A lanterna que te faz vomitar

cadastrado em: bizarrice, curioso, tecnologia — Philipe @ 3:44 pm


Parece até um daqueles hoaxes de internet. Mas o fato é que foi inventada uma lanterna com uma tecnologia capaz de fazer a pessoa passar mal ao ponto de vomitar. Ela emite pulsos em frequências de cores e intensidades específicas para desnortear o cérebro, induzindo um imediato efeito nauseante capaz de paralizar um oponente. A lanterna será um tipo de arma não letal do futuro. Ela é um produto da Intelligent Optical Systems

Leia mais sobre ela.


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Relógios complicadamente sensacionais

cadastrado em: curioso, design, incrível — Philipe @ 3:18 pm

Eles são bonitos, são caros ( mais de 100.000 dolares cada) e ver a hora neles é tarefa para quem gosta de desafios. Mas desafio mesmo é construir manualemente essas preciosidades mecânicas microscópicas. Um desafio proporcional ao preço.

HT3 Complication Vulcania

Urwerk 201


The Quenttin


Gerald Genta Arena Complications Tourbillon QP Moon Phase, 306.


Richard Mille Tourbillon RM012

HD3 Idalgo

Vincent Berard Luvorene 1

Bell & Ross instrument tourbillion


Fonte


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A maior e mais lenta musica do mundo

cadastrado em: bizarrice, curioso, gigante, incrível, music — Philipe @ 2:50 pm


A maior e mais lenta música do planeta é um tema musical para órgão. Ela foi construída por John Cage, em 1987 e as instruções se limitam a dizer que ela deve ser tocada o mais lentamente possível. Em 1997, numa conferência sobre o instrumento para organistas, um grupo surgiu com a idéia de tocar a peça de John Cage por 693 anos.
O trabalho na musica começou em 2001 e está rolando.
Até agora eles já tocaram 5 notas!

Para ouvir a musica, entre aqui

Para saber mais sobre o compositor da inusitada obra, entre aqui

A musica também está na Wikipedia


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Teia de aranha gigante

cadastrado em: curioso, gigante, incrível — Philipe @ 2:40 pm

A teia de aranha gigante encontrada no lago Tawakoni State Park, no texas pelos guardas florestais é tão incrível que caiu na rede, impressionando todos aqueles te morrem de medo de aranhas. Ela tem cerca de 183 metros, se espalhando por mais de sete árvores e dezenas de arbustos.

Apesar de assustadora como uma obra de pesadelo, a teia de aranha gigante é uma eficiente maquina de abater mosquitos. Os guardas afirmam que quando encontraram pela primeira vez, a teia era branca. Recentemente eles voltaram ao local e descobriram que a teia estava marrom. Ao se aproximarem eles ouviram um zumbido forte. Ela estava recoberta com milhões de mosquitos.

Leia mais sobre isso.


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Cão de raça. Gratis! Pegue o seu!

cadastrado em: animais, cachorro, dicas — Philipe @ 2:06 pm

A Denise me mandou isso por email. Achei pertinente divulgar isso num canal maior.

Cinqüenta cães de raça, fruto de um comércio abominável, precisam ser
doados com urgência, ou serão sacrificados. A criadora faliu e os cães
foram “alojados” emergencialmente na casa de uma amiga da família.
A maioria está em caixas de transporte, sendo retirada só para fazer
as necessidades, outros estão amarrados em árvores, ou presos em
lavanderia, garagem e sei lá mais o quê..

As raças são:
a.. Cocker Americano (cores: preto, preto com branco, marrom e preto
com amarelo) - 47 ao todo (idade de 1 a 8 anos)Obs.: estão falando em sacrificar os mais velhos!!! Depois de serem
usados como fábrica de cães, terão esse fim!!!

a.. Chow-Chow - uma fêmea, dourada, 3 anos
b.. Pastor suíço, branco, macho, 3 anos
c.. Colie - fêmea, 3 anos(essas fotos não são dos cães. Eu achei elas na net. Finalidade meramente ilustrativa)

Por favor, ajudem a divulgar!

contato : 11-4241-5502, 9959-1609 com Cibele, ou 4704-6335 com Lígia


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Adolescentização na TV

cadastrado em: textos — Philipe @ 10:30 pm

Hoje eu estava esperando a primeira dama terminar de ler um relatório para podermos ir na rua fazer uns pagamentos.
Enquanto eu esperava, liguei a Tv e comecei a ver os programas matinais.

