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A história do traje espacial

July 15th, 2007 3 Comments


Outro dia a minha amiga Denise ficou bolada quando me ouviu falar que se eu ficasse rico como o Bill Gates eu iria comprar um traje de EVA russo para decorar a minha casa.
Um traje de EVA é o traje pressurizado espacial que os astronautas vestem em operações no espaço, do lado de fora da nave. Esta minha fascinação e desejo de consumo por um traje espacial sempre me acompanhou desde que eu tinha mais ou menos uns nove anos e li num dos Tesouros da Juventude do meu pai uma aventura incrível com dois astronautas que fazem uma expedição à lua.
Quando eu nasci, o homem já tinha ido, voltado, ido novamente, andando de carrinho, jogado golfe e até tido problemas para voltar de lá. Só que o livro que eu li era de um tempo em que ir até a lua era pura ficção científica. Então tinha aquele monte de coisa viajante e errada mesmo, como partes da nave pegarem fogo no vácuo, aliens, etc.
Mas de que importam essas inconsistências se a aventura parece suficientemente instigante para deixar um garoto de nove anos sonhando em ser um astronauta?

O fato é que eu sou um astronauta frustrado. O mais perto que cheguei de me tornar um astronauta foi quando meu compadre Americo me deu uma camisa do Expedition crew, que ele comprou do astronauta brasileiro. Esta camisa é igual a usada pelos cientistas à bordo da estação espacial internacional.

Assim, se eu ficar rico um dia com o Mundo Gump, eu juro que vou comprar um traje de EVA usado ou mesmo que isso não seja possível, encomendarei uma réplica para decorar a minha casa. Algumas pessoas sonham com carros esportivos, outras com viagens aos confins do planeta. Eu queria ver a Terra do espaço. E voltar com a roupa de astronauta. Só isso.
Coisa de nerd.
Quem sabe se com aquele esquema de viagens sub-orbitais eu ainda consiga realizar este sonho.
Bem, de qualquer forma, aqui está uma interessante dica sobre a história dos trajes espaciais.

O mestre do illustrator

July 15th, 2007 1 Comment

Todo mundo que já tentou fazer um desenho no Adobe Illustrator ou no Corel, já sentiu na pele o que é desenhar em vetorial. Normalmente os desenhos que vemos em corel, illustrator e similares são coisas simples e de cores chapadas.

Mas olha só o que Yukio Miamoto faz. Não é foto. É desenho. E não é 3d. É desenhado linha a linha. Cada brilho, cada reflexo. Cada merdinha. cuidadosamente desenhado no Illustrator.
Mestre.




Gostou? Visite este site e babe mais.

Springwalker

July 15th, 2007 No Comments



Springwalker é o nome desta estrutura exoesquelética que permite a pessoa correr em uma velocidade incrível e saltar a grandes alturas. O equipamento parece bem simples de ser construído desde que se tenha habilidade com metais.
O equipamento é um amplificador de movimentos. Super curioso. Este equipamento não está a venda, mas as plantas de construção estão a venda e podem ser adquiridas neste website.

CARthedral

July 15th, 2007 No Comments

É gostoso de ver como tem gente pancada neste mundo. Eventualmente um desses espécimes produz alguma coisa suficientemente estranha, bizarra ou curiosa ao ponto de figurar neste blog.
E hoje eu vou te mostrar o Carthedral, um carro velho, uma catedral gótica e muita solda.

Trata-se de um carro Cadillac 1971, onde sua proprietária Rebecca Caldwell construiu uma catedral gótica, com gárgulas, vitrais, torres e etc. Maior viagem.


