Um grifo é uma criatura mitológica, parte águia, parte leão.
Pois se você sempre quis enfeitar sua estante com um grifo, e não tinha onde comprar um, seus problemas acabaram! Neste site, você encontrará toda sorte de coisas bizarras e estranhas, incluindo corações de vampiros, cérebros guardados em vidros, sereias, pintinhos de duas cabeças, unicórnios e o fabuloso esquilo com asas. Tudo por um preço camarada.
Viu? Você já pode morrer em paz agora sabendo que viu tudo que havia para ver neste mundo.
Parece até aquelas histórias de ilha do tesouro. Mergulhadores e caçadores de tesouro encontraram 500 milhões de dólares em moedas de ouro, prata e possivelmente jóias num naufrágio do século XVII, ao sudoeste da costa da Inglaterra. Como o naufrágio está localizado fora da área de jurisdição de qualquer país, ele é de quem achou. O dono da expedição está rindo atôa.
Os motores magnéticos, ao lado das energias renováveis são uma promessa de esperança para a redução progressiva do aquecimento global. Claro que não é só isso que vai solucionar o problema. Mas vendo o vídeo aí de cima, eu tenho vontade de viver mais 200 anos para testemunhar esta revolução. Tudo indica que a próxima grande revolução, deverá ser a revolução dos materiais. O conhecimento de inúmeros campos como a Física, a Química, aliado ao avanço de informações que experimentamos no último século, permitirá a chegada de coisas que vistas sob nosso prisma atual, parecerão mágica.
Eu poderia citar aqui uma série enorme de coisas deste tipo. Desde tintas que fazem fotossíntese convertendo luz em energia a veículos baseados em princípios de levitação como a dos supercondutores. Este último, por sua incrível quebra de paradigma, é uma das minhas áreas de desbravamento tecnológico preferidas. Não só pelo fato de que eu amo o assunto “discos voadores” que desafiam a lógica voando de maneiras incríveis, mas também porque esta tecnologia da levitação está muito perto de mim.
Pouca gente que freqüenta aqui o mundo Gump, sabe que eu sou filho de um inventor. Meu pai é o Dr. Eduardo David, um engenheiro do setor de transportes que além de deter o recorde de patentes no Brasil para uma pessoa física no campo das tecnologias de transporte, faz parte da equipe de doutores e Phds que estuda a aplicação da supercondutividade em veículos de massa. Não necessariamente de maneira inconsciente, meu pai dá uma contribuição enorme para ajudar a estruturar a nossa visão clássica de futuro. Esta visão está impregnada de elementos e idéias que vão de Metrópolis ao Julio Verne, passando pelos Jetsons e Isaac Azimov.
Pense uma imagem de futuro. Como será uma cidade no ano 2085? Provavelmente você recorreu a uma série de imagens gravadas em sua mente sobre o que seria uma imagem futurística. Com 99% de chance, nossa (ao menos a minha) imagem mental contempla grandes prédios gigantescos perpassados por passarelas aéreas e carros voadores. Em tubos transparentes, trens levitam transportando pessoas. Uma imagem mais ou menos assim: Pois bem. Se depender do meu pai e seus amigos, este futuro vai vingar. Tudo bem que esperávamos ver isso no ano 2000, e quando finalmente chegamos lá, sentimos aquela pontinha de tristeza de ver que não era bem isso que aconteceu. Ok, ainda não temos nosso próprio foguete nem casas de veraneio em Marte. Não passamos férias na Lua. Mas por outro lado, conversamos com pessoas do mundo todo através dos computadores, os carros que são movidos a ar já existem e o carro que voa está na fase final do protótipo funcional. As inovações estão ao alcance da mão. O celular, veja só. Um telefone para cada pessoa! Eles tiram foto, filmam, tocam música, pegam televisão e até me mostra num mapa onde eu estou! Os exames médicos são feitos com máquinas que enxergam nosso corpo por dentro e as microcirurgias já são realizadas por homens e robôs com apenas uma minúscula incisão. Robôs podem ser animais de estimação. Teletransportamos partículas. As televisões