Bandeirão

cadastrado em: bizarro, curioso, gigante, incrível, recordes — Philipe @ 11:47 am

Impressionante o tamanho dessa bandeira em Israel. Ela ficou com o recorde de maior bandeira do mundo. Olha só as dimensões da parada: 660m por 100m. Grande, né?

Israel sabe mesmo como fazer uma bandeira grande. Tá aí algumas coisas que eles lá em Israel sabem fazer. Construir Bandeiras gigantes, muros de contenção humana, armas de destruição mortal  e foder com a vida dos  palestinos.

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Há também um outro bandeirão sensacional de 4645 metros quadrados. Esta é considerada a maior bandeira voando no céu. Adivinha só onde ela fica? Sim, meu amigo, na “terra de gigantes” Abu Dhabi, no Emirados Árabes.

Se eu fosse o piloto desse helicóptero teria medo de me aproximar desse treco. Vai que  o vento muda…

Nunca substime a “lei de Murphy”

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Boneco - Lobisomem sinistro - Parte I

cadastrado em: 3d, boneca, dicas, escultura, lobisomem, materiais, olhos — Philipe @ 10:05 pm

O Fabio Sousa me perguntou cadê os posts de modelagem. Só então eu caí na real de que tinha abandonado esse segmento do Mundo Gump desde o fim da promoção do boneco do John Locke.

Pois bem, aqui está um post de boneco. eu vou colocando os updates a medida em que for terminando as fases, já que não sei quanto tempo vai levar até este ficar pronto. Estou fazendo ele nas poucas - na verdade, ridículamente escassas - horas livres que já estão ocupadas com o livro do Mundo Gump e a finalização de um outro boneco comissionado que eu ainda não posso mostrar.

Eu ia fazer o Forrest no Banquinho, mas por falta de “investidores” para apoiar ($!) a idéia, desisti e resolvi optar por um boneco que propuzesse algum desafio em termos de novas técnicas de produção. Foi quando me ocorreu a idéia do Lobisomem sinistro.

Basicamente, este aqui:

Maneirão, né?

Esta vai ser uma peça única. Não é pensada para ser duplicada. É apenas um boneco para testar idéias e consolidar algumas técnicas novas sobre a construção de bonecos conceituais.

Bom, como sempre, tudo começa com a base. Sem a base, a gente não tem onde fazer a peça, certo? Não dá pra esculpir “no ar”. A escultura é um processo em etapas que começa na escolha do material. Como este boneco em específico é um experimento, eu não estou absolutamente certo do material final, que poderá ser polyclay mesmo ou epoxi. Provavelmente, será uma solução mista.

Então a base eu compro numa loja que vende peças de MDF e caixinhas de artesanato lá no Saara. Fica na rua Senhor dos Passos. Não lembro o número.

Eu compro esta base (que não é muito cara, mas também não é muito barata) e tem que escolher bem. O segredo da escolha da base está em ser leve e clara. Esqueça as bases pesadas e escuras. Elas contém um tipo de seiva de pinho que quando você assa começa a “minar” da peça, gerando um fedor medonho de resina. Se pingar no fogão, meu chapa… Joga ele fora, porque não tem mais jeito.

Bem, como de costume (vide tutoriais do Yoda, do Goblin e do robô) eu perfuro a base em dois pontos escolhidos “no olhômetro”, uma tecnologia altamente desenvolvida aqui por essas nossas bandas.

Após perfurar, eu uso o disco de corte da minha mini-retífica para ligar um buraco ao outro. Isso é bom, pq quando eu passar o arame, ele vai encaixar neste corte, não deixando a base bamba ou em desnível. Em seguida, pego o arame de aço zincado 1,66mm e corto um pedação grande de 1,5m. Enfio uma ponta por baixo da base e a outra ponta no outro buraco, de modo que ambas saiam em cima. Na parte debaixo da base eu pego um discreto porrete (um martelo) e dou umas boas batidas para encaixar o arame certinho no corte que eu fiz.

