Archive - agosto, 2007

A bizarra ovelha aranha com 7 pernas

Um fazendeiro neozelandêes andava calmamente pelo campo onde seus animais (ovelhas) pastavam e deu de cara com uma cena incrível. Tratava-se de uma ovelhinha recém nascida que tinha sete pernas.spider lamb A bizarra ovelha aranha com 7 pernas

Assutado, Dave Callaghan tentou fazer o animal levantar-se e completamente atônito viu o estranho animal andar alguns passo usando as duas pernas da frente e três pernas trazeiras. Dave chamou um veterinário para ver o animal e a bizarra criatura foi sacrificada. O veterinário disse aos jornais que a ovelhinha estava sem uma parte do intestino e além das sete pernas era hermafrodita. O animal iria morrer naturalmente e eles optaram por sacrificá-lo para minimizar o sofrimento.

Fonte

Catacumbas bizarras do japão

Não são catacumbas realmente, mas são lugares gigantescos encravados no solo, que servem para drenar a água de tempestades. (algo como o Piscinão do Maluf)
A instalação consiste em 5 estruturas enormes de 32 metros de diâmetro e 65 metros de profundidade recoberto com concreto e ligados através de 64 km de túneis a 50 metros de profundidade.834161623 c5af55030f Catacumbas bizarras do japão
835036094 925c573219 Catacumbas bizarras do japão

O tipo de lugar maneiro para se fazer um RPG live action de Matrix!
O sistema é carregado com a água enviada por umas turbinas de 14000 cavalos de potência, que vão encher o lugar rapidamente a uma vazão de 200 toneladas de água – POR SEGUNDO!
Veja mais imagens deste incrível e bizarro lugar aqui e
aqui.

A história do apontador – Tragédia escolar parte I

weird pencil sharpener 08 A história do apontador   Tragédia escolar parte I
O apontador. Aquele nosso amigo que testemunhou os melhores e os piores momentos da escola.
Lembro-me com clareza quando eu tinha que pedir a Tia Marcia para levantar da minha carteira de madeira escura (igual a aquelas do clipe The Wall) e andar por todo aquele tenebroso corredor cheio de inimigos me olhando com expressões ferozes e chegar até a lata de lixo, perto da porta, onde eu faria ponta no meu lápis rezando para que ela não se quebrasse.

Quando isso acontecia, e acontecia em mais de 80% dos casos, a tia Marcia me dava bronca e dizia que eu estava enrolando para olhar pela porta da sala ou para não fazer o dever.
Muitas vezes eu tive que me contentar em guardar de volta o lápis com as pontas quebradas no estojo depois de ficar vários minutos rodando aquela merda no apontador.
Meus apontadores eram tão cegos quanto o Mr. Magoo. E com o nervoso de estar ali na frente daquele palco de satã, tendo ao meu lado a megera digna de um campo de concentração, a mão imediatamente começava a suar.

O lápis número dois azul metálico da Faber Castell começava a deslizar e eventualmente travava, não indo nem para frente e nem para trás.
Eu dei graças a Deus quando finalmente larguei o lápis e pude escrever à caneta. Isso durou até a primeira bic estourar.
Bem, na verdade durou até um pouco antes. A minha primeira bic foi um desastre.
Eu fiz uma aposta com os meninos que eu conseguia chupar a tinta daquele tubinho de carga. Eles duvidaram da minha habilidade de sucção e não me restou outra alternativa senão arrancar o tubinho do seu invólucro de plástico transparente dar a melhor chupada que eu podia dar.
Só me toquei do quanto eu tinha sido burro quando o gosto da tinta azul se espalhou pela minha boca.

Eu havia praticamente esvaziado a caneta na boca. E comecei a chorar. Quando arreganhei aquele bocão azul todo mundo riu pra caralho e a tia Marcia deu um pulo da cadeira e me pegou pelo braço com grande violência. Assim como se pega um macaco de circo. Saiu pela porta afora me levando correndo para o banheiro lavar a boca.
O estrago já havia sido feito e a boca azul durou um tempão. Foi duro aturar a zoação que se seguiu quando eu voltei do banheiro. Acabei descobrindo que se eu sorrisse para o pessoal eles morriam de rir devido aos meus dentes estarem azulados.

