Subscribe

LOST – Minha lua de mel

June 26th, 2007 43 Comments

Eu casei no dia do meu aniversário de 23 anos. No dia 23 de janeiro.
É raro um sujeito casar com 23 anos sem a mocinha estar grávida e ele sendo ameaçado pela família dela.
Mas aconteceu comigo e com a primeira dama. Nós casamos por amor. E deu certo. Estamos juntos há 8 anos.

Meu casamento foi de dia. Ao meio dia, para ser exato. Lá em Três Rios, que só não é mais quente que Itaperuna. E foi em pleno verão. Um calor do caramba.
Depois da festa de casamento, voltamos para o Rio e fomos direto para o aeroporto. Meus pais iam viajar pra Recife e me pediram pra levar o carro pra casa. Engraçado isso. Eu que caso e meus pais é que viajam.
Dia do casamento é muito cansativo, né? Quando eu pergunto para as pessoas se elas adivinham o que eu fiz logo depois que acabou a festa de casamento, elas sempre me olham com um sorriso sacana.

Eu fiz mudança.

Sim, isso mesmo. Eu e a primeira dama viemos para Niterói para pegar – de carro – um monte de tralha que ainda estava no apartamento dos meus pais e no da mãe dela para levarmos lá pra nossa casa. Eram dezenas de caixas com livros, espadas, caveiras e monstros. Uma bagulhada do caramba.
Era tanto bagulho que na hora de descarregar o carro eu acabei esquecendo uma caixa de coisas na garagem.
No dia seguinte, ao sair na portaria o porteiro, seu Sebastião, me chamou num canto. Todo ressabiado.
- Oi, o senhor é que é o novo morador lá de cima, né?
- É. Sou sim…
-O senhor fez mudança ontem, não foi?
- Eu trouxe umas coisas…
- Sabe o que é? Ontem quem estava na portaria era o seu Messias. Ele é crente duma igreja dessas aí do “tá amarrado”, sabe como é?
-Sei sim. – Eu já fazendo cara e “e daí?”

- Então, ele veio me dizer que mudou um pai de santo aqui pro prédio. Ele pensou até em pedir demissão.
- Pai de santo? Eu??
- É… Acontece que ele foi fazer a ronda da meia noite na garagem e achou esta caixa aqui, ó. – Disse apontando a caixa que eu descobri naquela hora que não estava no meu escritório. E continuou:
- Aí ele abriu pra ver o que tinha dentro, pra ver se descobria de quem era e quase morreu do coração. Dentro da caixa tinha uma caveira rindo pra ele com aquela boca cheia de dentes e umas espadas. Ele chegou à conclusão que o senhor é pai de santo e que baixa o Exu Caveira!
-…
- E ele tá se benzendo todo desde então. Tá com um medo que se pela todo de encontrar o senhor.

Eu tive que explicar tintim por tintim ao seu Sebastião e depois repetir tudo novamente ao seu Messias que eu trabalhava com efeitos especiais. Que a caveira era de espuma e as espadas eram cenográficas. Custou para o seu messias a falar comigo normalmente. Ele ficava sempre com um certo medo…

Mas o lance é que no dia do casamento mesmo, na hora do “enfim sós”, estávamos tão cansados que não rolou absolutamente nada. Morgamos feito jumento na sobra da igreja.
No dia seguinte, fomos definir para onde iríamos com a pouca graninha que deu pra juntar pra lua de mel.
A primeira dúvida era entre montanha ou praia.
Resolvemos que iríamos para um lugar de praia. Escolhemos viajar para Itacuruçá, no litoral do Rio de Janeiro, perto de Angra dos Reis.
Eu nessa época nem dirigia direito para pegar estrada assim, e a tia da Nivea deu carona pra nós até a cidade.
Ficamos num belo hotel, comemos em bons restaurantes e no dia seguinte iríamos fazer o clássico “passeio de escuna” nas ilhas da costa verde.
Eu desci logo de manhã para “tratar o passeio”. Entenda “tratar” como morrer na maior grana. Quando eu vi o preço que era o passeio, quase morri. Era caríssimo.

Verão é alta temporada e tava tudo lotado de gringo, pagando os tubos para passear numa escuna. Eu tinha pouco dinheiro e triste, percebi que não daria pra pagar simutâneamente o hotel e o passeio de escuna para os turistas.

