Problemas técnicos no Mundo Gump

cadastrado em: mundo gump — Philipe @ 11:59 am

Pessoal, estamos passando por problemas técnicos aqui no Blog. Isso é o que está gerando lentidão e sumiço de imagens para muitos usuários. Eu já entrei em contato com o pessoal da Dreamhost para tentar resolver a questão. Se eles não tomarem providências logo, eu vou mudar de server. Já tô de saco cheio de problemas de lentidão causados pelo servidor etupido que eles me colocaram.

Durante o dia de hoje e amanhã estarei fazendo testes com o blog e ele poderá aparecer meio esquisito em certos navegadores.
O objetivo destes testes é obter um sistema de comentários e exibição do conteúdo que beneficie o usuário de conexão discada.

—Alterado ———

Pois é. Hoje eu descobri que o pessoal da DreamHost está tendo problemas sérios com os servidores e isso tá deixando meu blog (e o de todo mundo hospedado lá no Hypnos e em alguns outros servidores da DH) ferrados. Os caras falaram que isso pode levar alguns dias para se resolver e que todas as equipes de manutenção estão trabalhando duro para resolver o problema.

Enquanto isso, eu só posso agradecer de todo o coração aos leitores que ficam pacientemente olhando esta tela branca do navegador esperando indefinidamente o carregamento do Mundo Gump.
Se até semana que vem isso não se resolver, bye bye Dreamhost. Afinal, paciência tem limite.

*querendo comentar em algum post sem a lentidão, eu sugiro usar o Cbox aqui do lado até a coisa se resolver.


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Dez constatações malucas sobre a natureza humana

cadastrado em: textos — Philipe @ 9:12 pm

O ser humano é um bicho complexo. Sim, um bicho. Estamos em igualdades de condições com os macaquinhos da selva e com as baratas do esgoto sob os olhos da mãe natureza. É difícil reconhecer que nosso comportamento dito e considerado (por nós) como inteligente, está permeado de comportamentos primais que remontam ao passado longínquo de onde viemos em uma permanente estrada evolutiva, compartilhando com outras criaturas o dom da existência e afetando a natureza de maneiras variadas e sofrendo reflexos de nossa própria intervenção. Hoje quando vamos ao banco, a igreja, quando saímos para passear, quando competimos no esporte, olhamos para mulheres gostosas nas revistas, nos preocupamos com a imigração desenfreada ou sofremos com o ciúme, estamos nos comportando como os animais humanos que somos, agindo sob controle de nossa única natureza, a natureza humana.

Eu acho interessante de observar que ao contrário do que nos dita o senso comum, tudo o que vivenciamos, nosso sentimento e comportamento é resultado não apenas de nossas experiências individuais construídas ao longo da nossa vida inteira, mas também com a vida inteira de nossos ancestrais, milhões de anos no passado. E não só isso, todos os sentimentos e comportamentos são compartilhados entre homens e mulheres, independentemente das variações culturais que - inegavelmente - também influenciam muito o comportamento humano.

A beleza da vida é que ela pode ser contemplada, e compreendida de diferentes pontos de vista. Raramente os psicólogos que focam seus estudos no campo comportamental ou cultural enfatizam a influência do universo biológico sobre o comportamento humano. Já os psicólogos que trilham uma pesquisa sobre o ponto de vista evolucionário vêem o ser humano como um produto inacabado de uma série de adaptações que geraram uma estrutura social complexa formada por cérebros que se adaptaram a resolver problemas de sobrevivência e reprodução, o que impeliu esta construção cultural a se organizar de forma a valorizar certos comportamentos em detrimento de outros, e foi isso que nos trouxe até aqui.
A ciência oferece um conjunto completo de visões complementares que permitem estruturar o homem de uma perspectiva muito completa.
E é por isso que muitas vezes algumas verdades sobre a natureza humana podem parecer erradas, imorais ou contrárias a um ideal de perfeição constituído culturalmente. Mas elas não seriam verdades se não estivessem amparadas em documentos e evidências científicas. Então, aqui estão algumas dessas verdades inconvenientes.

1- HOMENS PREFEREM MULHERES LOURAS GOSTOSAS! ( e TODAS as mulheres querem parecer com elas)

Muito antes de existir a televisão e seus comerciais de batom, perfume, roupas e maquiagem, antes das revistas Marie Claire, Criativa, Nova e etc, antes do comércio desenfreado e da ditadura da beleza, lá atrás, no século XV e XVI, na Itália, as mulheres estavam tingindo de louro os seus cabelos.

