Soneto da mulher ilustrada

Sozinho com meu giz pastel Desenhei seus lábios no papel Marquei seus olhos cor de céu Acariciei seu corpo a pincel E nas voltas que o mundo gira Pensava que tu eras mentira Doce mistério de vampira Delírio carnal que me inspira Mas vi que tu eras verdade desenhava com facilidade toda tua sensualidade Por …

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A ilusão de fogo

Olha só que maneiro esta ilusão de fogo. Isso se chama perspectiva forçada. Muito legal. A musica do video é excelente também. Se alguém souber que musica é essa, me avise, por favor.

O maior sapo do mundo

O maior sapo A maior Rã ( em inglês eles usam frog pra tudo) do mundo é esta rã monstra do papo amarelo africano.Ela é conhecida como Rã Golias, devido ao seu tamanho. Quando adulto ele chega a 33 centímetros e pesa cerca de três quilos. Curiosamente, o animal é raro, porque as pessoas gostam …

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O menor sapo venenoso do mundo

O menor sapo venenoso do mundo é este minúsculo serzinho, do tamanho da ponta de um lápis. A despeito de seu tamanho diminuto (apenas um centímetro quando adulto) ele é um primor em termos de veneno. Sua toxidade é suficiente para matar várias pessoas. A pele dele é cerca de 200 vezes mais tóxica que …

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O Cartão Negro – Parte 7

Paulo agarrou Clóvis pelo braço. Ele não disse nada. Apenas apontou para o monitor.

Foi Clóvis que leu o diálogo entre ele e a amiga na Suécia e em seguida olhou para Paulo com os olhos arregalados.

-Fudeu! – Disse Clóvis com terror.- Mas cadê o nome dela?

-Não sei, cara. Não sei explicar. Não apareceu pra mim.

-Ué. Que estranho. Você tem certeza que essa dona aí não tá te zoando?

-Não não, ela nem conhece a Michelle. Lê aqui ó. – Falou Paulo apontando para a tela.

-Véio, isso é muito bizarro mesmo. Mas a teoria em que o nome surge na sua mente acaba de ir para o saco, já se ligou disso?

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O cartão negro parte 6

Paulo tenta desesperadamente anotar os nomes, mas são muitos.

Ele anota apressado os que vê:

Sandra Rocha de Oliveira

Cássio Linhares Rosa

Rafael de Oliveira Trovão

Genivaldo da Silva

Maria Auxiliadora do Prado

Então a tela fica preta. Paulo dá reload na tela, mas ela está preta. No total devia ser uns 30 nomes ou mais. Certamente mais, porém, no susto, Paulo só conseguiu anotar os cinco primeiros.

Paulo gritou Malucão que acordou com uma leve ressaca. Malucão cambaleou até o computador.

-Ah, não! Você me chama pra ver a porra da tela preta?

-Não, cara. Apareceram mais nomes. Vários. Muitos nomes. Devia ter mais de vinte, mais de trinta, sei lá. Mas eu consegui anotar só os cinco primeiros, pois aí a tela ficou preta.

-Cadê?

Paulo estendeu ao amigo o bloco com os cinco nomes

-Caralho, deve ser algum desastre.

-Se todo mundo da tela morrer, vai ser um problemão mesmo.  -Concordou Paulo.

-E aí? O que a gente faz?

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O cartão negro – parte 5

Paulo e Clóvis voltaram para a empresa. No percurso que levou do local do acidente até a companhia, os dois não trocaram uma única palavra, mas o cérebro deles estava a mil.

Quando Paulo e o amigo chegaram na empresa, o expediente já estava terminando. Assim que entraram no setor, a recepcionista os olhou com uma cara estranha.

-Que foi? – Questionou Clóvis. A mulher não disse nada. Apenas contraiu a boca de um jeito bizarro e apontou para a baia dele.

Paulo foi andando na frente. Logo atrás, vinha Clóvis. Ao chegarem nas baias, viram que Cardoso estava na porta, tal qual um leão de chácara. Os braços cruzados. A tradicional cara de poucos amigos. O olhar traiçoeiro de sempre.

-Onde vocês estavam?

-Bom, doutor Cardoso… Sabe o que é? – Começou a se explicar Malucão.

-Não. Não precisa começar com desculpa esfarrapada não. Estou de saco cheio de vocês. Sair no meio do expediente, sem avisar, nem pedir. Que porra é essa? Vocês tão pensando o que?

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O cartão negro – Parte 4

Paulo colocava o cartão do Inspetor Farias na pasta de cartões profissionais enquanto respondia as perguntas do investigador.
Farias quer saber quem ele é, o que faz da vida, etc. O jovem estranha o súbito interesse do policial. Reluta, mas continua a dar detalhes sobre sua vida.
-Trabalha onde?
-Na SegCorp.
-Faz o que?
-Redijo e analiso contratos.
-Trabalha lá a quanto tempo?
-Quatro anos.
-Sempre morou aqui na cidade?
-Sim.
-Estudou onde?
-Me desculpe perguntar, inspetor, mas qual o sentido dessas perguntas todas?
O policial diz que tem uma coisa a mostrar. Saca um gravador do bolso e toca a mensagem que ele gravou na secretaria eletrônica da construtora. O jovem se espanta.

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