame.

Passei o dia todo esperando a maldição do tempo correr. A aula parecia nunca ter fim. O dia se arrastou miseravelmente, e quando finalmente o sinal tocou eu corri mais rápido que o Flash para a rua.

Cheguei na frente da casa. Encostei no muro e esperei um bom momento. Como havia um cadeado enferrujado no portão, era preciso saltar o muro. A rua dela tinha muito movimento, porque havia um banco nas proximidades. O maior problema, era o jornaleiro, que ficava em frente, e estava sempre na banca, sentado, num banquinho do lado de fora.

Foi um saco esperar o momento certo. O Jornaleiro de tempos em tempos, saia do banquinho dele e entrava na banca. Finalmente, depois de muita espera, ele entrou.

Quando finalmente a rua esvaziou, só havia um sujeito de bicicleta há uns 50 metros da casa. Ele passou por mim, e tão logo deu-me as costas, eu joguei a mochila para o outro lado e realizei a proeza. Num só pulo, com a agilidade  digna do Batman, saltei da rua para o jardim.

Uma sensação estranha me atingiu tão logo pus os pés naquele jardim. Uma sensação de estar fazendo algo errado.

Mas não havia tempo a perder. Corri pelo mato alto até a casa. Ali estava a planta.  Envolta num monte de mato. Muitas folhas já estavam amarelas. Aquele viço que dava pra notar de longe agora era uma tênue lembrança. Mas havia muitas folhas ainda verdes, e aquilo era um sopro de esperança para a pobre árvore.

Tirei da mochila a colher de pau. Arranquei com a mão chumaços de mato, abrindo um espaço para a planta respirar.

Comecei a escavar a terra.

Eu estava cavando o mais rápido que eu podia, mas era um esforço tremendo e eu estava com medo. Do canto que eu estava, era possível que alguém ao passar na rua me ver e chamar a polícia.

Cavei, cavei, e nada de chegar na raiz da maldita. Era uma raiz funda pra caramba. Comecei a quebrar os arbustos mortos ao redor, na tentativa de abrir espaço e poder escavar mais.

Então, meu futuro bonsai revelou uma copiosa quantidade de raízes, espalhadas para todos os lados. Agarrei firme com as duas mãos no tronco e puxei. Nada a planta parecia chumbada, soldada colada com durepoxi. Fiz mais força ainda. Tanta que achei que estava correndo o risco de soltar um barro na cueca.

E só então, fez um estalo e a planta soltou. Na pressão, eu caí para trás, bati de cabeça na porta de vidro e fez um barulhão do caramba.

Me levantei puto. Peguei a planta e la estava ela, um pedaço da raiz havia se partido, mas ainda tinha muitas outras raízes periféricas.  Abri a mochila para pegar o meu vaso.

E foi nessa hora que ouvi um som de um grito aterrador. Um grito daqueles de maníaco, de filme de terror. Só tive tempo de olhar para trás e ver uma velha de cabelo branco, todo para cima, o olhar esbugalhado, fixo em mim. Ela vinha correndo, mas parecia estar em Câmera lenta. A dona era branca feito uma assombração, e estava numa camisola toda suja. Ela veio com um puta dum pedação de pau, gritando para cima de mim. Senti um arrepio subir pela minha coluna. Disparei a correr pelo matagal em direção ao muro.

Naquele dia, temendo pela minha vida, fiz um salto de parkour espetacular sobre o muro, com a mochila nas costas e a árvore na mão.

A velha tampou o pedaço de pau em mim e me acertou nas costas, mas estava com a mochila e ela amorteceu o impacto.

Agora, enquanto eu ouvia ela gritando ensandecida, enquanto sacudia o portão com o cadeado enferrujado, eu encarnava o Joaquim Cruz. Poucas vezes na vida corri tão esbaforidamente.

Cheguei no portão da casa da minha avó quase vomitando, num misto de medo, susto, euforia, cagaço…

Peguei a árvore e plantei no jardim.

Levei meses para ter coragem de passar novamente na porta da casa da velha maluca. Quando eu finalmente fiz isso, o mato estava maior ainda. As plantas, irmãs do meu bonsai, estavam já todas mortas.

