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Tropa da Elite

October 25th, 2007 11 Comments

Ontem choveu pra caralho. Eu, burro, idiota, energúmeno ouvi no rádio que a cidade estava um caos e fui trabalhar mesmo assim.

Saí de casa antes das nove e cheguei no meu trabalho uma e meia da tarde. No caminho eu vi todo tipo de cena grotesca. Um rato com a barriga arreganhada e as tripas para fora me deu as boas-vindas quando eu precisei dar uma volta por ruelas estreitas para escapar de um mega alagamento em que alguns poucos corajosos se arriscavam com a água no joelho.

Quando eu cheguei no trabalho não havia internet. Não havia ninguém. Só eu, o burro, energúmeno, idiota, estava lá. A Melissa me disse que o diretor havia liberado para todo mundo dar o “vazari” porque a chuva iria piorar e a calamidade pública se descortinaria com toda sua pujança cataclísmica. E não deu outra. Na volta, de dentro do ônibus, eu vi água quase cobrindo carros ali na subida da Ponte.

O rio de janeiro é uma cidade engraçada. O nome da cidade faz todo o sentido quando chove. Vira um RIO mesmo, com neguinho usando Jet sky na calçada!

[youtube]http://br.youtube.com/watch?v=xC5GULJ-LAY[/youtube]

O fato é que eu fui inutilmente para a Praça Mauá no dia mais caótico do ano e para não perder a viagem, resolvi trazer a cópia pirata do filme Tropa de Elite para assistir em casa.

Bem… Eu adorei o filme. Acho que ele representa bem o momento atual de desgoverno que vivenciamos. Achei o filme tecnicamente muito bem feito. Particularmente eu considerei o filme mais como um protesto na forma de uma obra cinematográfica que uma obra ficcional para diversão do espectador.

Eu penso naquele filme como uma representação da estrutura caótica e largada com o qual a segurança pública é tratada no país, sobretudo no Rio de Janeiro.

Um estado que já foi governado pelo Leonel Brizola, um dos mais favelizados do planeta e com maior relação de desigualdade social por metro quadrado existente, o estado do Rio tem ainda contra si a geografia acidentada.

Não há nenhum lugar do universo onde o crime domine um território acidentado com o do Rio, atirando com armas de uso militar de cima para baixo que tenha solução. Some-se a isso o fato de que o estado do Rio, o segundo maior arrecadador da nação, paga o segundo PIOR SALÁRIO do país para os policiais ( O soldo de um PM na cidade do Rio está abaixo do salário mínimo) e que é o estado da federação em que MORREM mais policiais em confrontos com o crime.

Todos nós sabemos do despreparo, das péssimas condições de trabalho, do baixo salário, do preconceito social, da truculência inconseqüente como forma de imposição de uma lei torta que quase sempre afeta o rico de modo diferente do pobre.

O filme pra mim revela isso. Ele trata muito bem da estrutura apodrecida de corrupção que se alastra em níveis pela instituição adentro. O filme mostra como uma pessoa pode ser enlouquecida com o trabalho de combate ao crime.

Sim, enlouquecida. Em muitos momentos isso ficou claro pra mim. Tropa de elite é um filme sobre a loucura gerada pelo caos social. O caos enlouquece. Vemos Capitão Nascimento gradativamente afundando cada vez mais na loucura, no desespero de sair da linha de frente.

O mais intrigante notar na opinião pública um quê de heroísmo no comportamento do Capitão Nascimento. Ele é aclamado em sites e blogs. Capitão tem incontáveis comunidades no Orkut, camisetas e etc. Suas frases marcantes como “bota na conta do papa” viraram bordões. Ele está sendo cultuado como a solução para a política brasileira. Já temos até o Nascimento Facts, mais um arremedo do Chuck Norris facts.