Estava passando o Sítio do Picapau Amarelo.
Quando deu a propaganda eu comecei a observar um padrão na publicidade dirigida ao público infantil. A maioria dos produtos mostrava pirralhinhos fazendo caras e bocas com roupas estilo streetwear. Enquanto toda sorte de produtos boçais era empurrada para as crianças, eu, impressionado na poltrona, testemunhava um fenômeno que cahamarei de “adolescentização infantil”.

Quando eu era criança, ser criança era uma coisa normal. Você era uma criança, reconhecia-se como uma e aceitava este fato como parte da vida. Você tinha brinquedos e tinha uma conduta, um código que ia do vestuário ao comportamento com os pais. Sobretudo nos lugares públicos.
Aí você crescia um pouco mais e virava um pré-adolescente. Nesta fase, eu era meio criança pequena, meio criança-grande. A voz variava, algumas vezes fina, outras grossa. O mundo era mais complexo e eu já pensava em coisas como o dia do meu primeiro beijo. Como seria? Com quem?

Aí eu virei adolescente. Começou a fase dos hi fis (rai-fais) onde meninos levavam as bebidas e a s meninas um prato de salgado. E o ponto culminante, era beijar na boca ao som da música lenta. Ah, como era bom…

Ok, eu admito. Eu ficava lá no paredão, com cara de bobo. Eu só fui beijar na boca com quinze anos.
Eu tinha medo de chamar as meninas para dançar. A adolescência se prolongou por mais alguns anos e a era dos hi fis deu lugar a festas mais animadas, todo mundo ia para as boates ( em são páulo “boate” é como puteiro. Aqui no Rio, ir na Boate é programa mais familiar. è o que convencionou-se de chamar de ir “pra balada”) O termo pode soar natural em São Paulo e cercanias, mas ao rigor do vernáculo, ir pra “balada” aqui no Rio, me parece algo como tentar subir favela com o pessoal do Bope.
Seja como for, a minha adolescência foi recheada de grandes aventuras e muitos perrengues.

O que eu quero dizer com isso é que durante a fase que compreendeu a minha infância, a pré-adolescência e a adolescência, até chegar na fase adulta, havia uma clara distinção de quem eu era e qual o meu lugar no mundo.

Mas não é o que parece desejar o cara do marketing das agências que fazem as propagandas para os guris. Em todas as propagandas de crianças, a criança mesmo é representada por semi-bebês. É uma distorção imagética que vem ocorrendo há alguns anos.
As crianças recebem uma imagem de que “ser legal” é ser como as crianças dos comerciais. Há um comercial em especial, completamente detestável, onde três meninas de uns sete anos, com estilos Paris Hilton desfilam sandalinhas. Elas vão dizendo o que é ser legal. Num determinado momento, a conclusão é que ser legal “É ter atitude”. É ter aquela sandália. E então, a mais novinha, diz que “legal é brincar”. Diz isso com uma boneca na mão. As outras olham espantadas como se tivessem ouvido algo ULTRA INACREDITÁVEL. Isso obrioga a menina a se explicar para as amigas, dizendo que ninguém é de ferro.

O que esta passagem representa num comercial infantil? Representa uma exultação do consumismo e do patricismo, em detrimento ao papel real da criança que é brincar.
Brincar é OBRIGAÇÃO da criança. É parte fundamental do seu desenvolvimento social, motor e mental. Até os macacos brincam. Os tigres brincam. Os cães brincam. Todos os mamíferos brincam.
Crianças se espantando em ver uma delas dizendo que brinca, mostra que á uma mão invisível do mercado, maquiavélicamente manipulando o inconsciente infantil para um comportamento de adolescente. Elas são meninas que vestem-se como mini peruas, adultinhas e fingem desfilar numa passarela da moda. É uma realização metafórica do ideal adolescente feminino.

Palavras como “estilo”, “atitude”, “tribo” afetam o adolescente de maneira eficaz. A mídia usa estes truques com palavras mágicas desde a década de 70. Mas isso tem atingido preocupantes níveis. Nove em cada dez comerciais para crianças e pré-adolescentes, bem como as revistas, editoriais de moda e programas de clipes na Tv, repetem o mantra da “Atitude”.

