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Tecido de microfibra gera sua própria energia
Cientistas americanos desenvolveram um tecido de microfbra que gera sua própria energia elétrica, produzindo uma corrente suficiente para recarregar telefone celular ou manter um Ipod ou Mp3 player tocando sem nunca ficar sem bateria. Se usada para construir uma camisa, o tecido produzirá energia apenas pelo fato de seu dono andar por aí com ela. Os nanogeradores tiram vantagem das propriedades semicondutivas de nanofilamentos capilares de oxido de zinco. Os nanofilamentos são 1000 vezes menor que um fio de cabelo e são adicionados ao tecido. Os fios formam pares que de estruturas que se parecem com pincéis, organizados como naqueles instrumentos de lavar mamadeira de criança. Uma das fibras em cada par é coberto com ouro e serve como eletrodo. Quando as fibras se encontram através do movimento, os microscópicos filamentos se esfregam, produzindo energia elétrica a partir de movimento mecânico. “Quando um nanofilamento se dobra ele produz efeito elétrico.” diz Wang em uma entrevista para a Reuters . “O que o tecido faz é transformar o movimento do corpo em eletricidade.”
O mais caro carrinho Hot wheels do mundo
Para celebrar os 40 anos da marca de carrinhos em miniatura Hot Wheels, a companhia lançou um carrinho recoberto de diamantes. O carrinho mais caro do mundo foi lançado na 150 edição da American International Toy Fair. Além de comemorar os 40 anos da marca, o carrinho de diamantes é o de número 4 bilhões. O carrinho é recoberto por diamantes brancos, azuis e negros, além de plaquinhas de rubi e está orçado em aproximadamente 140.000 dólares. Couve-flor colorida
Os cientistas descobriram um jeito de obter couve-flor de diferentes cores, como verde radiação, roxo, laranja, verde, púrpura, etc.
As couve-flores arco-íris como são chamadas são da mesma variedade e sabor da couve-flor comum, a branca, também chamada de “peido materializado” por mim devido ao seu perfume. Além de mais coloridas, elas agora podem ser mais saudáveis. Pelo menos é o que dizem os cientistas. Andrew Coker, porta voz da companhia Syngenta – que desenvolveu as plantas na Europa não através da engenharia genética direta, mas através de décadas de cruzamentos genéticos tradicionais entre espécies. A couve-flor arco-íris mantém sua coloração após cozida. Essas fotos não são manipuladas. As plantas tem esta cor forte mesmo. Se você acha que é bom pensar duas vezes antes de comer uma planta que foi resultado de sucessivos cruzamentos genéticos, pode se desesperar, porque você faz isso desde criancinha. 1- Muitos frutos e legumes que existem no mercado hoje são resultados de centenas de anos de cruzamentos genéticos para desenvolver plantas melhores, maiores, mais resistentes e com melhor sabor. É o caso do tomate, da uva, da manga, do morango, milho, pêssego, etc… 2- A cenoura não era laranja. Elas eram brancas, amarelas ou púrpuras. Foram os plantadores do século XVII que resolveram criar uma versão “customizada” da cenoura e para celebrar a família real da Holanda. As cenouras púrpuras já estão surgindo nos mercados europeus, bem como os tomates amarelos e as batatas púrpuras. Além de parecerem diferentes, estes vegetais fazem bem. O que dá cor púrpura a eles é a antocianina, que é um eficaz remédio natural para prevenir doenças cardíacas. A couve-flor laranja tem 25 vezes mais beta-caroteno que a couve-flor comum. O beta-caroteno faz bem para a pele e é um poderoso antioxidante. O cubo da felicidade
