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O menor cachorro do mundo

April 30th, 2007 14 Comments


O menor cachorro do mundo é este chiuaua de apenas 10 centímetros. Isso mesmo. DEZ centímetros.
Ele provavelmente irá entrar para o Livro dos recordes.
O nome do cachorrinho é Dancer e a história dele é curiosa.
O vizinho de Jenny Gomez, a atual dona de dancer abandonou uma cadela chiuaua. Quando jenny encontrou a cadela, o pobre animal estava doente, quase morto e grávida. Gomes a salvou e duas semanas depois a cadela deu a luz a um filhote. Era um filhote perfeito, de tamanho normal.
Mas para espanto de Jenny Gomez, a cadela começou a ter contrações e nasceu um cão microscópico. Ela era do tamanho de um polegar.
Logo que viram o animal, os veterinários recomendaram a Jenny sacrificá-lo, pois ele não conseguiria ter uma vida normal com aquele tamanho. Mas a dona de Dancer desobedeceu os veterinários e criou o cãozinho.
Um cão pequeno assim exige muitos cuidados. Um deles é a proximidade com outros cães que poderiam pisar nele ou mesmo comê-lo. Uma queda de uma mesa ou cadeira poderia ser fatal.
O único cão que convive com Dancer é a mãe dele, que é muito protetora. Em função de seu tamanho, ele tem que comer a cada 3 horas e seu único problema de saúde e baixa quantidade de açúcar no sangue.

Fonte

O ursinho e a pooh-taria

April 29th, 2007 7 Comments

Se eu te perguntar quem é o criador do ursinho Pooh, que ilustra meigamente nosso post, você com 99% de chance dirá:

Walt Disney

Afinal, Disney era mesmo genial. Um cara capaz de criar o Mickey mouse, o Pateta, o Pato Donald, Pluto e tantos outros personagens tem que ter a nossa admiração. Minha admiração pessoal por Walt está mais em sua habilidade de fabricar um império com um rato do que na sua habilidade como desenhista.

O problema é que: Walt não criou Pooh.

O ursinho Pooh, na verdade Winnie the Pooh, é o nome de um personagem de histórias infantis, escrito por A. A. Milne.
A história do ursinho odiado por seu criador e como ele chegou no ponto de render UM BILHÃO DE DÓLARES POR ANO para a Disney – tanto quanto o Mickey! – com a venda de bichinhos de pelúcia, fitas de video, livrinhos, camisetas, canecas, bonés e quinquilharias mil é interessante.
O Ursinho Puff – nome que tinha antes da política global da Disney de uniformizar o nome do personagem em todos os países, passando para Pooh começa quando Milne, sentado em sua poltrona observa o filho Cristopher Robin brincando com seu ursinho de pelúcia. Esta cena aqui:

Milne sente-se inspirado e na mesa de café escreve o poema “Vespers”. Milne mostrou então o poema para sua esposa e ela gostou muito. Milne não ligou tanto para o que acabara de fazer, mas a sua esposa Daphne, vendo no poema algo tocante, tentou vendê-lo para a revista Vanity Fair. Milne não achava que o poema seria vendido e até disse para Daphne que se ela conseguisse vendê-lo poderia ficar com a grana pra ela.
O poema foi vendido de imediato, e obteve sucesso inesperado. Em pouco tempo, outras revistas enviaram cartas solicitando a Milne que escrevesse mais poemas infantis.
Milne mandou ver, afinal, quem não gosta de dinheiro? Os poemas de Milne giravam sobre Christopher Robin e seu ursinho. O nome original do bicho era Edward Bear ( o nome certo do ursinho Teddy, que é o sinônimo de urso de pelúcia em inglês).

Momento cultura inútil:
O urso de pelúcia chama-se ursinho Teddy porque durante uma caçada o então presidente dos Estados Unidos, Teddy Turner recusou-se a matar um urso. Desde então, uma empresa de brinquedos começou a fabricar um urso com o nome do presidente. O brinquedo ficou famoso e o nome Teddy bear “pegou”.