Depois disso eu uno os arames mais ou menos na altura que acho que dá pra ser a pélvis do boneco. (note que eu não sou muito cientificista na questão da modelagem. Salvo as vezes em que o cliente determina tamanho e etc, eu meço meio de olho e raramente dá errado.) dobro os arames em um pequeno “bololô” (nossa, termo altamente profissional!) para fazer a bacia e dali eu subo com eles entrelaçando para fazer a coluna vertebral.

 

Uma vez um aluno me perguntou por que eu não uso o método do John Brown de esculpir, colocando um cano e uma estrutura de sustentação por fora da peça, aparafusada na base. A explicação para isso não existe. Eu poderia fazer assim, caso fosse necessário. Porém, aquele trambolho atrás atrapalha um pouco. E pega mal o boneco lá todo fortão, todo ignorante e um solene cano de ferro entrando pelo fiofó dele. Por mais másculo que o boneco seja, não tem como não passar desapercebido aquele canão.

Além do mais, isso é anti-natural, já que se eu estruturo meu boneco de dentro para fora, eu estou seguindo o processo natural de sustentação da peça. Isso implica numa questão básica que é a Física. O boneco está sujeito às leis da gravidade como no mundo real. Se ele não estiver corretamente estruturado, ele despenca. Porém, eu sei que o boneco depois de assado vai ficar ali firme e forte. Já pelo método da estruturação externa, ele pode estar numa pose que provoque uma sobrecarga de peso sobre uma determinada área, que por não saber do efeito da gravidade durante a construção, eu ignoro. Assim, o meu boneco ficará mais sujeito a problemas como quebrar e rachar do que se eu fizer ele já estruturado por dentro. Agoram lógico que é mais fácil. Depende também o material. Se for usar clay, que é um material pesado pra desgraçar, aí não tem muito jeito. Ou você começa a soldar vergalhão de aço ou arruma um santo muito bom pra fazer o “milagre da sustentação” pra você.

Fazer a peça assim, sustentada por “ossos metálicos” me dá muito mais trabalho que apenas enfiar o cano no rabo dele, ligando na coluna, mas para peças médias e pequenas de polyclay (que é ultra-leve) eu acho melhor. É mais uma questão de gosto pessoal.

Bom, feito o esqueleto, o segundo passo é colocar massa epoxi sobre ele para ajudar a firmar e dar volume, já que o durepoxi é mais barato que a polyclay. Outra coisa que eu uso eventualmente para dar volume, reduzir peso e ajudar a assar a peça de dentro pra fora é papel alumínio amassado. Neste caso eu coloquei mais para ter uma idéia dos volumes. Mas depois eu tirei e fiz a estrutura base toda em epoxi mesmo.

 

 

 

Enquanto a peça secava eu me dediquei a trabalhar na parte da cabeça. Para construir este lobisomem, eu resolvi fazer o esqueleto do crânio dele e ir colocando os músculos depois, camada a camada, como numa reconstituição forense. Então o primeiro passo é construir o crânio. Usei referências de fotos de crânios de lobo para me guiar no processo.

 

 

Não é importante que fique exatamente -ultra-mega-power igual ao crânio de osso, mas é importante que tenha as formas globais corretas, como a dimensão do fucinho, da maxila, etc.Eu modelei a peça da cabeça rápido e depois comecei a pesquisar - o que eu realmente queria fazer com o lobisomem - um jeito de fazer os dentes o mais realista possível. Ok, dá pra fazer os dentes de massa e pintar eles de branco. Mas algo nisso me incomoda. Não fica realista. O dente tem uma característica de transmissão da luz. Um efeito que o pessoal que mexe com 3d mais profundamente chama de subsurface scattering, que é a capacidade da luz atravessar o objeto. Um dente de massa pintado de branco perde isso e degrada o senso de realismo.