É a minha primeira lembrança boa do colégio. Foi quando as primeiras meninas riram pra mim. (era de mim, mas na minha mente fértil, elas riam pra mim)

Aqui está o link da evolução do apontador.

Turbina de levitação magnética

Grande parte (senão todos) os problemas do mundo atual e futuro estarão ligados direta ou indiretamente à equação energia-transporte. Do aquecimento global ao cd do Roberto Carlos que você compra nas Americanas.com

Como alguns já sabem pelos posts antigos, meu pai é um dos cientistas da equipe que desenvolveu o trem de levitação magnética chamado MAGLEV COBRA.

Aproveitando, para quem curte o assunto, meu pai criou um blog onde há um texto que explica como o Maglev cobra pode ser uma solução de custo baixo e rapidez de implantação para a ligação Rio-São Paulo, pela METADE DO PREÇO daquela idéia maluca do trem bala, que é uma tecnologia velha e cara, importada de fora em detrimento à tecnologia nacional – que é a mais avançada no mundo.

Aliás, aproveitando mesmo, vai ter uma reportagem sobre o Maglev Cobra no Fantástico deste domingo.

Como eu já tinha falado naquele post antigo, a levitação magnética está chegando na sua maturidade técnica e através dela incríveis mudanças serão incorporadas no mundo em que vivemos. Melhorando-o muito. A começar pela redução de poluentes, uma vez que o trem MAGLEV uma vez em operação não emite praticamente NADA comparado a um carro ou avião.
Como ele está levitando num colchão magnético invisível, ele consome uma energia mínima para se mover. Não há atrito algum além do ar à frente do trem. E é por isso que ele anda tão rápido.
E è justamente sobre a questão do atrito que eu queria comentar.
Nós não paramos para pensar muito sobre a questão do atrito, mas é graças a ele que muita energia se perde inutilmente. Muito calor é gerado e muita coisa simplesmente não funciona.

O potencial da levitação magnética não se restringe apenas a questão veicular, que é um dos grandes gargalos nos países em desenvolvimento (sobretudo aqueles com caos aéreo e incompetência governamental endêmica)
Muitos centros de pesquisa estão extrapolando a questão da levitação eletromagnética para questões de grande impacto social, como a geração de energia.
Hoje sabemos que a energia nuclear, pintada como vilã desde a década de 80 pode ser mais limpa que a energia de queima do carvão, uma das grandes responsáveis pelo aquecimento global. A questão da energia nuclear desperta vários tipos de reações. Há aqueles que endeuzam a energia nuclear dizendo que é uma forma inteligente e segura de gerar energia. Mas existem milhares de pessoas que tem medo e desconfiam do grau de segurança das usinas.
Estejam estes dois grupos com razão ou sem, ambos concordam que se houvesse uma maneira segura e eficiente de geração de energia limpa e estável, ela seria adotada.
Há uma busca sem precedentes por uma energia limpa e segura. O planeta não pode esperar mais.
Uma destas idéias conjuga o que há de mais moderno em tecnologia de energias renováveis e limpas (como o vento) com a levitação magnética por supercondutores.
Trata-se desta gigantesca estrutura em forma de prédio.
maglev wind turbine Turbina de levitação magnéticaCom várias aletas. isso é uma turbina que está levitando em um eixo magnético. Como não há atrito, o menor vento faz a turbina girar. A escala faraônica da turbina produz um volume elétrico que alimentaria facilmente 750.000 residências americanas – que consomem luz numa escala superior ao resto do mundo.
Esta é a idéia da MagLev Wind Turbine Technologies, uma empresa baseada no Arizona que está projetando o brinquedinho que vai gerar energia por menos de R$ 0,0188 por kilowatt/hora. Ou seja, mais barato que comprar gelo no Pólo Norte.

Maglev Wind Turbine Technologies Turbina de levitação magnética
Com o núcleo das aletas levitando, não há fricção e sem ficção a energia gerada é bem maior. Mas não é só isso. Com o sistema de levitação o custo de manutenção reduz de modo absurdo e a vida útil do gerador se prolonga indefinidamente. A tecnologia química está trazendo novos materiais ultra-super-leves que ajudarão ainda mais na redução do peso total da turbina e aumentarão sua eficiência.
É possível que esta turbina use um sistema de magnetos permanentes, ao contrário dos eletromagnetos usados nos trens de levitação eletromagnética. Assim, ela está mais próxima do Maglev Cobra no conceito tecnológico.
A China já está testando com sucesso a primeira turbina de levitação magnética do mundo.
Neste link abaixo, há mais detalhes sobre ela.