Fiquei deprê. Não sabia como ia contar pra primeira dama este fato.
Voltei cabisbaixo para o hotel. No caminho, passando pelo cais, eu vi que tinha uma traineira pequena, dessas de pescador, onde sentado na murada, havia um gordão que tomava uma garrafa de pinga no gargalo.
Perguntar não ofende, e então eu cheguei pra ele e perguntei se ele não poderia me levar para dar um passeio nas ilhas em troca de um dindim.
Ele prontamente topou. Combinamos o preço. Tratamos em vinte reais. (Se não me falha a memória)
Voltei todo feliz para o hotel e busquei a primeira dama. Expliquei pra ela que esse lance de escuna com turistas não tem graça nenhuma. É uma cabeçada enorme. Que como estávamos em lua de mel, o melhor era uma coisa mais intimista, só nós dois e tal. E que pra isso eu havia acertado tudo com um pescador que nos levaria para um inesquecível passeio pelas ilhas.
A Nivea caiu nesse meu conto do vigário. Pegou umas garrafinhas de água, viseira, óculos escuros, canga e um pacote de biscoito. Essas merdas quase ritualísticas que toda mulher tem que pegar para ir a qualquer praia.
Quando nós chegamos no barco, o sujeito estava emborcado. Dormindo no chão da traineira. Eu acordei ele e a Nivea fez uma cara de: “Xíííí…”

O cara levantou e ligou o motor. Saímos em meio ao mar. Era o início de nossa aventura de lua de mel.

O cara me perguntou se era lua de mel. Acenei com a cabeça que sim. Ele fez aquele sorriso de “hoje vai ter sacanagem!”

Andamos de barco por um tempão que parecia não acabar nunca. Avistamos a ilha no horizonte. Era uma ilhazinha pequena.
O cara falou que poderia nos deixar naquela ilha, que era normal os barcos deixarem os turistas lá. E que poderia marcar uma hora para nos buscar. Eu olhei pra Nivea. Ela estava meio bolada, mas vendo que a ilha estava com várias pessoas, vários barcos e lanchas parados em volta, topamos.
Eu marquei com o cara que nos buscasse às cinco horas da tarde. Ele chegou o mais perto que deu da costa e nós pulamos na água e nadamos até a praia.

Ficamos na ilha por um tempo e vimos que lentamente, as pessoas iam para os barcos e partiam. Foram saindo em grupos e quando nos demos conta, não tinha mais ninguém na praia com a gente.

Ótimo, afinal era o que eu queria. Quem nunca teve aquela clássica fantasia sexual estilo “Lagoa azul”?

Ficamos numa boa ali na praia por um bom tempo, até que a fome começou a apertar.

- Amor, vamos pro restaurante?

- Vamos.

Começamos a andar pela ilha em busca do “restaurante”. Afinal, era uma ilha de turistas. E toda ilha de turistas que se preze tem que ter um bom restaurante, né?

Não tinha.

Demos a volta na ilha procurando a porra do restaurante e nada.

LOST.

Não havia nada mesmo! Nem uma porra duma alma viva naquela ilha além de nós dois. Nem restaurante nem casa. Nem nada. Nem ninguém.

O sol de verão começou a apertar, junto com a fome. E eu comecei a ter um certo sexto sentido de que havia inequivocamente, me ferrado mais uma vez.

Olhei a hora. Uma e meia da tarde.

O sol a pino. Começou a queimar tanto que procuramos algum lugar para nos abrigar do sol escaldante. Acredite, não tinha nem uma porra duma sombrazinha. A única sombra que achamos era a de um coqueiro. Mas sempre que ficávamos ali saíam do meio do mato uns formigões pretos e começavam a nos morder.

O perrengue começou a aumentar quando o pacote de biscoito, nossa única comida, acabou.

A fome era negra (sabe como é… lua de mel) e devido ao exercício de nadar bastante, eu estava faminto. A água acabou rapidinho também.

Pensamos em entrar no mato para nos abrigar do sol.

Para nossa infelicidade não estávamos num seriado milionário gravado no Havaí. Era no Brasil e a ilha tropical era um Matão impenetrável.

Eu acho graça quando vejo em “Lost” neguinho correndo despinguelado na selva. Umas arvores aqui, um matinho acolá… Grama…

No mundo real, meu, é um matão intransponível. Sem ter uma pexeira para abrir picada, você simplesmente não entra.

A hora ia passando e eu comecei a me lembrar de detalhes peculiares, como o cara mamando uma 51 no gargalo. Ele dormindo no chão do barco…

Eu não quis falar nada pra Nivea sobre a garrafa de 51, porque ela ia entrar em pânico mais do que já estava. Cheguei a conclusão óbvia que eu não deveria ter pagado o pescador adiantado. Naquela altura ele devia ter tomado mais umas duas garrafas de pinga e morreu.