Então, já que eu queria dente realista, eu fui atrás de um jeito de fazer isso. E o melhor jeito de fazer dentes realistas é fazer como fazem os dentistas. Usando material de protético. Eu fui numa dental (dental é o tipo de loja que vende produtos para dentistas trabalharem) e comprei o seguinte: Resina auto- polimerizável nas cores branco dente -62, incolor e rosa gengiva.

Vamos entender o que é a resina auto-polimerizável:

Basicamente é um pó muito fino ( o pó mais fino que eu já vi. Ele é tão fino que se comporta como um líquido. Parece toner.) que é composto de Polímero de metil-metacrilato, ou resina acrílica. O pó é proveniente do “líquido acrílico” que por um processo de polimerização por suspensão se transforma em “pó”.Essa transformação se faz com auxílio de reatores em que é colocado o “líquido acrílico” previamente preparado, e por meio de agitação e calor se polimeriza. Separado por uma centrífuga do meio auxiliar, o “pó” é secado em estufas e peneirado em granulações apropriadas para as diversas aplicações a que se destina.

Há também um líquido de odor muito desagradável, que é a parte líquida da combinação. O nome do líquido é Monômero de metil metacrilato, que nada mais é que um produto composto de acetona, ácido cianídrico e álcool metílico. Parece simples, não?! Existe desde antes da guerra de 39, mas sua produção só se iniciou no Brasil após 1973, em Aratú (Bahia), no complexo petroquímico da Metacríl.

O líquido acrílico exposto ao calor e à luz tende a endurecer (polimerizar). Para evitar isto e poder estocá-lo, adiciona-se um inibidor, que pode ser Hidroquinona, Metil Éter de Hidroquinona ou Topanol. Para evitar o efeito da luz e do calor eles devem ser embalados em frascos âmbar e guardados em lugares frescos. Ele é muito inflamável, portanto longe das chamas!
A parte em pó e a líquida tem que ser misturados na proporção de 2,5 partes de polímero para 1 parte de líquido e depois de misturados, a reação chega ao fim em menos de dez minutos. Isso significa basicamente que você tem que misturar os dois e espatular de leve, olhando bem para ver o ponto. O ponto desse treco é uma desgraça de achar. Ele dura menos de 5 segundos no ponto que dá pra esculpir uma forma simples. (isso pq o material é projetado para ser depositado em moldes) Logo depois que passam os 5 segundos mais rapidos da sua vida, ele vira uma borracha inesculpível. E menos de um minuto depois está duro. Durão.
O jeito é ir na tentativa e erro até conseguir fazer cada um dos dentes do lobo. O mais difícil são os caninos, porque é normal um sair maior que o outro. Depois de modelados, os dentinhos são colocados na cabecinha de super sculpey. Em seguida, eu assei ele no método econômico (usando meu bom e velho secador de cabelos Gump em cima) Para peças pequenas, dá super certo, é rápido e assa mesmo. Tão bom quanto o forno, sem precisar esperar um milhão de anos nem gastar muito gás.
Aí o crânio do lobisomem endureceu. Em seguida eu preparei um pouco de jet ( o pessoal chama a resina autopolimerizável de “jet”) cor-de-rosa para fazer a gengiva e o palato. O bom de trabalhar com o jet é que quando você pega a manha, é ótimo, já que ele não tem frescura. Seca antes mesmo de você dizer “secou!”.

Em seguida peguei um disco de corte diamantado e usei na retífica para corrigir as imperfeições dos dentes. Depois usei um disco emborrachado para polimento e finalizei com uma escova de nylon com pasta de dente (muito engraçado eu escovando os dentes do bicho) em rotação máxima. A sensação de realismo da gengiva e dentes de resina autopolimerizável me surpreendeu. eu sabia que ia ficar legal, mas ficou bem melhor que eu esperava. Parece dente mesmo. Ao vivo é mais maneiro.

