O menor cachorro do mundo

cadastrado em: cachorro, curioso, miniatura, recordes — Philipe @ 7:58 pm


O menor cachorro do mundo é este chiuaua de apenas 10 centímetros. Isso mesmo. DEZ centímetros.
Ele provavelmente irá entrar para o Livro dos recordes.
O nome do cachorrinho é Dancer e a história dele é curiosa.
O vizinho de Jenny Gomez, a atual dona de dancer abandonou uma cadela chiuaua. Quando jenny encontrou a cadela, o pobre animal estava doente, quase morto e grávida. Gomes a salvou e duas semanas depois a cadela deu a luz a um filhote. Era um filhote perfeito, de tamanho normal.
Mas para espanto de Jenny Gomez, a cadela começou a ter contrações e nasceu um cão microscópico. Ela era do tamanho de um polegar.
Logo que viram o animal, os veterinários recomendaram a Jenny sacrificá-lo, pois ele não conseguiria ter uma vida normal com aquele tamanho. Mas a dona de Dancer desobedeceu os veterinários e criou o cãozinho.
Um cão pequeno assim exige muitos cuidados. Um deles é a proximidade com outros cães que poderiam pisar nele ou mesmo comê-lo. Uma queda de uma mesa ou cadeira poderia ser fatal.
O único cão que convive com Dancer é a mãe dele, que é muito protetora. Em função de seu tamanho, ele tem que comer a cada 3 horas e seu único problema de saúde e baixa quantidade de açúcar no sangue.

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O ursinho e a pooh-taria

cadastrado em: disney, textos — Philipe @ 11:17 am

Se eu te perguntar quem é o criador do ursinho Pooh, que ilustra meigamente nosso post, você com 99% de chance dirá:

Walt Disney

Afinal, Disney era mesmo genial. Um cara capaz de criar o Mickey mouse, o Pateta, o Pato Donald, Pluto e tantos outros personagens tem que ter a nossa admiração. Minha admiração pessoal por Walt está mais em sua habilidade de fabricar um império com um rato do que na sua habilidade como desenhista.

O problema é que: Walt não criou Pooh.

O ursinho Pooh, na verdade Winnie the Pooh, é o nome de um personagem de histórias infantis, escrito por A. A. Milne.
A história do ursinho odiado por seu criador e como ele chegou no ponto de render UM BILHÃO DE DÓLARES POR ANO para a Disney - tanto quanto o Mickey! - com a venda de bichinhos de pelúcia, fitas de video, livrinhos, camisetas, canecas, bonés e quinquilharias mil é interessante.
O Ursinho Puff - nome que tinha antes da política global da Disney de uniformizar o nome do personagem em todos os países, passando para Pooh começa quando Milne, sentado em sua poltrona observa o filho Cristopher Robin brincando com seu ursinho de pelúcia. Esta cena aqui:

Milne sente-se inspirado e na mesa de café escreve o poema “Vespers”. Milne mostrou então o poema para sua esposa e ela gostou muito. Milne não ligou tanto para o que acabara de fazer, mas a sua esposa Daphne, vendo no poema algo tocante, tentou vendê-lo para a revista Vanity Fair. Milne não achava que o poema seria vendido e até disse para Daphne que se ela conseguisse vendê-lo poderia ficar com a grana pra ela.
O poema foi vendido de imediato, e obteve sucesso inesperado. Em pouco tempo, outras revistas enviaram cartas solicitando a Milne que escrevesse mais poemas infantis.
Milne mandou ver, afinal, quem não gosta de dinheiro? Os poemas de Milne giravam sobre Christopher Robin e seu ursinho. O nome original do bicho era Edward Bear ( o nome certo do ursinho Teddy, que é o sinônimo de urso de pelúcia em inglês).

Momento cultura inútil:
O urso de pelúcia chama-se ursinho Teddy porque durante uma caçada o então presidente dos Estados Unidos, Teddy Turner recusou-se a matar um urso. Desde então, uma empresa de brinquedos começou a fabricar um urso com o nome do presidente. O brinquedo ficou famoso e o nome Teddy bear “pegou”.

Embora o nome inicial do bichinho fosse Edward Bear, Milne mudou o nome para Winnie, em homenagem a um urso que havia chegado de Winnipeg no Canadá para o Zoológico de Londres.
Em 1924 os poemas foram finalmente publicados na forma de um livro chamado When We Were very Young tornando-se um best seller. O êxito fez com que Milne publicasse mais um livro de contos, desta vez, intitulado Winnie The Pooh, em 1926.
O livro vendeu mais de 150 mil cópias antes do fim do ano só nos Estados Unidos. O livro estava sendo tão bem sucedido que o sucesso - é intrigante este tipo de coisa, veja só - começou a incomodar Milne.
Quando Milne se deu conta de que o Ursinho abobadinho estava ganhando proporções grandes demais, Milne resolveu eliminá-lo em seu último livro chamado The House at pooh Corner. Na últiam cena do livro, Milne faz Chris Robin explicar ao ursinho que estava crescendo e que não voltaria a brincar com ele.
Claro que isso não funcionou e só fez aumentar as vendas do Pooh.
Alan Milne escreveu posteriormente peças, ensaios e até romances, mas nuinca conseguiu livrar-se do ursinho, que se colou a ele como que com Superbonder.
Milne passou a detestar sua criação. Seu filho, o verdadeiro Christopher Robin, também se ressentia do sucesso de seu alter ego. Durante toda sua vida seus colegas de escola o perturbaram sem piedade por ser o parceiro do Ursinho Puff.
Colégio é fogo, vocês sabem. Basta se destacar em alguma coisa pra apanhar do brutamontes e ser considerado um pária.
O garoto Chistopher tomou tamanho ódio do Urso e seus poemas que só aceitou o dinheiro dos direitos autorais do pai depois que este morreu porque sua filha, Clare, nasceu com retardamento mental, e precisaria do dinheiro dos livros para se sustentar depois que ele morresse.
O primeiro negócio envolvendo Pooh se deu em 1930 quando ainda vivo, A. A. Milne vendeu para o agente literário Stephen Slesinger os direitos de imagem e licenciamento de Pooh e sua turma nos Estados Unidos e Canadá por mil dólares inteirinhos.

