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As mais difíceis partituras
-> A música é uma coisa intrigante. Embora eu goste muito de ouvir, me sinto um completo analfabeto só de olhar para uma partitura. Meu cunhado Rodrigo é um gênio musical nato e tentou (coitado) me ensinar a ler aquelas várias linhas com tracinhos, risquinhos, pontinhos e bolinhas.
E tudo que o Rodrigo conseguiu obter, foi um sujeito olhando pra ele com a mesma cara que um macaco babuíno faria ao olhar para o código fonte do Windows. Mas é fato que só de se olhar, dá pra perceber que certas peças musicais detém, digamos, uma certa complexidade suficientemente interessante para figurar com honras no Mundo Gump. Outra partitura que arrepia os cabelinhos de qualquer um é esta aqui, chamada “String Quartet No. 556(b) Outra composição bem bizarra é a “Lament of the Introspective Turnbuckle”, de Andrew Fielding
Bambi – A vida imita a arte?
-> Não, este não é necessáriamente um post sobre pederastia.
Muitas vezes, escutamos a máxima de que “A vida imita a arte”. ![]() De fato, o provérbio acaba sendo irresistível quando nos deparamos com imagens como as que anexarei a seguir, e que mostram a curiosa amizade entre em filhote órfão de veado e uma lebre selvagem. ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Cheguei a pensar que se tratava de algum tipo de montagem para fazer parecer uma reprodução da amizade de Bambi e tambor, mas o fato é que as fotos são mesmo reais e foram tiradas por um fotógrafo chamado Tanja Askani. Depois de procurar mais detalhes em alguns fóruns alemães eu consegui descobrir que as imagens são realmente naturais e não se trata de montagem de estúdio. A mãe do veado morreu pouco antes de dar a luz, (possivelmente atropelada ou caçada) mas mesmo assim, o filhote sobreviveu e foi cuidado com a ajuda de algumas pessoas de uma cidade rural. Um belo dia, um coelho selvagem apareceu. Durante um tempo, os dois animais ocuparam o mesmo território nos fundos de uma casa, e graças a proximidade, lentamente começaram a ficar amigos. O autor (supostamente o próprio fotógrafo) afirma que os dois animais desenvolvem esta amizade como uma maneira “irracionalmente inteligente” de proteção mútua, pois ambos são presas do mesmo predador (o lobo – e o Homem, claro). O coelho também tem a vantagem de conseguir alimento com mais facilidade no inverno. Quando o veado atingiu uma idade suficiente para ser levado e solto em uma reserva florestal, ele foi anestesiado com um dardo tranqüilizante. A última foto da seqüencia, mostra este momento, quando o coelho saiu da toca e tocou a cabeça sonolenta do seu amigo como que estivesse se despedindo.
10 mentiras para enrolar designers e ilustradores inexperientes
-> 1) “Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor”
Nenhum profissional que se preze daria seu trabalho de mãos beijadas na esperança de cobrar mais caro mais tarde. Você consegue imaginar o que um advogado diria se você dissesse “me defenda de graça dessa vez que na próxima vez que eu precisar de um advogado eu te chamo e pago melhor”. Ele com certeza riria da sua cara. 2) “Nós nunca pagamos 1 centavo antes de ver o produto final” Essa é uma pegadinha. A partir do momento que você foi contratado para fazer o trabalho você DEVE pedir uma entrada. O motivo é simples, você está trabalhando desde o momento que se dispõe a fazer a reunião de briefing. Talvez um cliente mais inexperiente queira pagar após ver alguns esboços. Cabe a você aceitar ou não. 3) “Esse trabalho será ótimo para seu portfolio! Depois desse você vai conseguir muitos outros” Essa é uma das mais típicas. E costuma fazer vítimas principalmente entre jovens que ainda estão estudando. Para não cair nessa, basta pensar “quanto o seu cliente vai faturar com o seu trabalho?”. Além disso, não esqueça que, mesmo que ele indique seu trabalho para outras empresas, com certeza ele dirá quanto custou (ou se foi de graça) e imagine o que os próximos irão querer? 4) Olhando para seus estudos e rascunhos: “Veja, não temos muita certeza se queremos seu trabalho. Deixe esses estudos comigo e vou falar com meu sócio/investidor/mulher, etc e depois te dou uma resposta” Não dou 5 minutos para ele ligar para outros designers com seus estudos e conceitos criados na mão barganhando melhores preços. Quando você ligar de novo ele dirá que seu trabalho está muito acima do mercado, blá blá blá, e que Fulano Designer vai fazer o trabalho. Mas como eles conseguiram outro designer mais barato? Lógico, você já passou o conceito todo criado! Economizou horas para o designer que vai pegar o trabalho. Então, enquanto você não entrar em acordo com seu cliente NUNCA DEIXE NADA CRIATIVO no escritório dele! 5) “Veja, o job não foi cancelado, somente adiado. Deixe a conta aberta e continuaremos dentro de um mês ou dois” Provavelmente não. Seria um erro você não faturar o que foi feito até o momento esperando que o trabalho continue depois. Ligue em dois meses e você verá que alguém estará trabalhando no job. E adivinhe! Eles nem ao menos sabem quem você é… e o dinheiro do início do trabalho, lógico, já era! 6) “CONTRATO?? Nós não precisamos assinar contratos! Não estamos entre amigos?” Sim, estamos. Até que alguma coisa dê errada ou ocorra um mal-entendido, e você se transforme no meu maior inimigo e eu sou o seu “designer estúpido”, aí o contrato é essencial! Simples assim! Ao menos que você não ligue em não ser pago. Qualquer profissional usa um contrato para definir como será o trabalho e você deve fazê-lo também! 