Eu estava totalmente desesperado de fome, e resolvi procurar alguma coisa pra comer.

Entrei no meio das pedras e vi que haviam várias ostras grudadas nelas. Com uma pedra, quebrei as conchas e comecei a comer aquelas ostras. Parece um catarrinho. Mas nem é muito ruim. O problema é que tava quente e assim é bem pior que com gelinho e limão. A Nivea morreu de nojo.

Só parei de comer ostra quando me toquei que aquilo iria me dar uma diarréia tão absurda que poderia me virar do avesso.

Foi passando a hora, passando a hora. O sol começou a diminuir a sua força.

Deu cinco horas e nada. O sujeito não aparecia. Eu comecei a pensar que ele estava emborcado com três garrafas de 51 e quem sabe com uma puta gorda e feia.

Caí na real que vendo ser uma “lua de mel” o sujeito resolveu por sua própria conta nos colocar numa ilha deserta.

A costa verde tem 365 ilhas. Dá uma ilha para cada dia do ano. Isso significa que se ele resolveu nos levar para uma ilha deserta, as chances de sermos resgatados é mínima. Sobretudo por se tratar de um bebum, que vai beber e esquecer a gente na ilha. Some-se a isso o fato de que eu paguei adiantado. Me senti muito burro. Eu só pensava no meu canivetinho suísso do “Mc Guyver” que eu larguei em casa…

Eu comecei a pensar como que iríamos fazer para passar a noite numa ilha deserta. Sem fogo, lanterna, nem faca nem água, e o que é pior, roupas direito. Eu tava de sunga.

A maré poderia subir. As plantas eram cheias de espinhos e galhos pontiagudos. A mata era impenetrável. As rochas afiadas como facas. E a ilha devia ter animais…

Me lembrei daquele documentário do Discovery Channel : “ As temíveis víboras das ilhas”

Engraçado como no momento de desespero você lembra de coisas assim…

Eu tentava disfarçar, parecer o galã num filme de Sessão da Tarde, mas o fato é que eu era uma coisinha magra, um pela-saco de sunga esquecido numa ilha deserta. O Robson Crusoé de Niterói e sua esposa.

Quando avistei o barquinho daquele bebum filho da puta no horizonte, ele estava atrasado duas horas. Nossa, me senti tão aliviado que quase chorei. Foi um dos momentos mais felizes da minha lua de mel.

As dez cervejas mais bizarras no planeta

June 25th, 2007 5 Comments

Depois de mulher bonita pelada, só a cerveja pode tomar por completo a mente de um homem.
Mas nem todas as cervejas são como essas aí dos comerciais. Na verdade existe tanta cerveja estranha que fica difícil fazer uma lista das dez mais estranhas.

  • 1 – Cerveja de cachorro
    A cerveja de cachorro é feita para cães cujo dono fica com pena de ver o bichinho só olhando com aquele olho comprido enquanto ele toma a latinha de Skol vendo o jogo. Embora possa ser consumida também por seres humanos, ela tem sabor carne, o que deve ficar uma merda. Sem falar que custa quatro vezes o preço de uma cerveja normal. Ela se chama Kwispelbier e não contém álcool. (mais uma razão para você não tomar)

