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O menor cachorro do mundo
-> ![]() O menor cachorro do mundo é este chiuaua de apenas 10 centímetros. Isso mesmo. DEZ centímetros. Ele provavelmente irá entrar para o Livro dos recordes. O nome do cachorrinho é Dancer e a história dele é curiosa. O vizinho de Jenny Gomez, a atual dona de dancer abandonou uma cadela chiuaua. Quando jenny encontrou a cadela, o pobre animal estava doente, quase morto e grávida. Gomes a salvou e duas semanas depois a cadela deu a luz a um filhote. Era um filhote perfeito, de tamanho normal. Mas para espanto de Jenny Gomez, a cadela começou a ter contrações e nasceu um cão microscópico. Ela era do tamanho de um polegar. Logo que viram o animal, os veterinários recomendaram a Jenny sacrificá-lo, pois ele não conseguiria ter uma vida normal com aquele tamanho. Mas a dona de Dancer desobedeceu os veterinários e criou o cãozinho. Um cão pequeno assim exige muitos cuidados. Um deles é a proximidade com outros cães que poderiam pisar nele ou mesmo comê-lo. Uma queda de uma mesa ou cadeira poderia ser fatal.O único cão que convive com Dancer é a mãe dele, que é muito protetora. Em função de seu tamanho, ele tem que comer a cada 3 horas e seu único problema de saúde e baixa quantidade de açúcar no sangue. O ursinho e a pooh-taria
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Se eu te perguntar quem é o criador do ursinho Pooh, que ilustra meigamente nosso post, você com 99% de chance dirá: Walt Disney
Afinal, Disney era mesmo genial. Um cara capaz de criar o Mickey mouse, o Pateta, o Pato Donald, Pluto e tantos outros personagens tem que ter a nossa admiração. Minha admiração pessoal por Walt está mais em sua habilidade de fabricar um império com um rato do que na sua habilidade como desenhista.
O problema é que: Walt não criou Pooh. O ursinho Pooh, na verdade Winnie the Pooh, é o nome de um personagem de histórias infantis, escrito por A. A. Milne. Momento cultura inútil: Embora o nome inicial do bichinho fosse Edward Bear, Milne mudou o nome para Winnie, em homenagem a um urso que havia chegado de Winnipeg no Canadá para o Zoológico de Londres. Que fortuna, né? Não chega a surpreender então que Roy Disney, irmão de Walt, tenha ficado furioso quando, ao abordar Milne em 1937 com a intenção de fazer filmes animados com seus personagens, descobriu que eles já tinham outro dono. Desde o começo o Reino Encantado já compreendia a quantidade de dinheiro que poderia ser feita vendendo produtos estampados com seus personagens, e conseqüentemente não tinha a menor intenção de investir numa figura cujos lucros iriam para outrem. Stephen Slesinger queria que os lucros de merchandising fossem repartidos meio a meio com a Disney, o que esta considerou inconcebível. As negociações se estenderam até 1961, quando A. A. Milne e Stephen Slesinger já tinham morrido, e a esposa de Slesinger, Shirley, fechou um acordo no qual ela receberia 4% dos lucros, a família de Milne, 2,5%, e Disney ficaria com o resto. Em 1966 o primeiro filme de Winnie the Pooh, Winnie the Pooh and the Honey Tree, com 25 minutos, foi lançado. O segundo, Winnie the Pooh and the Blustery Day, saiu pouco depois. Se já eram populares antes, depois de entrarem no mundo da animação esses personagens tornaram-se uma coqueluche. A alegria de crianças e adultos do mundo inteiro, no entanto, haveria de ser a dor de cabeça de seus produtores. Em 1980 a filha de Stephen e Shirley Slesinger, Pati, reclamou com a Disney querendo receber porcentagens sobre os lucros com a venda de bichos de pelúcia, brinquedos e revistinhas feitas com Puff, que não estavam previstos no contrato de 1961. O conflito durou até 1983, quando a Disney pagou 1,1 milhão de dólares à Stephen Slesinger Inc. para resolver a questão e reformular o contrato. Nele, a porcentagem que cabia aos Slesingers foi reduzida a 2%. Mas esta paz durou pouco. Nos anos 80 a venda de fitas de vídeo cresceu espantosamente, de US$ 396 milhões por ano para US$8,3 bilhões. As fitas do Puff viviam na lista dos mais vendidos. A Disney pagou por algum tempo às Slesingers o dinheiro sobre os vídeos, depois parou. Disse que não devia nada às duas e que os pagamentos iniciais haviam sido um engano. Elas reclamaram, eles disseram que não, e assim começou uma luta judicial que já dura onze anos. Caso as duas ganhem o processo, a Disney terá que pagar mais de US$ 1 bilhão sobre o valor bruto de mercadorias vendidas desde 1983. Obviamente Mickey não quer pagar isso, e usa todas as artimanhas