Então, tomei coragem e fui até o jornaleiro da esquina. Perguntei a ele sobre a velha maluca daquela casa.

-Que velha?

-A velha que mora naquela casa branca lá, do portãozinho. Eu disse, apontando.

-A casa do matagal? Ah, não mora ninguém lá não, rapaz. A casa tá abandonada. Tinha sim uma senhora que morava lá, mas ela já morreu faz uns dois anos!- Ele disse.

Nisso, voltei a sentir aquele estranho arrepio que havia sentido quando invadi o local. Agradeci, meio desconcertado e fui embora…

Nunca consegui entender aquilo. Seria aquela horrível velha que me perseguiu pelo jardim um fantasma? Ou o jornaleiro estava apenas querendo me sacanear?

Nunca descobri realmente quem era aquela velha, mas depois que ele me disse aquilo, eu nunca mais tive coragem de passar na frente daquela casa. O bonsai roubado morreu poucas semanas depois, transformando todo meu desejo de ter minha árvore em miniatura em completa frustração.

Quando a coisa começou a popularizar, eu ainda continuei tentando. Comprei diversos desses “bonsais de mercado”, que morriam seguidamente.

Hoje encontrei uma parada bastante interessante. Veja só que bacana:

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Desde o fim da década de 70, o artista  Takanori Aiba trabalhou como ilustrador de jogos de labirinto para uma revista de moda do Japão, chamada POPYE. NA década seguinte, ele trabalhou como arquiteto e finalmente, em 2003 ele resolveu juntar todo seu conhecimento e habilidade de criador de labirintos com a de arquiteto na constrição de pequenos mundinhos. São como pequenas maquetes fantásticas,  montados num estilo bem japonês, e com um visual que remete ao bonsai, mesmo quando não existem árvores na cena. Ele usa udo quanto é material para fazer essas esculturas. De plantas reais a resina, plastico, gesso, massa de modelar, metal, madeira… O cara é fera.

Os que eu mais gostos são os que tem casinhas nas árvores. Curiosamente, os trabalhos do cara são bem pequenos, com detalhes quase microscópicos. Babe aí:
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584708 Aiba Ice Cream Packages Tower view3 Casinha na árvore
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58470sculpture 5 600x824 Casinha na árvore

fonte

Zumbis 3d

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Dando continuidade aos trabalhos do curta, estive hoje por aqui aqui pesquisando a solução de usar zumbis virtuais para cenas de multidão. Figuração virtual pura. É a solução de menor custo, mas certamente não a de menos trabalho, já que dá uma ralação danada fazer qualquer merdinha que seja em 3d. Eu tava milênios sem mexer no 3d, e foi quase como aprender a andar depois de passar décadas numa cadeira de rodas.

O teste não ficou lá grandes coisas, já que não usei nem hdri e nem motion tracking. Dessa distancia, não é mesmo grande coisa. A animação aqui é só uma marcação, bem irregular, que nãos serve pra nada além de não fazer um monte de estatua parada nas vagas do meu prédio.

Eu acho que ficou meio falha a integração dos mortos na cena. Talvez seja a falta do Hdri, que irá fazer a luz certa e uniforme na cena. O próximo teste dos zumbis 3d deve ser com o hdri, os defuntos melhor animados e se tudo ajudar, um camera shake.

Não dá pra ver no video do prédio os zumbis direto, mas embora tudo esteja meio preliminar, eu tô achando que eles vão funcionar para cenas mais perto, como complemento aos zumbis filmados no primeiro plano. Acho que em até uns sete metros dá pra usar os bichinhos 3d sem dar muito na pinta. Ainda tenho que preparar muitos zumbis mais. Aqui só tem sete ou oito, mais para ver se daria certo. Não tem nada além de uma malha low poly e uma textura tosca. Nem bump não tem pra não pesar.
396442zumbisrio Zumbis 3d
676733zumbis3drio Zumbis 3d
Então é isso. O projeto do filme não parou, estamos seguindo em frente.
Aproveitando o ensejo, se alguém aí quiser comprar o zumbi C ou o Zumbi Padre para ajudar no filme, restam poucas unidades.