são finas e fixas às paredes como quadros e grandes como nunca pensamos que seriam. E o microondas? Um forno que esquenta a comida sem fogo! Nossos tataravós veriam isso como magia negra. Ou milagre. Temos aviões que saem do planeta e vão até o espaço para que as pessoas vejam o mundo lá de cima. Deixamos a tração animal para trás em algum ponto do século XIX e hoje, um único veículo pode passar facilmente dos 200 km por hora. Plantamos mais, colhemos mais, alimentamos mais pessoas e conhecemos cada vez mais sobre o homem, o universo macroscópico e o microscópico. Fazemos motores tão pequenos que não podem ser vistos sem ampliações de centenas de vezes, mexemos e tentamos entender os códigos genéticos que estruturam a vida. Melhoramos genéticamente plantas e tentamos salvar animais que nossos antepassados e nós mesmos levamos à extinção. Em suma, o futuro chegou. Como somos parte dele, não nos damos conta da tamanha evolução que nos rodeia. Claro que chegar ao ponto que chegamos, provocamos tamanhas alterações no nosso planeta que numa visão pessimista, provavelmente nem vamos conseguir sair dessa sem provocarmos nossa própria extinção.
O MAGLEV COBRA
Já que eu toquei neste assunto e ele está intimamente ligado ao tema do blog, que é tecnologia e coisas inacreditáveis, vou falar um pouco sobre isso. Então, didáticamente: Um Maglev é um tipo de trem que funciona sem rodas. Sem encostar em nada, sem asas. Ele voa! Bem, na verdade, ele levita. A gente está acostumado a ver apenas o Super-Homem levitando, mas o fato é que nós os seres humanos sabemos fazer as coisas levitarem há muito tempo. Esqueça as crendices e coisas como sacerdotes egípcios levitando pedaços de pedras para fazer pirâmides. Estou falando de ciência.
Este é um exemplo de levitação por supercondutividade
Não é magia nem tão pouco espiritismo. A levitação que faz o maglev ficar parado no espaço chama-se levitação eletromagnética e está baseada num princípio descrito no Século XIX chamado Efeito Meissner. O conceito da supercondutividade foi descrito em 1911. Neste conceito, se você refrigerar suficientemente um ímã através de nitrogênio líquido (É aquele líquido que congelou o Robô T1000 em Exterminador do Futuro, lembra?) As ondas magnéticas dele farão com que uma cerâmica especial consiga flutuar em cima de um colchão magnético invisível. Totalmente estável, seguro e firme, muito firme. Legal, né? Veja só o vídeo que mostra a cerâmica levitando num trilho no laboratório da Coppe -UFRJ :
Então, se você construir um trem prendendo estes ímãs numa pista do mesmo jeito que acontece neste vídeo aqui em cima, e colocar a cerâmica do supercondutor no trem e refrigerá-lo a -200 graus com o nitrogênio através de uma tubulação simples, o que acontece é que o trem inteiro levita. Aí você se pergunta: Tá, mas que vantagem tem isso? Acontece que se o trem está levitando ele não está encostando em nada, e por isso não tem atrito. Se não tem atrito ele pode ir rápido, muito rápido mesmo, e o que é melhor, sem gastar quase nada de energia! Assim, ele não polui e leva o cidadão rapidamente da casa pro trabalho, de modo seguro, sem vibração, barulho e de um jeito muito barato, reduzindo engarrafamentos, sujeira, poluição e aquecimento global. Curiosamente meu pai escreveu um livro em parceria com outros pesquisadores da UFRJ sobre o transporte e as mudanças climáticas há uns dez anos atrás. Neste livro ele mostrava que grande parte do problema de aquecimento global provém da ineficiência dos transportes movidos a queima de combustíveis fósseis. São coisas curiosas, que chamam nossa atenção pela bizarrice. Por exemplo, você sabia que para cada litro de gasolina que você coloca no seu carro, apenas um copo é usado para você se mover? E o resto? O resto é gasto pela ineficiência do motor de combustão, que gera como subproduto a poluição do ar e o calor, que sai para a atmosfera, esquentando o planeta. É por isso que seu carro tem radiador e ventuínha.
