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Maluco faz implante de metal para virar o Wolverine

April 18th, 2007 2 Comments


Achei acidentalmente esta foto meiga aí de cima quando procurava pelo Google em busca de uma língua quase caindo de podre para ilustrar o post aí de baixo. Para meu espanto, ao buscar mais detalhes sobre este bizarro amiguinho descobri que ele é Brasileiro e que o implante corporal foi feito num shopping de São Paulo. Parece ser um tal de (olha o apelido pertinente: “Freakboy“)
Parte da vantagem de ser um Freak assim é que nunca ninguém senta do seu lado no ônibus.

A pessoa com mais piericings no mundo

April 18th, 2007 7 Comments

Nossa que nojento. Todo meu respeito a quem tem coragem pra botar um piercing, mas eu pessoalmente me considero um cagão que jamé colocaria algo assim no meu corpo. Minha irmã e meu irmão tem piercings na língua. Eles dizem que é legal, mas o duro é furar, porque o cara usa um alicate pra segurar a língua pra fora que é sinistro. Só de contar isso me dá arrepios. Imagina que coloca em lugares mais indiscretos como a Karina Bacchi que colocou piercing na periquita…
Deve doer pra dedéu. O problema com o piercing é que é superlegal quando você só pensa nas belas modelos e nos fortões sarados do Big Brother ostentando as bolinhas. Ninguém pensa nos problemas que isso pode acarretar.



No alto da orelha
A baixa vascularização pode levar à deformação da cartilagem, exigindo cirurgia plástica reparadora
Nariz
A haste interna – em geral longa para facilitar o manuseio – pode machucar o septo nasal.
o risco de infecção é grande, pois o local é úmido e está constantemente em contato com a poluição
Umbigo
O corpo estranho pode provocar a formação de cistos, levando à necessidade de cirurgia.
O risco de infecção é muito grande. Como muitas pessoas se esquecem de enxugar bem a região, ela fica úmida e expostas a bactérias.
Língua
Há risco de desgaste da parte interna dos dentes da frente da arcada inferior e de perda óssea capaz de abalar a estrutura dental.
O local é quente e úmido, perfeito para a proliferação de bactérias

Fontes: Revista Veja, 27/Nov/2002, pág. 130, e revista VEJA Especial JOVENS – setembro/2001

Quem pensar nisso, não faz.
Bem, voltando ao tema do título do post, Elaine Davidson é a pessoa com mais piercings no planeta. Seu corpo tem 3.920 piercings e tatuagens. Só na face são 129 piercings. Isso é o que eu chamo de “furada”.
Olha o naipe dela:

Ela tem um site. É este aqui.

Baixe aqui uma apresentação com o festival mundial de freaks. (grotesco! Só tem bizarrice. desde genitais costurados a caras que enfiam garrafas de coca-cola na orelha!) Dica da Jarcy.

Bruce Lee speed painting

April 17th, 2007 7 Comments

Eu tava lendo aqui e começou a tocar uma musica do Ozielzinho, muito legal chamada Bruce Lee. Não resisti à vontade e acabei fazendo um mini ultra-susto-speed painting de 40 minutos do cara. Ficou uma merda e não tem nada a ver com o cara, eu sei. Eu devia ter feito numa pose mais clássica com aquela mãozinha do (“vou meter esta mão na tua cara!”) Então pelo desenho é perda de tempo. Nota zero. Mas a musica é dez.
Média 5, passou.

Realmente vale pela música. Depois visita lá o site do Ozielzinho.

Skate de uma só roda

April 17th, 2007 1 Comment

Essa é pra quem curte skate. Se já é difícil com quatro rodas, espere só para testar este incrível skate de uma só roda desenvolvido por Ben Smither.

Cabelão

April 17th, 2007 5 Comments

Parece até o Capitão Caverna!
Xia Aifeng, uma jovem de 36 anos , posa sobre uma cadeira e sua filhinha verifica o comprimento de seu cabelo. A cena ocorreu em Shangrao, no leste da província chinesa de Jiangxi. Xia não corta seu cabelo desde os dezesseis anos e ele agora já passa dos dois metros de comprimento. Ela leva mais de 90 minutos para lavar o cabelo um vez por semana.

A resolução do olho humano

April 16th, 2007 9 Comments


Quantos megapixels sua câmera digital possui? A minha é de 7 megapixels. Já a câmera do meu celular é de 2 megapixels.
A pergunta escalafobética é: Quantos megapixels tem o seu olho?
Graças a um post do sensacional blog associado É Massa, já sabemos que o olho humano tem nada menos que 576 mega pixels, ous seja, 576 milhões de pixels.
O É massa indica o link para a pesquisa que chegou a estes valores.

Não sabia que meus olhos eram tão potentes. Imagina só o poder de processamento da “placa gráfica cerebral” pra lidar com isso em tempo real, né?

Doris Giesse caiu da janela ou foi jogada?