José Olympio estava voltando do trabalho para casa. Havia sido um dia árduo de trabalho. Zé, como eu prefiro chamá-lo, era um homem humilde e caminhava na beira da estrada, empurrando sua bicicleta com um botijão de gás em cima. Ele fazia aquele caminho todos os dias, pelo menos duas vezes. Isso quando não ia para casa almoçar, porque nesses dias, eram três viagens. Ele caminhava em seu passo lento, quase arrastado. Sua mente, mais vazia que a de um monge. Ele ouvia os passarinhos cantando no mato e via a terra seca esquentando seus pés sujos da graxa da oficina e não pensava em nada. Mas aquele não era um dia comum. Se fosse, eu não perderia meu tempo descrevendo os acontecimentos deste dia aqui. Zé, andava em seu passo de urubu cansado de volta para casa sem imaginar que em menos de dois minutos tudo mudaria ao seu redor. Zé deu uns poucos passos quando a coisa atingiu-lhe a cabeça. Doeu. Zé ficou tonto. Achou que ia desmaiar. Levou a mão até o crânio e assustado viu que ela estava empapada de sangue. Pensou ter sido alvo de uma pedrada. Olhou em volta e não havia nada além da estrada vazia, o mato e alguns galhos caídos na beira da estrada. Ou seriam raízes, sei lá. Zé abaixou-se instintivamente e escondeu-se como pode sob a bicicleta. Ficou à espreita. Sua cabeça doía. Não havia riso, nem fala nem sequer respiração além da sua. Ele praguejou contra o vazio e a única reação que ocorreu com seus gritos foram uns passarinhos que voaram de uma moita próxima. E fez-se um silêncio. Zé passou a mão no short e tornou a passar na cabeça. Tinha menos sangue. Ele ficou mais calmo. Foi quando notou que uma caixa de ferro estava ali, parada aos seus pés. Parecia ter o tamanho mais ou menos de uma pedra portuguesa. Mas era de ferro, ou algo assim. Ele pegou a caixinha e viu que era de metal, mas não era pesada como se fosse de ferro, nem fria, nem quente, nem leve. Era um peso médio. A caixinha não tinha solda, prego, parafuso ou mesmo oxidação. Era brilhante e clara. Graças a isso, Zé podia ver sua cara de espanto. De onde ela surgiu ele não sabia. Olhou para cima e viu o céu azul sem nuvens. Ao virar a caixinha, ele notou um pequeno texto gravado nela. Forçou a vista para ler. Zé não era “lá essas coisas” nas artes da leitura e da escrita, mas sabia ler com alguma dificuldade. “Cubo da felicidade. Aperte o botão e alguém morrerá” – Era o que ele conseguiu ler. Eram letrinhas miúdas e abaixo havia apenas um círculo bem definido…
Armadura para cachorro samurai
Parece até piada, mas é um fato curioso da história. Descobriu-se que os samurais possuíam cães que iam para o combate protegidos por sofisticadas armaduras.
Esta armadura acima pertenceu provavelmente ao cão de um samurai ou de um Daimyo, senhor feudal japonês no final do período Edo, entre os séculos XVIII e XIX. Há também uma curiosa armadura de fantasia, criada pelo artista Paul Hersey que feita é sob medida para o seu cão. Existem varios modelos diferentes à disposição do cliente. Perfeito para seu au-au tirar a maior onda naquele evento de games, quadrinhos ou RPG.
Embora não seja uma coisa histórica como a armadura de cachorro-samurai, é bem curiosa também esta armadura de aço de verdade, porém moderna, para o cão do aspirante a cavaleiro medieval.
Existe versão até para esquilos.
Compre uma para o seu cão aqui. Existe um artista chamado Jeff de Boer que se inspirou nos cães samurais para criar uma armadura samurai para gatos. È moderna, mas super legal:
O mundo das armaduras para bichinhos domésticos não se resume a cães, gatos e esquilos. Há ainda belas armaduras para ratos e também gatos, saca só:
Maluco com tempo sobrando constrói carro da F1 com palitos de fósforo
Olha só que legal o carro que Michael Arndt construiu em casa usando apenas palitos de fósforo e cola:
Foram 6 anos de trabalho em cima da escultura, que retrata com fidelidade uma McLaren F1 com a utilização de nada menos que 956.000 palitinhos de fósforo, 1686 tubos de cola UHU (uma cola que eu já usei e fede horrores!) e um gasto total na ordem dos 6000 euros, quase 20 mil reais. O carro é separável em partes para ser montado em eventos e exposições.