The World’s First “Magnetic Levitation” Wind Turbines Unveiled in China.

Veja mais sobre turbinas magnéticas aqui: MagLev Wind Turbine Technologies

Crânio de diamantes – O alto preço do mau gosto

526448524 f3c50a8c82 Crânio de diamantes   O alto preço do mau gosto
526448604 eb682f4f31 Crânio de diamantes   O alto preço do mau gosto
Depois do sutiã de diamantes
Depois do sorvete de diamantes
Depois da impressora de ouro

A aberração da vez é o esqueleto de diamantes de 100 milhões de dólares:

Trata-se do crânio de um homem do século XVIII, e está recoberto por 8.601 dos mais perfeitos diamantes do planeta e recheado com 2,156kg de platina.

Estranho, né? Agora clique aqui para ver em detalhes como o crânio de diamantes foi feito.

Minha aventura no assalto (combo)

Eu voltava da escola e estava num ônibus.
Engraçado como num lotação, os lugares com janela são os primeiros a acabar. Eu entrei e ali estava um belo lugar na janela. Quando vi, sentou um sujeito mal-encarado do meu lado.
Imediatamente o meu “sentido aranha” começou a apitar alerta vermelho.
Eu estava acuado no canto da parede. O cara já sentado ao meu lado limitava meu acesso ao corredor.
Eu comecei a me sentir como um antílope africano meio bolado, vendo algo amarelo rastejando atrás de uma moita próxima. O problema dos antílopes é que els só correm quando tem certeza absoluta de que estão fodidos. É estranho dizer isso, mas nós, os humanos, os metidos da cadeia alimentar, aqueles que julgam terem sido feitos “a imagem e semelhança de Deus” tem EXATAMENTE o comportamento do mais besta e retardado antílope do Serengetti.

O sujeito não tirava aquele olhão comprido de cima do meu relógio e eu comecei a ficar bolado.
Algo dentro do meu ser me dizia:
- Você vai ser assaltado, seu burro. Fuja!
Eu relutei. Pensei: Será que não estou sendo preconceituoso? Será que o cara não é apenas um cidadão de bem que não teve condições de se vestir direito, fazer a barba direito? E essa cicatriz medonha no meio da cara dele? Será que não foi um acidente de trabalho? Um acidente quando ele era criança?
Será que estou com preconceito pelo fato do cara ter uma cara de ladrão?

O próprio sujeito estranho interrompeu meus pensamentos com a frase que parecia dizer tudo:

- Que horas são, playboy?

- Senti um calafrio. A voz dentro da minha cabeça berrava sem parar que eu iria ser assaltado. Antes de respondê-lo, numa fração de segundos meu cérebro começou a maquinar a razão daquela pergunta. Comecei a pensar… A aquela devia ser uma pergunta retórica do bandido.

Veja a que ponto chegamos. Bandidos requintados ao ponto de gerar perguntas retóricas para que suas vítimas dessem uma última olhada no bem antes de vê-lo trocar, assim deliberadamente, de mãos.

O hiato que se seguiu à pergunta do “Escadinha” já estava ficando incômodo. Eu tinha que dizer alguma coisa.

- São cinco e dez. – Eu disse apressado. E levantei de imediato, me antecipando ao provável bote. Fingi ver um parente na rua e gritei pela janela do ônibus:
- Marquinho! Me espera!
Eu sei lá quem diabos é o tal do “Marquinho”! Deve ser amigo do Harakiri.

Mas sei que eu levantei e saí atropelando o sujeito que não fez nenhum esforço em me deixar passar. Eu meio que pulei as pernas dele e ganhei o corredor.
Levantei e corri lá pra frente. Desci do ônibus com a sensação de alívio e prazer que só um antílope que escapa das garras dos guepardos se dá ao direito de sentir.

