Archive - janeiro, 2009

Karen Ferrier, a fanática por dalmatas

O mundo está cheio de pessoas fanáticas por praticamente qualquer coisa. Esta aqui é fanática por dálmatas. Ela se chama Karen Ferrier, e já torrou quase 5 mil reais em cerca de 3500 itens e quinquilharias diversas dos dálmatas.

article002f85e1b000005dol4 Karen Ferrier, a fanática por dalmatas

São itens de picnic, velas de banheiro, adesivos, cadernos, canetas, borrachas, apontadores, mochilas, arco, camisas, bolsas, merendeiras, bonecos, enfeites, relógios, enfim… Um montão de badulaques. Ela está se desfazendo da coleção que levou 11 anos para juntar porque vai se mudar para uma casa menor.

article002f86415000005dcl7 Karen Ferrier, a fanática por dalmatas

A coleção surgiu quando ela comprou um filhote de dálmata chamado Dito e desde então, não parou mais. Seu mais curioso item da coleção é um carro, que ela mandou pintar com bolinhas.

Provavelmente sua loucura pelos dálmatas tem relação direta com o filme da Disney, 101 dálmatas.

O número total de pintas desenhadas nos dálmatas do filme “101 Dálmatas”:  Seis milhões, quatrocentas e sessenta e nove mil, novecentas e cinqüenta e duas. Para isso foram gastas 3.028 litros de tinta.
Quando o filme foi feito, em 1961, ainda não existiam computadores para executar estas penosas tarefas. O cão Pongo tem 72 pintas, a cadela Perdita, 68, e cada um dos 99 cachorrinhos, 32. E o filme, 77 minutos de duração. É um pesadelo de bolotas!

O filme baseou-se no livro infantil Os 101 Dálmatas, da autoria da escritora inglesa Dodie Smith e foi o primeiro desenho animado da Disney passado num ambiente contemporâneo – a Londres do início dos anos 60 – e a afastar-se dos enredos de contos de fadas e livros infantis tradicionais.

Curiosamente, pesou para a escolha do filme da disney o fato de que seriam dálmatas como personagens, porque naquele tempo, os filmes eram desenhados à mão e as tintas mais baratas eram o branco e o preto.

Ou seja, a mulher dedicou sua vida para uma coleção que é um efeito colateral de uma economia do velho Walt.

fonte

Mestres do Beatbox

Um beatboxer é um cara que consegue fazer -usando apenas o que Deus deu a ele (boca, língua e mãos) – os sons de mais parecem criados por um DJ usando sofisticados equipamentos de audio e remixagem.

Eu não sei fazer nada disso, e vou confessar que sinto uma inveja incomensurável dos caras que conseguem fazer isso. A coisa parece até uma espécie de poder sobrenatural. Eu selecionei alguns bons beatboxers na minha opinião de leigo. Aumenta o som e taca o clique no play!

(mais…)

Situações desagradáveis

seringacampanhadoadorri5 Situações desagradáveis

Volta e meia eu acabo passando por algumas situações bastante desagradáveis. Uma coisa que me deixa puto é ser desmentido. Sobretudo quando estou com a razão.

Isso aconteceu na segunda-feira, quando eu fui com a primeira dama ao médico. Ela tinha que fazer uma punção na tireóide e estava com medo. Aquela já era a quarta punção -inútil- que a médica dela mandava fazer.

Pra quem não está por dentro do que é isso, imagina deitar numa maca e um cara com aparência sádica pegar uma seringa com um agulhão maior que o indicador do Padre Quevedo e enfiar aquilo na sua garganta e ficar xuxando aquilo lá, para chupar um caldinho, enquanto outro pressiona um ultrassom no outro lado do seu pescoço. Anestesia? Hein?

Então, aquela era a quarta vez que a tia Nivea passava pelo suplício e eu junto. Desde meu episódio do Homem Pássaro que eu não suporto nem clínica, nem consultório nem hospital. Mas marido é pra essas coisas, então eu vou com ela, amarradão para ficar segurando na mão dela enquanto rola a agulhada.