 

Top 5 dietas bizarras

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No inicio do ano é sempre a mesma coisa. Aquele monte de promessas de que vai cortar a carne, de que vai comer menos massa, eliminar o refrigerante… Mas nem todo mundo é assim. Acredite ou não, existem pessoas que fazem justamente o oposto. Ao invés de cortar certos alimentos, eles cortam TODOS e ficam só com um. Veja só que loucura esses casos:

1- A mulher que só come pizza

pizzasss Top 5 dietas bizarras

Há nada menos que 33 anos, Claire Simmons só come pizza. Não que ela não queira, mas Claire simplesmente não pode, já que ela sofre de uma doença chamada síndrome da alimentação seletiva.  Assim, pizza é a única coisa que para no estômago dela. Todo o resto ela vomita. Para contrabalancear o excesso de massas, ela faz muito exercício e bebe muita água. fonte

2- O homem que só come Big Macs

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Você acreditaria se eu te dissesse que este maluco aí em cima comeu 23.000 Big Mac? É isso mesmo, vinte e três mil sanduíches, o que significa 46.000 hambúrgueres, 506kg de alface, o que dá mais ou menos 1.610.000 pedacinhos, 4.6000 queijos, 230 litros de molho especial, 161kg de cebolas, 115kg de picles, e aproximadamente 4.002.000 grãos de gergelim. Se ele optou por acompanhar a batata, este cara comeu, sozinho,  três milhões, novecentos e dez mil gramas de batata frita. Don admite que pedia batatas como acompanhamento até os anos 80, mas depois disso passou e evitar as batatas, porque segundo ele isso é mais “saudável”. Desde os anos 90 ele passou a comer batatas apenas uma vez ao mês.

Don come DOIS BIG MAC numa só refeição. Ele até hoje não enjoou do sanduba. Se ele tomou uma coca-cola media para acompanhar, como é o padrão nos EUA, foram 11.500 litros da bebida. Ele pode ter bebido sozinho, o equivalente a quase a metade de uma carreta de três eixos lotada de pallets da Coca.

Don Gorske comeu 23000 sandubas do Mc Donalds desde 17 de maio de 1972. Para quem não acredita, ele guarda cada uma das 23000 notinhas fiscais para provar.

Don deixou de comer o sanduíche apenas oito vezes ao longo desse tempo. Ele se lembra de cada um desses dias, incluindo o dia em que sua mãe morreu e o dia em que uma nevasca violenta atingiu sua cidade e o Mc Donald´s não abriu. Foi neste dia que Don resolveu congelar alguns no freezer para dias “problemáticos”. Ele tem sempre dois hambúrgueres congelados e aumenta o estoque para 4 ou 5 no inverno só por precaução. fonte

3- A moça que só come balinhas de menta

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Natalie Cooper é o nome de uma jovem de 17 anos que tem uma condição física misteriosa. Ela vomita tudo que engole. Atualmente ela se alimenta através de um tubo que é inserido em sua garganta onde uma fórmula especialmente desenvolvida oferece os nutrientes para que ela continue viva. O único alimento real que Natalie consegue  engolir sem “chamar o Raul” são as balinhas Tic-Tac.

Os médicos ficam impressionados com a condição de saúde de Natalie, uma vez que ela tem esta estranha doença desde que nasceu.  Inicialmente os médicos pensaram que Natalie sofresse de bulimia, mas a medida em que os exames foram ocorrendo, eles começaram a ver que o caso era bem mais complicado. Natalie gosta de comer, mas vomita tudo que ingere. Isso fez com que ela ganhasse uma medalha do departamento de polícia de sua cidade como felicitação por sua bravura de lutar contra a estranha doença.