April 15th, 2007 1 Comment


Acaba de sair a notícia de que Doris Giesse, uma atriz e bailarina que acabou virando apresentadora de telejornal chegando a dividir a apresentação do programa Fantástico com Fátima Bernardes e em seguida ganhou fama ao ponto de ter um programa próprio, o Dóris para maiores, teria caído do oitavo andar de um prédio ao subir no telhado para pegar um gato.
Já ouvi muita gente contar que o marido de Doris seria possessivo e doentiamente ciumento. Não sei se isso é verdade ou não. O fato é que as fofocas dizem que Doris foi praticamente obrigada a deixar a profissão no auge da fama em função disso. Ela teria tentado sem sucesso retornar ao estrelato durante algumas vezes, e isso acabou deixando-a em depressão. Mas a boa notícia em meio a desgraça é que Doris despencou do alto do prédio mas não morreu.
A história é de fato estranha. Não conheço nenhum dono de gato que trepa no parapeito da janela pra buscar o bicho. Mas histórias de maridos malucos que matam suas mulheres são comuns na história policial em todo o mundo. Claro que eu não estou afirmando nada disso.
Doris tem um blog. E agora estava trabalhando com consultoria de jornalismo ligado à área de moda.
Há ainda a possibilidade de que Doris teria tentado o suicídio.
Quando esteve no programa sensacionalesco-mundo-cão de Marcia Goldshimith, Doris disse que já pensava em cometer suicídio como modo de voltar para o seio da mídia em grande estilo, cometendo alguma maluquice. Veja só:


“Não deveria dizer que já tentei me matar, porque sei que isso chocaria. Mas tem muito ator na Globo que já fez loucuras e agora está empregado. Será que vou ter que recorrer à uma loucura para conseguir um trabalho?”, perguntou.

O caso ainda vai dar o que falar.

A notícia na íntegra segundo o site de fofocas O Fuxico:

Atualizada às 20h35

A jornalista Doris Giesse caiu do oitavo andar do prédio, onde mora, no bairro do Sumaré, Zona Oeste de São Paulo, neste domingo (15). Ela está internada no Hospital das Clínicas, na mesma região. Segundo informações da assessoria do HC, apesar da altura da queda, ela está lúcida. Porém, sofreu fratura exposta na perna e um trauma de coluna cervical, que está em observação. Por este motivo, ainda não dá para saber se o problema poderá impossibilitá-la de andar. “O estado dela é estável, clinicamente”, concluiu a assessoria. A causa da queda ainda não foi informada. Ao despencar, Doris caiu no teto do estacionamento do edifício. O caso foi registrado no 23º DP.

A assessoria do HC informou ainda que nenhum boletim médico deverá ser emitido na noite deste domingo.

Doris, 46 anos, tem dois filhos gêmeos, Daniel e Débora, de 10 anos. Há há alguns anos ela já não faz televisão. Uma de suas últimas aparições na mídia foi numa entrevista com Luciana Gimenez, no programa SuperPop, da RedeTV! Lá, a jornalista falou dos problemas pelos quais passou e garantiu já ter superado em sua vida.

Doris ficou conhecida por apresentar o Fantástico, da TV Globo. Mas iniciou sua carreira na televisão nos anos 80, aparecendo pela primeira vez como uma das modelos da abertura da novela Brega e Chique, em 1987. Seu primeiro destaque foi na apresentação do Jornal de Vanguarda, em 1988, na TV Bandeirantes. Dona de uma beleza incomum, o que lhe deu o apelido de ‘andrógina’, em 1990 foi contratada pela Globo, como apresentadora do Fantástico.

Em 1991, ela ganhou um programa solo, o Doris Para Maiores, embrião do que seria no ano seguinte o Casseta & Planeta, Urgente!.

Depois de uma breve passagem pelo SBT, entre 1994 e 1995, na qual apresentou o SBT Repórter e o TJ Brasil, em 1997 ela teve os filhos gêmeos e em seguida foi contratada pela Record, onde apresentou, em 1998, a primeira fase do Fala Brasil.