Isso por si só já é uma situação desagradável. Imagine agora que a sala onde é feito o exame é do tamanho (sem exagero) de um elevador. E estão ali: Eu, a Nivea mais dois médicos e o aparelho trambolhão do ultrassom.

Isso é uma situação ainda mais desagradável. Na segunda chovia horrores e fomos nós. Ela com o tradicional medinho de sempre: Medinho da agulhada, da dor e do resultado da biópsia.

Chegamos lá, tava lotado. Não tinha onde sentar. Acabamos ficando em pé, bem abaixo da televisão. Aquilo era uma coisa altamente incômoda, pois imagina uma sala de espera cheia de velhos e todos olhando pra você. Ok, não era pra mim, mas sim para a novela do Vale a pena ver de Novo que estava a centímetros da minha testa. Porém, não havia outro lugar naquele cubículo.

Pra piorar, eu estava com um guarda-chuva do Paraguai, desses de camelô, todo prateado, tamanho família. Eu apelidei ele de “parágua”, porque este é o nome do objeto em espanhol e porque tem uma piadinha com a origem do objeto (embora eu saiba que este parágua vem do Paraguai através da conexão xingling).

O troço é tão vagabundo, que em menos de uma semana após ser adquirido na porta do Banco do Brasil, ele estragou e não trava quando fechado. Isso significa que andar com o parágua é ficar na eterna luta com um troço tamanho família que quer abrir o tempo todo.  Guarda-chuvas gigantes não são feitos para salas de espera tão apertadas que você escuta o pensamento do cara ao lado.

Vou me abster de contar os dois pequenos acidentes ocorridos com o “parágua” ali. Mas você pode imaginar. Um foi quando ele tentou abrir. O outro foi quando uma dona tropeçou naquela merda enquanto eu lia distraídamente uma Veja de 1985 que estava mais estuprada que atriz pornô.

Horas depois, quando finalmente a Nivea foi chamada, eu me levantei todo pimpão pra ir com ela. Cheguei a entrar na salinha minúscula, mas a assistente me colocou delicadamente para fora, berrando a plenos pulmões que não podia ficar ninguém na sala além da paciente.

-Mas já é a minha quarta vez! -Tentei argumentar, sem sucesso.

Regras são regras. Eu não ia poder ver o show.  Resignado, eu me virei e voltei para meu lugar na apertada sala de espera (a esta altura, eu já tinha lugar).

Nisso, uma dona que estava ali do lado vira pra mim:

-Te expulsaram de lá, foi?

-É… -Eu disse com aquela cara de “te conheço?” pra acabar o papo. Mas a dona estava nervosa, pois seria a próxima e desandou a falar uma ladaínha que não tinha fim! Queria me contar o problema dela. Eu não estava nem aí pra ela, mas ela era insistente. E tudo que eu queria era apenas desfrutar daquele corpinho chupado da revista Veja, ali no meu colo.

-É a primeira vez? -Perguntou ela.

-A quarta. -Disse eu.

-Cruzes, coitada. O que ela tem? É tão sério assim? Você sabe se dói? É minha primeira vez… -A dona era uma metralhadora de perguntas e eu estava meio puto por perder o dia todo naquele consultório apertado como um dois de paus pra depois ser expulso do cubículo. Então soltei o verbo:

-Dói pra caramba!

-Mas e o  exame, ele é ruim? -Perguntou a dona.

- Ih, é uma desgraça! O cara saca um puta dum agulhão assim ó. (fiz o gesto) enfia na garganta da pessoa sem anestesia e fica futucando lá, e depois ele chupa um troço da sua garganta. Você não pode engolir senão corre o risco dele errar e acertar uma artéria. Enquanto isso, outro médico esfrega um ultrassom na sua güela, e isso com a agulha enfiada lá.

