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Obedece a la morza: Aditivos para o seu pesadelo
Volta e meia alguns leitores me mandam coisas bem bizarras. Alguns joselitam e mandam coisas tão bizarras que eu nem posso publicar aqui. Mas volta e meia algumas coisas dessas são tão bizarras que fica irresistível não postar. O Leozão manda “obedece a la Morza”. Desde rubber johnny que eu não tinha uma sensação de estranhamento deste naipe. Aposto que isso dará uma nova dimensão aos seu pesadelo: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=SGNGd53CzFo[/youtube] [youtube]http://br.youtube.com/watch?v=Stbeg6msOUk[/youtube] Segundo a comunidade do treco no orkut:
Tribo selvagem fotografada de avião
Todo mundo já sabe porque saiu na capa dos jornais, deu no radio, na net, enfim. A notícia é velha. Mas é um assunto bem curioso e eu vou deixar aqui registrado esta “incrível” descoberta de mais uma tribo perdida no meio da Amazônia que nunca teve contato com o homem branco.
Ouvi no rádio que existem aproximadamente 15 tribos isoladas já mapeadas pela Funai e até então não divulgadas para proteger esses grupos. O triste é saber que agora estas tribos não vão durar muito, já que em pouco tempo, missionários, garimpeiros, doenças e a maldita cachaça chegarão lá. Tomara que eles sejam canibais.
A notícia é acompanhada desta incrível foto de dois índios lançando flechas contra o avião da Funai. Ao fundo vemos uma índia. Estes índios estão todos coloridos. Os homens cobertos de urucum vermelho e a mulher tingida de genipapo. Especialistas acreditam que este grupo não tenha qualquer ligação dialetal ou parental e cultural com os grupos atualmente conhecidos. (ouvi isso no radio) Mas me pergunto, como que pode isso, já que querendo ou não eles tem ligação parental por conta da ocupação indígena no país. Agora, cultural e dialetal pode ser que realmente eles sejam únicos. Um tesouro antropológico escondido a sete chaves.
Eu acho superlegal esse lance de tribos desconhecidas, perdidas em meio a vestidão selvagem da Amazônia, mas o que me intriga e entristece um pouco é perceber que os índios ainda são tratados como joguetes dos interesses mais diversos. Bastou a confusão entre índios – usando roupas e facões comprados por grupos missionários religiosos e visívelmente politizados, agricultores querendo ganhar mais e mais, e governo tentando encobrir sua incompetência e ingerência sobre muitas questões de ordem e segurança nacional estourar para que a Funai lançasse na mídia nacional e internacional dados sobre uma tribo que estava oculta para a própria “proteção”.
A Funai diz que sacrificou o segredo sobre esta tribo porque quer protegê-la. O meu medo é que o fim oculto por trás disso seja para obter atenção e prestígio num período conturbado de relações entre brancos e índios no Brasil. Me pergunto se a Funai teria o direito ou o dever de ocultar a existência de grupos humanos em áreas da Amazônia. Seria certo fazer isso com a ciência antropológica? Seria certo fazer isso com a tribo? Até que ponto devemos aceitar o contato imediato com estas tribos como algo natural? E até que ponto devemos aceitar que por um jogo de interesses, a Funai, que se vê limitada e desprestigiada políticamente por este governo pretensamente “do trabalhador” faça isso? O governo do PT defende os interesses de latifundiários, pregando a utilização de terras “agriculturáveis” para alimentar o mundo e fabricar combustível e é extremamente tolerante com políticos devastadores de florestas e barões da soja, como o governador do MT. E como ficam os índios nesse jogo? A verdade, meus amigos é uma só: O índio sempre se ferra no nosso país. É assim desde Cabral e isso não vai mudar. Retratos feitos com códigos de barras
Incríveis retratos podem ser feitos usando as mais estranhas coisas. Lembra da replica da Mona Lisa feita com torradas?