 

 

Repare na minha unha de pedreiro! (durepoxi é foda!)

O próximo passo envolvia a segunda experiência dessa peça, que era obter um “olho” de melhor qualidade, já que os olhos modelados e pintados em massa estavam bem abaixo da qualidade de realismo que eu queria.
(neta parte não tem fotos porque eu estava sem a câmera oficial e a memória do meu celular lotou)
Basicamente eu fiz uma bolota de massa. Com uma faca eu dividi ela bem no meio (o macete para ter volumes iguais) e separei cada parte, fazendo com ela uma nova bolinha. Depois eu peguei cada bolinha e espetei num pedaço de palito de dente. Saquei o secador -gump e assei os olhinhos com ele.
Depois com o disco de lixa da retífica eu planifiquei a frente das esferas. Medi o diâmetro da área planificada: 4mm.
Abri o navegador e peguei esta imagem do olho de um lobo.

Com este olho eu criei este mapa:

Com este mapa de textura eu imprimi na escala 1:1, ou seja, 4mm cada iris usando resolução fotografica. Cortei cuidadosamente com uma tesourinha de unha e colei na área planificada da esfera.
E seguida, eu usei Verniz Vidro da Acrilex.

O verniz vidro da Acrilex é na verdade uma resina. Não é verniz. eles colocam a palavra verniz para ludibrirar os trouxas. Aquilo na verdade é uma resina epoxi cristal bi-componente de altíssimo brilho. Imagina vidro deretido? POis é. Esse material é igualzinho. Custa caro, quase 20 reais a caixinha com os componentes, mas vale cada centavo.
Você tem que misturar os dois na proporção indicada. Depois deixe descansar. Vá ler um livro, passear, etc. Digo isso porque ela é liquida como água quando você mistura os dois componentes. Depois de um tempo ela começa a gelificar. Quando estiver na consistência de mel (2,5 horas depois da mistura) eu pego os olhinhos e mergulho eles na resina e suspendo.

Vai pingar uma gota cremosa deles e vai ficar escorrendo um pouco, mas mantendo eles de cabeça para baixo, em breve se formará uma espécie de lente - igualzinho o cristalino do olho.

 

Tem que esperar secar completamente para poder colocar o olho no boneco. O material tem que secar na sombra. Não pode pegar luz UV , senão amarela. Leva 72horas para os olhinhos secarem completamente. Nesse meio tempo, eles vão ficar aqui.Por enquanto é isso.

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Biblioteca Gump - Festival dos Livros de anatomia e desenho

cadastrado em: Biblioteca Gump, dicas, download, ebooks — Philipe @ 6:40 pm

Já que o carnaval se aproxima velzomente, resolvi dar de presente para a galera que desenha-pinta-modela em 3d- esculpe ou mesmo que só curte ler sobre o assunto, alguns livros que são referências preciosas (e raras) na área da anatomia artística.

The Practice and Science of Drawing

 

Drawing the Head and Hands

 

Successful Drawing

 

Creative Illustration

 

Eye of the Painter

 

Der Nackte Mensch
by Gottfried Bammes

 

Constructive Anatomy

 

The Human Machine

 

Bridgman’s Complete Guide To Drawing From Life

fonte 

Após baixar, renomeie colocando a extensão .pdf no arquivo.

 

Os dois seguintes são mais pesados.

 

Download pelo RapidShare
Rapidshare parte 1

Rapidshare parte 2

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Download pelo Depositfiles: | 01 | 02 | 03 | 04 | 05 |

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(obs: O Depositfiles e o Rapidshare podem tirar os arquivos de lá a qualquer momento. Se não estiver mais lá, não me peça pra re-upar. E não me peça pra mandar por email pra você. Milagre é na cabana do Pai Tomás!)