Continuei andando para casa. A descida prematura do busum me fez andar uma caminhada gigante a pé.
Eu fui tranqüilamente, me sentindo o ás da malandragem carioca.
E então comecei a pensar se o cara não era mesmo um trabalhador que só queria saber as horas. Que garantias eu tinha de que aquilo era um assalto?
Teria eu sido uma vítima de meu próprio preconceito racial-socio-cultural? O cara naturalmente sentiu que eu amarelei. Que eu fugi. E se ele não fosse um assaltante? Como deve ser uma merda sentir-se uma ameaça social. Comecei a sofrer por ter feito o pobre trabalhador sentir-se um bandido. Fiquei ali, andando e pensando, sobre os negros e a situação escrota do preconceito racial e social do Brasil.
Senti uma coisa espetando minhas costas. E pra meu espanto, a frase que ouvi no pé do ouvido me fez tremer de cagaço:

- Passa o relógio. – Disse a voz. Por um segundo eu vi um filme na minha cabeça. O cara ia mesmo me assaltar. Ele viu que eu tentei fugir e abortou o assalto. Resolveu recuperar o elemento surpresa e desceu um ponto depois. Distraído eu nem vi que ele resolveu me pegar pelas costas.

Quando olhei para trás, de rabo de olho, vi que não era o tal cara. Era um outro. Bem mais novo. Mais novo do que eu. Mas também com a maior pinta de marginal que você pode imaginar. E o pior, estava armado.
As pessoas na rua passavam e fingiam não ver o que acontecia ali, em plena luz do dia.
O cara estava com um canivete.
Eu não tinha outra saída senão apelar mais uma vez para o “Efeito Gump”.
Efeito Gump é o que acontece comigo numa situação de forte estress emocional. Nestas situações bizarras, eu fico calmo e não raro, personifico os mais estranhos personagens. E neste dia, o cara deu o azar da vida dele. *Eu personifiquei o evangélico mais evangelista que você já viu. Nem o Edir Macêdo, Bispo Soares, Silas Malafaia se comparavam ao CAÔ que eu mandei no cara.
Foi uma coisa mais ou menos assim:

-Cê quer o relógio?
-Passa. Passa o relógio ou eu te furo.
-Calma. Não precisa roubar o relógio, meu irmão. eu te DOU o relógio de presente. Você quer?
- Quero. Dá aí. Dá aí.
- Então, Irmão… Sabe porque eu tenho este relógio?
- Dá logo porra.
- (fingindo não me intimidar com o canivete todo enferrujado) Eu era um ladrão.
- Tu era ladrão?
- Era. Eu era ladrão e um dia precisei sacar o “berro” e atirei num cara. Mas ele não morreu. Ele apontou a arma pra mim e…
- E o que?
- Atirou, porra. – disse eu dando aquele tapinha de amigo no braço do meliante. Ele abaixou o canivete.
- Porra ele atirou? E acertou?
- Acertou, irmão. Bem aqui ó. – Disse eu levantando a blusa e apontando um lugar qualquer onde não se via porra nenhuma, afinal, nunca levei tiro na vida. E continuei: – Tá vendo a cicatriz?
-Tô, tô… – Então a bala entrou aqui e saiu nas costas.
- Caralho.
- Pois é, irmão. E o pior não é isso.
- Tu foi pro hospital?
- Fui, mas o pior aconteceu depois.
- Aconteceu o quê?
- Meu irmão, eu vi uma luz. Era uma luz branca. Que surgiu assim, ó. Pá! Na minha frente. E então eu vi uma coisa. Não vou dizer que era santo, nem que era espírito. Mas apareceu uma forma ali na luz e eu senti que estava liberto. Que não era a hora de morrer.
Quando eu abri o olho, eu já tava num hospital. Pensei que tivesse morrido.
A enfermeira falou que tinha morrido mas voltei.
- Puta merda!
- Quando eu voltei, estava livre meu irmão. Eu olhei meu rosto no espelho e vi que Deus em pessoa tinha me libertado. Ele mandou eu voltar. E só depois que eu descobri o porque.
- Por que? – Todo curioso o moleque.
- Porque eu tinha que libertar as pessoas.
- Libertar?
- É, irmão. Quanta gente você conhece que tá na merda? Roubando, cheirando, fumando, matando? Uma porrada, né? Então. Esses.
- Tu é crente?
- Não.
- Ué. Não?
- Não. Deus não precisa dessas coisas de igreja, de culto, de bandinha, nem terno e nem Bíblia. Deus precisa sabe do quê?
- Hã?
- Do seu compromisso. Da sua alma. Não é santo, não é banda, não é construção que vai te dar isso. Conseguir isso é a coisa mais difícil. Mas não é impossível.
Veja você por exemplo. Tu já ia me assaltar. Ia pegar o relógio, né? Eu sei cara. Eu entendo. Você acha que resolveu roubar meu relógio atôa? Logo eu? No meio de tanta gente? Olha o tamanho da cidade. Olha em volta.
Você acha que isso acontece assim, do nada?
Irmão, você foi mandando pra falar comigo. O relógio, quem me mandou usar foi Deus. O relógio é só uma isca. Você veio. Se veio, é porque Deus quer ver você liberto.
Cê quer se libertar?
-… Quero. Acho que sim.
- Irmão, presta atenção. Isso que eu vou te falar é importante. Deus te dá a chance. Ele não muda você. Ele pode fazer isso. Ele fez isso comigo. Mas ele não quer impor sua mudança. Ele quer que VOCÊ (apontando no peito dele, bem no coração) mude. Ele quer que VOCÊ saia da vida que você entrou, mas saia com as suas pernas. Esta é a chance. Pode ser que não haja outra.
-… – O moleque bolado.
- Joga fora essa merda. – Eu disse. Agora num tom mais autoritário, como que revestido do poder de Deus.
E para meu espanto, o moleque jogou a porra do canivete no canteiro.
- Agora fecha os olhos. Fecha os olhos e concentra. Você vai fazer uma conexão. Uma ligação com Deus.
Sei lá o que me deu para falar aquilo, mas eu peguei no braço do cara. Ele ali, de olho fechado eu orei com ele. E quando eu vi eu já tava falando no ouvido dele.
- Aceita Jesus.
- Eu aceito.
-Aceita Jesus, porra!
- Eu aceito.
- Agora! ( eu dei um grito) Aceitaaaaa! – O moleque caiu de joelhos. Ele chorava.
Para meu mais absoluto espanto, eu havia convertido o meu primeiro fiel.
Conversamos um pouco sobre música, sobre esportes e ele foi embora, todo agradecido. Ele morava no bairro do Coelho em São Gonçalo.
Antes dele ir, eu falei que ele deveria entrar para uma igreja. Eu não ia dizer qual. Todas as igrejas são de Deus. Mas que Deus apontaria a igreja certa pra ele.
E fui embora.
Com o meu relógio.
Menos um bandido no mundo. *