Um boneco em 24 horas – O homem planta

July 14th, 2007 52 Comments

O PROJETO
Quando recebi a proposta de um cliente para construir um boneco de um personagem (super herói) brasileiro, fiquei meio incrédulo. Sempre que ouço sobre super heróis, tenho a tendência – como todo mundo – a imaginar aqueles caras bombados com roupas multicoloridas e colantes, voando soltando raios. Uma coisa meio infantil.
Mas ao ler a história do personagem, que meu ex-aluno Daniel criou comecei a me interessar. Em linhas gerais, tratava-se de um garoto órfão que havia sido seqüestrado por um grupo de pesquisa privado e secreto; Este menino – junto com várias outras crianças que acabaram morrendo no processo – teve vários de seus gentes alterados usando material de origem desconhecida e de plantas.
Dali a um tempo, este garoto consegue sair de onde estava sendo mantido e ganha o mundo.
Meu desafio seria dar uma cara, um visual para este personagem, seguindo as especificações do criador.
O plano era construir um modelo conceitual do personagem em 2d, 3d e 3d real. Eu fiquei responsável pela concepção 2d e pela concepção 3d real do personagem.
Durante o período de uma semana, eu busquei a massa Super Sculpey, que é uma massa que eu uso para esculpir bonecos. Mas ela estava em falta no mercado nacional devido a alta procura. Assim, acabei sem sucesso em conseguir comprá-la. Importar a massa direto dos EUA, também iria demorar muito.
Esta massa parece com massinha de modelar infantil. Só que quando você considera que o boneco está pronto, leva ele ao forno, assa o boneco e a massa endurece, podendo ser lixada, cortada, polida e pintada.
Sua versatilidade faz desta massa (não só ela, mas toda a família de massas deste tipo, chamadas Polyclays) o material ideal para a construção de bonecos conceituais.

Mas não havia Super Sculpey no Brasil, e não tendo mais opção devido à proximidade do deadline, acabei sendo forçado a trabalhar num prazo meio maluco. Eu detesto trabalhar com prazos apertados. Neste caso específico eu fui enrolado por um cara que era fornecedor de massa Super Sculpey, com quem troquei várias ligações para saber quando chegaria e ele sempre confirmando que chegaria no dia seguinte. O prazo de entrega ficou muito perto do limite e a luz vermelha da emergência piscou.
Acabei tendo que correr na loja de material de construção e comprei o bom e velho DUREPOXI. Trabalhar com durepoxi não era nada fácil, uma vez que eu teria que voltar ao estilo de modelagem que eu tinha no início da minha carreira de modelador de bonecos. Em mil novecentos e antigamente, eu fui um dos poucos criadores de matrizes para bonecos de RPG. Aqueles bonequinhos de chumbo que os garotos adoram colecionar e pintar. Naquele tempo, graças a um mercado atrasado, éramos obrigados a criar bonecos de 2,5 cm de altura com durepoxi, esculpindo com agulha durante horas e horas.
Neste caso, o boneco do Daniel seria bem maior.

A CONSTRUÇÃO

O primeiro passo foi recolher todas as informações possíveis. Fizemos uma reunião de varias horas, onde eu rabisquei inúmeras idéias sobre o personagem e sua aparência. Depois demos uma longa e detalhada analisada em milhares de referências de super heróis e bonecos em busca de idéias novas, e principalmente em busca de não cair no lugar comum, evitando fazer algo que já tivesse sido pensado.

Com base na criação do Daniel, os thumbnails (desenhos rápidos que eu faço para captar as idéias principais do cliente) aprovados, eu fiquei um tempo no Photoshop desenhando uma versão colorida em diferentes poses do que deveria ser o personagem.

Personagem sem o gene vegetal ativo

Personagem com o gene vegetal ativo

Enviei os desenhos para o cliente que deu sinal positivo, aprovando os conceitos e sugerindo pequenas alterações nas botas e no tipo de calça.

Como eu trabalho com varias coisas ao mesmo tempo, eu não tinha muito tempo hábil para este projeto sem causar prejuízo em minhas outras atividades. Então olhando com atenção o que realmente eu teria de tempo para fazer o boneco inteiro e pintá-lo, percebi que eu simplesmente não tinha tempo nenhum além de um fim de semana.
Então a meta era sair do nada e chegar no boneco pronto em 48 horas. Na verdade era bem menos tempo, porque eu teria que comer, tomar banho e dormir neste período. Mas o problema maior nem era o tempo, uma vez que esculpo relativamente rápido. O problema era a massa ser durepoxi. Eu achei um pedaço não usado de super sculpey na gaveta, mas estava velho e quebradiço. Tive que dar umas boas marretadas nele com um martelo durante algumas horas para praticamente ressuscitar a massa.