(Clique aqui e leia mais…)


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Meme - Livro das Revelações

cadastrado em: meme — Philipe @ 10:29 pm

Quando uma pessoa te convida para um Meme, é legal. Mas quando duas (O Colato do è massa, e a Estefany Franco)  te convidam para o mesmo meme, aí é sinal que o universo quer mesmo que você entre no tal meme.

E no caso, o meme consiste em:

LIVRO DAS REVELAÇÕES

1. Pegar no livro mais próximo;
2. Abrir na página 161;
3. Procurar a 5ª frase completa;
4. Colocar a frase no blog;
5. Sem escolher a melhor frase nem o melhor livro (usar o mais próximo);
6. Passar o desafio a cinco pessoas.

Aqui vai:

“Colocamos em sua mão o estetoscópio, explicando-lhe que era um instrumento do qual se serviam os médicos para auscultar os doentes.”

O livro é “Curso de Psicopatologia”, do Isaías Paim. Ed. EPU - O que este livro fazia perto de mim? Segredo.

E eu repasso este glorioso Meme para o irmão Fabiano, lá da Irmandade do Véio Rosa, para a Ester do Saber é bom demais, para o Sampson do inovaVOX, para o Douglas Gravateiro e também para o Rômulo do Blog do Noel


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Baixar musicas gratis - milhões delas. Aliás, como abarrotar o seu HD de MP3!

cadastrado em: dicas, mp3, music — Philipe @ 3:06 pm

Eu achei este tutorial do Senhor X lá no site parceiro Papo de Homem. Realmente o tutorial é DUCA! Então, não posso me furtar a não passá-lo para frente.

Aqui vai a dica:

como entupir seu HD de MP3, sem pagar absolutamente nada, e ainda por cima, é tudo automático.

Não envolve Emule, Limewire, Kazza, nada disso. O processo todo leva 10 minutos. Dá pra fazer no intervalo do almoço.

Passo-a-Passo

1-

Baixe e instale o Winamp: http://www.winamp.com/player

(vá no link do meio ali, “get basic, free”)

2-

Baixe e instale o StreamRipper: http://streamripper.sourceforge.net

(streamripper winamp 5)

3-

Entre aqui: http://www.shoutcast.com

4-

Busque estações de rádio por gênero musical na lista “Comprehensive Genre List”, na barra direita.

5-

Selecione a de sua preferência e clique em “Tune In!”.



Siga a seta e clique no Start. Como tirar doce de criança… você nunca tirou doce de criança?

6-

Seu Winamp vai abrir automaticamente, então no Streamripper clique em “START” e pronto. Depois do “Buffering” ele fica em “Ripping” e, que beleza, tudo que estiver rolando na rádio será gravado em seu HD, em MP3.

—————————

Dicas

- no Streamripper, para selecionar o diretório de destino dos MP3, vá em “options > file > output directory”

- ainda nessa tab “file”, sob “overwrite tracks in complete”, selecione “never” ou “when larger”.

Você está ouvindo uma estação de rádio digital e, obviamente, as músicas se repetem. selecionando a opção “never” você opta por nunca substituir um mp3 de mesmo nome (o sistema o renomeará automaticamente).

Ao selecionar “when larger”, o sistema substitui o arquivo de mesmo nome por um de tamanho maior. Essa opção existe porque muitas vezes você grava um MP3 incompleto, e quando ele tocar novamente será automaticamente substituído pelo completo.

- Lembra de qdo gravavamos em fitas K7 as músicas do radio? Eu quando a rádio saia do ar por uns segundos no meio da sua música preferida, você ficava puto pra caralho? Isso não rola aqui. Se por acaso você estiver ouvindo a rádio e gravando, e de repente a música para de tocar e você olha desesperado pro winamp e vê lá um “buffering…”, relaxa. Ele não grava o que você ouve e sim o que é transferido, sem corte. Foda, né?

Agora é só escolher sua rádio, ir dormir e deixar o streamripper gravando MP3 pro seu HD.


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Caveirão

cadastrado em: ilusão de ótica, photoshop — Philipe @ 5:28 pm

Olhe fixamente para estas linhas. O Caveirão do Bope vai aparecer pra você.

 

 

A caveira é originária de uma pintura que deu origem a um poster francês que conclama o povo a uma exposição dedicada a H.P. Lovecraft. O poster tinha um box que estragava a ilusão e então eu joguei ele no Photoshop e retoquei para consertar. Deu o maior trabalhão, mas acho que ficou maneiro. O desenho dá um belo poster ou uma camiseta maneira.