O que acontece é que a sociedade está sem referência. A ordem social foi para o saco faz tempo. E duvido mesmo que ela tenha sequer existido em algum momento da nossa história. Na Tv só passa político notóriamente canalha, que enriqueceu ilícitamente do nosso dinheiro, com sorriso cretino e falando politiquês. Essas aparições são sempre entremeadas por anúncios de aumentos dos próprios salários, pessoas doentes em hospitais caindo aos pedaços e banqueiros comemorando lucros recordes.

Estamos numa nação tomada por negociatas de bastidores em todos os níveis da sociedade. É a lei do “farinha pouca, meu pirão primeiro” que começa na diretora de escola que pega carne da merenda das crianças e faz em casa para os filhos dela e se estende até a Dona Mariza, a primeira dama da Nação, que usando o cartão de crédito do Palácio do Planalto, compra vestidos caríssimos e faz o cabelo no salão de beleza mais caro de Brasília, para viajar pelo mundo bem bonita à bordo daquele avião com hidromassagem que só os ditadores e marajás do petróleo tem igual.

Aí eu me pergunto: Qual a razão do sucesso desse filme?

Eu acho que o povo fica feliz por ver um pouco de justiça, mesmo que seja uma coisa cinematográfica, um conjunto de cenas, uma máscara, uma idéia materializada plásticamente com sangue falso e tiros de festim. O Capitão Nascimento, do modo como foi retratado, representa o arquétipo do justo.

O “justo” sempre funciona. Ele é imbatível, sobretudo em momentos caóticos. Do David bíblico aos heróis das tragédias gregas, ao Rambo, passando pelo Chuck Norris e o Charles Bronson, o justo imperou. Só agora, nosso cinema cria seu ícone de justo, e talvez por isso tenha dado certo. Afinal, muitos brasileiros são justos.

Os brasileiros adoraram o Capitão Nascimento porque ele -mesmo sendo falso, uma representação metafórica de uma realidade muitas vezes pior do que surge na tela – faz justiça num país sem justiça, onde os dirigentes da nação são esses filhos da puta dos quais já estamos cansados, mas que pipocam eleição após eleição num Estado podre e corrompido.

O Capitão Nascimento realmente mata e tortura. Mas, aos olhos do povo sofrido, acuado pelas privações, pela fome, pelos indizíveis sofrimentos, isso não é morte nem tortura. Isso é justiça. Matar vagabundo, matar traficante é dar o corretivo que a sociedade merece e que o povo cansado anseia.

Vamos lembrar que o trabalhador brasileiro, o homem sofrido, que luta diariamente por um prato de comida, que tem os filhos vítimas do trafico, a mulher com medo, sai para o trabalho sem saber se voltará. Ele vê nos políticos salvadores, ícones de um desejo de que “esse é bom”, ‘Esse vai fazer” e a cada ano, decepciona-se sucessivamente. Esse brasileiro teme a polícia, a corrupção e a violência contra pobres e pretos. Ele teme igualmente os traficantes e sua presença constante. Então, vem o Capitão Nascimento e diz: “A polícia é corrupta. A polícia é sócia do narcotráfico. Não tem solução. Tem que matar”. – E vai e mata.
E aí é que surge a comoção. Aquele arquétipo que o brasileiro buscava no político, o cara que “é bom”, “o cara que vai e faz” não é um engravatado que fala difícil, é alguém com arma na mão e cara de mau. Este é um ser de dimensão complexa, porém alguém que fala o português claro. Porque aquele sim, é uma figura compreensiva em diversos aspectos. Capitão Nascimento diz o que o povo anseia ouvir, e mais que isso, ele reflete o povo.

O Capitão Nascimento toma água num copinho de geléia de R$1,99. A mulher dele esquenta água para o café numa humilde panelinha. Os móveis do quarto dele são aqueles das casas Bahia, onde você compra o colchão de casal e leva o armário com espelho. O trabalhador brasileiro tem pena do Capitão Nascimento, porque ele também sofre. Ele também é explorado e humilhado no serviço! Ele também passa privações, sofrimentos, angústias. O Capitão Nascimento é até abandonado pela mulher. Mais humano que isso não tem.