Riollywood
Se eu quisesse estabelecer um paralelo entre a indústria cinematográfica norte-americana e o artesanato cinematográfico nacional, eu poderia enumerar milhares de diferenças, mas talvez apenas uma diferença pudesse ser tão dramática ao ponto de justificar a discrepância existente entre uma indústria e um artesanato. Investimento. Enquanto o cinema norte-americano é custeado por investidores privados que usam a maquina cinematográfica de Hollywood como um produto de alta rentabilidade, que precisa dar lucro para existir, e que o lucro obtido com um filme financia o subseqüente, o cinema brasileiro é diferente. Aqui alguém escreve um roteiro, mostra para um diretor, que encampa o projeto com uma produtora. Eles inscrevem o projeto do filme numa lei federal e com base num amparo governamental que se justifica com a máxima de que “cinema também é cultura”, o pessoal do filme tenta captar recursos para viabilizar a produção com empresas que terão o desconto de IR proporcional ao capital repassado para a produção do filme. A grande diferença entre os dois sistemas é bem simples de entender. Enquanto no primeiro o filme tem um “dono”, que exige, obriga e pressiona para o filme se reverter em um investimento, isso é, algo que dá lucro, no Brasil a realização do filme é o fim que justifica sua existência. Então nos EUA cinema tem que reverter em grana. No Brasil, não precisa. O lucro eventual é uma conseqüência não obrigatória, e o faturamento está embutido – mesmo que na ampla maioria dos casos – veladamente nos valores definidos e apresentados para o governo que -com o NOSSO dinheiro – financiará o filme, pagando o salários de todos os envolvidos. Para quem coloca a cota de patrocínio, grandes empresas como Vale, MRS, Petrobrás, e etc, este tipo de “obra de apoio a cultura” é na verdade um jeito de pagar menos imposto, trocando uma grana que ia para o cofre do governo por uma propagandinha institucional que vem a calhar, sobretudo em filmes com boa divulgação (Globofilmes). Mas exigir bom desempenho de bilheteria, quem exige? Ninguém. Bom desempenho de bilheteria é algo difícil de se obter no Brasil, porque como sabemos, o segredo fundamental da indústria cinematográfica não está apenas na produção e sim na distribuição da obra nas salas de exibição. Ocorre que as salas no brasil são praticamente um quintal da MPA (Motion Pictures Association) órgão que representa os filmes da terra do Tio Sam. A briga por espaço é desigual por que o dono da sala de exibição não é maluco pra rasgar dinheiro. Ele é capitalista e quer ganhar dindim. Se filmes americanos são o que dão dindim, como que pode o cara tirar um desses para colocar um filme nacional que mais parece uma novela e dá menor retorno? Outra questão é a cultura do filme americano. Através de décadas o brasileiro está acostumado a ver filmes gringos na telona e rejeita filmes nacionais. Existem mais explicações para isso do que funções para o Bombril. Mas acho que as razões principais sejam que: 1- Por ser um produto praticamente artesanal com verba curta, roteiro pensado sobre uma ótica do que “dá pra fazer com pouca grana”. 2- O cinema nacional ainda amargura os reflexos de um passado em que “cinema nacional” era sinônimo direto de pornochanchada, que por sua vez eram filmecos vagabundos imitando os filmes eróticos leves italianos. 3- A falta de profissionalismo, o karma nacional, onde muitos aventureiros ignoram a necessidade técnica crendo que tudo aquilo, aquele monte de teorias é baboseira. Mais vale acender um baseado meter o filme na maquina e cair matando com atores meia boca saídos de cursinhos de teatro no fundo da igreja (quando muito!). Basicamente o problema é que muitos beberam na fonte de uns poucos maluquetes e acabaram marcando o fazer cinematográfico nacional por conceitos como “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça”, nada no bolso, nada de qualidade, nada de instrumentação, planejamento, profissionalismo e investimento. 