 

 


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Curiosidades do Século XV

cadastrado em: curioso — Philipe @ 8:17 pm

Meu primo me mandou um email interessante sobre algumas curiosidades do século XV. Incrível como a raça humana conseguiu chegar até aqui.

Nos séculos XV e XVI não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à inexistência de água encanada.
O mau cheiro era dissipado pelo abanador.
Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.
Quem já esteve em Versailles admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas “usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existia banheiro.

Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles, o início do verão).
A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável.
Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro.
Daí termos “maio” como o “mês das noivas” e a explicação da origem do buquê de noiva.

Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente.
O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.
Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças.
Os bebês eram os últimos a tomar banho.
Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível “perder” um bebê lá dentro.
É por isso que existe a expressão em inglês “don’t throw the baby out with the bath water”, ou seja, literalmente “não jogue o bebê fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos.

Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem.
Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a pularem para o chão.
Assim, a nossa expressão “está chovendo canivete” tem o seu equivalente em inglês em “it’s raining cats and dogs” (está chovendo gatos e cachorros).

Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada.
Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos.
Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos.
Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque.
Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho).
Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro.
O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não.
Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.

A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos.
Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver.
Às vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo.
Assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino.
Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias.
Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar.
E ele seria “saved by the bell”, ou “salvo pelo gongo”, expressão usada por nós até os dias de hoje.


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O shamã levitador e a levitação humana

cadastrado em: Física, ciência, levitação — Philipe @ 10:03 pm

Você acredita em levitação? Você acha que os estados alterados da consciência conseguiriam erguer um ser humano do chão?

Embora alguns mágicos (uns muito bons e outros de araque) façam bons truques de levitação até hoje se discute nos confins da parapsicologia se a levitação espontânea é um fenômeno ainda desconhecido da ciência ou não.

Em muitas culturas, a levitação espontânea é encarada como um sinal de santidade.

Deste site eu tirei este trecho:

“Um exemplo disso é que São José de Copertino (1603-1663) voava todas as vezes que ficava emocionado. Um domingo, durante a missa, elevou-se no ar e pairou sobre o altar, em meio às velas, ficando gravemente queimado em conseqüência disso. Durante 35 anos, foi excluído de todos os rituais públicos, devido a seus hábitos desconcertantes, mas mesmo assim a fama de suas levitações espalhou-se. Um dia, andando pelos jardins do mosteiro em companhia de um monge beneditino, subitamente voou até uma oliveira. Infelizmente, não conseguia voar para baixo, portanto os monges colegas tiveram de buscar uma escada. Um cirurgião, pelo menos dois cardeais e um papa (Urbano VIII), entre muitos outros, presenciaram os extraordinários momentos de total ausência de peso de José - que ele chamava de “minhas vertigens”. (…)

S. Francisco de Assis, também ficou varias vezes suspenso acima da terra, freqüentemente na altura de três ou quatro cúbitos” e Santa Gemma Galgani, uma freira que viveu no fim do século XIX; por várias vezes ela teria se elevado no ar, enquanto arrebatada pela oração. (…)

Antigamente, os que levitavam eram considerados santos, mas, no fim do século passado e no princípio deste, o fenômeno ocorreu com pessoas que não eram sequer religiosas. Entre estas se encontram alguns que conseguiram feitos extraordinários: o escocês Daniel Dunglas Home, e a italiana Eusapia Palladino.O caso de Daniel Dunglas Home foi fartamente documentado por pessoas que pesquisaram os fenômenos produzidos por ele. No dia 13 de dezembro de 1868, Home flutuou horizontalmente, como se estivesse deitado numa cama, através de uma janela aberta no terceiro andar de uma casa e voltou por outra. seus pés entraram primeiro, depois o resto do corpo. Feito isso, Home ficou de pé. O fenômeno foi, em seguida, repetido, sempre diante de testemunhas. Em outras ocasiões, Home levitou numa sala, assistido por um grupo de pessoas.

Eusapia Palladino, que foi pesquisada por célebres cientistas, também levitou, segundo uma carta escrita em 9 de agosto de 1888, pelo dr. Ercole Chiaia a Cesar Lombroso: ficou deitada no ar como se estivesse sobre um colchão. Esse feito assemelha-se à levitação conseguida por Home. Ela conseguiu erguer-se no ar mesmo quando estava amarrada a um móvel com grossas cordas.