Ainda não há uma explicação clara para o problema de Natalie. fonte

 

4- A menina que só come nuggets há 17 anos

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Stacey Irvine adora comer nuggets. Ela gosta tanto, que come nuggets TODO DIA, desde que tinha só dois anos! Isso dá nada menos que 17 anos de nuggets no almoço e no jantar. Desesperados com a recusa da filha de comer qualquer coisa que não fosse nuggets (no meu tempo, a chinelada comia solta nesses casos)  os pais da menina começaram a introduzir outra coisa para variar o cardápio, e somente assim ela começou a comer também BATATAS FRITAS, e muito raramente, uma torrada no café da manhã. A menina (previsivelmente) já teve problemas de saúde em decorrência de seus estranhos hábitos alimentares, e os médicos condenaram a bizarra dieta, mas mesmo assim, ela não consegue passar um dia sem comer nuggets. Um dos maiores problemas decorrentes do estranho hábito alimentar dela não está na saúde e sim no espaço físico. A cada refeição que faz, ela ganha um brinquedo de Mc Lanche Feliz e de outras empresas do tipo e assim, rapidamente, sua casa ficou pequena para tantos brinquedinhos.

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5- O velho que não come nada

Se dietas limitadas soa estranho, imagina o cara que vive “de luz”. O indiano sinistro, cujo nome é Prahlad Jani tem 80 anos e diz que está sem COMER NEM BEBER NADA há pelo menos 60 anos.

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Lógico que muita gente não acredita nele, mas não conseguiram, até o momento, provar que ele está mentindo. O guru indiano já foi vigiado 24 horas por dia trancado numa sala sem comida e sua saúde verificada constantemente em busca de indícios de que sua alegação de que vive de luz seja uma fraude. No entanto, ninguém conseguiu justificar que mesmo sem comer nada no quarto monitorado por câmeras, nenhuma alteração em sua saúde foi detectada pelo longo período sem alimentação. A única água que entrou no ambiente foi pesada antes e depois, e era usada para que ele tomasse banho. Não foi constatada diferença significativa, indicando que ele bebeu a água do banho. O velho é uma incógnita. fonte

Vícios bizarros: A mulher que ficou viciada em talco e a outra que bebe esmalte

Jaye cheira cerca de 8 colheres de talco ao dia!
Volta e meia, vemos nos noticiários casos com pessoas viciadas em cheirar pó. Mas igual a essa aqui, não é todo dia que se vê. Ela é viciada em talco de neném!

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A estranha obsessão de Jaye, uma moça de 28 anos que vive em Houston, Texas -USA começou quando ela acidentalmente aspirou uma pequena quantidade de talco de bebê. Agora, passados exatos 16 anos desde aquele fatídico dia na vida de Jaye, ela cheira talco diariamente. E em grandes quantidades.
502041article 2100999 11BCCEB1000005DC 668 634x447 Vícios bizarros: A mulher que ficou viciada em talco e a outra que bebe esmalte

Pelos seus cálculos, ela estima que já deve ter cheirado cerca de meia tonelada do pó desde que começou essa estranha obsessão. O grau de vício dela chegou ao ponto de que Jay se vê compelida a derramar o pó direto na narina usando uma colher de sopa! E ela faz isso cerca de oito vezes ao dia. Mas mesmo sabendo que  a aspiração contínua do talco irá causar sérios danos ao seu sistema respiratório, podendo levara  pneumonia e outras doenças, ela não consegue parar. Quem parece estar feliz com isso é o dono da farmácia perto da casa dela, que não para de encomendar mais e mais suprimentos de talco.  

Se você acha a mulher que cheira talco algo bizarro, espere só até conhecer o caso de Bertha, de 23 anos que ficou viciada em acredite se puder: BEBER esmalte.

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Ela gasta 76 dólares por semana para manter seu estranho vício. De fato, Bertha ingere ao dia vidrinhos e mais vidrinhos de esmalte, de todos os tipos e cores. Ela diz que ficou viciada de cara, quando sentiu, pela primeira vez o cheiro do esmalte num salão de beleza. Na mesma hora ela bebeu o vidrinho e desde então, não parou mais. O esmalte favorito dela é o que tem purpurina! Bertha bebe a cada semana mais de meio litro de esmalte. Estima-se que desde o inicio de sua obsessão, ela já tenha bebido mais de 136 litros de esmalte. 

Bizarro, né? Veja o video:

Se o seu estômago já ficou embrulhado com essas duas aí, não recomendo ler sobre a próxima. O nome dela é Alicia e ela tem 45 anos. Alicia vive em Atlanta, e não consegue passar um só dia sem cheirar bolinhas de naftalina!