Pois então, Scott Blake é o nome do cara que leva de dois a até seis meses colando quadradinhos de códigos de barras para formar retratos de personalidades famosas. Este de Jesus ali em cima consumiu bastante tempo e 940 retalhos de códigos de barras. Blake está criando arte com códigos de barras por dez anos. O interessante é que o cara se dá ao trabalho de catar tudo relacionado ao ídolo, como revistas, livros, cds e etc e recorta pacientemente os códigos até obter o suficiente em “células” para gerar a imagem. O maior retrato de sua coleção foi o de Bruce Lee, com 2560 códigos. Mas o seu preferido é este Elvis aqui:
Há ainda: Madonna, Bill Gates, Schwarzenegger, Ozzy Osbourne e Oprah
Hipopótamo pegando onda
Uma estranha figura surgiu nas praias de Ballito, perto de Durban, na África do Sul. A figura era nada menos que um hipopótamo adulto que aparentemente se cansou de nadar nas águas escuras dos rios e decidiu pegar um sol e surfar umas ondas.
Ninguém conseguiu saber o sexo do animal, mas ao que parece, é um hipopótamo adulto que começou a seguir sozinho para o sul, abdandonando completamente seu habitat. O bicho seguiu pela costa, formada por longas e desertas praias e seguia em direção a áreas residenciais, o que implica em risco de vida para o animal, já que os hipopótamos estão entre os animais mais agressivos e perigosos da natureza. Não foi possível acertá-lo com dardos tranqüilizantes, porque ele estava na água e e os hipopótamos são naturalmente resistentes a eles, e quando atingidos eles tendem a nadar para o fundo numa tentativa de se proteger. Assim, quando o dardo fizesse efeito o animal morreria afogado. O homem que ejeta leite pelos olhos
Volta e meia a gente se depara com certas fotos que geram títulos tão malucos que ficam praticamente irresistíveis a darmos uma olhada, mesmo que a reação não seja lá tão boa. Olha que coisa gump:
Um chinês que consegue ejetar leite pelos olhos. Zhang Yinming é capaz de beber leite pelo nariz Zhang, vive na província de Shandong e demonstra sua habilidade bizarra em Nanjing city, capital da província de Jiangsu. Além dessas coisas malucas este cara já usou as orelhas Maluco vai vivenciar aventura de Robinson Crusoé (ou Lost?)
Eu ia colocar mais uma etapa do Viking Warrior, mas quando cheguei em casa ontem estava sem internet. De alguma bizarra maneira eu estou sem internet em casa há 3 dias, e não parece haver nada errado. Por isso, não deu pra colocar o Viking Warrior ontem como eu prometi. Mas assim que conseguir novamente conexão, farei isso. De qualquer maneira, eu queria comentar aqui sobre a incrível aventura que o explorador francês Xavier Rosset prentende iniciar, em uma viagem de 300 dias sozinho, completamente sozinho em uma ilha enorme no Sul do Pacífico.
A aventura será registrada em video, que dará origem a um documentário de 52 minutos. Algo que lembra bastante as histórias de Robinson Crusoé, dos sobreviventes do vôo da Oceanic Airlines da série LOST e Tom Hanks em “O naufrago”. O lado McGuyver da aventura de Xavier é sua bagagem de sobrevivência: Um canivete suíço e nada mais. O restante tem o propósito de transmitir e registrar a aventura que são uma câmera de video e um painel solar para carregá-la. A idéia é permanecer 10 meses sozinho nesta ilha aí da foto, tentando caçar e pescar para comer e fabricando roupas, cabana e tudo mais para se abrigar do clima instável do Pacífico. Ele quer sobreviver sem interferência humana e sem poluir o ambiente. O objetivo do documentário é criar uma reflexão sobre o quanto o homem precisa da industrialização e sua relação com a natureza. Maneiro. Moleque de 16 anos descobre e isola um micróbio que destrói o plástico
O ser humano é pernicioso ao meio ambiente em diferentes graus. Isso todos nós sabemos. O problema é que nossa sociedade moderna é extremamente dependente do plástico e este tornou-se uma das maiores desgraças ambientais no nosso planeta. No mundo dos dejetos plásticos um dos grandes problemas ainda sem solução são as sacolas plásticas. Essas sacolas de mercado e usadas também como sacos de lixo. Fabricadas com uma fina (tão fina e vagabunda que quem faz compras precisa colocar duas ou mais se for levar um refri de 2l, senão arrebenta) folha de filme plástico. A desgraça é que as sacolas são cada vez mais usadas e assim sendo, elas vão parar em maior quantidade nos lixões, nos mares e rios. Elas praticamente não se degradam e entopem, poluem, matam sufocados os pobres animais, como as tartarugas marinhas, que confundem sacos plásticos com águas vivas, seu alimento. Uma baleia foi encontrada morta com mais de 100Kg de sacolas plásticas no estômago. As aparentemente inocentes sacolas de mercado podem levar entre 100 a 200 anos para se decompor nos aterros sanitários. E as moléculas podem demorar até 1000 anos para se degradarem completamente. Agora imagine isso multiplicado pelas cerca de 500 bilhões destas sacolas por ano.