Reuni todo o material na mesa. Usando referências obtidas em livros de anatomia, imprimi as imagens em tamanho original. Isso deu uma boa ajuda, acelerando a etapa de escultura.

Em cima desta referência na escala final do boneco, eu ajustei o esqueleto usando arame de aço flexível.
Em seguida eu marquei a base para perfuração, que foi feita usando uma minifuradeira (retífica).


Uma vez que meu boneco estava fixado na base, comecei a trançar uma segunda volta de arame mais fino em todo o esqueleto.
O objetivo desta operação era produzir ancoragem para que a massa não se descolasse da estrutura.
A etapa seguinte foi construir de durepoxi as partes rígidas do esqueleto, deixando apenas espaço para as partes de articulação.

Isso me permite experimentar inúmeras poses, garantindo que o boneco irá se dobrar bem nos pontos corretos de articulação.

Passada esta etapa, comecei a misturar uma boa quantidade de durepoxi e tasquei no boneco. Lentamente fui dando forma e volume a cada uma das partes. Usando um paquímetro de R$1,99 (plasquímetro de plástico vagabundo) fui medindo o sujeito peladão da referência e transferindo para o boneco.

O chato é que esta etapa é um pouco demorada, o que fez com que o durepoxi secasse durante o processo. Grande parte dos problemas do durepoxi enquanto massa de escultura estão no fato de que ele é um cola.

Quando você mistura os dois componentes, aquele treco começa a endurecer. Você tem duas horas em média de tempo para fazer tudo. Se não fizer, ele vai endurecer e dê adeus ao seu trabalho incompleto e à massa não utilizada. Ela vai virar pedra.

Então, é um trabalho bem mais difícil do que com a Super Sculpey, uma vez que se você comete um erro, este erro vai se imortalizar no seu boneco até você ficar puto e meter uma talhadeira nele, destruindo um pedação e reconstruindo depois.
Este tipo de coisa aconteceu ali no ombro esquerdo do boneco. Note que eu errei a proporção e o durepoxi inicial virou pedra. Tive que tentar arrumar aumentando o outro lado para ficar proporcional, mas ainda assim ficou estranho. Resolvi deixar aquele pedaço errado para trás e seguir com a modelagem do boneco. Eu poderia ter parado ali e consertado aquela parte, mas como eu tenho uma certa experiência com bonecos problemáticos, eu sabia que seria mais jogo aumentar a quantidade de massa nas pernas e na estrutura de um modo geral para que o boneco aguentasse as marretadas que eu teria que dar para destruir os pedaços de massa que estavam fora do lugar. As pernas ainda estavam finas e a estrutura poderia entrar em colapso. Assim, prossegui.
Comecei a colocar um layer de detalhamento na parte superior do tórax, para poder chegar no tamanho idealizado do que seria o torso do boneco. As pernas estavam finas porque eu ainda não havia começado a fazer as calças.

Para visualizar os volumes, eu usei papel alumínio amassado, simulando as calças. Isso era só para uma referência mental mesmo. Não usei enchimento de papel alumínio neste boneco. Ele foi feito quase totalmente em durepoxi.

Em seguida eu comecei a fazer as mãos do boneco.

E aplicar na peça.


O próximo passo foi começar a modelar a calça. Tive que fazer em etapas, uma vez que o tempo para cada etapa era mais lento, uma vez que as calças tinham que ser cuidadosamente alisadas para evitar problemas posteriores. Isso evitou gastar massa desnecessariamente.

Aqui está o boneco com uma das pernas já feitas. E a outra canela ainda esperando sua grossa camada de Durepoxi.
Usando refeências fotográficas de varios tipos de calças eu modelei o drapeamento do tecido.
E depois fiz a outra perna.

Fiz também o detalhamento da parte de trás.

E então chegou finalmente o momento de meter a marreta no boneco e destruir uma boa parte do braço problemático, arrancando o durepoxi e expondo o esqueleto de arame abaixo.