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Segundo Alicia, as bolas de naftalina tem um cheiro peculiar que remetem a sua avó e momentos felizes que ela passou em Nova York. Para sentir o cheiro da naftalina, que ela funga o dia todo, Alicia esconde bolinhas no carro, em casa, sob o travesseiro, enfim… Tem naftalina em tudo que é lugar na casa dela.   Bizarramente, ela ignora os alertas dos médicos que dizem que cheirar naftalina é perigoso, pois a formula contem naftaleno e derivados do benzeno que além de cancerígenos podem causar graves problemas neurológicos.

Os casos bizarros acima estão no documentário “meu estranho vício” que estreou no canal TLC.

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Mais um time-lapse

Fiz mais um time-lapse com a maquina em Cachoeira de Macacu, na Região Serrana do Rio. Pena que tive pouco tempo de “janela” para o espaço, pois logo o buraco fechou e o nublado que se manteve durante todo o dia ficou pela madrugada afora.


IMG 3371 filtered Mais um time lapse
IMG 3683 filtered Mais um time lapse
Comparando com o primeiro, já vi que a redução do intervalo nos disparos contribuiu para o movimento ficar mais fluido. Ainda preciso estudar mais e aperfeiçoar a técnica. A primeira parte, longa e meio tediosa foi aqui em casa, e realmente, o excesso de luz ferra com o negócio! Quando o local e o tempo permitirem farei novos testes. Creio que precisarei de uma lente boa para isso, talvez uma Tokina 11-16mm F/2.8, já que o adaptador de grande angular que eu uso é um lixo, e tem uma aberração tamanha que torna impossível usar para time-lapse. Dessa vez usei a lente do kit.

Aqui está o video:

Bom carnaval

Bom carnaval

Tentando a minha própria distorção temporal

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Ontem antes de ir dormir eu acabei postando aquele vídeo da distorção temporal e enquanto tomava banho para deitar, acabei me sentindo compelido a tentar fazer o treco. Sem muitas esperanças, juntei os bagulhos. A câmera estava ao alcance da mão, com bateria, com lente clara, tripé… Fui até a varanda e vi que a noite estava adequada, sem muitas nuvens e com boas estrelas, apesar de que no condomínio onde eu moro nego colocou umas luzes alaranjadas potentes pra dedéu que ficam acesas até raiar o dia, e é muita luz. Aqui tá foda! De dia o sol vem de cima. Agora, de noite, o sol vem de baixo.
Isso atrapalhou legal. Outra coisa que eu não podia prever é um repentino aparecimento da lua. Eu não tinha nenhuma dica nem carta celeste para prever o que iria aparecer. Aqui está no que deu:

O resultado do meu primeiro time lapse, de míseros 12 segundos, ficou meia-boca, mas me ajudou a compreender melhor algumas coisas, que implementarei no meu próximo teste dessa técnica.
Como é feita a parada:

Você tem que ter uma câmera que possa configurar a abertura do diafragma para o máximo possível. geralmente só dá pra fazer isso legal nas maquinas “reflex” de espelho. No caso, a minha é uma DSLR Canon 3Ti. Eu usei uma lente clara de 50mm e este foi um dos meus erros.
Não pela lente clara, mas por ser 50mm. Em termos didaticamente leigos: Em geral, as lentes funciona assim, quanto maior o valor em milímetros, mais “de zoom” a lente é. Assim, uma de 200mm vai ter mais “zoom” que uma de 50mm, que por sua vez tem mais “zoom” que uma de 12mm. Se fosse só isso tava bom, mas ainda entra aí a questão da claridade da lente. Algumas lentes deixam passar mais luz que outras. A regra é fácil, quanto mais luz passa, melhor é. E infelizmente, mais cara a lente também. Há outros fatores que aumentam os preços das lentes, mas que pra este caso, acho que não vão afetar muito o resultado, como estabilizadores óticos e focagem rápida… Não para fotos de estrelas.
No caso da filmagem das estrelas, a logica é inversa a da filmagem da lua. Na da lua, eu quero usar o máximo de zoom que eu puder, então, usei uma lente telescópica de 500mm.