O que ocorre é a adolescentização das crianças. Está comprovado que ao se sentir um adolescente, uma criança desejará exercer sua “atuitude”. E o que é a tão falada “atitude”? É usar a roupa da moda, ou o brinquedo. Usar isso de um ponto de vista contestador e absolutamente seguro. É desejar. É ser ao mesmo tempo o centro das atenções, o melhor, o popular e talbém em alto grau, o “rebelde”, ou num linguajar mais moderno, apenas um rbd.

Desejar não é errado. O ser humano sempre deseja alguma coisa. Da hora que nasce à hora em que abotôa de vez o paletó de madeira. O problema é que ao estimular a adolescentizção da criança, o marqueteiro tira dos pais um trunfo que é o poder de decisão sobre certos aspectos da vida dos seus filhos. Veja a Xuxa, por exemplo. Dá pra entender melhor o que eu quero dizer usando esta notícia do aniversário de nove anos da Sasha, que foi um rega-bofe com baile Funk e comida japonesa, duas exigências da “pré-adolescente” Sasha, como diz a notícia.

Claro, há pais e pais. Há famílias muito diferentes e ritimos de criação bastante complexos. O próprio sistema familiar já se alterou bastante ao longo do tempo. Antigamente, a família era uma estrutura formada por um pai, uma mãe e irmãos. Todos com claros papéis sociais para desempenhar. Hoje, a estrutura familiar mudou radicalmente. Vemos crianças sendo criadas pela Tv, pais ausentes tendo que trabalhar até nos finais de semana. Famílias separadas onde a criança é criada pelos avós.

Existem pais que inseguros sobre seu papel na educação e formação intelectual dos filhos, fantasiam que atribuindo a elas o direito de escolher tudo que querem, produzirão um jovem mais seguro. Um jovem com “atitude”. Existem pais que se orgulham de dizer que os filhos de 3 e 5 anos decidem sozinhos qual roupa irão usar e não há santo nem choro nem vela que faça o pirralho mudar de idéia. A criança bate o pé que quer e pronto. Resta aos pais aceitar as vontades dos pimpolhos.

Os pais cada vez mais distantes, seja pelo trabalho ou qualquer outro fator, tem a necessidade de suprir aquela falta, aquele peso na consciência comprando toda a sorte de mimos e presentinhos para os filhos. É normal que casais separados ou em ritimo de separação conjugal comecem a disputar os filhos em um festival de mimos e presentes que crescem em número e valor numa escala geométrica. Começa a quantificação do amor paterno usando como referência o preço do presente.

Isso é o paraíso do marqueteiro. Com pais ausentes, crianças cada vez mais precocemente estimuladas a um comportamento estereotipado de consumismo absoluto, todos rezando na cartilha do “você tem que ter ATITUDE”, está formada a sociedade do futuro. Aquela que venderá o fígado para comprar o último celular, ou o carro do momento.

A criança enquanto cresce, vai sendo influencaiada por diferentes segmentos. Primeiro pelos pais, depois pelos amigos da escola, e depois pelos amigos da escola mais a TV. A influência dos amigos é a maior e mais prolongada linha de influência sobre a personalidade de uma criança. Ela dura do momento em que o guri entra no pré-escolar e vai até o fim da vida.
São os amigos que dizem quem somos. São eles que dirão que você fica com mais estilo, moral ou atitude se tiver fumando um cigarro ou usando determinada bolsa ou acessório comentado na propaganda da MTV. Quem sabe bem disso é a Souza Cruz.

É difícil calcular em que grau a influência da Tv transforma crianças em bonecos mamulengos de adultinhos. Mas acredito que isso seja amplificado pelo fato de que a Tv afeta uma massa gigante de crianças. E esta influência reverbera entre grupos escolares, afetando até aqueles que não estão expostos à TV.
São vidas variadas e uma multiplicidade de combinações.
E justamente por conta disso é que se torna tão perniciosa a adolescentização, já que uma vez roubada esta fase da vida, não há retorno.