Foi com isto em mente que um moleque chamado Daniel Burd, de apenas 16 anos, resolveu tomar uma atitude. A idéia de Burd era apenas fazer um belo projeto para a feira de ciências nacional, que seria apresentada em Ottawa, Canadá. Com bastante sacos plásticos em casa, Burd começou moendo as sacolas até virarem um pó. Depois juntou água da torneira e fermento de pão. Ele misturou tudo isso com a terra do quintal para formar um substrato rico em nutrientes para o crescimento de bactérias diversas. Misturou bem e largou a gosma à própria sorte dentro de um recipiente a 30 graus. A cada 4 semanas o estudante removia uma amostra da mistura e colocava em uma nova mistura preparada da mesma forma, com isso aumentando a concentração de bactérias. Passados cerca de 3 meses, Daniel Burd filtrou a cultura bacteriana e colocou em 3 frascos contendo tiras com as mesmas dimensões feitas de sacolas plásticas de mercado. Como controle ele fez um quarto frasco com a cultura fervida (bactérias mortas). Em 6 semanas, as amostras de plástico nos frascos de cultura tinham perdido 17% de sua massa enquanto a amostra de controle continuava igual. Daniel refinou o processo com o uso de cultura em Placas de Petri. Assim, ele acabou descobrindo 4 tipos diferentes de bactérias no solo e que duas delas funcionavam para degradar o plástico. Então ele juntou apenas as duas efetivas e a eficiência do processo subiu para 32% em 6 semanas. Um aficcionado pela aula de ciências, o garoto resolveu adicionar um pouco de acetato de sódio para alimentar as bactérias. Como resultado, a 37 graus o consumo do plástico pelos micróbios subiu em eficiência para 43% em 6 semanas. Com esta taxa foi possível estimar que em pouco mais de três meses ele conseguiria que todo o plástico fosse degradado. O objetivo de Daniel não era apenas que suas bactérias desmontassem a sacola em pequenos pedaços ou moléculas de plástico, mas sim que destruissem o plástico completamente, do mesmo jeito que aquele processo que podia até agora demoraria até 1000 anos. Daniel encurtou para 3 meses. Não satisfeito, Daniel ainda testou o método em uma escala maior, com um balde cheio de sacolas e o resultado prático foi o mesmo. Ele imagina que seguindo seu método deve ser simples reproduzir o sistema em escala industrial e com baixíssimo custo. Foi assim que um guri de apenas 16 anos abocanhou os 30 mil dólares de prêmio mais um troféu, além do mais importante, bolsas e convites para estudos e o reconhecimento mundial por seu trabalho. Pessoalmente eu acho que 30 mil dólares para um garoto que faz isso é pouco. Acho que os milionários do mundo deviam se unir e doar dez milhões de dólares para o garoto por sua contribuição para o planeta. A deprê é imaginar que enquanto no Canadá um moleque de escola faz isso para o projeto de ciências, no Brasil um garoto da mesma idade tem só três pensamentos: Sexo, carros e futebol – não necessáriamente nesta mesma ordem. A árvore mais velha do mundo
A árvore mais velha do mundo é este pinheiro encontrado na província de Delarana, na Suécia. Segundo estimativas, esta planta tem nada menos que NOVE MIL QUINHENTOS E CINQÜENTA ANOS!
Isso mesmo, 9.550 anos, maluco. Cara esta árvore estava lá quando Sócrates conversou com Platão. Quando Jesus nasceu e foi crucificado, ela estava lá quando os mamutes ainda andavam pela Terra, quando a preguiça gigante e outros bichos da megafauna ainda existiam. Ela sobreviveu a milhares de guerras, milhões de dias frios, quentes, com vento, com neve, com chuva. Quase 10.000 anos. Neste período foi quando a humanidade inventou a agricultura. Como ela é um registro ainda vivo desses praticamente 10.000 anos, os cientistas estão animados para estudar as variações climáticas ao longo deste tempo e seus efeitos sobre a planta. |
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