Isso me permitiu fazer ajustes para uma pose melhor. A pose anterior estava me incomodando um pouco, dando a impressão de que o boneco estava pedindo esmola. Assim, resolvi baixar o braço. Seguindo o conceito original do personagem este braço seria um pesado braço de mogno. Para retratar o visual de um braço de madeira maciça, eu optei por modelar esta parte do braço mais facetada, como se tivesse sido cortado em madeira.

A super sculpey que eu ressuscitei era pouca, e deu para fazer a cabeça e alguns detalhes.
Então, rapidamente comecei a modelar a cabeça, seguindo umas referências faciais indicadas pelo cliente. A super sculpey rendeu legal e deu pra fazer detalhes pequenos nos braços, calça, e etc.
Em seguida levei o boneco ao forno e assei. Estava terminada a escultura. Eram duas da manhã de domingo e eu fui dormir, afinal, estava pregado. Esculpir cansa muito.

A PINTURA

Comecei a etapa de pintura na manhã de domingo.

A primeira coisa a fazer foi dar aquela clássica base de tinta estilográfica preta.
A tinta estilográfica para quem não sabe é tinta de nankim, usada em desenho. Esta tinta é sensacional para fazer a base de pintura, pois tem um belo acabamento acetinado e depois de seca, se mantém insolúvel ao seu meio natural, que é a água. Não tem cheiro e é barata! Muito bom material.

A segunda etapa foi dar uma camada de pincel seco na cor branca, para realçar os detalhes do corpo. Esta etapa é muito legal em peças maciçamente detalhadas como o tórax. É muito curioso ver os detalhes saltando. Na etapa seguinte, eu comecei a aplicar as camadas de cor de pele. Isso foi feito em vários layers de pintura com cores diferentes.

Em seguida, pintei as raízes, as folhinhas e o musgo.
Usei mais de dez tons de verde diferentes, para ressaltar detalhes.
Eu levei seis horas pintando o boneco.

E finalmente estava pronto.
Entreguei o boneco e o cliente adorou.


É isso aí. Espero que tenham gostado.

Prisões inacreditáveis

July 12th, 2007 9 Comments

Quando pensamos em cadeia, o que nos vem a mente é o retrato do sistema carcerário brasileiro, com aquele monte de homem sem camisa acumulado em um cubículo infecto, com um monte de coisas penduradas nas grades, braços e pernas para o lado de fora. Pessoas se matando para abrir espaço.
Por pior que sejam aqueles caras, temos que pensar que é até mais humano dar cabo logo deles com um tiro e doar seus órgãos para transplante do que manter o sistema carcerário do jeito que está. A prisão funciona como um depósito de corpos. É um tipo de lixão humano, para o qual todos nós viramos as costas esperando que ele suma como que por mágica. Mas não vai sumir.
Hoje a prisão serve para fazer o bandido se aperfeiçoar. É um MBA do crime. O cara entra ali e fica esperando a chance de fugir, saindo muito mais perigoso do que entrou. E graças ao pífio sistema judiciário, tá cheio de cara ali dentro que nem sequer foi condenado!

Não podemos pensar que só tem este jeito, de acumular os bandidos lá e pronto. O bandido tinha que ser OBRIGADO a estudar. OBRIGADO a trabalhar e comprar sua própria comida. Não trabalha, não come. Nada de trabalhar para reduzir pena. Mas poderia ter uma política de redução da pena baseado na doação espontânea de órgãos para transplante. Pra que bandido precisa de dois rins? E córnea? E pele? E fígado?

Enquanto nossos governantes roubam, trabalham em outras coisas, aqui está uma lista de prisões estranhas e curiosas.

A prisão mais cara do mundo

A prisão mais cara do mundo é a Prisão de San Quentin, na Califórnia. A prisão está localizada num dos mais valiosos terrenos dos Estados Unidos, 275 acres com vista para o mar à beira de uma baía e está avaliada em 100 milhões de dólares.