  • 2 – Cerveja DUFF! (queria ter pensado nisso antes!)
    “Caras espertos faturam mais e primeiro”. Produzida em Jalisco, no México, a cerveja Duff – Isso mesmo, aquela que o Homer Simpson bebe – é fabricada por um sujeito chamado Rodrigo Contreras Díaz e só é vendida pela internet. A idéia deu super certo e na primeira semana ele rachou o bico vendendo mais de 200 caixas para o mundo todo.
  • 3- BILK = Beer + Milk
    Uma cervejaria em Hokkaido, no Japão lançou recentemente uma cerveja de baixo teor de malte que usa leite em sua composição. Como um terço da cerveja é feita de leite, a Bilk tornou-se uma forma prática de dar suporte aos fazendeiros quando o preço do leite cai muito e eles não tem como desovar o estoque. A cerveja tem gosto de frutas e “vai bem com doces”. Devido ao seu sabor adocicado, os criadores da Bilk esperam que ela faça sucesso com as mulheres. Fala sério. Cerveja com leite? ( Calma aí. E depois onde que eu vomito?)
  • 4 – Cerveja para cego. (cerveja bem…)
    “Cerveja bem” seria um ótimo nome para esta, mas o fato é que isso é sério. Vendo que existia um público consumidor que não era afetado pelos anúncios (99% das vezes visuais) da cerveja, uma fábrica em Dusseldorf, na Alemanha, resolveu lançar uma cerveja exclusivamente feita para cegos. Ela tem o rótulo em braille, no relevo do vidro. Genial. Sinceramente, eu achei esta idéia boa pra cacete. Não só pelo fato inclusivo ou de encontrar um novo mercado ou pelo senso de design de criar um rótulo para ser sentido e não visto. Isso é legal, mas a real sacada é que ao criar uma cerveja para cegos, a marca reforça que o ponto forte de sua cerveja está no sabor. Assim, se uma cerveja é feita para cegos, eu que enxergo gostaria de tomá-la. Afinal, todos sabemos que os cegos tem seus outros sentidos superestimulados para compensar a falta da visão. Se a cerveja é boa o suficiente para eles, que devem ter um puta paladar, eu tô dentro também!
  • 5 – Cerveja Champanhe
    Quem nunca ouviu a máxima de “nunca misturar as bebidas” para não ficar de porre? Bem, a solução é tomar esta cerveja, que já vem misturada de fábrica. Ela é meio cerveja, meio champanhe. A garrafa lembra mais a de champanhe. E o preço é mais próximo da cerveja. Boa para festas de fim de ano e corridas.
  • 6 – Cerveja Pizza (?!)
    Era uma vez um sujeito meio doido que morava na periferia de Chicago e que tinha em seu porão uma mini cervejaria. Este cara inventou a primeira cerveja-pizza do mundo.
    A cerveja, chamada “mamma mia pizza beer” contém tomate, alho, orégano e manjericão, dando um sabor de pizza na cerveja.
    Os criadores da cerveja-pizza pedem que as pessoas tenham a “mente aberta” ao experimentar a cerveja. Bem, eu acho que eles sabem que na verdade parece que você está tomando o vômito de alguém que comeu pizza com cerveja. Imagina só… Cerveja com esse monte de ingrediente. Deve parecer uma lavagem. Eu não tomo essa porra nem fodendo.
  • 7 – Cerveja para crianças
    Ok. Bizarrice, crianças… Vamos pensar. Só podia ser onde?
    Isso mesmo, no japão. Ela se chama Kidsbeer, e é uma cerveja não alcóolica. Na verdade mesmo, não é cerveja. É uma bebida que foi criada para simular a aparência da cerveja. É um sucesso. A fábrica vende 75000 garrafas ao mês. A garrafinha imita as antigas garrafas de cerveja no japão, incluindo os rótulos. Ela foi criada para que as crianças não ficassem “no vácuo” durante os brindes e celebrações com cerveja real. Ok. Até que é maneiro. Ela devia ser vendida com aquele maço de cigarrrinhos de chocolate Pan, né?
  • 8 – Cerveja vitaminada (vale por um bifinho)
    O nome dessa é Stampede Beer. Ela é turbinada com um monte de vitaminas ácido fólico e sais minerais. Uau! Parece até um danoninho.
  • 9 – Free Beer a cerveja Open Source
    Uma cervejaria dinamarquesa liberou sua receita para que as pessoas pudessem analisar (hackear) e customizar a bebida. O primeiro pallet de 2850 garrafas da cerveja open source foi vendido imediatamente após a idéia. “FREE BEER” é uma cerveja com o senso de liberdade. A receita e os elementos de marca da FREE BEER são publicados sob licença da Creative Commons, o que significa que qualquer um pode adaptar e reestruturar a cerveja e ainda vendê-la.
  • 10 – 25% de álcool, e U$110,00 pela garrafa
    A cerveja mais alcóolica que existe é esta americana, que contém 25% de álcool. Seis vezes mais que uma cerveja comum e o equivalente a duas garrafas de vinho. Samuel Adams Utopias é o nome dela, que também é uma das mais caras. Apenas 8000 garrafas são produzidas pela Boston Beer Company.

    Fonte: Odee.com

Não pise na grama. Pinte nela!

June 25th, 2007 1 Comment

Você sabia que é possível controlar o grau de amarelamento da grama de modo que você consiga pintar sobre ela?

