10 motivos para ver este video
Cante, irmão. Cante! O cachorro mais feio do mundo 2
O cocô mais caro da história
Cocô. Aquilo que todo mundo faz. Alguns não gostam. Alguns tem fetiches tão bizarros com ele, que chegam a comê-lo (cropofagia). O cocô é parte da existência humana, mas evitamos pensar nele. Muitas pessoas, quando fazem o número 2 lá no vaso, nem sequer olham pra ele antes de apertar o botão. Aquele botão que o mandará para a dimensão oculta, e talvez por isso, relativamente “inexistente” do esgoto. O ser humano é acostumado durante a vida toda a odiar o próprio cocô. Talvez por isso, pensemos que pessoas famosas e celebridades não façam. É difícil imaginar Anal Paula Arósio revirando os olhos, toda vermelha, fazendo uma força do caramba pra cagar. Curiosamente, imaginamos com relativa facilidade a mesma atriz numa cena de novela, dando a luz num velho curral abandonado… O poder da merda é tão impressionante que já vi casais “modernos” falando que apenas banheiros separados podem salvar o casamento, mantendo o mistério e o romance de uma relação. A tia da Nivea, sempre disse uma frase que me impressiona muito, que é: “Ver a merda do parceiro, ou ver o mesmo cagando desgraça qualquer romance na hora.” Claro que nem sempre é necessário vê-la. Muitas vezes, os demais sentidos nos assaltam de tal modo que apenas ao ouvir o “catapumba” daquele tolete mastodôntico na água, nos damos conta da cropo-aberração que saiu de dentro de quem amamos. Em outros casos, talvez até pior, é o cheiro, carregado de partículas microscópicas de merda do outro a entrar deliberadamente no nosso corpo pelo nariz. Pouca gente fala sobre isso. Parece-me um certo tabu. O cocô é visto como um subproduto do ser humano. Sai nele tudo que não nos presta mais, toxinas e restos de nossa alimentação. Mas seja como for, seja mole, seja duro, grande, pequeno, torto ou reto, seja ele com milho ou sem, o cocô, este nosso companheiro de todos os dias, (para alguns) é considerado como a coisa mais baixa, mais sem valor do universo. Uma vez eu vi um cara esculhambar uma mocinha, que chorava apoiada numa parede. Cena digna da novela. Ele falou varias coisas, mas essas, eu estava longe e não ouvi. -Você pra mim é merda! Merda! - dito assim, com direito a repetição dramática com o dedo em riste e tudo. A menina, sem reação, apenas chorava encostada na parede, como convém à mulher adúltera no flagrante. Então, a merda não vale nada? Nada? Não é o que parece.
Museu do bizarro é inaugurado na Times Square
Rio cidade dormitório
Outro dia eu fui no Saara com a Denise e o Thiago e acabamos encontrando sem querer uma parada muito doida, que é esta beliche de oito andares, criada como uma “unidade urbana de repouso” para os mendigos.
È uma idéia do artista Guga Ferraz e ao mesmo tempo uma crítica ácida ao estado de abandono e extrema mendicância que retrata o caos e a desordenação do centro da cidade do Rio.
Apple aumenta a mão para não reduzir o telefone
Este é um truque clássico. Muitos dos críticos ao Iphone, acusavam a Apple de produzir um aparelho trambolhudo. Grande demais para os dias miniaturizados de hoje. A Meizu pegou carona nesta idéia e fez uma réplica do Iphone um pouco menor. Muitas vezes, o inventor e homem de negócios precisa dar uma de “joão sem braço” para viabilizar suas idéias. Para solucionar este problema, o sujeito contratou vários modelos de homens com aparência fortemente masculinas e mulheres muito bonitas que apenas andavam no interior do mercado com os carrinhos. Cenográficamente apanhando produtos e colocando-os nos carrinhos. Resumindo, malandragem é pra quem tem. Sujeito meio doido está contando até 1000.000
Um cara resolveu contar de um a um milhão. Ele está fazendo isso enquanto transmite sua contagem pela internet via webcam. Ele está em 55190 bem agora. Não é o primeiro maluco que resolve sair do um e ir até um milhão. Já fizeram isso no passado, e o que é pior, digitando. O trabalho levou 16 anos e 7 meses. |
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