A dona não reagiu. Nem piscou. Ela ficou congelada, olhando para minha cara com um olhar fixo. Acho que deu um “pã” no windows dela. Nisso, me liguei que 99% de todos os da sala iriam passar por aquilo lá. Tava uma platéia me olhando. Todo mundo com a cara de “Pã! -Esta pessoa executou uma operação ilegal e será fechada”. E então eu continuei:

-Na última ela até chorou. É só esperar. Daqui a pouco vem ela, coitada.

Deu um silêncio sepulcral na sala de espera. Dali a menos de um minuto sai a Nivea rindo das piadas do médico.

Todo mundo olha pra minha cara, com um tipo de olhar inquisidor.

-Ja fez? -Perguntei a Nivea. Era a primeira vez que eu via a Nivea falar depois do exame, o que dirá rir. Nas três últimas ela saiu com a maior cara de choro, sendo que na anterior, ela chorou mesmo no elevador.

Aquilo pra mim era um erro da Matrix.

-Já sim. -Respondeu a minha mulher.

Nisso, a velha se viu num dilema em quem acreditar e entrou de sola no assunto:

-Dói muito, minha filha?

-Nada. Não dói nada. É uma agulhadinha de nada. A senhora nem vai sentir. É rápido. Super tranqüilo. É minha quarta vez e eu faço numa boa. É assim, tchum-tchum! Tranquilíssimo… Nem precisa de anestesia.

Nem falei nada. Levantei e saí. Eu concluí que é a minha presença que causa dor na Nivea. Só pode. Nas últimas vezes, era um suplício do caramba e agora isso. Saí largando uma sala de espera lotada de pessoas agora super animadas para um show de horrores.

Deputados são empossados para faturar sem trabalhar

vergonhaof3 Deputados são empossados para faturar sem trabalhar

Cada suplente convertido em parlamentar vai mamar do nosso dindim 98.500 reais (o salário mais regalias). Trabalho? Que isso? Eles estão de férias. Isso representa R$ 1.189.500,00 reais só pra esses 13 suplentes NO MÊS.

Além de receber 15 salários de R$ 16,5 mil, os deputados têm direito a uma verba de gabinete de cerca de R$ 60 mil para contratar funcionários e à verba indenizatória de R$ 15 mil mensais – para gastos com o mandato no Estado de origem, como gasolina e aluguel de escritório, entre outros.

Agora quando você ouvir falar que o Brasil não tem grana para hospitais, educação, escolas, pesquisas, infraestrutura e outros investimentos estratégicos, já sabe porque.

Por um mês na função, 13 suplentes de deputados federais vão receber cerca de R$ 46 mil, cada um. Eles assumiram o lugar de parlamentares que ocuparão outros cargos públicos e deixam o cargo no próximo dia 31, quando se encerra a atual legislatura. Durante todo o mês, o Congresso estará em recesso.

Além dos 13 deputados que ficarão um mês no cargo, outros 11 suplentes também tomam posse este mês, mas seguirão nos cargos em fevereiro.

A maioria dos suplentes substituirá deputados que foram eleitos governadores e vice-governadores ou nomeados secretários nos Estados.

Mesmo com o Congresso em recesso, os deputados empossados receberão todos os benefícios de um parlamentar. Direto para o bolso deles vão R$ 46 mil, entre salário, verba para manutenção de escritórios nos Estados, auxílio-moradia e despesas com correio e telefone.

Cada deputado ainda poderá usar R$ 50 mil para contratação de pessoal para trabalhar em seus gabinetes. No entanto, a maioria do recém-empossados não pretende alterar as equipes dos seus antecessores.

O deputado Carlos Lapa (PSB-PE) é um dos 13 beneficiados. Ele ficou com a vaga de Eduardo Campos (PSB), o novo governador de Pernambuco.

“Dá para fazer muita coisa em um mês. Quero apresentar oito projetos. Estou encaminhando ofícios para a duplicação de uma rodovia e para a instalação de um campus universitário na cidade de Carpina.” Como o plenário não está funcionando neste mês, porém, o deputado não poderá apresentar os projetos que promete.