Comprar

 

 

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Parte 1/2

Download Parte 1 do RapidShare
Download Parte1 do MegaUpload

Download Parte1 do DepositFiles

 

 

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Part 2/2
Download Parte2 do RapidShare
Download do DepositFiles
Download do MegaUpload

 

Os livros são colocados aqui como degustação. Se gostou, compre. Se foi útil pra você, compre. Ler no computador é como ler em pé na livraria. Quebra o galho, mas não é o ideal. Os livros do Bridgeman são difíceis pra burro de achar. Eles estão aqui como cortesia da Universal Digital Library.


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O incrível helicóptero pessoal

cadastrado em: bizarro, helicóptero, incrível — Philipe @ 4:42 pm

Eu fiquei bolado quando vi isso. Já tinha postado aqui sobre o menor helicóptero dobrável do mundo, criado por designers russos durante os anos da Guerra Fria e feito para ser disparado através do tubo lança-torpedos de um submarino. Mas esse aqui é de bolar qualquer corajoso.

Trata-se de um kit “monte você mesmo” que custa U$ 30.000 chamado GEN H-4 e possui duas hélices que giram em sentidos opostos, o que elimina a necessidade de um rotor trazeiro. A velocidade máxima é de 90km/h e sobe a 1000 metros! O tanque carrega 5 galões de gasolina, que dá para uma hora de vôo na boa.

Um jeito legal de chegar cedo no trabalho.

 

 

Ele tem quatro motores individuais e se um deles der pau, você voa numa boa só com três. Se dois derem pau, aí você é azarado e tem que morrer mesmo!

Fonte

Saiba mais sobre helicópteros individuais aqui
Você andaria neste treco? Veja os videos:

Não parece ser o mesmo helicóptero. Possivelmente existem muitas versões usando o mesmo sistema de motor e funcionamento. (o que indica que isso pode estar virando moda mesmo)

Olha outro aqui:

Quem sabe a moda do helicóptero individual pega antes do avrocar, né?Um dos bonecos que eu mais gostava de brincar quando criança (e vendem até hoje!) eram aqueles soldados de um plástico emborrachado chamados SOS commandos. Eles disputavam o mercado com os Comandos em Ação, mas os bonecos do SOS Commandos não quebravam os polegares como os comandos em ação e duravam mais na mão da molecada. Além disso eles eram parrudões e os inimigos eram tão mal encarados que chegavam a dar medo.

Uma das coisas legais desses bonecos era que eles tinham um helicóptero enorme que dava pra colocar os bonecos dentro. Alguns vinham com uma espécie de kit de um helicóptero particular muito parecido com isso aí. (uma coisa totalmente chupada do Falcon)


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Três clipes maneiros em estilo medieval

cadastrado em: music, videos — Philipe @ 3:09 pm

Achei três clipes bem maneiros no You tube. Todos em estilo medieval-fantástico. Super legal. Queria fazer um clipe assim algum dia.

Este é o clássico dos anos 80 -Voyage-Voyage do Desireless, numa roupagem de canto gregoriano. O clipe ficou dez. Mas se eu tivesse feito, o Rei Arthur chegaria do outro lado do lago e quando levantasse o elmo, estaria morto, hehehe. A mulher podia ser mais gata também. Tá muito fraquinha. Parece doente. Mas o visual de um modo geral, é bom. Saca só:

O clássico do grupo ERA - The Mass. Uma versão muito boa do Carmina Burana. (já até postei isso aqui, eu acho)

E mais um do ERa. A musica mais conhecida do grupo. Ameno

Se eu tivesse feito este clipe, no final quando a menina corta o obelisco, ela ia libertar um puta dragão vermelho, que sairia voando soltando fogo pra todo lado.

E de quebra vai um que eu achei aqui e a música não é lá essas coisas, mas tá valendo mesmo assim. O clipe se chama The breath of life -Mirror Eyes. Tava indo bem até aparecer a cantora. Eles deviam ter feito como faz o Era, que tiram a cantora e colocam uma gata ultra-powe-gostosa no lugar.