7) “Envie-me a conta depois que o material for pra gráfica” Por que esperar por esse deadline irrelevante? Você é honesto, não? Por que você deveria ficar preso a esse deadline? Uma vez entregue o trabalho, fature! Essa desculpa possivelmente é uma tática para atrasar o pagamento. Assim o material vai pra gráfica, precisa de alterações intermináveis e, adivinhe, ele arranja outra pessoa pra fazer as alterações necessárias, o material vai pra gráfica e você nem fica sabendo! 8) “O último designer fez esse job por R$ XX “ Isso é irrelevante. Se o último designer era tão bom por que ele te chamou? E quanto o outro cobrava não significa nada pra você. Pessoas que cobram muito pouco pelo seu tempo acabam fadadas ao insucesso (por auto-destruição financeira). Faça um preço justo, ofereça no máximo 5% de desconto e não abra mão disso. 9) “Nosso orçamento para esse job é de XX reais” Interessante, não? Um cara sai para comprar um carro e sabe exatamente quanto ele vai gastar antes mesmo de fazer uma pesquisa. Uma quantia de trabalho custa uma quantia de dinheiro. Se seu cliente tem menos dinheiro e ainda assim você quer pegar o trabalho, dedique menos horas a ele. Deixe isso bem claro ao seu cliente, que você dedicará menos tempo que o estimado para finalizar o trabalho porque ele não pode pagar por mais horas. A escolha é sua. 10) “Estamos com problemas financeiros. Passe o trabalho para nós e, quando estivermos em melhor situação, te pagamos.” Claro, mas pode contar que, quando o dinheiro chegar, você estará bem lá no final da lista de pagamentos. Se alguém chega ao ponto de admitir que está com problemas financeiros então provavelmente o problema é bem maior do que parece. Além disso, você por acaso é um banco para fazer empréstimos? Se você quer arriscar, pelo menos peça dinheiro adicional pelo tempo de espera. Um banco faz isso, não faz? Por que provavelmente esse é o motivo deles quererem atrasar seu pagamento, ter 6 meses de dinheiro “emprestado” sem ter que pagar juros, o que não aconteceria se ele tivesse que emprestar do banco. Não jogue dinheiro fora! Bom, o motivo de tudo isso não é deixar você paranóico ou coisa do tipo, mas sim injetar um pouco de realidade no mundo de fantasia da maioria dos designers. Você certamente vai tratar com pessoas muito diferentes de você. As motivações e atitudes certamente são diferentes. Eu infelizmente vejo, muitas vezes, exemplos de pessoas envolvidas em situações com a mais nobre das intenções e acabam literalmente se dando mal. Porque a maioria dos designers enxergam os trabalhos como uma oportunidade de fazer aquilo que mais gostam com dedicação, simplesmente porque amam o que fazem! A outra parte não tem a negociação tão idealizada ou romantizada, muito pelo contrário. Como lidar com todas essas coisas e ainda assim fazer um trabalho criativo? Boa pergunta! É por isso que ir atrás da informação é importante. Você aprende a trabalhar com todas as técnicas do design, mas não aprende a arte da negociação. Muitos designers ignoram este aprendizado, o que é um grande erro. Sugiro que o mínimo seja incorporado assim certamente você não sentirá seu trabalho como uma grande perda de tempo e dinheiro! Fonte
Falando bonito
Saber falar bonito é uma arte. A linguagem pode ser o mais instransponível obstáculo cultural numa sociedade. Os políticos que sabem muito bem disso, se arvoram em desfiar discursos recheados de termos complexos e herméticos. Nada mais útil a um político safado do que enfiar palavras complicadas em seu discurso com o objetivo claro de confundir seus interlocutores.
É a tática da confusão e fuga, usada na natureza. Das listras da zebra e do tigre, às cores vibrantes de certos animais, confundir e fugir é uma tética comprovadamente funcional. Fernando Collor de Mello usou e ainda usa destes estratagemas com os descamisados. Sarney e Maluf também. Hoje, o linguajar complicado virou meio que um padrão até -mas não somente – para o político “podrão”. Mesmo em certas situações onde o cara é um notório analfabeto, falar difícil se faz necessário. É o que o povo espera do seu representante. Que ele roube, que ele vegete drenando o herário público, mas que ao menos faça isso falando bonito com o peito inflado. Assim, nada melhor que abrir um dicionário e catar palavras complicadas que soem sonoramente eruditas e assim fazer valer o voto de cabresto que os colocou lá no púlpito. Sem mais para o momento, Volens Nolens, cumpre-me a tarefa de encerrar o vestuto dito, que sem hesitação, aplico nesta missiva. This Is Spartha
Maneira a animação que o Weivson fez sobre um trechinho do filme. Dá um trabalho do caramba fazer isso. Ficou bem legal.
Ufo estranho faz mais uma aparição
Dessa vez o ufo estranho que já foi tema de post aqui mesmo, no Mundo Gump fez mais uma aparição nos céus dos Estados Unidos.
O objeto manteve suas principais características bizarras e completamente diferentes de tudo já descrito na morfologia descrita pela ufologia mundial. Só que desta vez apareceu com alterações em sua estrutura, revelando que -caso seja mais um golpe 171 – desta vez os caras estão se esforçando. O ufo surgiu no céu em 16 de maio de 2007.
Isso levanta sérias suspeitas sobre a veracidade dos fatos, mas ela alega que está em contato direto com as testemunhas deste ufo e que só manterá a identidade delas preservadas por se tratar de pessoas avessas ao estrelato. Veja na imagem comparativa das naves os elementos que surgiram. Mas não é só isso. Um outro objeto ( ele está sendo chamado de aereal Drone) surgiu no Colorado, sobrevoando as linhas elétricas da cidade de Birminghan. Há uma certa desconfiança de que estes objetos sejam algum tipo de equipamento de vôo sendo testado em segredo.
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