Quanto aos religiosos, existem histórias bem documentadas sobre fenômenos ocorridos com santa Teresa d’Avila, que por vezes fazia um esforço desesperado para resistir ao físico da levitação. Em uma ocasião, ela tentou agarrar-se às barras de uma grade, lançando gritos de pavor. Numa outra vez ela se segurou às esteiras do chão, mas assim mesmo foi suspensa ao ar, tendo-as nas mãos.

O venerável Antoine Margil, um franciscano que viveu no México e na Guatemala no século 18, não esta entre os grandes santos, mas pode ser considerado um extraordinário médium de efeitos físicos. Um incidente ocorreu na prioridade franciscana do México. Certa madrugada, um padre descia para tocar o sino que chamava os religiosos, quando, ao entrar no santuário, sentiu uma violenta corrente de ar que parecia vir do campanário. Aproximando-se para ver o que estava acontecendo, ele descobriu o padre Margil erguido no ar, muito acima do solo, os braços estendidos em forma de cruz, dando voltas numa velocidade incrível. Os testemunhos das levitações de São Pedro de Alcântara são incontáveis, como são os de são José de Cupertino, que, em frente de um embaixador e sua esposa, levitou, e voando voltou à sua cela. Como o fenômeno da levitação ocorre também fora do contexto religioso, ele deve ser estudado e pesquisado como qualquer outro fenômeno paranormal.

As características gerais que provocam o fenômeno seriam:

  • Quando o cérebro e o sistema nervoso estão num estado excepcional de transe ou de êxtase.
  • Ocorrem com médiuns e estes podem ser religiosos ou leigos masculinos ou femininos. É preciso, contudo, que sejam médiuns de efeitos físicos.
  • A levitação não está, de modo algum, ligada à santidade. A maior parte dos santos jamais levitou. Mas os santos que levitam se distinguem por uma caracterísfica comum: são místicos, contemplativos, mesmo quando levam uma vida ativa, como no caso de Teresa d’Ávila.
  • A levitação não é produto da imaginação das pessoas que presenciam o fato. Há centenas de testemunhos confiáveis.
  • Aliada à levitação do corpo humano está a movimentação de objetos, fenômeno este que ocorre também associado aos casos de Poltergeist. “

Pessoalmente, eu não tenho uma opinião formada sobre a questão da levitação humana espontânea. Acredito que a mente possui mistérios que desafiam a nossa compreensão. Muitas coisas que até pouco tempo atrás eram consideradas crendice hoje já foram comprovadas pela ciência, o que é o caso da Acupuntura. Então, pode ser que mais cedo ou mais tarde, a ciência acabe reconhecendo e documentando os processos cerebrais que desencadeiam alterações no ambiente. A Parapsicologia é a disciplina que se ocupa de levantar as pontas soltas de fenômenos inacreditáveis e cabe a ela e as disciplinas como a Neurofisiologia, a Física e até a Filosofia darem uma explicação convincente para este fenômeno.

Pensando sobre a hipótese de alguém levitar, me vem à mente o fabuloso livro “Espaço, tempo e além”. Neste livro, os autores usam a Física e os conhecimentos, ainda embora teóricos, da mecânica quântica para explicar certas coisas que poderíamos associar a “erros da matrix“.

O livro surge com uma instigante idéia de que o universo inteiro é forrado de uma espuma quântica de buracos negros e buracos brancos. Os buracos negros, nós sabemos que são uma espécie de “ralo” gigantesco que suga a matéria com tamanha força gravitacional que nem mesmo a luz consegue escapar-lhe. Os buracos brancos, por sua vez seriam as saídas desses ralos. E o espaço que seria a ligação entre o buraco negro, onde tudo entra e o buraco branco onde tudo sai, seriam os wormholes, ou hiper-espaço.

Olhe para esta cadeira aí do seu lado (ou mesa, ou teclado). Ela está ali, não está? Tem certeza?

As idéias são meio doidas, e dão um nós nos neurônios, mas se você olhar suficientemente de perto para uma cadeira, verá que ela é feita de fibras. As fibras, são feitas de milhões de células, as células, de moléculas. E as moléculas de átomos.

Ao olhar os átomos bem de perto mesmo, você notará que eles são mais espaços vazios do que cheios, muitas vezes eles se comportam como ondas. Esqueça o átomo do livro da escola. Aquilo é uma abstração, uma idéia que dá forma a algo completamente sem forma. O átomo é uma vibração.  E então, eu pergunto: A cadeira é sólida?

Não.