Engraçado que eu achava que seria bem mais fácil achar clipes no estilo fantasia. Mas só achei estes. Caso você conheça um bom clipe de fantasia nesse estilo, indica aí nos comentários.


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A alga assassina está se espalhando - Mais uma cagada ecológica no planeta

cadastrado em: absurdo, bizarro, doenças, mutante, peixe, plantas, sinistro — Philipe @ 12:51 pm

Eu vi no site Damn Intresting uma notícia que me deixou bolado:

Em 1980, funcionários do zoológico de Wilhelmina em Stuttgart estavam trabalhando no embelezamento de seus aquários. O problema deles é que os peixes estavam comendo todas as algas e plantas aquáticas.
Foi quando descobriram que havia um tipo de planta chamada Caulerpa Taxifolia, que além do verde brilhante e bonito, apresentava uma rapida taxa de crescimento, aliada ao fato de que ela segregava uma toxina nas folhas em forma de samambaia que tornavam o gosto da planta abaixo de vomitável para os peixinhos. Empolgados, os caras da manutenção dos aquários importaram a plantinha e começaram a colocá-las nos aquários.

Assim, ao longo do tempo, submetendo as espécimes para aquário a duras condições e selecionando apenas as que sobreviveram, os pesquisadores desenvolveram uma nova versão da alga, chamada Caulerpa taxifolia (Vahl) C. Agandh.
Esta era uma nova planta, melhorada genéticamente e de crescimento ULTRA rápido. O objetivo desta seleção de genes para gerar uma planta turbinada era vendê-la para outros hobbistas e museus.

Por um tempo, foi tudo bem no mundo da botânica marinha. Só que - Lei de Murphy: “Quando algo puder dar errado, dará!” - em 1984, um metro quadrado desta nova variedade de Caulerpa foi encontrada brotando livremente no Mediterrâneo ao largo da costa de Mônaco, bem do lado de fora do Museu Oceanográfico. Acredita-se que um pequeno pedaço da planta tenha ido pelo ralo, levado pela bomba e jogado na estação de tratamento, onde graças aos seus “super-poderes genéticos de sobrevivência a qualquer custo”, ela aguentou firme e foi parar no paraíso - o mar Mediterrâneo.

Não precisa ser muito esperto para imaginar que uma planta genéticamente modificada para crescer rápido como um tumor e de gosto miserávelmente ruim, virou uma praga terrível. Enquanto as organizações envolvidas em sua criação e liberação acidental no meio ambiente discutem os culpados, num eterno jogo de empurra que não vai dar em nada, a planta assassina se espalha, destruindo tudo ao seu redor. Os seres humanos geraram o problema e fizeram algo ainda pior em seguida: NADA.

Com o descaso, a Caulerpa se espalhou e atingiu vários hectares submarinos se espalhando e convertendo o leito do oceano em um enorme campo de golfe estéril. A planta continuou se espalhando até que em 2001 ela já ocupava acres e acres do oceano e começou a aparecer nas praias. A coisa saiu do controle completamente.

A infestação da Caulerpa parece um grande pasto de folhagens verdes, nada além disso.

Ela cresce 7,5 cm POR DIA!EEK

Isso é uma rapidez suficiente para cobrir e destruir uma multidão de outras algas, e uma vez que tem gosto horrível, todos os animais herbívoros aquáticos dão no pé rapidinho. Porque cria imensas áreas de deserto-verde submarino, os seres humanos estão saindo fora também. Isso porque a branda paisagem torna-se desinteressante para os mergulhadores, diminuindo a indústria do turismo; e os pescadores litorâneos perdem o interesse também, já que o seu peixe preferido “rapou fora”.

Graças a pesca de arrasto, as mudas da planta estão sendo semeadas pelo homem em águas distantes. Hoje elas já estão apresentando áreas cobertas de Caulerpa na Espanha, na costa da Tunísia e na Croácia. Uma vez que sua constituição é firme e rígida, e ela não sente nem cosquinha no mar mais poluído que você puder imaginar, a planta está crescendo rápido na beira dos portos, o que em breve a espalhará para outros oceanos, graças a pesca oceânica indiscriminada.