Mas a verdade é que isso é uma coisa Denorex. Aquele que “parece, mas não é”.
Nascimento e seu fuzil são parte de um falso e idealizado retrato da justiça. A realidade é outra.

Tropa de Elite, o filme. O filme que criou a ilusão de justiça, criou a ilusão de honestidade.
Mas e agora? O que vem depois?

Não sei. Temo pelo pior. Veja, uma vez que o inconsciente do povo já está favorável ao confronto, não há mais remorso em “sentar o dedo” no gatilho do fuzil. E quem vai se ferrar não é o cara que está andando de lancha em Angra dos Reis e nem o que vôa fazendo hidromassagem em viagem a um pobre país africano, onde ele irá fazer bonito, perdoando uma dívida de 400 milhões de dólares. Quem vai se foder de verde, amarelo e vermelho-sangue, é o pobre, o herdeiro da escravidão, o oprimido social que se vê pressionado pelo trafico e pela polícia.

O fato é claro. Esse povo pobre, humilde e espoliado das favelas do Rio será vítima do terror, dos bárbaros assassinatos, das balas perdidas, das torturas, das humilhações, do saco e se bobear, do cabo da vassoura.

Atrás do vidro da TV, no Jornal Nacional, os assassinos torturadores serão reverenciados! A opinião pública será favorável ao terror! A ideologia que a honestidade e honra são gravadas a chumbo quente e pólvora já foi disseminada. Não duvido que surjam novelas ou séries retratando os atos de heroísmo contra o crime de homens que entram numa favela à bordo de um caminhão blindado chamado de “Caveirão” disparando armas contra barracos e provocando os traficantes a usar armamento cada vez mais potente para perfurar a blindagem do mesmo.

O combate ao crime se traveste definitivamente de uma guerra. Não é mais um eufemismo. A inteligência necessária ao combate ao crime dá lugar à confrontação franca da guerra e quem ficar na frente das balas, é considerado suicida pelo Estado.

Fora que agora, temos a clara compreensão de que esse Estado não tem mais nada a ver com o narcotráfico.

Não são os juízes, promotores, deputados, senadores, prefeitos, governadores, delegados e até o analfabeto funcional do nosso presidente os responsáveis pela proliferação do narcotráfico. O filme pra eles foi muito bom. Graças a ele, no imaginário popular, no que realmente importa para o político, que é a opinião pública, o Estado não é mais cúmplice da indústria das drogas. A partir de agora, os cúmplices do narcotráfico são os filhinhos de papai da classe média, que fumam
maconha e cheiram cocaína! E ainda fazem campanha pela paz.

E o povo aclama o Capitão Nascimento como o único capaz de entrar com as quatro patas no peito dessa galera, metendo o fuzil na beiça, o saco plástico na cara e o cabo da vassoura vocês sabem onde.

Os playboys são os inimigos. Eles financiam o tráfico! As multinacionais, os grandes bancos, os acionistas das grandes indústrias, os sócios da “multinacional do pó” não têm nada a ver com o tráfico! A culpa é dos maconheiros!

O povo vê heroísmo no Capitão Nascimento, mas pra mim, “Tropa de elite” não tem heróis. Só vítimas. O povo se satisfaz vendo DVD pirata onde pelo menos no universo da fantasia, alguém faz alguma coisa.

No mundo real, as pessoas são as vítimas também. E a realidade, não raro, é bem mais impressionante e violenta que o cinema consegue retratar.