possíveis para tentar evitá-lo. Logo no começo do processo, Pati Slesinger afirmou que Vince Jefferds, o executivo que assinou o novo contrato em 1983, tinha afirmado numa carta que concordava que deveria pagar uma porcentagem sobre todos os produtos com a cara do Puff. Mas ninguém sabia onde o tal contrato estava, e Jefferds já havia morrido, portanto não podia confirmar nem desmentir o fato. Muito suspeito da parte de Pati, com certeza. Em 1999, no entanto, a Disney revelou que havia queimado quarenta caixas de papéis pessoais de Jefferds três anos depois que o processo começou, mas não havia nada relevante lá. O tiro saiu pela culatra: depois de saber disso, o juiz proibiu que se coloque em dúvida as afirmações de Pati sobre as cartas de Jefferds. Preocupado, agora o Reino Encantado está tentando vencer por outro lado. Agora vem a pooh-taria: Em novembro de 2006 a Disney entrou com um processo no qual o último descendente de A. A. Milne quer desfazer o contrato que o autor fez com Slesinger e recuperar os direitos sobre Pooh. Só que o último descendente é Clare, a filha de Christopher Robin, que, como está escrito alguns parágrafos acima, tem paralisia cerebral. Depois de recuperar os direitos, ela os venderia à companhia por uma quantia não revelada. Tudo indica que ela não entende muito bem o que está acontecendo e não consegue diferenciar US$ 1 mil de US$ 1 milhão. O caso continua rolando, e não deve acabar tão cedo. Até lá, as crianças continuarão comendo tranqüilamente seus McLanches Felizes com a cara de Winnie the Pooh na caixinha, a maioria sem sequer imaginar que existe um livro que originou tudo isso. E mais e mais dinheiro vai rolar para os cofres da Disney. Leitão, o Filme, deve sair daqui a alguns meses. Pooh-taria Veja também o caso da enorme “coincidência” entre o Filme “O rei leão” e um anime japonês da década de 50 no nosso blog parceiro Boca Aberta
Algumas imagens valem mesmo por 1000 palavras
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Cientistas conseguem finalmente desvendar a E8
![]() Se você não entendeu este título, não se preocupe. É complicado mesmo explicar o que a E8 significa. A E8 é uma das mais complexas estruturas já estudadas. O objeto é também conhecido como “exceptional lie group E8″ (se algum leitor esperto souber a tradução exata, sinta-se à vontade de enviar). Pra se ter uma idéia do tamanho do cálculo, se o resultado do estudo da E8 fosse impresso em uma impressora comum com a menor fonte possível, o resultado ocuparia uma área equivalente a Manhattan. Este tipo de conhecimento é muito importante porque ele está atrelado aos últimos avanços em inúmeros campos do conhecimento científico, como a álgebra, geometria, teoria dos números, Física, Química e muito mais. Devido a sua magnitude, o cálculo do E8 nos convida a compará-lo com o mapeamento do genoma human. Com uma pequena e nada sutil diferença. O E8 é infinitamente mais complexo que o genoma humano. Enquanto o genoma humano é completamente descrito em um gigabyte, o E8 ocupa nada menos que 60 gibabyte de informação, ou seja, em linhas gerais, o espaço resultante do calculo da E8 se fosse ocupado por Mp3 de tamanho padrão, poderia deixar uma música ambiente de 45 dias direto. O time de 18 matemáticos dos EUA e Europa que chegaram ao cálculo da E8 começaram a trabalhar duro há quatro anos atrás. Eles se reuniam no Instituto Americano de Matemática a cada ano e mantinham-se ocupados trabalhando na E8 divididos em pequenos grupos o resto do ano. O trabalho requer um misto de teoria matemática e intrincada programação computacional. Para isso os supercomputadores tiveram que ser usados. Apesar do resultado gigantesco, a E8 ainda não está totalmente compreendida, e provavelmente ela afetará campos da Física, como a união da gravidade com as demais forças fundamentais da natureza aplicadas a gravidade do quântum, o que expandirá os horizontes da Física Humana. O sistema da raiz E8 consiste em 240 vetores em oito espaços dimensionais. Cada vetor são os vértices, (cantos) de um objeto de oito dimensões chamado Gosset polytope 421. Em 1960, um sujeito chamado Peter McMullen desenhou – A MÃO! – uma representação bidimensional do Gosset Polytope 421. A imagem no alto do post é uma representação criada em computador baseada no desenho feito a mão por McMullen. fonte
Qual barra é mais larga?
![]() Qual dessas duas barras é a mais larga? A vermelha ou a outra? A resposta está neste video. ( e nos comentários)
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