Embora o nome inicial do bichinho fosse Edward Bear, Milne mudou o nome para Winnie, em homenagem a um urso que havia chegado de Winnipeg no Canadá para o Zoológico de Londres.
Em 1924 os poemas foram finalmente publicados na forma de um livro chamado When We Were very Young tornando-se um best seller. O êxito fez com que Milne publicasse mais um livro de contos, desta vez, intitulado Winnie The Pooh, em 1926.
O livro vendeu mais de 150 mil cópias antes do fim do ano só nos Estados Unidos. O livro estava sendo tão bem sucedido que o sucesso – é intrigante este tipo de coisa, veja só – começou a incomodar Milne.
Quando Milne se deu conta de que o Ursinho abobadinho estava ganhando proporções grandes demais, Milne resolveu eliminá-lo em seu último livro chamado The House at pooh Corner. Na últiam cena do livro, Milne faz Chris Robin explicar ao ursinho que estava crescendo e que não voltaria a brincar com ele.
Claro que isso não funcionou e só fez aumentar as vendas do Pooh.
Alan Milne escreveu posteriormente peças, ensaios e até romances, mas nuinca conseguiu livrar-se do ursinho, que se colou a ele como que com Superbonder.
Milne passou a detestar sua criação. Seu filho, o verdadeiro Christopher Robin, também se ressentia do sucesso de seu alter ego. Durante toda sua vida seus colegas de escola o perturbaram sem piedade por ser o parceiro do Ursinho Puff.
Colégio é fogo, vocês sabem. Basta se destacar em alguma coisa pra apanhar do brutamontes e ser considerado um pária.
O garoto Chistopher tomou tamanho ódio do Urso e seus poemas que só aceitou o dinheiro dos direitos autorais do pai depois que este morreu porque sua filha, Clare, nasceu com retardamento mental, e precisaria do dinheiro dos livros para se sustentar depois que ele morresse.
O primeiro negócio envolvendo Pooh se deu em 1930 quando ainda vivo, A. A. Milne vendeu para o agente literário Stephen Slesinger os direitos de imagem e licenciamento de Pooh e sua turma nos Estados Unidos e Canadá por mil dólares inteirinhos.

Que fortuna, né?
Dois anos depois, o autor também cedeu para o agente, por nenhum custo adicional, os direitos sobre performances usando seus personagens em rádio, televisão e qualquer outro meio de reprodução que viesse a ser criado no futuro; Milne e sua família ganhariam dois terços desses rendimentos, e Slesinger ficaria com o resto.

Não chega a surpreender então que Roy Disney, irmão de Walt, tenha ficado furioso quando, ao abordar Milne em 1937 com a intenção de fazer filmes animados com seus personagens, descobriu que eles já tinham outro dono. Desde o começo o Reino Encantado já compreendia a quantidade de dinheiro que poderia ser feita vendendo produtos estampados com seus personagens, e conseqüentemente não tinha a menor intenção de investir numa figura cujos lucros iriam para outrem. Stephen Slesinger queria que os lucros de merchandising fossem repartidos meio a meio com a Disney, o que esta considerou inconcebível. As negociações se estenderam até 1961, quando A. A. Milne e Stephen Slesinger já tinham morrido, e a esposa de Slesinger, Shirley, fechou um acordo no qual ela receberia 4% dos lucros, a família de Milne, 2,5%, e Disney ficaria com o resto.

Em 1966 o primeiro filme de Winnie the Pooh, Winnie the Pooh and the Honey Tree, com 25 minutos, foi lançado. O segundo, Winnie the Pooh and the Blustery Day, saiu pouco depois. Se já eram populares antes, depois de entrarem no mundo da animação esses personagens tornaram-se uma coqueluche. A alegria de crianças e adultos do mundo inteiro, no entanto, haveria de ser a dor de cabeça de seus produtores.

Em 1980 a filha de Stephen e Shirley Slesinger, Pati, reclamou com a Disney querendo receber porcentagens sobre os lucros com a venda de bichos de pelúcia, brinquedos e revistinhas feitas com Puff, que não estavam previstos no contrato de 1961. O conflito durou até 1983, quando a Disney pagou 1,1 milhão de dólares à Stephen Slesinger Inc. para resolver a questão e reformular o contrato. Nele, a porcentagem que cabia aos Slesingers foi reduzida a 2%. Mas esta paz durou pouco.

Nos anos 80 a venda de fitas de vídeo cresceu espantosamente, de US$ 396 milhões por ano para US$8,3 bilhões. As fitas do Puff viviam na lista dos mais vendidos. A Disney pagou por algum tempo às Slesingers o dinheiro sobre os vídeos, depois parou. Disse que não devia nada às duas e que os pagamentos iniciais haviam sido um engano. Elas reclamaram, eles disseram que não, e assim começou uma luta judicial que já dura onze anos.