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Já nas estrelas, a ideia não é mostrar só uma no meio da tela preta mas sim um pancadão delas, e é por isso que o ideal é usar uma lente grande-angular, ou seja, uma lente que pega muita coisa e bota no quadro. Seria mais ou menos um tipo de “lente anti-zoom”.

O que ficou claro no meu teste é que é fundamental um tripé firme, um cartão de grande capacidade, porque a sequencia é captada TODA em formato RAW, que come muito espaço e baterias! Bateria é uma coisa fundamental, porque o contínuo bater de fotos, acesso e gravação no cartão, mais o visor lcd ligado direto consomem muito. Solucionei isso com o grip vertical, que permite enfiar duas baterias na maquina de uma vez só. Assim, já dá o dobro da performance.

Outro problema é que para fazer um bom timelapse como aqueles inigualáveis lá (os caras são profissa e vendem os videos deles até pro Discovery.) do último post é que precisa de um lugar escuro como um BREU. Sabe quele lugar tão escuro que dá medo? Pois é. O ideal é assim. Não dá pra ser no meio da cidade que é onde eu moro, porque o brilho da luz da cidade afeta o resultado final, a menos que role um daqueles apagões épicos.
A escolha do dia, aliás, da noite, me parece de suma importância, já que em dias nebulosos, não vai pegar legal muitas estrelas. O bom é quele dia típico de maio, que dá aquele céu azulão, sem nenhuma nuvem, e de preferência com lua nova. Aí fica style o bagulho.

Fazer o timelapse em si é uma coisa facílima. Ou você usa um intervalômetro ou instala o magic lantern (vale a pena!) e soluciona isso “na faixa”. Basicamente é uma setagem que diz para a maquina que você quer que ela comece a bater fotos feito louca, de X em X tempo. Aperta o disparo e ela começa. E é lindo quando as coisas simplesmente funcionam.
Mas como tudo na vida, já deu pra perceber que o buraco é mais em baixo. Eu tava la todo pimpão tentando fazer o meu primeiro timelapse da vida, em ignorei algumas coisas simples, que servem não só para o timelapse, como para fotografia espacial em geral:

  • Pegue a distancia focal da lente e divida 600 por ela. Vai dar um valor. Este valor é o tempo de exposição ideal para esta lente. Assim, se sua lente é como a minha, 50mm, então 600:50 =12 segundos de exposição.
  • Outra coisa é que como a lente é clara, 1:1,8 então isso quer dizer que ela poderia ficar mais “aberta” a entrada de luz, o que podemos compensar, reduzindo o ISO. Isso é fundamental, porque com quanto menor o ISO, mais nítida a imagem ficará e com menos tendência ao granulado. Mas tem que balancear, porque o ISO mais alto também ajuda a captar estrelas que só vão aparecer (como magica) na sua foto depois.
  • Mais um macete, é desligar o IS. O IS é a estabilização de imagem da lente. Parece bizarro? E é mesmo bizarro imaginar que a lente vai fazer uma imagem mais nítida no tripé se o IS estiver desligado. Estranho pensar que desligando a estabilização a imagem fica mais nítida…
  • Se grana não for problema na sua vida como é na minha, o ideal é pegar uma maquina full frame para fazer isso, já que uma Canon T3i tipo a minha, tem um sensor CCD menor, e portanto, capta menos área. Obviamente que isso é contornável se você usar uma lente grande angular que compense essa diferença (claro que não estou dizendo que é a mesma coisa, mas financeiramente, se você não pode partir de cara para uma 5D, é uma solução coerente).
  • O lance funciona assim: Se você deixa entrar mais luz, a maquina pode ficar captando menos tempo. Senão, entra luz demais e estraga a foto. Dessa forma, se sua lente é mais “escura”, deixando passar menos luz, você precisa deixar a entrada de luz na sua maquina aberta por mais tempo. Só que se você fizer isso demais, o céu vai ficar riscado, já que o deslocamento do planeta pelo espaço fará cada estrela gerar um risquinho na foto. Nem sempre é ruim e pode ser este seu objetivo. Saca só:481126091 b751463fd6 Tentando a minha própria distorção temporal
  • O ponto referencial – sempre que for fazer um timelapse do espaço, lembre-se de colocar uma casinha, ua pedra, uma planta, uma arvore, ou qualquer coisa que seja, desde que fique imovel, e seja reconhecível. Isso é importante para “situar” o cérebro do observador, senão ele pode pensar que a cena foi feita de uma nave espacial ou de uma luneta.
  • Uma dica importante diz respeito a velocidade do giro do nosso planeta. Se você der a bobeira de setar um intervalo de registro muito grande, terá problemas de flickering no movimento das estrelas. Este foi meu principal erro (pelo menos que eu consigo notar no meu atual estagio de conhecimento semi-nulo de fotografia) já que a Terra gira RAPIDAÇO! Não parece, mas a câmera consegue ver isso melhor que nós dois. O time-lapse dos gringos malucos parece que tem um tempo baixo entre cada batida, e com isso, eles registram a estrela bem perto do mesmo ponto entre cada frame do video. Desse jeito, o arranjo faz com que o movimento de deslocamento dos astros do firmamento seja mais suave e lindo. Fazendo isso, o video dura mais também e registra objetos que passam rápido como aviões e satélites de forma mais bela e nítida.