Enquanto isso, na surdina, tiram do PAC o aumento previsto para os policiais. A desculpa é que não há grana. Sempre a mesma coisa. Não há grana? Tem certeza?
Nos últimos meses, o presidente Lula perdoou a dívida da Bolívia (U$ 52 milhões) , depois Cuba (E$ 40 milhões) e também da Nicarágua (U$ 141 milhões) aí  saiu em viagem pela África, onde perdoou as dívidas de Cabo Verde (U$ 4 milhões) , Nigéria (R$ 83,1 milhões) , Gabão (U$ 36 milhões) e 95% do débito de Moçambique, abrindo mão de U$ 331,7 milhões. *

* Tudo isso ilegalmente, uma vez que :

…é da competência exclusiva do Congresso Nacional “resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional”, e é atribuição privativa do Senado Federal “autorizar operações externas de natureza financeira, de interesse da União…” (artigo 52, inciso V).

Pra mim, isso é coisa de quem tem grana. (sem falar no avião de 55 milhões de dólares, ou no vinho que ele gosta de tomar) Lula gasta sozinho R$ 30 milhões por ano em mordomias.

Por que o PM de Brasília ganha mais que o do Rio?

O estado do Rio vem tomando na cabeça sucessivamente ao longo de varias décadas. Isso gerou este estado de total confusão e politicagem safada que atende a interesses obscuros.

Nesse caos, eu vejo que está de volta a antiga brincadeira de “polícia e ladrão”. Mas agora é o Bope contra o tráfico.

Casas com uma vista excepcional

October 25th, 2007 14 Comments

Morar bem envolve vários fatores. Um deles é o conforto do lar. As pessoas e animais que moram com você. Sua adaptação ao lugar, seus vizinhos, e acima de tudo, a localização.

Este site criou uma lista interessante com varias casas que possuem uma vista que científicamente, eu qualificaria como “do caralho!” Tomo a liberdade de colocar algumas delas aqui.  Lá tem mais.

Saca só a sensação de liberdade e o esplendor da natureza a rodear as casas:


Pintando com apenas uma única linha

October 25th, 2007 3 Comments

Você conseguiria fazer um desenho inteiro super-detalhado usando nada mais que uma única linha?

Tem gente que consegue. Veja esta imagem em full screen e fique chocado como eu fiquei.

Tênis para andar depressa

October 25th, 2007 6 Comments

Quem nunca passou pela experiência de ter que chegar num compromisso (ou fazer compras em mercados gigaaaaantes) e desejar ter umas rodinhas no tênis para chegar mais rápido?


Pois é, meu amigo. Agora isso já é real e se chama iShoes.

Com ele você anda a 8 e 11 km/h na média, mas ele pode acelerar a mais de 24 km/h

[youtube]http://br.youtube.com/watch?v=yntS8Q65WHk&eurl=http://spluch.blogspot.com/[/youtube]

Peixes, peixinhos e peixões. (e algum crustáceo)

October 25th, 2007 13 Comments

Muito doida esta imagem onde vemos um peixinho que conseguiu comer um outro peixe muito maior que ele.

É comum encontrar peixes pquenos dentro de peixes maiores, mas o inverso é algo deveras bizarro. O menor tem 19cm e engoliu de uma só vez um peixe espada de 86cm!

Os peixes foram encontrados pelo mergulhador McPherson Wright enquanto ele mergulhava na costa de uma das ilhas Cayman. O mergulhador não acreditou no que viu embaixo d água. Assim, ele capturou os grande engolidor e carregou no barco para mostrar no departamento de meio ambiente.

Os peixes foram identificados lá. O menor é conhecido como “grande engolidor” (um nome que faz jus ao animal) e o maior é um peixe espada. O Grande engolidor é um peixe de alta profundidade. O espada é é um peixe de media profundidade, altamente gressivo. O especialista em peixes Philipppe bush tirou algumas fotos e mandou para os EUA. A foto do “grande engolidor” atraiu enorme atenção no Instituto Oceanográfico Harbor Branch, nos EUA.

O apetite voraz do peixinho intrigou o especialista em vida marinha Philippe Bush, que diz não ser uma boa idéia encontrar um “grande engolidor” de um metro de comprimento em baixo d água.