Nada é realmente sólido no universo. A partir deste conceito é possível extrapolar a idéia de que a luz, ao ser criada, captura a si mesma em um colapso gravitacional, que gera um anel vibratório de luz. E no meio do anel está um mini buraco-negro de luz com uma dimensão tão pequena que faz fronteira com a inexistência. Na singularidade interna do mini-buraco negro, não há espaço e nem tempo. Esta seria a unidade fundamental de toda a matéria, e com ela é formada a espuma quântica. Esta teoria é de um físico, chamado Wheeler, que supôs que a tal espuma quântica seria uma combinação infinita de microscópicamente diminutos buracos negros que sugam a luz (que constitui a matéria) e jogam de volta para os buracos brancos, que a liberam através dos túneis que estão além do espaço-tempo e são os wormholes, as infinitas conexões que costuram o tecido da realidade.

Assim, o espaço vazio não seria realmente vazio. Seria absurdamente lotado de buracos pretos e brancos. Este espaço seria uma turbulenta massa invisível com massa positiva e negativa incessantemente surgindo e sumindo. Este movimento geraria um padrão vibratório que é o que chamamos de “partícula subnuclear”. Assim, os átomos, as unidades fundamentais da matéria, seriam formados por interações entre padrões vibratórios, e se uniriam para formar o que acreditamos ser nossos corpos físicos.

E se isso estiver correto, então poderíamos dizer que o “Além do espaço-tempo” está permeando o que acreditamos ser o que chamamos de realidade! Se todas as coisas são feitas de buracos negros e buracos brancos, o além do espaço-tempo não está lá fora, não está além das galáxias. Está dentro de todas as coisas. A realidade pode ser uma ilusão. Ou uma tendência organizada pela consciência viajando acima da velocidade da luz através de infinitas instâncias de realidades paralelas.

Então, eu acabo de desconstruir a noção antiga da realidade física, onde há o universo observável e mensurável, e há o observador, alheio a ele.

A nossa observação do fato afeta ( e mais que isso, constitui) o fato.

Tudo isso para explicar que de alguma maneira, em um estado alterado de consciência desencadeado por um processo cerebral intencional ou sintomático de um desequilíbrio neurofisiológico, a mente humana entraria num ciclo de vibração específica,chamado de “complementaridade” que afeta o comportamento da onda quântica que por sua vez forma a espuma quântica dos buracos negros/brancos e que constituiria a realidade ao nosso redor. Trocando em miúdos, parece ser verdade a idéia de que nossa mente teria a capacidade de construir a realidade ou ainda, afetá-la de modo inequívoco. Eugene Wigner (prêmio Nobel de Física) foi que pela primeira vez sugeriu, em 1967, que a consciência poderia afetar a onda quântica, e assim, afetar a realidade. (o que explicaria a materialização).

No caso da levitação humana espontânea, seria possível que o estado alterado de consciência ou algum processo cerebral de natureza obscura e desconhecida afete a onda quântica gerando uma espécie de “jangada” quântica sob o indivíduo e a massa de espuma quântica que o constitui, de modo que ele desafie ou mesmo anule em grau diverso o puxão gravitacional.

A verdade é que o cara poderia não estar levitando. Ele simplesmente “não está”. O indivíduo e tudo o que nos cerca seria a mera e fugaz organização de um conceito da nossa consciência.

Parece que eu fumei maconha? Tomei chá de cogumelo? Pois você se espantaria ao saber o que os PhDs de Física e alguns prêmios Nobel estão pensando agora sobre o que chamamos, inocentemente, de realidade.

Então, pegando uma carona aí, eu recomendo veemêntemente o livro “Espaço, Tempo e Além”. Ed. Cultrix.

É como escolher a pílula vermelha.

Cabô.


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As maiores piscinas do mundo

cadastrado em: gigante — Philipe @ 1:02 pm

  Super maneiro este link onde podemos ver algumas das maiores piscinas de recreação do mundo.

 

 

 

 

 

Essa aí fica em San Alfonso Del Mar, em Algarrobono Chile, num resort com 80.000 m2 de área só de piscina. A tecnologia é recente e não utiliza mais os sistemas de bombas de filtragem, e nem mesmo produtos químicos tóxicos. O sistema revolucionário é um segredo comercial, mas permite manter milhões de litros de água em estado puro sem necessitar de filtragem. Esse invento permitiu a construção de piscinas megalomaníacas como esta:

 

A empresa dona da tecnologia está abrindo parcerias para a construção de piscinas gigantes em vários países do mundo. Não tem nada sobre o Brasil, infelizmente. Com a solina que rola no país, a gente merecia algo assim.