Era de se esperar que com a adolescentização infantil, houvesse em paralelo uma adultificação do adolescente, mas não. É justamente o oposto. O que ocorre é uma adolescentização do adulto. Quem não está habituado a ver essas titias desfilando com roupinhas e com comportamento adolescente em festas e eventos? Na maioria das vezes, são mulheres maduras e homens mais velhos que se separaram e resolveram aproveitar o tempo perdido, como se entrassem na máquina do tempo, voltando aos dias que precederam o encontro com o parceiro naquele romance que deu errado.
Além dos que buscam a adolescência tardiamente, estão aqueles que atingem a idade adulta mantendo uma vida adolescente. São marmanjos que trabalham e ganham bem, mas vivem na casa dos pais. Ao contrário do que acontecia com gerações passadas, esta geração não deseja sair de casa e ter seu próprio apê. Eles estão querendo o conforto. A folga, o mole, comodidade ou como poreferir. Essa geração coloca cama de casal no quarto e comunica aos pais que vai trazer a namorada para dormir com ele ( ou ela) em casa.
Os pais aceitam o prolongamento da fase adolescente dos filhos. São vários os motivos que explicam isso. Mas um deles é o mais óbvio, porque isso é em útimo grau, uma negação inconsciente do inexorável destino humano. A morte. Enquanto as “crianças” estão em casa, os pais não se sentem velhos.
Se por um lado temos guris saídos das fraldas que vivem um High School Musical adolescentizado, no outro extremo, temos adultos que não desejam viver os aspectos mais chatos da maturidade. A adolescência está se prolongando.

È interessante quanta reflexão um comercial de sandalinha e carrinhos que viram robôs podem gerar, né?


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Três storylines básicos de Coca-Cola

cadastrado em: textos — Philipe @ 5:56 pm

Após o último post de texto, quando eu fiz o meu primeiro experimento literário de Coca-Cola, vi que dava certo. acabou saindo um argumento inteiro de longa metragem no estilo Tela Quente.
Hoje resolvi repetir o experimento. Só que desta vez vou usar Coca Zero para ver se há alguma diferença.
Diferença é óbvio que vai haver, uma vez que no outro post eu fiz uma história do início ao fim numa só tacada (dividida em três momentos, o que é ruim. Mas é o que acontece quando a gente resolve escrever direto no blog)e agora não quero fazer isso, pois fica grande demais. Cansativo de ler.

Então vamos lá. Cada um vai ser num estilo. Vamos ver o que sai:

Gênero: Terror

O Carteiro

Um carteiro está prestes a se aposentar quando recebe ordens de entregar uma antiga carta em uma casa. A casa fica numa região isolada de fazendas. O carteiro vai até lá e ao chegar na casa é recebido por uma estranha velha cega. Ela pede que ele leia a carta, mas está escrito em latim. O velho tenta ler e a mulher morre. Assustado, ele larga a carta e vai embora. No caminho, sente que está sendo seguido. Um cão furioso preto da raça pit bull começa a fazer um jogo de gato e rato com o carteiro. Para fugir da fera, o homem busca abrigo numa casa abandonada. A casa parece estar vazia. Anoitece. Acontece que a casa só aparenta estar vazia. O cão pressente alguma coisa e não entra na casa, mas fica de tocaia do lado de fora. O carteiro começa a ter visões e ser perseguido por espíritos. Sem poder sair da casa, ele precisa entender o mistério que envolve uma carta antiga escrita em latim com símbolos estranhos. O carteiro descobre quem escreveu, quem é a velha e quais as verdadeiras intenções do cão.

Gênero: Infantil

À procura da luz

Esta é a história de um atrapalhado cupim voador e seus dois amigos encalhados que decolam do ninho em busca de procriar. No meio da viagem rumo ao céu, um dos cupins é atraído por uma lâmpada do poste e seus amigos precisam ajudá-lo. Os cupins são perseguidos por um grande morcego insetívoro e buscam abrigo num ônibus. O ônibus viaja muitos quilômetros e eles são levados para um lugar bem distante, cheio de perigos como aranhas, chuva e vento. Os cupins descobrem que estão muito longe de onde deveriam estar para poder procriar. Eles passam a tentar descobrir uma maneira de retornar ao território antes que a época do acasalamento termine. Mas não vai ser fácil, porque os gafanhotos, aranhas e as lacraias querem jantar cupim. Em busca da luz eles acabam colocando fogo na floresta e são levados de volta pegando carona no helicóptero dos bombeiros. Quando eles chegam, acabou a época de acasalar. Tristes, eles decidem ir embora, viajando pelo mundo.
É quando eles encontram uma caravana de jovens cupins que estavam em busca de marido. Eles formam três pares e fazem uma grande festa.