Fonte

Outra notícia bizarra envolvendo peixes é a do peixe de dois corpos capturado no Rio Missouri por um pescador que não podia acreditar no que estava vendo. Dois pelo trabalho de um!

A pescaria costuma oferecer surpresas curiosas. Um exemplo de coisa curiosa encontrada numa pescaria é a raríssima lagosta azul. Ela foi encontrada por Steve Hatch e seu tio Robert Green, que descobriram uma de um kg e meio no rio Thames, em New London, USA.

Este tipo de animal é mais raro que político honesto. Seu preço no oriente pode atingir cifras incalculáveis. A cor azul na lagosta é gerada por uma rara mutação genética. As chances de encontrar uma dessas viva é de um em um milhão.

Um em um milhão é o que eu chamo de sorte. Mas imagina só dar de cara com algo tão raro que a chance de ver isso é de uma em 100 milhões! Foi o que aconteceu com um mergulhador que pescava lagostas em Bar Harbor, no Maine, EUA em junho de 2007. O cara deu de cara com uma lagosta que era meio azul meio vermelha. Olha só:

Outro caso curioso de peixe é o caso do peixe-gato. Peixes gato são comuns em rios e sua fama é de serem curiosos engolidores de qualquer merda. Pois um casal que passeava na beira de um lago no norte de Sydney, Asutrália deu de cara com uma bola de basquete cor de rosa pulando na superfície do lago. Eles pararam para observar o ficaram estarrecidos ao notar que a bola estava entalada na gigantesca boca de um peixe gato enorme, que havia resolvido comer algo maior que a própria boca. O peixe estava quase morrendo quando o casal ficou com pena e depois de muito trabalho, conseguiu libertá-lo da bola.

Esculturas de papelão

October 23rd, 2007 1 Comment

Eu vi no blog Bem legaus! essas incríveis esculturas de Chris Gilmour. O trabalho é incrível, fazendo coisas do dia-a-dia completamente criadas com papelão e cola. Vale a pena dar uma visita.

Sujeito levita na frente da Casa Branca

October 23rd, 2007 2 Comments

Mais um daqueles mágicos de rua, Wouter Bijdendijk também chamado pela alcunha de RAMANA, ficou levitando o dia todo em frente a um dos mais famosos pontos turísticos de Washington, a casa do presidente dos EUA.

Usando apenas um cajado para se apoiar, ele desafia a gravidade com as pernas cruzadas em posição de lótus e o semblante solene de concentração mística. Ramana afirma que estudou os segredos dos faquires indianos. Ele espera obter atenção da mídia e mostrar que a realidade não é aquilo que parece ser.

Fonte

No Brasil alguém já teria passado uma banda naquele cajado só pra ver o maluco se estabacar.

fala sério. Aquele pau ali nada mais é que uma coluna. Ela liga a base de aço sob o tapete a uma estrutura que está em baixo da roupa do cara na forma da posição de lótus onde ele apenas encaixou as pernas. A calça fecha com velcro sobre a estrutura.

Ah, eu adoro truques de mágica. Eu gostaria muito de ser um mágico como David Blaine. falando nisso, vem aí o festival internacional de mágica no Rio. Todo ano esse show vem para o Rio e eu sempre fico desejando muito ir. Mas todo ano eu não tenho grana para ir ou esqueço da parada. Que merda.

O Mundo Gump no album

October 23rd, 2007 2 Comments

Eu descobri por acaso uma parada que tava rolando a algum tempo no mundo dos blogs. Com a mudança para o Wp tive tanto problema que fiquei sem visitar meus blogs preferidos por um tempo. Só agora que descobri que neste meio tempo, o Mundo Gump acabou virando uma figurinha no álbum de figurinhas dos blogs brasileiros. Idéia do Sampson lá do InovaVOx. Boa sacada. Adorei virar figurinha.

Mas melhor que virar figurinha é estar na página um deste álbum que só tem blog muito bom.

figurinha.jpg

Show.

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Philipe Kling David

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