Aí Garotinho, piscinão é isso, não aquele tanque que você construiu em Ramos.

Fonte via


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Tropa da Elite

cadastrado em: textos — Philipe @ 6:17 pm

Ontem choveu pra caralho. Eu, burro, idiota, energúmeno ouvi no rádio que a cidade estava um caos e fui trabalhar mesmo assim.

Saí de casa antes das nove e cheguei no meu trabalho uma e meia da tarde. No caminho eu vi todo tipo de cena grotesca. Um rato com a barriga arreganhada e as tripas para fora me deu as boas-vindas quando eu precisei dar uma volta por ruelas estreitas para escapar de um mega alagamento em que alguns poucos corajosos se arriscavam com a água no joelho.

Quando eu cheguei no trabalho não havia internet. Não havia ninguém. Só eu, o burro, energúmeno, idiota, estava lá. A Melissa me disse que o diretor havia liberado para todo mundo dar o “vazari” porque a chuva iria piorar e a calamidade pública se descortinaria com toda sua pujança cataclísmica. E não deu outra. Na volta, de dentro do ônibus, eu vi água quase cobrindo carros ali na subida da Ponte.

O rio de janeiro é uma cidade engraçada. O nome da cidade faz todo o sentido quando chove. Vira um RIO mesmo, com neguinho usando Jet sky na calçada!

O fato é que eu fui inutilmente para a Praça Mauá no dia mais caótico do ano e para não perder a viagem, resolvi trazer a cópia pirata do filme Tropa de Elite para assistir em casa.

Bem… Eu adorei o filme. Acho que ele representa bem o momento atual de desgoverno que vivenciamos. Achei o filme tecnicamente muito bem feito. Particularmente eu considerei o filme mais como um protesto na forma de uma obra cinematográfica que uma obra ficcional para diversão do espectador.

Eu penso naquele filme como uma representação da estrutura caótica e largada com o qual a segurança pública é tratada no país, sobretudo no Rio de Janeiro.

Um estado que já foi governado pelo Leonel Brizola, um dos mais favelizados do planeta e com maior relação de desigualdade social por metro quadrado existente, o estado do Rio tem ainda contra si a geografia acidentada.

Não há nenhum lugar do universo onde o crime domine um território acidentado com o do Rio, atirando com armas de uso militar de cima para baixo que tenha solução. Some-se a isso o fato de que o estado do Rio, o segundo maior arrecadador da nação, paga o segundo PIOR SALÁRIO do país para os policiais ( O soldo de um PM na cidade do Rio está abaixo do salário mínimo) e que é o estado da federação em que MORREM mais policiais em confrontos com o crime.

Todos nós sabemos do despreparo, das péssimas condições de trabalho, do baixo salário, do preconceito social, da truculência inconseqüente como forma de imposição de uma lei torta que quase sempre afeta o rico de modo diferente do pobre.

O filme pra mim revela isso. Ele trata muito bem da estrutura apodrecida de corrupção que se alastra em níveis pela instituição adentro. O filme mostra como uma pessoa pode ser enlouquecida com o trabalho de combate ao crime.

Sim, enlouquecida. Em muitos momentos isso ficou claro pra mim. Tropa de elite é um filme sobre a loucura gerada pelo caos social. O caos enlouquece. Vemos Capitão Nascimento gradativamente afundando cada vez mais na loucura, no desespero de sair da linha de frente.

O mais intrigante notar na opinião pública um quê de heroísmo no comportamento do Capitão Nascimento. Ele é aclamado em sites e blogs. Capitão tem incontáveis comunidades no Orkut, camisetas e etc. Suas frases marcantes como “bota na conta do papa” viraram bordões. Ele está sendo cultuado como a solução para a política brasileira. Já temos até o Nascimento Facts, mais um arremedo do Chuck Norris facts.

O que acontece é que a sociedade está sem referência. A ordem social foi para o saco faz tempo. E duvido mesmo que ela tenha sequer existido em algum momento da nossa história. Na Tv só passa político notóriamente canalha, que enriqueceu ilícitamente do nosso dinheiro, com sorriso cretino e falando politiquês. Essas aparições são sempre entremeadas por anúncios de aumentos dos próprios salários, pessoas doentes em hospitais caindo aos pedaços e banqueiros comemorando lucros recordes.