A parte mais complicada pra mim foi pegar um monte de foto preta e fazer aparecer as estrelas no photoshop. A imagem RAW tem a vantagem de te dar a imagem integral, deixando que você possa usar os controles depois que bateu a foto e não antes. Parece meio magico e confesso que pra mim ainda é um pouco. Com apenas alguns ajustes já brota um pancadão de estrela que estava lá o tempo todo e eu não conseguia ver. Mas a imagem Raw tem muitas manhas, muitos controles, e esta é a parte mais difícil porque não sei o que os gringos fazem para aparecer esse STAR TREK no céu. Nessa parte, se alguém aí souber algum macete, dica, truque, macumba de photoshop… O que vier eu traço e agradeço.
Com o adobe bridge dá pra criar um ajuste padrão baseado numa foto RAW e aplicar todos aqueles controles e presets em todas as trocentas mil imagens de uma vez.
Dica: Demora séculos! Vá ao cinema.

No fim das contas, você vai mandar gerar copias das imagens RAW já ajustadas no formato TIFF com compressão LZW. Pra fazer a joça virar um filminho, é fácil. Pegue o quicktime player de guerra e mande abrir “sequencia de imagem”. (tem que ser versão pro) Escolha as imagens Tiff na pasta e mande abrir. Quando ele abrir, você manda exportar como filme do quicktime. Aí ele pergunta qual a taxa de frames do filme. Basicamente, é o seguinte: Televisão é 30. Cinema é 24 e stop motion eventualmente chega a ser 15. Eu escolhi 24, e confesso que chutei. Talvez se tivesse jogado 30, isso poderia ter reduzido o flickering do meu video. Mas não tenho certeza disso. O que eu sei é que mandou gerar o filminho a partir das fotos, pronto. Espere um cacetão de tempo e tchã! Virou um filme.

A imagem resultante será gigantesca, já que pelo menos a minha maquina só faz o raw em imagens enormes, mas isso pode ser útil, já que sem dindim para comprar uma grua eletrônica ou um tripé de motion control, eu estimo que seja possível controlar o deslocamento de um video enorme sobre o stage de video, usando um combustion ou premiére. Assim, seu video pode ser deslocado horizontalmente, adicionando uma sensação sutil de pan e /ou dolly, que não existia quando você registrou as estrelas. Claro não é a mesma coisa, mas o custo de fazer isso é zero reais!
Eu pensei em adaptar um velho toca-discos, acoplando um “braço” metálico com uma cabeça de tripé nele e assim ir controlando o giro dele com um dimmer. Fazendo isso, talvez seja possível obter um deslocamento sutil e belo como o motion control daqueles caras. Mas aí já é papo para o McGyver!

Estou aberto a macetes e dicas. Eu não sou fotógrafo, então se eu tiver falado uma solene merda aqui, já peço perdão antecipadamente.

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