Gênero: Drama

Azul escuro, quase preto

Zac, Jack e Tom são amigos dos tempos de escola que por coincidência se encontram trinta anos depois, num velório de um querido professor. Após trocarem os telefones, resolvem se encontrar. Os encontros ocorrem e a amizade da juventude ressurge. Zac, o mais velho, descobre que está com câncer raro. Ele tem menos de três meses de vida. Ele conta isso aos amigos que sofrem por ele. Um deles relembra dos antigos cadernos dos tempos de escola. Ele encontra os cadernos no sótão da casa da mãe de Zac e descobrem que um dos grandes desejos da infância do colega era viajar para pescarem juntos.
Tom, o mais rico, aluga uma enorme lancha e resolve viajar para uma pescaria a três, como eles sonharam quando eram crianças. Jack e Zac tiram férias e saem para o passeio inesquecível de suas vidas.
Após uma forte tempestade, o barco é danificado e eles ficam à deriva. Por uma semana são levados pelas correntes do pacífico para mares distantes. Sem rádio e sem navegação, eles começam a sofrer as ações da fome e do desespero.
Durante a noite uma estranha criatura surge sob o barco e eles se vêem às voltas com a terrível lula gigante. Usando remos e pedaços do barco eles lutam pelas próprias vidas com o feroz animal. Vendo que não haverá solução, Zac se sacrifica para salvar os amigos. Ele explode com uma granada da segunda guerra na boca da criatura. Os amigos sobreviventes ficam à deriva numa pequena balsa de resgate por uma semana até que são vistos por um veleiro do brasileiro Amir Klink, que os resgata.

Gênero: Suspense - Ficção Científica

O medo vem do alto I

Sete homens são treinados para operar uma estação de observação na estação espacial internacional. Escolhidos por um consórcio de empresas de tecnologia, eles liderarão uma pesquisa que busca construir o mais poderosos radiotelescópio no espaço, afim de observar o nascimento de uma estrela.
Os homens são enviados para a estação e permanecem em órbita da Terra por um mês. Durante este tempo, eles trabalham na construção do observatório.
Súbitamente um acidente com milhares de fragmentos de lixo espacial danifica a estação, colocando a vida deles em risco.
Após inúmeras tentativas eles conseguem estabilizar a estação e conter a fuga do precioso oxigênio. Na operação, o ônibus espacial é desconectado da estação. Sem janela de reentrada, ele explode na atmosfera. Presos na estação e sem comunicação, os astronautas estão por conta própria. Eles passam a tentar estabelecer comunicação com a Terra, mas tudo que conseguem é estática e estranhos ruídos.
Buscando um contato de qualquer maneira, os astronautas descobrem documentos reveladores que mostram que o objetivo real do consórcio era um contato com alienígenas. Só então eles desligam o aparelho que tentavam usar para comunicação coma Terra. Mas já é tarde.
Estranhas luzes começam a aparecer e sumir em volta da estação. Os astronautas se vêem às voltas com alienígenas. Um a um eles começam a sumir. Com medo, um dos astronautas tem uma crise nervosa e coloca a vida dos outros em risco, vestindo o traje de EVA e tentando fugir da estação. Enquanto isso, na Terra todos querem saber o que aconteceu. Os telescópios vêem a gigantesca nave orbitando a Terra ao lado da Estação Internacional. O astronauta louco é abduzido. Um a um os astronautas são capturados.
Apenas um deles fica para trás. Ele luta com os alienígenas. tenta modular o sinal para um pedido matemático de socorro. Outra astronave extraterrestre surge e consegue capturá-lo. Esta astronave contém alienígenas diferentes. Menos violentos. O astronauta é levado de volta para a Terra. Semanas depois, um a um, os seus companheiros vão sendo devolvidos, nus, em estado de confusão mental, em diferentes lugares do planeta Terra. A estação espacial internacional some e nunca mais é encontrada.

Este último é apenas a parte um de uma seqüência de III filmes.