Se por um lado a taxa de aproveitamento do motor de combustão é tão baixo, o de um veículo de levitação magnética é inversamente proporcional. Como não há atrito, ele anda suave e não consome energia. A perda de energia neste caso está apenas na resistência do ar que tem no tubo onde o trem corre e na perda quase desprezível de energia que passa pelos fios através da pista por onde o trem passa.
O sistema desenvolvido pelo Laboratório de aplicação em supercondutores na Coppe -UFRJ prevê não só o uso do veículo baseado em levitação magnética mas também um sistema de captação de energia através de painéis solares, que convertem a luz do sol em energia elétrica. Isso deixa tudo muito mais barato. Sabe qual é o país que pesquisa o desenvolvimento da tecnologia de levitação por supercondutividade mais avançada? China? Japão? Não… Esta é justamente uma outra curiosidade que não vejo ninguém comentar. A tecnologia brasileira é a mais avançada neste campo. Meu pai deve ir em breve para a Alemanha costurar uma pesquisa que vai integrar a tecnologia alemã de levitação por supercondutividade com a nossa, porque os alemães, os maiores pesquisadores neste campo, estão muito interessados nos nossos conceitos.
O problema é que o Brasil negligencia absurdamente o desenvolvimento de ciência e tecnologia neste país. A mídia não divulga, preferindo exibir com certo orgulho subserviente qualquer merdinha feita no exterior. Raríssimas são as notícias que vemos quando um pesquisador brasileiro mapeia um genoma de doença ou descobre a cura de uma praga. Mas em contrapartida, quando essas mesmas notícias vem de fora são recebidas com alarde pela mídia deste país.
Vamos aos exemplos. Volta e meia eu leio notícias empolgadas sobre os trens de alta velocidade. Recentemente eu li esta notícia sobre um investimento milionário para ligar o Rio a São Paulo através de um trem deste tipo. Ora, este é um trem normal, com trilho, rodas, combustível poluente. Ele anda realmente a 400 km por hora. Que legal. Só que : O modelo é antigo. É o mesmo paradigma da maria fumaça. Se fôssemos fazer uma comparação entre um trem deste tipo e o mais avançado sistema de levitação, ele seria uma maquina de escrever elétrica enquanto o maglev seria algo como o computador. Claro que uma maquina de escrever elétrica é mais rápida que uma velha maquina de escrever. Mas e o impacto que isso causa? A tecnologia de levitação magnética está se expandindo em uma velocidade incrível. A cada dia novas aplicações surgem, desde componentes eletrônicos como discos rígidos de computador a tomógrafos de alta resolução. Se o Brasil perder mais este trem da inovação para imitar alguns países asiáticos que estão vindo aqui atrás de saber como o nosso modelo funciona, estaremos vestindo nosso chapeuzinho de burros, dando tecnologia de ponta para o exterior e pagando caro por merdas velhas e obsoletas que realmente andam rápido, mas muito aquém do que poderíamos gerar com o Maglev. Uma coisa é pagar pela tecnologia alheia. Outra é desenvolver nossa própria para exportá-la para outros países. Sobretudo quando o que é nosso é melhor.
Eu não estou falando apenas de um veículo que contribuirá bastante para as questões ambientais de redução das emissões de carbono para a atmosfera. Estou falando de redução BRUSCA de custos para o estado, que gasta o MEU e o SEU dinheiro em obras, muitas vezes superfaturadas.
