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Fotos de bebês nadando
Dando prosseguimento ao post dos bichinhos mais fofinhos do mundo, aqui está um post afrutalhado que mostra bebezinhos mergulhando na piscina. (consertei os links das imagens)
Não achei a nota de 100 dólares. (Mais um da série “se você postar, eles virão”)
Biblioteca Gump – 5 Sketchbooks sensacionais
Aqui está a Biblioteca Gump. Nessa segunda começamos com 5 sketchbooks sensacionais.
001- Jim Lee Sketchbook (2002) 002- Eric Basaldua Sketchbook (2006-TopCow) Download from Rapidshare 003- Lady Death & Women Of Chaos Gallery (1996) Download from Rapidshare 004- Quantum Dreams -The Art of Stephan Martiniere Download from Rapidshare 005- Star Wars Sketchbook Quer comprar um fantasma?
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=6tXsO35TQ-0[/youtube] Pedra assassina 4 – O terror nunca acaba
Parece título de filme B de terror, mas o fato é que acordei as 4 da manhã com uma puta duma crise de cálculo renal. É a minha 4 crise de cálculo e essa foi a pior de todas. Fui internado de emergência, tomei tudo que dava pra tomar e nada passou a dor. Desesperada, a médica de plantão mandou me dar morfina. Não fez nem cosquinha. A dor estava cavalar. Passei um dos maiores apertos da minha vida hoje. Fiz até tomografia, porque os médicos estavam intrigados com a intensidade e a posição da dor. O bicho pegou feio pro meu lado. Esta pedra começou a dar sinal de vida ontem, enquanto eu escrevia o post anterior. Não tem nada pior que escrever com crise de pedra nos rins. Bem, talvez até tenha, já que qualquer coisa é ruim com isso. A dor só passou quando eu expeli a maldita. A maior pedra que eu já expeli até hoje. Por isso não teve post hoje. (estou de licença médica). Brabo, né?
Reflexões sobre a pretitude das coisas
Sempre dizem que “a coisa tá preta” quando estamos numa situação que vai de mal a pior. Pessoalmente, eu tenho uma certa relação de amor com a cor preta, que os mais chatos teimam em corrigir dizendo que preto não é cor e sim ausência de cor. Mas isso é algo difícil de admitir quando se passa a vida toda na escola e em casa cercado de lápis de cor preto, canetinhas pretas, tinta de nankim preta, aquarela preta e etc. De uma certa forma o preto para muitas pessoas assume uma conotação negativa, como por exemplo, a cor do luto. Basta morrer alguém querido para todo mundo se enfiar em roupas pretas. Mas em contrapartida, existem belas roupas pretas, como aqueles vestidinhos chamados pelas mulheres de “pretinho basico”. Para acompanhar, nós homens temos os belos ternos Armani pretões, que deixam qualquer um com cara de James Bond, ou na pior das hipóteses, de Agente Smith. Temos os carros pretos, cada vez mais comuns nas ruas do mundo. Talvez Henri Ford estivesse dando uma de profeta visionário quando disse que qualquer pessoa poderia ter um Ford da cor que quisesse, desde que fosse preto. Parece que isso está acontecendo lentamente. Olhe em volta e procure um carro amarelo ou laranja. Você consegue ver algum? Hoje sabemos que a maior parte dos carros com melhor valor de revenda são preto, branco e prata. Talvez por isso essas cores mais sóbrias vendam tanto. Então, o preto é uma cor que também exala uma certa sofisticação. Entre uma Ferrari “vermelho-chegay” e um Lamboghini morcegão preto, eu fico com o bólido negro.
Talvez porque eu gostasse daquela série Super maquina (onde o carro NÃO era um lamboghini, mas devia ser). Em parte era porque o carro falava com uma voz meio robótica. E também porque era preto. O preto exala um mistério. Transmite uma certa segurança.Talvez isso explique porque no circo, os palhaços se vestem com cores coloridas e os mágicos usam o preto. O preto também é uma eficiente cor para produzir o medo. Veja Darth vader por exemplo.
Você levaria Darth Vader a sério e ele fosse assim?
ou assim?
Não, né? Outra coisa que me impressiona é o poder do preto de adicionar valor em certos produtos banais. Observe só. Esta caixa de lenços de papel. Ela é toda preta. Inclusive os lenços.
Enquanto uma caixa de lenços de papel padrão branquinho não chega nem a um dólar, esta aqui custa 149 doletas. È o poder do preto.
Tatuagem no lábio é para newbies.
Pois é. Muita gente se impressionou com o post mostrando as pessoas que tatuaram a parte de dentro dos lábios. Mas isso é coisa para newbies, já que surgiu alguém com tatuagem no palato!
Bizarro: O video pornô de Mini Mim! Tamanho não é documento.
Pra quem não é a Branca de neve mas curte ver um anãozinho cheio de saliências, aqui está o video bizarro do ano. Mini Mim (lembra dele?)
Verne Troyer (o verdadeiro nome dele) fez um videozinho de sacanagem com a namorada. Até aí tudo bem. Milhões de pessoas no mundo fazem videozinhos pornôs caseiros. Pamela Anderson, Paris Hilton e Britney Spears que o digam. A moda dos videos pornôs caseiros que expõe pessoas ao ridículo e viram febre na internet é um poderoso instrumento de esculhambação para uma mídia geralmente sem muito assunto. A coisa chegou a um ponto que esperamos e tem até bolão para saber qual será a próxima celebridade decadente a surgir numa coisa do tipo. Mas eu sinceramente nunca imaginei que a bola da vez seria Verne Troyer, o Mini Mim. Mas que seja, afinal anões também fazem sexo. Inclusive isso ajuda a tirar a dúvida sobre aquela idéia Tolouse Lautreciana sobre anões terem pintos gigantescamente desproporcionais para a altura deles. Ao que parece, muita gente teve esta curiosidade, já que o video pornô de Mini mim gerou uma legião de produtores correndo atrás do ator para lançar o video no mercado. De acordo com o site TMZ, o produtor Kevin Blatt, da SugarDVD, empresa que comercializou o pornô de Paris Hilton, teria feito uma oferta de US$ 100 mil (cerca de R$ 150 mil) para distribuir o filme de Troyer e sua namorada. A assessoria do ator ainda não se pronunciou. Não vejo a hora de lançarem este video. Vou dar de presente para a Denise no aniversário dela hahahaha. O protético indiano
Esqueças os implantes dentais. Esqueça o dentista.Esqueça a pasta de dente, o fio dental. Quando você vive na Índia, não tem dentes e deseja ter um belo sorriso, pode se dirigir a um dos protéticos espalhados em banquinhas de camelô nas ruas da cidade. Ali você encomenda sua prótese dental, ou dentadura, como é mais conhecida.
Nessas banquinhas eles oferecem uma montanha de dentes de verdade (provavelmente retirados de cadáveres ou vendidos por miseráveis famintos que não tem nada para dar em troca de um prato de comida) que são presos a um molde de resina feito na hora (e com aquela higiene que você confia e o precinho que pode pagar!). Terminado o serviço, saia de lá rindo atôa. Nada mal! Afinal, seu sorriso é o seu cartão de visitas.
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