Ok, ok. Eu admito. Tudo que está entre os * eu inventei. Não consegui me conter e a aventura real virou um conto.
O fato real é que o cara era mesmo mais novo que eu e realmente estava com um canivete enferrujado apontado pra mim.
Eu comecei a falar com ele que aquilo ia “dar merda” pro lado dele e tal. Falei que ele não sabia de quem eu era filho. Que ele ia se dar mal. Meio que num tom de ameaça no estilo “quem avisa amigo é”.
E ele amarelou. Foi só isso. Ele deve ter pensado que eu era filho de polícia ou pior, de bandido e desistiu do assalto. Eu acabei conversando com ele e ele me contou que era de São Gonçalo, do bairro Coelho (um bairro barra-pesada, ao que parece). Paguei uma coca-cola pro cara e batemos papo por algum tempo. Aquele era o segundo assalto dele.
Ele não me roubou e eu fui pra casa.
Mas a parte inventada é bem mais legal, né?
Gostei deste post combo aventura-conto. Parece até piada do Costinha, que no meio da piada ele contava outra.

dica: Leia mais no Mundo Gump

Pessoal, os meus posts são grandes, e muita gente costuma ler rapidamente. Assim, ficar passando aquele monte de texto é algo meio chato.
Então eu vou passar a adotar o sistema de “Continue Lendo” onde tudo que você tem a fazer é clicar no link “Continue Lendo…” para ver o resto da postagem. Não clicando, você só vê o resumo e a página inicial fica mais enxuta. Ok? (isso só vai valer pra post gigante)
Vamos ver se você entendeu. Clica aí no “Continue Lendo”.

Muito bem. Você passou na prova psicotécnica do Mundo Gump e poderá desfrutar dos textos mais longos no mundo dos blogs.

Maçaneta retrátil

ma%C3%A7aneta+retratil Maçaneta retrátil
O último grito da segurança para hotéis é a maçaneta retrátil. Bem mais inteligente que aquelas plaquinhas de “não encha o saco” que os hóspedes penduram na porta.

Fonte: Yanko Design

Page 9 of 10« First...«678910»