Vamos ver, como o maglev não exige perfuração de túneis como o metrô, já que ele anda em uma via expressa elevada que pode ser feita de concreto pré-moldado, ele aproveita as estruturas já prontas das vias, passando pelas laterais de estradas ou em canteiros centrais de avenidas. Isso joga o preço dramáticamente para baixo. Uma característica do sistema de levitação magnético é que ele permite que o trem suba qualquer rampa. (na verdade o trem pode andar numa parede vertical, e até num teto, mas não faremos isso para o passageiro não vomitar) Em ferrovia, a questão de rampas é um ponto fundamental. Alguns trens não sobem rampas de inclinação medíocre, obrigando o aumento dos custos para construir estradas em elevação gradual. Esta questão das rampas piora proporcionalmente ao fator velocidade do trem. Assim, os trens de alta velocidade são obrigados a gastar milhares de dólares construindo pistas elevadas. A mesma coisa ocorre com as curvas. Trens tradicionais de alta velocidade exigem curvas muito abertas. Para desviar de um obstáculo como um morro, um trem de alta velocidade tradicional precisa de vários quilômetros de gradual abertura na pista. Isso encarece muito o custo de qualquer projeto neste nível. Já o maglev cobra, graças a uma inovação já patenteada no design de sua estrutura, que será algo único no mundo, entra nas curvas com extrema facilidade. Seu raio de curva é de 30m comparado com os demais veículos do tipo que podem exigir mais de 1km de raio de curva. Isso é um ponto forte, sobretudo porque a geografia do Brasil é marcada por montanhas, vales e outros diversos acidentes geográficos. E justamente por sua flexibilidade, é que o Maglev não gasta muito, não exigindo altos investimentos na construção de túneis. Como não existem, não há manutenção de trilhos nem rodas. E justamente por não estar apoiado sobre trilhos, a solicitação de peso sobre a linha é menor.
Para explicar isso, meu pai compara o trem com uma cama. Imagina uma cama. Muitas vezes uma cama suporta tranqüilamente uma pessoa deitada, mas a mesma cama quebra quando esta pessoa fica em pé sobre ela. Por que isso acontece?
Porque deitado, você distribui sua carga corporal ao longo da estrutura da cama. E em pé você concentra esta carga. Um trem tradicional concentra a carga nos trilhos e rodas, exigindo uma estrutura de via muito mais forte. Como o maglev distribui a carga por igual, ele requer estruturas muito mais leves (leia-se mais baratas) para operar. Sem contar que uma vez que não há investimento em estações sofisticadas nem subterrâneas, ele pode integrar perfeitamente outros modais, como rodoviárias e metrôs, aeroportos e barcas. O potencial de redução de custo nas obras de engenharia civil pela utilização do MAGLEV HTS é superior a 50%, comparativamente aos sistemas ferroviários convencionais em via elevada (US$ 30 milhões/km) e o dobro deste valor para as vias subterrâneas.
Sabe porque as estações do metrô (como aquela que desabou) são subterrâneas e não ao nível da rua? São assim justamente porque o trem do metrô só sobe rampa de 4% de inclinação. Já o Maglev pode subir até mais de 10%. Só este detalhe coloca o maglev bem a frente do metrô, mesmo se fosse usado em sistemas subterrâneos, pois os custos de estações subterrâneas com o maglev não existem, já que como ele sobe rampa ele poderia subir e pegar os seus passageiros na altura da rua. Já que o maglev opera com baixa temperatura, o que ele gera como subproduto é apenas AR FRIO. Este ar frio se for canalizado para dentro do veículo, poderá ser o sistema de ar condicionado integrado. Nada mal para uma cidade que faz 42 graus no verão, né?
Se você ficou interessado e quer saber mais sobre este projeto e suas aplicações no Rio de Janeiro, pode baixar este paper em pdf que fala das aplicações como a interligação da Rodoviária Novo Rio ao Metrô, a interligação do metrô ao aeroporto Santos Dumont, a ligação do Rio e Niterói pela Ponte Rio-Niterói.