Vera Jardim

A mulher pelada sob a cama da minha avó

April 15th, 2007 37 Comments

Eu tinha uma namorada lá em Três Rios. Acho que já comentei isso aqui naquele post em que as malucas falavam no ônibus, não?
Então, eu namorava esta menina que chamaremos de J* para preservar sua identidade, afinal ela está casada e não é muito legal contar coisas íntimas assim das pessoas, sobretudo se o marido delas nem imagina isso.
O fato é que eu ia periódicamente para Três Rios, uma cidade do interior do estado do Rio, que é divisa com Minas Gerais encontrar a minha namorada.
Sabe como é, cidade pequena é uma merda. Namorar em cidade pequena é um problema porque sempre tem um maldito que está de olho em você. Esteja você fazendo o que estiver, sempre haverá alguém com aqueles olhos incriminadores apontados em sua direção.
Nós já namorávamos a um certo tempo, e um dia bateu aquele tesão típico. Mas neste dia eu não tinha grana para ir a um motel. Sem grandes opções, tivemos que segurar o fogo até onde deu.
Fomos num churrasco na casa do meu tio e entre asinhas de frango e coxinhas, eu só pensava em enterrar a linguiça. ( nossa senhora, Só mais um trocadilho infame como este e eu vou parar no Zorra Total!)
O lance é que nós tivemos a idéia sensacional ( ao menos naquele momento, parecia sensacional) de irmos para a casa da minha avó resolver a situação.
Demos o perdido no churrasco e fomos.
Foi aquela coisa, um fogo danado, sabe como é. Estávamos no maior rala e rola quando ouvi o barulho do portão.

- Ferrou! – Eu pensei. Imediatamente imaginei que a minha avó sacou qual era a idéia e resolveu dar o flagrante.
Levantei rápido e nisso a chave já girava na fechadura. J* olhou pra mim assustada.
- Rápido se esconde. Corre!
Estávamos no segundo andar, de onde não havia nenhuma saída que não passasse pela escada da sala. Minha avó entrou em silêncio. Eu pude ouví-la subindo as escadas de madeira que estalavam. Empurrei a J* para debaixo da cama da minha avó.
- Porra! Pelada? – Disse ela assutada.
- Cala a boca e entra aí! – Eu falei sussurrando enquanto socava as roupas dela lá pra baixo.
Os passos seguiam-se dos estalidos da madeira antiga e eu sabia que faltavam poucos segundos para o caos se instalar.

O problema todo estava no fato de que seguindo o preceito “familiar” das cidades pequenas, não era de bom tom desvirginar uma moça sem casar com ela. Na verdade isso seria digno de morte a pedradas, e a família dela mal imaginava que a menina era o que minha avó classifica como “mulher furada” até hoje. A J* já tinha mais de 20 anos e ainda contava pras tias e mãe que era virgem. Isso propiciava um enorme empecilho para nossos encontros amorosos, uma vez que cada uma escapada era precedida de um meticuloso plano para determinar as melhores condições físico-químico-geopolítico-eróticas.

Por causa desta mentira, a tia dela, uma beata, cobrava da minha avó uma vigilância enorme sobre nós dois. E minha avó não iria querer sair dessa história como uma “libertina”.

Voltando ao caso:
Minha avó subia as escadas e eu corri para o banheiro carregando precáriamente a minha roupa. Abri o chuveiro e em dez segundos depois minha avó gritou:

- Philipe?
- Quê vó?
- Está sozinho?
- Claro ué.
- Então abre aí.
- Calma aí, vó tô tomando banho.
- Não quero saber. Abre logo essa porta. Tá pensando que berimbau e gaita? – Eu nunca mais esqueci esta frase.

Eu imagino o nível de cagaço sobre-humano que J* sentia deitada, nua sob a cama da minha avó naquele momento.
Eu fechei o chuveiro e me enrolei na toalha. Abri a porta e vi minha vó dar aquela geral a la delegado de polícia pelo banheiro. Só faltou olhar nas gavetas pra ver se achava minha namorada. Não achou nada e falou meio sem graça:

- Achei que você tinha vindo com a J*.
- Não vó. Ela tava com dor de cabeça e eu vim tomar banho para ir tomar sorvete com ela ( essa do sorvete sempre colou)
- Ah, tá. Então tá.
- Ei vó. Onde que a senhora vai?
- Vou dormir ué.
-…
-Por que?
- Nada não vó.

Depois a J* me contou que a minha vó tinha ido no quarto antes de bater na porta do banheiro. Ela viu os pés da minha vó rodearem a cama e mexerem na cortina.
Minha vó então entrou no quarto e fechou a porta. Ficou tudo escuro. Logo depois a cama estalou e formou-se uma barriga que imprensou a pobre coitada da J* no chão cheio de poeira.
A J* era alérgica a poeira e teve que segurar o espirro para não passar o maior vexame de toda sua vida. (e da minha, claro).
Minha avó, movida a umas cervejas dormiu umas três horas. Tempo em que eu fiquei com o * na mão esperando que J* não soltasse um daqueles mil espirros. Ela contou que minha vó roncou feito uma moto-serra.
Aí depois de um tempo que parecia que nunca iria acabar, minha vó acordou. Ela foi comprar pão para o café. Neste momento eu corri lá e vi a infeliz da J* ainda nua, meio trêmula. Parecia um defunto.
Puxei a J* da cama e ela vestiu a roupa. Corremos para o andar de baixo onde ela se escondeu no outro quarto. Fui até a rua para ver se havia algum sinal da minha avó. Nada.
Corremos para a rua e demos a volta no quarteirão.
Então chegamos como se nada tivesse acontecido.

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Philipe Kling David

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