4- Embrafilme. Amigos do rei ganham acesso a montes de dinheiro que produzem filmes sem sentido, com gosto duvidoso, com temáticas excessivamente tolhidas e pensado para grupos ínfimos de intelectuais pseudonerds. Quando o filme Dona Flor e Seus dois Maridos surgiu, tornando-se um ícone de sucesso para cinema nacional, – 99% disso quase certamente responsabilidade de uma entressafra nas produções americanas somado com o teor de sacanagem embutido na história de Jorge Amado, muita gente se escandalizou ao ver um filme dar lucro daquele jeito. Até então cinema era grana distribuída praticamente a fundo perdido. A coisa realmente mudou de figura após a “Era Collor” que funcionou no mercado produtor de midia cinematografica nacional como o asteróide que matou os dinossauros, abrindo campo para a evolução dos mamíferos. E os mamíferos que surgiram após o apocalíptico governo do PRN, foram produções mais baratas, porém com temática melhor, um olhar que parou de ignorar o fator “espectador” de até então. As novas leis de incentivo melhoraram o panorama, mesmo que para uma parcela pequena de pessoas que puderam produzir mais e melhor. As inovações tecnológicas que surgiam em paralelo começaram a dar uma melhor qualidade técnica e por um preço relativamente baixo ao cinema nacional. Surgiu a Globofilmes e seus produtos que parecem novelas feitas em película e um ou outro produto mais inovador. Mas grana, bufunfa, dindim, faz-me rir, isso não… Nada de grana. Muitos podem pensar que isso é assim mesmo, que cinema só dá dinheiro nos EUA, que são uma potência e que controlam com mão de ferro seu segmento que é dominador, escravocrata e qualquer outro adjetivo no estilo “imperialista”. Sejam eles imperialistas sem coração ou não, o fato inegável é que até os EUA são escravos de uma única coisa. Uma coisa acima de tudo: Money. Se o filme não faz sucesso em Hollywood, ferrou. Tem que dar lucro. E o Oscar é justamete um prêmio para incentivar a indústria lá. Para fazer a grana fluir e crescer. Muita gente do setor cinematográfico nacional reclama da falta de investimento, da falta de bons roteiros, da falta de atores de cinema, da falta de público e de produções que sustentem uma estrutura mínima que seja, num nível mais profissional. Só que isso NUNCA vai acontecer enquanto o cinema daqui não der LUCRO. A lógica é simples: Quer dindim? Então GERE dindim! E isso pode mudar em pouco tempo. Até então não havia no país uma coisa que é única: Alguém com grana sobrando e maluco o suficiente para apostar nesse segmento que tá com o filme queimado desde o governo Médici. Ao que parece, o maluco apareceu. Ele não veio de fora. Sempre esteve aqui e em termos de “maluquice” esse aí é nota DEZ. O nome dele é Eike Batista. O ex-marido da Luma de Oliveira, e ninguém menos que o cara mais rico do Brasil. Eike é famoso por ter idéias mirabolantes e investir nelas com a força e coragem que não se vê aqui abaixo da linha do Equador. Graças a venda de parte da mineradora MMX para a gigante multinacional Anglo American por US$ 5,5 bilhões, Eike Batista, de 51 anos, se espantou ao constatar que havia chegado ao pódium da riqueza nacional. Ele possui US$ 16,6 bilhões – e do total do negócio com a Anglo American, nada menos que US$ 3,3 bilhões irão diretamente para o seu bolso. “Sou o homem mais rico do Brasil”, afirmou, segundo reportagem da revista