A menor prisão do mundo

A menor prisão do mundo é esta. Incrível. parece uma capela, mas acredite, é uma prisão. Ela foi construída em 1856 e fica na ilha sark em Guernsay. A lotação é de dois presos. E não há janelas.

A prisão mais segura do mundo

A mais segura mesmo é a Supermax no Colorado. Lá o bicho realmente pega.
Esta prisão é um tipo hi-tech de Alcatraz, e foi inaugurada em 1994. Ela é o lar dos mais violentos e absolutamente monstruosos seres dos Estados Unidos. Nenhum prisioneiro tem contato com o outro, em nenhum momento. Eles passam 22 horas por dia confinados em solitárias. Sem nada, nada mesmo, para fazer. A maioria pira lá dentro, de tão isolados que ficam do mundo.

A prisão mais… mais… caraca. Mais o quê? Mais maluca do mundo.
Bolívia (começamos bem). Na cidade de San Pedro os prisioneiros pagam aluguel pela cela (?!), mas não só isso. Eles também tem seu trabalho independente lá dentro, da prisão. Um bom número de presos tem esposas e filhos, que ficam lá com eles e os turistas e sacoleiros entram e saem como querem na prisão, desde que sempre acompanhados por um “guia turístico” (um prisioneiro) por razões de: segurança. (pausa para ficar bolado)

Isso aí em cima é um bar dentro do presídio. Turistas podem também – desde que paguem uma pequena taxa – Pernoitarem na prisão também por uma ou duas noites. A maioria dos “turistas” vão lá para comprar cocaína – brizola -pó -farinha – realce, dos amiguinhos presos. Parece que a cocaína ali é a mais pura e barata da Bolívia. A polícia só entra ali para coletar a propina.

A prisão mais bonita do mundo

A prisão mais bonita do mundo é super legal. Parece até a sede de uma grande empresa de tecnologia. Mas é um xilindró. Ela é um projeto da hohensinn architektur. Fica em Steiermark, na Austria.Fala sério. Puta prisão maneira, hein? Se fizerem isso no Brasil, a criminalidade aumenta. Vai ter um monte de gente querendo ir morar lá.

A prisão mais famosa do mundo


É Alcatraz. Não há muito o que falar desta prisão além do óbvio que todo mundo sabe. Ela tinha lotação baixa, de apenas 336 prisioneiros, e fica numa ilha bem no meio da Baía de São Francisco.
Vários tentaram escapar. Ninguém parece ter realmente conseguido, apesar dos filmes.

A prisão mais superlotada do mundo ( Tirando as do Brasil)

Fica em St. Petesburgo, na Russia. Ela se chama Kresty. Foi planejada para abrigar 3000. Sabe quantos tem lá? 10000 cabeças! Imagina só que merda! o tempo de banho máximo POR SEMANA é de 15 minutos.

Via: Deputydog

Convidada para jantar, ela encontrou cadáveres no freezer!

July 12th, 2007 2 Comments

A história parece até aqueles filmes sanguinolentos da década de 80. Mas aconteceu de verdade.
Uma mulher, convidada para jantar fez uma descoberta horripilante após jantar na casa de Didier Charron, de 43 anos.
Ela abriu o freezer para colocar as sobras do jantar e deu de cara com o corpo de uma mulher e os pedaços macrabamente cortados de um garotinho de 12 anos.
Os corpos tratavam-se da esposa do anfitrião, Chantal Didier de 46 anos e seu filho, Brian, de 12. A convidade horrizada correu para o telefone e alertou a polícia sobre os corpos no freezer. Brian e sua mãe não eram vistos na vizinhança por meses. Charron, o anfitrião macabro, foi preso e interrogado pela polícia.
O casal tinha apenas três anos de vida conjugal e eram descritos como tendo uma relação instável e violenta. A esposa pretendia se divorciar de Charron.

Veja a notícia aqui

Pistolas de papel

July 12th, 2007 1 Comment


Não lembro quem foi que me pediu para repostar o link do site japonês de papercraft onde os caras mostravam varias pistolas e até metralhadoras feitas de papel. São obras incríveis mesmo.

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