Caso as duas ganhem o processo, a Disney terá que pagar mais de US$ 1 bilhão sobre o valor bruto de mercadorias vendidas desde 1983. Obviamente Mickey não quer pagar isso, e usa todas as artimanhas possíveis para tentar evitá-lo. Logo no começo do processo, Pati Slesinger afirmou que Vince Jefferds, o executivo que assinou o novo contrato em 1983, tinha afirmado numa carta que concordava que deveria pagar uma porcentagem sobre todos os produtos com a cara do Puff. Mas ninguém sabia onde o tal contrato estava, e Jefferds já havia morrido, portanto não podia confirmar nem desmentir o fato. Muito suspeito da parte de Pati, com certeza. Em 1999, no entanto, a Disney revelou que havia queimado quarenta caixas de papéis pessoais de Jefferds três anos depois que o processo começou, mas não havia nada relevante lá. O tiro saiu pela culatra: depois de saber disso, o juiz proibiu que se coloque em dúvida as afirmações de Pati sobre as cartas de Jefferds.

Preocupado, agora o Reino Encantado está tentando vencer por outro lado.

Agora vem a pooh-taria:

Em novembro de 2006 a Disney entrou com um processo no qual o último descendente de A. A. Milne quer desfazer o contrato que o autor fez com Slesinger e recuperar os direitos sobre Pooh.

Só que o último descendente é Clare, a filha de Christopher Robin, que, como está escrito alguns parágrafos acima, tem paralisia cerebral. Depois de recuperar os direitos, ela os venderia à companhia por uma quantia não revelada. Tudo indica que ela não entende muito bem o que está acontecendo e não consegue diferenciar US$ 1 mil de US$ 1 milhão. O caso continua rolando, e não deve acabar tão cedo. Até lá, as crianças continuarão comendo tranqüilamente seus McLanches Felizes com a cara de Winnie the Pooh na caixinha, a maioria sem sequer imaginar que existe um livro que originou tudo isso. E mais e mais dinheiro vai rolar para os cofres da Disney. Leitão, o Filme, deve sair daqui a alguns meses.

Pooh-taria

fonte

Veja também o caso da enorme “coincidência” entre o Filme “O rei leão” e um anime japonês da década de 50 no nosso blog parceiro Boca Aberta

Nuvens incríveis

April 27th, 2007 2 Comments


Muito interessante este site sobre nuvens incríveis. Cada uma mais louca que a outra.

Cientistas conseguem finalmente desvendar a E8

April 27th, 2007 5 Comments

Se você não entendeu este título, não se preocupe. É complicado mesmo explicar o que a
E8 significa.
A E8 é uma das mais complexas estruturas já estudadas. O objeto é também conhecido como “exceptional lie group E8″ (se algum leitor esperto souber a tradução exata, sinta-se à vontade de enviar).
Pra se ter uma idéia do tamanho do cálculo, se o resultado do estudo da E8 fosse impresso em uma impressora comum com a menor fonte possível, o resultado ocuparia uma área equivalente a Manhattan.
Este tipo de conhecimento é muito importante porque ele está atrelado aos últimos avanços em inúmeros campos do conhecimento científico, como a álgebra, geometria, teoria dos números, Física, Química e muito mais.
Devido a sua magnitude, o cálculo do E8 nos convida a compará-lo com o mapeamento do genoma human. Com uma pequena e nada sutil diferença. O E8 é infinitamente mais complexo que o genoma humano. Enquanto o genoma humano é completamente descrito em um gigabyte, o E8 ocupa nada menos que 60 gibabyte de informação, ou seja, em linhas gerais, o espaço resultante do calculo da E8 se fosse ocupado por Mp3 de tamanho padrão, poderia deixar uma música ambiente de 45 dias direto.
O time de 18 matemáticos dos EUA e Europa que chegaram ao cálculo da E8 começaram a trabalhar duro há quatro anos atrás. Eles se reuniam no Instituto Americano de Matemática a cada ano e mantinham-se ocupados trabalhando na E8 divididos em pequenos grupos o resto do ano.
O trabalho requer um misto de teoria matemática e intrincada programação computacional. Para isso os supercomputadores tiveram que ser usados.
Apesar do resultado gigantesco, a E8 ainda não está totalmente compreendida, e provavelmente ela afetará campos da Física, como a união da gravidade com as demais forças fundamentais da natureza aplicadas a gravidade do quântum, o que expandirá os horizontes da Física Humana.
O sistema da raiz E8 consiste em 240 vetores em oito espaços dimensionais. Cada vetor são os vértices, (cantos) de um objeto de oito dimensões chamado Gosset polytope 421. Em 1960, um sujeito chamado Peter McMullen desenhou – A MÃO! – uma representação bidimensional do Gosset Polytope 421. A imagem no alto do post é uma representação criada em computador baseada no desenho feito a mão por McMullen.
fonte

Qual barra é mais larga?

April 27th, 2007 6 Comments

Qual dessas duas barras é a mais larga? A vermelha ou a outra?

A resposta está neste video. ( e nos comentários)

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