Lapa disse que não pode abrir mão dos benefícios, pois “está tendo muitos gastos”. “Preciso do auxílio-moradia, pois estou morando em um hotel. Além disso, vou viajar para o Estado”, disse.

Outro da lista é Fernando William (PSB-RJ), que ocupará a vaga de Alexandre Santos, nomeado secretário do governo de Sérgio Cabral (PMDB). William também terá um cargo no governo Cabral, mas preferiu adiar a posse. “Pedi para assumir só no começo do mês que vem, pois tinha de assumir meu mandato em Brasília. Ainda não sei quais benefícios terei, mas sei que são direitos previstos pela Constituição.”

Osório Adriano (PFL-DF) assumiu o posto do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Dono de um patrimônio de R$ 66 milhões, disse que não assumirá o mandato por dinheiro. “Vou tomar posse, mas o Congresso está em recesso. Por isso, vou descansar um pouco e ajudar o Arruda no começo do governo dele”, disse ele, que a partir de fevereiro assumirá como suplente de Alberto Fraga (PFL-DF), nomeado secretário de Transportes no governo Arruda.

(Folha de S. Paulo)

Isso é bizarro: Um sujeito saindo de dentro de uma vaca???

Olha só isso:

Não sei o que dizer. Tem que estar com muita vontade de aparacer na rede para fazer algo assim.

O velhinho da mesa de sinuca

O velhinho da mesa de sinuca
O velhinho da mesa de sinuca anda até o fundo da sala. Pela uma bola branca e posiciona. Pega o taco, passa giz nele e… Só vendo para crer.

Sexo frágil é o escambau!

Esta menina aí da foto se chama Zoe Smith e com apenas 14 anos ela levanta 159kg.

article110567602f403390wy9 Sexo frágil é o escambau!

160kg não parece muita coisa para um atleta olímpíco, mas considerando que a menina britânica é praticamente uma criança e não pesa nem a metade disso, é supreendente. Ela estabeleceu o recorde mundial em levantamento de peso para sua idade.Ela começou a levantar peso com 12 anos e espera estar na equipe olímpica para 2012.

article110567602f44b4b0pe1 Sexo frágil é o escambau!

Vai encarar?

Fonte

Escultor fera: David Goode

O cara se chama David Goode, mas devia se chamad David “Good”, afinal o trabalho dele é bom pra caramba. Especializado em temáticas de fantasia, David Goode manda muito bem na arte da modelagem.

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Ele tem uma capacidade de sintetizar o movimento e dar uma certa suavidade aos modelos que é fenomenal.

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O cara curte muito gnomos e fadas. Praticamente tudo é feito em bronze, o que faz com que as peças sejam caras. As escultura dele chegam a custar mais de 60 mil reais.

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David Goode nasceu em Oxford em 1966 e sempre manifestou habilidades artísticas. Com 18 anos o cara já era mestre. Saca só:

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Sua habilidade para retratos fez com que ele fosse convidado para trabalhar no famoso museu de cera da Madame Tussauds, onde entre varias obras, ele fez estas esculturas abaixo:

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arnierk7 Escultor fera: David Goode

Cansado de esculpir apenas o que lhe mandavam, David decidiu abandonar o museu de cera em 1994 e iniciou sua carreira de freelancer, fazendo seu trabalho focado em monstros, mitos e folclore. Seu estilo de trabalho hoje é totalmente baseado no processo de cera perdida, uma forma de obter esculturas em metal que foi desenvolvido pelos antigos egípcios. Através da técnica, uma replica em cera da peça original é obtida e destruída quando o bronze quente é derramado no molde, produzindo réplicas em bronze, é possível obter um grande padrão de qualidade e detalhamento na escultura. O processo tem alto custo, e também por isso, as esculturas são caras.

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Para conferir o passo-a-passo da escultura Gnome Hunter, clique aqui.

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