Mas calma que não é só isso! Desgraça pouca é bobagem, meu chapa…

A planta é tão violenta que um pedacinho, por mais minúsculo que seja, do tamanho da unha aí do seu polegar é capaz de sozinha, provocar o crescimento de um belo gramado de algas assassinas, o que significa que qualquer método mecânico de retirada da alga vai provocar uma maior infestação, ao invés de conter a desgraça atual.

Aventou-se o eventual controle da planta através de predadores específicos (lembra da cagada dos coelhos lá na Austrália? Pois é. Nós os seres humanos não aprendemos mesmo!) mas isso não vai funcionar, já que os moluscos que conseguem comer a planta não suportariam a temperatura do Mediterrâneo, além disso, nenhum animal consegue comer a planta na mesma velocidade em que ela cresce.

Como se não bastasse isso, a alga assassina estava viajando pelo mundo de um jeito mais eficiente: De avião. É que graças ao comércio de produtos e animais para aquário, ela se espalhou. Em 2000, duas pequenas áreas de crescimento de Caulerpas foram encontrados ao largo da costa de San Diego, na Califórnia. Outras áreas foram posteriormente detectadas ao sudeste da Austrália. Acredita-se que estas áreas contaminadas sejam o resultado de pessoas limpando o conteúdo dos seus aquários de água salgada e mandando a sujeira para o esgoto. E tome alga assassina!

Cientes do perigo, as agências na Califórnia entraram em ação aprovando uma lei que proíbe a venda e a posse de nove espécies de Caulerpa. As infestações foram tratadas através de medidas drásticas. Biólogos marinhos lideraram uma caçada à planta. Armados com as mais recentes armas na guerra botânica, eles cobriram completamente áreas contaminadas com uma lona de plastico preto que impediu a fotossíntese. Depois eles bombearam cloro para dentro das áreas cobertas, matando a alga assassina e qualquer outra coisa que teve a infelicidade de ser aprisionado junto com ela.
Seis anos mais tarde e US $ 7 milhões gastos na luta, a Califórnia pode ostentar a primeira vitória bem sucedida ao longo de uma invasão da alga assassina. Países mediterrâneos estão fazendo o que podem com a remoção mecânica, e a Austrália está tentando sulfato de cobre, um potente herbicida. Em ambos os lugares, as infestações são grandes demais para a ser aplicado o método usado na califórnia.

O que diferencia Caulerpa de outras espécies invasoras (como os coelhos na Austrália, os caracóis africanos no Brasil e as Abelhas Africanas nos EUA, entre muitos outros) é que esta alga não ocorre na natureza. Ela é o produto de reprodução seletiva e da manipulação genética, de um modo completamente planejado pelo ser humano para que ela saia vencedora em combate com qualquer outra espécie natural. Só que o feitiço virou contra o feiticeiro.

A vida de uma mosca dura 24 horas. Assim, ela vê o mundo onde tudo é extremamente lento. Se a mosca pensasse, ela pensaria que as casas, os bosques e as montanhas são eternas.

Da mesma maneira, nós humanos, vemos o mundo pela ótica humana. Nós vemos as montanhas elas parecem que sempre estiveram lá. Não vemos que elas estão se movendo. Mas estão. Para nós, tudo estará acabado em 80, 90 ou no mais tardar, 120 anos. Nós deixamos o problema para a próxima geração resolver, afinal, o problema mesmo só vai aconbtecer daqui a muitos e muitos anos…

Só que numa escala de vida de um planeta, a nossa passagem por aqui equivale a menos de um segundo em um ano inteiro. Imagina a desgraça que significamos para a Terra! Uma planta que cresce 7,5cm por dia irá recobrir o planeta todo em muito pouco tempo numa escala planetária. Será uma questão de poucos milênios para esta coisa conseguir sair do mar, invadir os rios, invadir a terra. Ela tomará o planeta.