Exame. Sendo o mais rico empresário aqui e o 26º homem mais rico do mundo pelo ranking da Forbes, Eike, um cara que corre de lancha, investe em ramos curiosos, como energia, petróleo, mineração, restaurantes, entretenimento e agora, cinema, não tem medo de errar como seus pares no país. Ele pensa grande, assume riscos e não se conforma com negativas. Outra característica sua é ser “gente boa” com seus executivos. Entenda “gente boa” como bom pagador. A MMX, vendida para a Anglo, deverá render um montante de US$ 440 milhões para ser dividido entre 27 funcionários. Nada mal trabalhar para este cara, hein? No mercado de audiovisual, seu projeto é de destinar US$ 200 milhões para investir (com retorno e lucro, óbviamente) no cinema nacional. “Quem sabe não criaremos uma Riollywood”, disse Eike à revista Exame. O maior plano do empresário é ser o homem mais rico do mundo em cinco anos. Eu sei que isso parece maluquice, mas a julgar que o patrimônio de Eike Batista saiu de um patamar calculado em US$ 1,6 bilhão até 2005, e desde então, aumentou esse montante em mais US$ 15 bilhões em dois anos, dá pra acreditar. Será que isso é uma tendência de que o cinema nacional vai mudar? Eike promete que não poupará investimentos e vai se dedicar a alavancar de vez uma indústria de cinema nacional que gere retorno. No mercado dos efeitos especiais onde eu estou enterrado até o pescoço, este tipo de notícia é um alento. Todo investimento privado no ramo cinematográfico precisa ser comemorado como gol de virada no fim da copa do Mundo, porque empresário querendo ganhar dinheiro é coisa bem comum, mas querendo – e tendo grana própria – pra investir, aí é coisa rara, muito rara. Outro sujeito rico que já pensou seriamente em fazer filmes para ganhar grana foi o Carlos Massa, o Ratinho. Ratinho acredita que se imitar o Mazzaropi poderia ajudar o cinema e obter um aumento substancial em seu patrimônio recheado. Ele havia sido desanimado por alguns analistas de investimento, mas talvez com o aporte de Eike para o mercado de audiovisual nacional, a coisa mude de figura e outros investidores descubram que é possível fazer grana com isso e que o cinema rentável pode ir além do Didi Mocó e Xuxa por aqui. Acredito que parte dessa virada de postura com o cinema se deva ao sucesso de Cidade de deus, Central do Brasil e até Tropa de Elite, este último que só não foi maior porque a pirataria é um problema sério do nosso país.
A maior roda gigante do mundo
Tudo bem que a Skol tira onda com aquela roda gigante lá no fim da praia de Copacabana, mas se você acha que roda gigante, tem que fazer juz ao nome, então tem que conhecer a Singapore Flyer, a maior Roda-gigante do mundo. Inaugurada segunda feira, ela alcança no seu ponto mais alto nada menos que 165 metros de altura. Os primeiros a passear no brinquedo foram empresários que desembolsaram 6.277 dólares por este privilégio. (eu jamais teria coragem de inaugurar montanha russa ou roda gigante. Ainda mais pagando caro) A roda gigante é composta de 28 cabines, cada qual com espaço para até 28 indivíduos e um giro completo leva cerca de 30 minutos. Ao entrar em operação a roda gigante vai custar de 20 a 48 dólares e nos finais de semana cabines inteiras podem ser alugadas, um luxo que custa entre U$ 704 e 1057 dólares. Dá pra fazer aniversários, reuniões de negócios, comemorações, velórios e o que der na telha ali dentro. Ela só será aberta ao público dia 1 de março. Custou 170 milhões de dólares para ser feita e estima-se que 10 milhões de passageiros desfrutem do passeio, que em dias mais claros permite ver até os países vizinhos no horizonte. |
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