Então, como vocês podem ver, a parada é revolucionária. Quanto mais pessoas souberem da existência desta tecnologia que, repito, é a mais avançada atualmente, mais facilmente viabilizaremos este tipo de transporte que melhorará a vida de todos nas grandes cidades. Para saber mais sobre o veículo, você pode baixar este video de 20 min feito pela Globonews que mostra o Prof. Richard e o prof. Eduardo David, meu respectivo pai, explicando as vantagens e aplicações dos trens de supercondutividade.
Engraçado como certas criaturas tão feiosas podem ser tão boas. Nós ocidentais estranhamos o hábito dos orientais (chineses, coreanos e etc) de comer insetos. Mas se a gente pensar bem, o camarão, esta coisa tão gostosa… É nojenta. Olha bem para um camarão.
Imagine-se olhando pra este bicho sem saber que gosto bom ele tem. Aquelas dezenas de perninhas, as antenas enormes… A cabeça que é metade do corpo com os olhos pretos saltados para fora e cheia de merda dentro… Gente, é nojento. Nós só comemos o camarão porque estamos habituados a fazer isso e sabemos que é muito gostoso. Pode ser que algum inseto seja bom e a gente nem sabe, porque nunca provou, ué.
Por exemplo, no méxico as pessoas compram saquinhos de pipoca cheios de moscas e outros bichos que são vendidos a granel em feiras populares. Imagina só encher a mão de mosca e comer como se fosse pipoca no cinema. Muita gente vomitaria só de ver alguém fazer isso, mas talvez essa pessoa cheia de frescura coma satisfeita um belo camarão. Ou o que seria bem pior, comeria um mexilhão. Ou ainda mais horrendo: Uma ostra! O mexilhão é o tipo de xavasca marinha embutida numa concha feiosa cheia de pentelho que a prende firmemente à rocha. Não obstante a aparência gineco-grotesca do mexilhão, ele ainda é um tipo de filtro de impurezas marinhas, que fica tirando tudo que não presta da água e guardando pra ele. Assim o cara que come o mexilhão que nasce na Baía da Guanabara, está tendo uma refeição tão higiênica quanto a maconha de xixi. No entanto muita gente (eu incluso) adoram mexilhão. Ostra então eu adoro. Lógico que é aquele tipo de coisa que você come apagando de sua mente que : 1- É verde 2- Está vivo 3- Tem textura de catarro 4- Também filtra as porcarias do mar Eu amo invertebrados. Tenham, eles carapaça ou exoesqueleto, ou ainda, que sejam gosmentos abarrotados de tentáculos, sem nada ósseo além de um bico. Mas até onde vai seu nojo? Já se perguntou? Uma coisa que eu acho deliciosa é o caranguejo, guaiamum, siri e correlatos. Imagina comer um bicho desse naipe, que beleza:
Esta foto é uma dica do Gustavo.