Estamos numa nação tomada por negociatas de bastidores em todos os níveis da sociedade. É a lei do “farinha pouca, meu pirão primeiro” que começa na diretora de escola que pega carne da merenda das crianças e faz em casa para os filhos dela e se estende até a Dona Mariza, a primeira dama da Nação, que usando o cartão de crédito do Palácio do Planalto, compra vestidos caríssimos e faz o cabelo no salão de beleza mais caro de Brasília, para viajar pelo mundo bem bonita à bordo daquele avião com hidromassagem que só os ditadores e marajás do petróleo tem igual.

Aí eu me pergunto: Qual a razão do sucesso desse filme?

Eu acho que o povo fica feliz por ver um pouco de justiça, mesmo que seja uma coisa cinematográfica, um conjunto de cenas, uma máscara, uma idéia materializada plásticamente com sangue falso e tiros de festim. O Capitão Nascimento, do modo como foi retratado, representa o arquétipo do justo.

O “justo” sempre funciona. Ele é imbatível, sobretudo em momentos caóticos. Do David bíblico aos heróis das tragédias gregas, ao Rambo, passando pelo Chuck Norris e o Charles Bronson, o justo imperou. Só agora, nosso cinema cria seu ícone de justo, e talvez por isso tenha dado certo. Afinal, muitos brasileiros são justos.

Os brasileiros adoraram o Capitão Nascimento porque ele -mesmo sendo falso, uma representação metafórica de uma realidade muitas vezes pior do que surge na tela - faz justiça num país sem justiça, onde os dirigentes da nação são esses filhos da puta dos quais já estamos cansados, mas que pipocam eleição após eleição num Estado podre e corrompido.

O Capitão Nascimento realmente mata e tortura. Mas, aos olhos do povo sofrido, acuado pelas privações, pela fome, pelos indizíveis sofrimentos, isso não é morte nem tortura. Isso é justiça. Matar vagabundo, matar traficante é dar o corretivo que a sociedade merece e que o povo cansado anseia.

Vamos lembrar que o trabalhador brasileiro, o homem sofrido, que luta diariamente por um prato de comida, que tem os filhos vítimas do trafico, a mulher com medo, sai para o trabalho sem saber se voltará. Ele vê nos políticos salvadores, ícones de um desejo de que “esse é bom”, ‘Esse vai fazer” e a cada ano, decepciona-se sucessivamente. Esse brasileiro teme a polícia, a corrupção e a violência contra pobres e pretos. Ele teme igualmente os traficantes e sua presença constante. Então, vem o Capitão Nascimento e diz: “A polícia é corrupta. A polícia é sócia do narcotráfico. Não tem solução. Tem que matar”. - E vai e mata.
E aí é que surge a comoção. Aquele arquétipo que o brasileiro buscava no político, o cara que “é bom”, “o cara que vai e faz” não é um engravatado que fala difícil, é alguém com arma na mão e cara de mau. Este é um ser de dimensão complexa, porém alguém que fala o português claro. Porque aquele sim, é uma figura compreensiva em diversos aspectos. Capitão Nascimento diz o que o povo anseia ouvir, e mais que isso, ele reflete o povo.

O Capitão Nascimento toma água num copinho de geléia de R$1,99. A mulher dele esquenta água para o café numa humilde panelinha. Os móveis do quarto dele são aqueles das casas Bahia, onde você compra o colchão de casal e leva o armário com espelho. O trabalhador brasileiro tem pena do Capitão Nascimento, porque ele também sofre. Ele também é explorado e humilhado no serviço! Ele também passa privações, sofrimentos, angústias. O Capitão Nascimento é até abandonado pela mulher. Mais humano que isso não tem.

Mas a verdade é que isso é uma coisa Denorex. Aquele que “parece, mas não é”.
Nascimento e seu fuzil são parte de um falso e idealizado retrato da justiça. A realidade é outra.

Tropa de Elite, o filme. O filme que criou a ilusão de justiça, criou a ilusão de honestidade.
Mas e agora? O que vem depois?

Não sei. Temo pelo pior. Veja, uma vez que o inconsciente do povo já está favorável ao confronto, não há mais remorso em “sentar o dedo” no gatilho do fuzil. E quem vai se ferrar não é o cara que está andando de lancha em Angra dos Reis e nem o que vôa fazendo hidromassagem em viagem a um pobre país africano, onde ele irá fazer bonito, perdoando uma dívida de 400 milhões de dólares. Quem vai se foder de verde, amarelo e vermelho-sangue, é o pobre, o herdeiro da escravidão, o oprimido social que se vê pressionado pelo trafico e pela polícia.

