Archive - julho, 2009

Quer levitar?

O maglev cobra terá um estande no CONINFRA 2009, com o módulo levitando e tudo. Quem quiser conhecer melhor, conversar com meu pai, com o Richard, e ver o módulo levitando ao vivo e à cores (e dar uma levitada nele) é só ir ao evento, que começa terça-feira:

http://www.andit.org.br/coninfra2009/
Terá uma palestra do meu pai sobre a ligação com o trem bala Rio X São Paulo também.
Não deixe de ver também o modelinho conceitual da montanha-russa com maglev!

Bem legal. Eu não estarei lá, pois estou me mudando para dar mais conforto ao Juca.

Como saber se um cara é rico?

Como saber se um cara é rico ou não apenas olhando pra ele?

Simples:
(mais…)

No meio da confusão

Pois é, pessoal. Antes de mais nada peço desculpas pela ausência blogística. É praticamente impossível postar tendo que fazer uma mudança. E não é uma mudança qualquer,  é uma mudança meio às pressas, meio de última hora, indo para uma casa mais longe, mais difícil de morar do que o apartamento onde eu moro.

Além de encaixotar tudo, estou acompanhando uma série de atividades de pintura e acabamento na outra casa, para onde eu vou daqui a uns dias. Ocorre que o dono do meu apê aqui mandou avisar que vai vender meu cafofo e como meu contrato de aluguel já estava vencido tinha três anos, isso foi como um “rapa-fora!”

O pior é que nosso apê próprio ainda está construindo e só vai ser entregue (se tudo der certo) em janeiro, o que significa que tivems que arrumar um cafofo para enfiar milhares de bonecos, espadas, monstros e até uma ossada de boi (sim, eu tenho uma ossada de boi no quartinho dos fundos) por uns 4 a 6 meses.

Imagina só a dificuldade de arrumar um imóvel por tão pouco tempo. A solução foi uma casa de uns amigos dos meus sogros, que pretendem vender e que nem está totalmente pronta. Na verdade, ela está 99% pronta, só faltando fazer aquele 1% que torra uma nota preta e não acaba nunca, sabe? Pois é. Eles precisavam acabar a casa e de alguém para tocar a obra, pois se mudaram para São Paulo. Nós estavamos em busca de um cafofo, e assim, resolvemos o perrengue um do outro e pronto. Então a boa nova é que eu já tenho onde morar.

Agora só falta empacotar tudo e marcar o caminhão. Mas tá dando muito trabalho, pois temos muita coisa, e muita coisa guardada do tipo que você guarda e como nunca mais vê, acha que não existe mais.  Então é interessante este troço de mudar. A gente vai desencavando coisas e redescobrindo lembranças que não acabam mais. Eu levo horas para empacotar meus livros, pois quase cada um que eu pego, não resisto e dou uma folheada… E aí…Sabe como é. Leio um capítulo, outro e mais outro. E assim, mudar torna-se um suplício até agradável sob um certo ponto de vista.

O problema maior é que eu sou um puta dum lixeiro, e com isso acabo juntando coisas, tralhas, pedaços de brinquedos, tampas de plastico, tubinhos, um sem fim de bugigangas, folhetos, folders, panfletos, livretos, e por aí vai.

São mil merdinhas que eu simplesmente não sei onde guardar. Coisas desprezíveis mesmo,  mas são essas pequenas merdinhas os esteios invisíveis que me confortam o espírito, pois mesmo que eu nunca mais veja, sei que cada uma delas estão lá, escondidas numa gaveta, perdidas junto com pilhas velhas, um eliminador de baterias do tempo do onça e meia dúzia de tampinhas de água mineral.

Guardando essas coisas eu começo a pensar que as pessoas são como icebergs mesmo. Só o que vemos e conhecemos é uma pequena parte, que aflora a superfície, mas o grosso está espalhado, distante dos olhos, longe da mente objetiva, na mais obscura e profunda fenda de lembranças. Remexer os guardados é sempre um processo de autoconhecimento. É ter contato com um retrato do seu eu mais verdadeiro, pois tudo que guardamos tem um motivo e este motivo, quando observado diz muito sobre quem nós realmente somos. E muitas vezes, podemos descobrir surpresos, que não sabíamos quem realmente somos.

E as fotos? Achar fotos antigas perdidas dentro de livros, como a em que eu apareço ganhando mil cruzados do meu falecido vô Arlindo, com a Tia Maria toda feliz ali atrás, me trazem às memórias momentos que eu já havia me esquecido. Lembro o que eu fiz para gahar o prêmio, dado num natal na casa da Vó Glorinha. Eu vejo que na foto uso uma pulseira de espuma no braço. Imediatamente, a pulseira vem à minha mente e sei que é o natal em que ganhei uma zarabatana que disparava flechas com velcro e que acertavam num alvo de feltro.

Todos os primos ganharam o mesmo e – óbvio -  que o alvo de feltro foi deixado de lado para um momento mais oportuno, já que atirar flechas uns nos outros era a maior diversão.

E então eu lembro de todo mundo reunído, dos meus primos, das brincadeiras, das eternas piadas do Vô Arlindo, das aventuras de agentes secretos em bases feitas com colchões de espuma, das pessoas que já morreram…  E então, ali, sozinho, sentado numa caixa, bem no meio da confusão, eu me lembro de como sou feliz.

Acertou a quadra na loto graças ao biscoito da sorte

09chinainbox Acertou a quadra na loto graças ao biscoito da sorte

A mãe do meu amigo Brunno Vieira, lá do Blog Virou Zona foi comer no China in Box e resolveu jogar os numeros que vinham como sugestão no biscoito da sorte.
E não deu outra. Ela faturou a quadra com os números. (se fosse o Hurley, saberíamos quais eram eles)
O mais intrigante pra mim não é a mãe do cara ganhar na quadra com o numero do biscoito, mas sim jogar os números sugeridos pelo biscoito. Eu sempre pensei que aquilo ali ninguém levava a sério.

A sala de jogos do Michael Jackson

Já tem um tempão que o Renato me mandou isso, mas a fabricação do Aqua Rex e a minha mudança (simultaneamente) tem feito meus emails se acumular.
Fica a dica. É de bolar qualquer um, principalmente fãs de Star Wars.

Eu queria saber tocar guitarra assim

Olha só o moleque joselitando na guitarra com o Vivaldi.

Outro que curte fazer estes videos tocando guitarra com ele mesmo é o famoso Ozielzinho.
Gostei deste porque ficou bem maneiro o lance da musica clássica com a guitarra, que é um instrumento típico do rock.

Abortado, enterrado vivo e sobreviveu! (fotos chocantes)

Recebi pelo email de um leitor do blog que não quis se identificar as fotos de um caso assombroso. Uma mulher abortou uma criança no meio do mato e tentou matar o próprio filho, enterrando-o numa toca de tatu e cobrindo com terra.
A sorte do bebê é que um cão de rua chegou até o local e cavou onde estava o bebê, já sufocando. O cão liberou a cabeça da criança que pode respirar. A terra aqueceu o corpo do bebê, mas não impediu a ação das formigas e insetos.
Contra todas as probabilidades, o bebê sobreviveu e foi resgatado por moradores locais.
(images fortes)
33585923 Abortado, enterrado vivo e sobreviveu! (fotos chocantes)
(mais…)

Controlar jogos com a mente

É antigo mas é maneiro. Por isso, para quem não viu aqui está.

Dica do Rodrigo Trovão

Page 1 of 3123»