Na falta de uma lagosta, que se pensarmos friamente, é um baratão submarino, eu me contento com estes belos bichinhos do lodo. O legal do caranguejo, é que ele vive no mangue enterrado numa lama com aparência merdelhótica e cheiro idem. E os caras vendem isso na beira das estradas, com um monte desses bichos enrolados numa corda se mexendo lentamente, cheios da lama preta parcialmente coagulada. Mas e daí? E daí que o bicho tem perninhas peludas? E daí que ao brir a carapaça sai uma água preta de dentro dele? Se a gente for pensar, não dá pra comer nada. Ainda mais na rua, onde não fazemos idéia (ainda bem) das condições de higiene de uma cozinha de restaurante. Uma vez, a Nivea foi no Paraguai. A Nivea é cheia de frescura pra comer. Sabe aquele tipo de mulher fresca que tem um radar para detectar um traço químico de cebola numa proporção de 1 pra um milhão e aí simplesmente não come? Pois é. Ela foi no Paraguai e viu pela fresta de uma janela aos fundos do restaurante, como é que eles lavam os pratos lá. A cena é o seguinte: Um sujeito raspa a comida de cima do prato com uma faca e passa o prato sujo para o cara que “lava pratos”, que molha um pano de prato ensebado numa bacia de água imunda e esfrega este pano na superfície do prato e empilha o mesmo na seção de “pratos limpos” onde a pessoa que entrar no restaurante irá comer. Lindo não? Quase poético. Quer ver uma situação nauseabunda corriqueira? É comer feijoada e encontrar um pedaço de orelha de porco com aqueles cabelinhos. Quer dizer, se os cabelinhos estão ali, porque será que a cera de ouvido do porco não estaria? Você come? Não? Eu como, amarradão. Afinal, o que não mata, fortalece. Além do mais, eu me preocupava com a qualidade dos alimentos que eu ingeria quando eu ainda tinha flora intestinal. Agora que já alcancei o nível de ter FAUNA, não esquento a cabeça mais. O que eu mandar pra dentro, o Harry Jr. come.
Desde que eu vi o filme Aliens, eu me apaixonei por duas peças de design. Uma é o Alien em si, uma obra prima do macabro e genial H.R. Geiger. O outro é o design de uma arma, o M41 Pulse Rifle:
Hoje meio que por acidente descobri que não estou sozinho nesta paixão e que outros malucos além de mim gostaram tanto do design daquela arma, que resolveram construir réplicas dela no mundo real.
concentra os malucos que querem fazer conceitos e modelos de arma de mentirinha baseados no conceito do pulse rifle. Desde proojetos em papercraft (como este aqui em baixo e o aí de cima)
em que você monta o pulserifle de papel impresso na impressora aí do seu lado a modelos sofisticados envolvendo peças metálicas construídas em tornos e o escambau a 4. Réplicas perfeitas até no peso. (como este aqui, que só falta atirar.) O site para download do rifle de papel saiu do ar. Mas eu consegui arrumar o arquivo. Caso queira baixar o Zip de imagens para fazer em casa seu rifle com a técnica do papercraft, baixe o arquivo do rifle aqui.
Este é um exemplo de um controverso experimento de supercongelamento da água. Ao que parece, a água pura (acredito que seja água destilada) consegue se manter líquida em temperaturas abaixo de zero grau centígrado, podendo, em alguns casos, atingir -42 graus em estado líquido. Não sei se isso realmente é verdade mas me disseram que baixando ainda mais a temperatura a água voltaria a se congelar. È com esta temperatura de -42 graus que você adiciona a água destilada em um recipiente á temperatura ambiente. Ao colidir com o ambiente e formar bolhas de ar, um efeito em cadeia se inicia e o líquido começa a congelar como que por mágica. A percepção que temos é que a água está esfriando, mas na verdade ela está esquentando e saindo de seu estado supercongelado-líquido para o próximo estado, que é o sólido. Doido isso, né? Eu mesmo já vi acontecer de esquecer uma garrafa de coca-cola no freezer e quando derramei a coca-no copo ela estava líquida, aí começou a congelar e o gelo tomou conta de toda a garrafa em menos de dois segundos. Então suponho que isso deve ser real. Mais exemplos: Supercongelante 1 Supercongelante 2 Supercongelante 3
@bruxonews verdade. Se neguinho proíbe até a dancinha da P Hilton... Mas ia ser legal ver uma velha falando o português claro. Dava um viral #2010/03/17
Ainda preciso estudar o caso, mas ele promete, já que o oficial se apresentou numa delegacia e registrou tudo em BO. #2010/03/17
O cara foi capturado no interior de são paulo, mas conseguiu escapar da nave. Saiu em Santa Catarina, em menos de dez minutos depois. #2010/03/17
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