O fato é claro. Esse povo pobre, humilde e espoliado das favelas do Rio será vítima do terror, dos bárbaros assassinatos, das balas perdidas, das torturas, das humilhações, do saco e se bobear, do cabo da vassoura.

Atrás do vidro da TV, no Jornal Nacional, os assassinos torturadores serão reverenciados! A opinião pública será favorável ao terror! A ideologia que a honestidade e honra são gravadas a chumbo quente e pólvora já foi disseminada. Não duvido que surjam novelas ou séries retratando os atos de heroísmo contra o crime de homens que entram numa favela à bordo de um caminhão blindado chamado de “Caveirão” disparando armas contra barracos e provocando os traficantes a usar armamento cada vez mais potente para perfurar a blindagem do mesmo.

O combate ao crime se traveste definitivamente de uma guerra. Não é mais um eufemismo. A inteligência necessária ao combate ao crime dá lugar à confrontação franca da guerra e quem ficar na frente das balas, é considerado suicida pelo Estado.

Fora que agora, temos a clara compreensão de que esse Estado não tem mais nada a ver com o narcotráfico.

Não são os juízes, promotores, deputados, senadores, prefeitos, governadores, delegados e até o analfabeto funcional do nosso presidente os responsáveis pela proliferação do narcotráfico. O filme pra eles foi muito bom. Graças a ele, no imaginário popular, no que realmente importa para o político, que é a opinião pública, o Estado não é mais cúmplice da indústria das drogas. A partir de agora, os cúmplices do narcotráfico são os filhinhos de papai da classe média, que fumam
maconha e cheiram cocaína! E ainda fazem campanha pela paz.

E o povo aclama o Capitão Nascimento como o único capaz de entrar com as quatro patas no peito dessa galera, metendo o fuzil na beiça, o saco plástico na cara e o cabo da vassoura vocês sabem onde.

Os playboys são os inimigos. Eles financiam o tráfico! As multinacionais, os grandes bancos, os acionistas das grandes indústrias, os sócios da “multinacional do pó” não têm nada a ver com o tráfico! A culpa é dos maconheiros!

O povo vê heroísmo no Capitão Nascimento, mas pra mim, “Tropa de elite” não tem heróis. Só vítimas. O povo se satisfaz vendo DVD pirata onde pelo menos no universo da fantasia, alguém faz alguma coisa.

No mundo real, as pessoas são as vítimas também. E a realidade, não raro, é bem mais impressionante e violenta que o cinema consegue retratar.

Enquanto isso, na surdina, tiram do PAC o aumento previsto para os policiais. A desculpa é que não há grana. Sempre a mesma coisa. Não há grana? Tem certeza?
Nos últimos meses, o presidente Lula perdoou a dívida da Bolívia (U$ 52 milhões) , depois Cuba (E$ 40 milhões) e também da Nicarágua (U$ 141 milhões) aí  saiu em viagem pela África, onde perdoou as dívidas de Cabo Verde (U$ 4 milhões) , Nigéria (R$ 83,1 milhões) , Gabão (U$ 36 milhões) e 95% do débito de Moçambique, abrindo mão de U$ 331,7 milhões. *

* Tudo isso ilegalmente, uma vez que :

…é da competência exclusiva do Congresso Nacional “resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional”, e é atribuição privativa do Senado Federal “autorizar operações externas de natureza financeira, de interesse da União…” (artigo 52, inciso V).

Pra mim, isso é coisa de quem tem grana. (sem falar no avião de 55 milhões de dólares, ou no vinho que ele gosta de tomar) Lula gasta sozinho R$ 30 milhões por ano em mordomias.

Por que o PM de Brasília ganha mais que o do Rio?

O estado do Rio vem tomando na cabeça sucessivamente ao longo de varias décadas. Isso gerou este estado de total confusão e politicagem safada que atende a interesses obscuros.

Nesse caos, eu vejo que está de volta a antiga brincadeira de “polícia e ladrão”. Mas agora é o Bope contra o tráfico.


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Casas com uma vista excepcional

cadastrado em: arquitetura, fotografia — Philipe @ 2:48 pm

Morar bem envolve vários fatores. Um deles é o conforto do lar. As pessoas e animais que moram com você. Sua adaptação ao lugar, seus vizinhos, e acima de tudo, a localização.

Este site criou uma lista interessante com varias casas que possuem uma vista que científicamente, eu qualificaria como “do caralho!” Tomo a liberdade de colocar algumas delas aqui.  Lá tem mais.

Saca só a sensação de liberdade e o esplendor da natureza a rodear as casas:



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