Em O medo vem do alto II, a história foca num dos astronautas que foi abduzido fora da nave no primeiro filme. (o tal que teve a crise nervosa) O tal astronauta chama-se Charles Drucker Jr. e abandonou o trabalho como astronauta para ser instrutor de vôo em uma cidade do interior. Uma noite, Charles começa a ter pesadelos recorrentes com a abdução. Ele acorda sentindo dores horríveis. A mulher não suporta mais as crises de Charkles. Eles passam por problemas conjugais. Ela se separa.
Charles passa a viver sozinho numa casa afastada perto de um pequeno aeroporto onde ele treina pilotos. Num vôo duplo, Charles passa mal e desmaia. O aluno consegue controlar o avião. Charles resolve fazer um check up. Ao ver a tomografia, ele descobre que está com um chip implantado na medula.
Charles começa a se submeter a uma hipnose regressiva onde recorda os momentos que passou na nave. Charles pede para que um amigo cirurgião retire o implante. A partir daí, Charles passa a ficar paranóico. Começa a perceber que sua vida está cercada de pessoas estranhas que o espionam. Ele começa a desconfiar que sua experiência com os alienígenas não pertence apenas ao passado. Ele descobre pequenas câmeras escondidas em vários lugares da sua casa. Gravadores no seu carro. Charles descobre que a corporação está vigiando a vida dele. Naquela mesma noite, ele acorda com um zumbido. Uma nova abdução está prestes a acontecer.

O medo vem do alto III, eu ainda não pensei. Estou com fome. Vou parar por aqui.


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Mundo Gump vira notícia no portal IG

cadastrado em: mundo gump, notícia — Philipe @ 1:33 pm

Finalmente entrei para o seleto grupo dos blogs que viram notícia num portal de grande audiência.

A notícia publicada no Ig fala sobre meu trabalho com o Locke e a promoção. Legal. Gostei. Estamos crescendo!


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Sorteio: AND THE LOCKE GOES TO…

cadastrado em: dicas, escultura — Philipe @ 11:59 am


Finalmente, depois de acordar cedo para anotar o nome de todo mundo e recortar a mutueira de papelzinhos, dobrar e misturar no saquinho, nós fizemos o sorteio.

A primeira Dama foi que sorteou e só valeu quem postou e indicou a série de posts do boneco do John Locke até meia noite de segunda-feira.

É com satisfação que anuncio o nome dos sortudos que vão levar o boneco do John Locke pra casa.

Para saber se foi você ou não, clique aqui no “Continue lendo”.


AND THE JOHN LOCKE GOES TO:

e-Lizard
Indicada na categoria Comentário

e

Edgard, do blog A bordo do Pérola
Indicado na categoria Divulgador

Parabéns aos dois sortudos. Tudo que vocês tem a fazer agora é mandar um email pra mim.
Vamos marcar um jantar de comemoração onde vocês irão ganhar os respectivos bonecos.

Agora, dando continuidade ao assunto dos bonecos, se você gostou do boneco e quer ter um pra você, eu vou vender uma tiragem limitada do John Locke para cobrir os custos. Inicialmente, seriam só 7 peças, mas como tive prejú com o desmoldante, vou fazer uma nova tiragem pra tentar cobrir este custo e quem sabe, bancar o projeto do próximo boneco que será sorteado no Mundo Gump. O boneco do John Locke será vendido a R$ 75,00* (sem pintura, sem montagem) na forma de um kit.
E na forma premium, com a pintura, montagem e decoração especial com matinho por
R$ 200,00*

Se mais de 5 pessoas quiserem comprar o boneco, o preço vai cair para R$ 150,00*

O limite máximo será de dez peças premium. Mais que isso é inviável. Então peça a sua antes que acabe.
Para pedir, mande um email para
infinit@cruiser.com.br
com o subject - quero comprar o Locke.
Eu envio mais dados sobre a venda do boneco.

*- Obviamente não está incluido o frete. O preço se refere ao valor do boneco.

Para sugerir o que eu vou esculpir na próxima, você entra na nossa comunidade do MUNDO GUMP no ORKUT e sugere lá. Vale boneco de serie, filme, personagem de quadrinho, etc.

É isso aí, pessoal. Obrigado a todos por participarem e parabéns aos ganhadores.

Acompanhe os posts anteriores do boneco:

A idéia
parte 1
parte2
parte3
parte4
parte5
parte6
parte7
parte8
parte9
parte10
parte 11- FINAL


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Eu fui simpsonizado

cadastrado em: curioso, humor, ilustração — Philipe @ 3:16 pm


Legal este site que eu vi lá no blog da Ester. O site promete transformar sua foto para o estilo dos bonecos dos Simpsons. Aí resolvi me simpsonizar. Não sei se ficou muito parecido mas achei legal o site. Divertido.


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