É fácil perceber nessa situação um risco evidente da ação humana sobre algo complexo e delicado como a natureza. Não podemos apenas condenar tudo que seja transgênico ou genéticamente modificado como uma coisa vil e potencialmente desastrosa para os humanos e os demais seres vivos da Terra. É claro que do mesmo jeito que essas cagadas ambientais acontecem, as culturas genéticamente modificadas são inestimáveis para a alimentação de milhões de pessoas, produzindo mais nutrientes, crescendo em ambientes mais severos, produzindo maiores frutos, e / ou resistindo a doenças e predadores. Mas a Caulerpa é uma bela lição para todos aqueles que pensam que podem fazer o que querem com os genes de um animal ou planta.



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Japinha mandando ver tocando com as mãos e os pés no seu órgão

cadastrado em: incrível, japão, music, video — Philipe @ 11:31 am

Acho que este título vai atrair um monte de paraquedista em busca de sacanagem, mas seja como for, a verdade é que o título é literal. Saca só o que uma única pessoa consegue fazer com um único instrumento. Bizarro.


Amazing Young Organ Player Rocks Out - Watch more free videos

Estranho que quase ninguém aplaude no final. A explicação para isso é que ela está tocando num velório. (eu acho, hahahaha)


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As 15 Armas inacreditáveis do passado

cadastrado em: armas, bizarro, curioso, incrível — Philipe @ 11:15 am

Ao longo de sua evolução o ser humano gastou muito tempo desenvolvendo maneiras de combater doenças, de ter o que comer, plantar, morar, vestir. Investiu tempo em relações humanas, em abrigo, em proteção, em beleza e arte.

Mas investiu igualmente em armas e equipamentos de defesa ou mesmo em armas para deliberadamente assassinar o próximo.

O que veremos a seguir não é uma apologia a arma e ao seu uso, mas sim uma pequena amostra do engenho humano em esconder e ocultar armas de fogo.

Apresento as 15 armas inacreditáveis do passado:

1- Anel revólver

Um anel revólver pode servir para um assassinato discreto, como convinha a um agente 007 a serviço da Rainha nos tempos vitorianos. E eu que pensava que o anel mais perigoso que existe era a aliança de casamento…

 

 

(devido a alta quantidade de imagens, vou ter que colocar o leia mais, valeu?)

(Clique aqui e leia mais…)


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Minha propaganda do Viagra

cadastrado em: humor, photoshop — Philipe @ 3:16 pm

Eu tava de bobeira navegando quando achei uma foto interessante. Não resisti. Joguei no Photoshop e apenas coloquei a marca. Dá uma boa propaganda da Pfizer para o Viagra, né?


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O incrível gato que cospe chumbo

cadastrado em: armas, curioso, incrível — Philipe @ 7:46 am

A cena é digna de um filme. Terroristas sequestram um alto oficial da embaixada americana e o mantém sob o risco de morte enquanto exigem a libertação de outros terroristas capturados.

A polícia não pode fazer nada além de esperar e tentar negociar, sem ver o que acontece na sala ao lado. Ao menor sinal de invasão, o refém pode ser morto.

È quando surge no canto da parede o gato do embaixador. Antes que o terrorista possa esboçar qualquer reação, o gato dispara uma bola de chumbo que atinge o terrorista bem na testa. No segundo seguinte, uma dúzia de soldados armados até os dentes penetram na sala atirando contra o segundo terrorista e libertam o (desesperado) refém.

A situação é apenas hipotética, mas aquele gato existe. E cospe chumbo de verdade.

O gato, na verdade é apenas uma cobertura que disfarça uma das mais curiosas armas de combate modernas, o fusil “corner shot”, que pode atirar em 90 graus.


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