Nem eu sabia, mas de fato isso é possível. Até um certo tempo atrás, já se sabia que a grama é afetada diretamente pela intensidade de luz que a atinge. O nome da técnica é “fotografia fotossintética” na grama.
Como eu ia dizendo, a fotografia fotossintética é possível gerando gradações do verde claro ao amarelo, o que permite registrar imagens na grama. O problema que havia com a técnica é que a luz do sol ou outra fonte luminosa qualquer afetava as cores, estragando a “foto ou pintura” em pouco tempo.
Recentemente, pesquisadores geneticistas do Institute of Grassland and Environmental Research in Wales conseguiram gerar uma grama transgênica que mantém suas cores específicas mesmo sobre forte efeito de stress luminoso. Os cientistas identificaram um gene que degrada o pigmento verde da clorofila, amarelando-o. Agora os cientistas podem facilmente alterar o comportamento do envelhecimento e pará-lo totalmente.
Para fazer pinturas duráveis na grama, será necessário apenas deixar a “tela” crescer e depois secá-la. A técnica exata pode ser encontrada aqui

Hexágono misterioso em Saturno

June 25th, 2007 1 Comment


Depois do buraco de Marte e da cratera quadrada na Lua, apareceu um hexágono misterioso no pólo sul de Saturno. O hexágono tem 25 mil km de comprimento. Cabem próximo de 4 planetas Terra dentro dele.
Os cientistas não sabem explicar exatamente como que se forma este hexágono e não um padrão circular no Pólo sul de Saturno.
Como saturno é um planetão coberto de nuvens muito densas de gás, o pessoal da Nasa usou um equipamento especial que fotografa em infravermelho térmico e com isso eles mensuraram que o hexágono misterioso está penetrando na atmosfera abaixo por mais de 100 km.

Veja a notícia completa sobre o hexágono em Saturno. Em inglês, no site da Nasa

Biblioteca Gump – Zombie Survival Guide

June 25th, 2007 4 Comments


Zumbis são as criaturas mais horrendas e assustadoras que cambaleiam pela escuridão à procura de carne fresca. A sua carne.
Se houver uma onda de zumbis como nos filmes Extermínio e “A volta dos mortos-vivos” você precisa estar preparado para lidar com esta realidade.
Melhor que tomar as decisões na hora sem saber o que fazer para se livrar daquele monte de corpos reanimados e fedorentos que irão te perseguir implacávelmente, é ler este livro e ter tudo planejado de antemão.

Ele è sua única chance de se dar bem e escapar de ter seu cérebro degustado por um grupo de mortos vivos em total frenesi alimentar.

Via Panclasta

Desenhando com o bloco de notas

June 25th, 2007 2 Comments

Muito maneiro este video que o Rafael do blog Papo de Taverna me indicou.
O japonês cria o desenho do zero no bloco de notas. Vai ter saco de ficar colocando parâmetro de html assim lá no caixaprego!

Jipe de bambu

June 25th, 2007 1 Comment


Este jipe feito inteiramente de bambu é usado nas Filipinas para transportar mercadorias e levar crianças para a escola.
Até que é bonitinho. Tudo bem que deve ser uma merda sofrer um acidente num veículo desses. Mas desde que ele ande devagar, não vejo muito problema. É como se fosse uma carroça. E que carroça!
Link

Hurra Torpedo – Banda toscamente sensacional

June 24th, 2007 7 Comments

Hurra torpedo é o nome de uma banda noroeguesa bizarra. Eles fazem covers de musicas famosas. Até aí nada de novo. Existem milhares de bandas que fazem covers de musicas famosas.
Só que nada se compara ao trash cover do Hurra Torpedo. A começar pelos instrumentos e o seu uso. Pode parecer estranho, mas a musica fica maneira.
Descobri a banda graças a um post da Irmandade do Velho Rosa.

Aqui está o website oficial do Hurra torpedo

e aqui um pequeno trecho de documentário sobre a banda

Mas o melhor é isso aqui. Hurra torpedo tocando o sucesso de Bonnie Tyler, “Total eclipse of the heart”

E também o sucesso da dupla TATU: “All the things she sad”

Paginas: Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Próxima
 
 
 

Pesquisa Google



Pesquisa personalizada
 

Do Twitter

Twittadas do Philipe

 
 


Improve the web with Nofollow Reciprocity.
Philipe Kling David

Posts

Comentarios


    Fulano Detalf-Em busca de um namorado

    selmithia...-Eu peguei Osama Bin Laden!

    vinys-Nokia 6265 – Desbloqueio e televisão

    eduardo-Como beijar bem

    Iskander-Coisas que não se vê todos os dias

    N4n4101-Como fazer um boneco de stop motion profissional

    N4n4101-Como fazer um boneco de stop motion profissional

Extras

  • Yahoo Posts
  • Uêba - Os Melhores Links
  • Adicione aos favoritos do Technorati
  • Entre para nossa Comunidade
anak melayu
Política e privacidade  | Hospedado por HostGator  |  Seja inteligente, não copie posts alheios. Crie os seus!
O uso deste blog está condicionado à aceitação dos termos expressos em nossa política de privacidade.

Creative Commons License