Que fortuna, né?
Dois anos depois, o autor também cedeu para o agente, por nenhum custo adicional, os direitos sobre performances usando seus personagens em rádio, televisão e qualquer outro meio de reprodução que viesse a ser criado no futuro; Milne e sua família ganhariam dois terços desses rendimentos, e Slesinger ficaria com o resto.

Não chega a surpreender então que Roy Disney, irmão de Walt, tenha ficado furioso quando, ao abordar Milne em 1937 com a intenção de fazer filmes animados com seus personagens, descobriu que eles já tinham outro dono. Desde o começo o Reino Encantado já compreendia a quantidade de dinheiro que poderia ser feita vendendo produtos estampados com seus personagens, e conseqüentemente não tinha a menor intenção de investir numa figura cujos lucros iriam para outrem. Stephen Slesinger queria que os lucros de merchandising fossem repartidos meio a meio com a Disney, o que esta considerou inconcebível. As negociações se estenderam até 1961, quando A. A. Milne e Stephen Slesinger já tinham morrido, e a esposa de Slesinger, Shirley, fechou um acordo no qual ela receberia 4% dos lucros, a família de Milne, 2,5%, e Disney ficaria com o resto.

Em 1966 o primeiro filme de Winnie the Pooh, Winnie the Pooh and the Honey Tree, com 25 minutos, foi lançado. O segundo, Winnie the Pooh and the Blustery Day, saiu pouco depois. Se já eram populares antes, depois de entrarem no mundo da animação esses personagens tornaram-se uma coqueluche. A alegria de crianças e adultos do mundo inteiro, no entanto, haveria de ser a dor de cabeça de seus produtores.

Em 1980 a filha de Stephen e Shirley Slesinger, Pati, reclamou com a Disney querendo receber porcentagens sobre os lucros com a venda de bichos de pelúcia, brinquedos e revistinhas feitas com Puff, que não estavam previstos no contrato de 1961. O conflito durou até 1983, quando a Disney pagou 1,1 milhão de dólares à Stephen Slesinger Inc. para resolver a questão e reformular o contrato. Nele, a porcentagem que cabia aos Slesingers foi reduzida a 2%. Mas esta paz durou pouco.

Nos anos 80 a venda de fitas de vídeo cresceu espantosamente, de US$ 396 milhões por ano para US$8,3 bilhões. As fitas do Puff viviam na lista dos mais vendidos. A Disney pagou por algum tempo às Slesingers o dinheiro sobre os vídeos, depois parou. Disse que não devia nada às duas e que os pagamentos iniciais haviam sido um engano. Elas reclamaram, eles disseram que não, e assim começou uma luta judicial que já dura onze anos.

Caso as duas ganhem o processo, a Disney terá que pagar mais de US$ 1 bilhão sobre o valor bruto de mercadorias vendidas desde 1983. Obviamente Mickey não quer pagar isso, e usa todas as artimanhas possíveis para tentar evitá-lo. Logo no começo do processo, Pati Slesinger afirmou que Vince Jefferds, o executivo que assinou o novo contrato em 1983, tinha afirmado numa carta que concordava que deveria pagar uma porcentagem sobre todos os produtos com a cara do Puff. Mas ninguém sabia onde o tal contrato estava, e Jefferds já havia morrido, portanto não podia confirmar nem desmentir o fato. Muito suspeito da parte de Pati, com certeza. Em 1999, no entanto, a Disney revelou que havia queimado quarenta caixas de papéis pessoais de Jefferds três anos depois que o processo começou, mas não havia nada relevante lá. O tiro saiu pela culatra: depois de saber disso, o juiz proibiu que se coloque em dúvida as afirmações de Pati sobre as cartas de Jefferds.

Preocupado, agora o Reino Encantado está tentando vencer por outro lado.

Agora vem a pooh-taria:

Em novembro de 2006 a Disney entrou com um processo no qual o último descendente de A. A. Milne quer desfazer o contrato que o autor fez com Slesinger e recuperar os direitos sobre Pooh.

Só que o último descendente é Clare, a filha de Christopher Robin, que, como está escrito alguns parágrafos acima, tem paralisia cerebral. Depois de recuperar os direitos, ela os venderia à companhia por uma quantia não revelada. Tudo indica que ela não entende muito bem o que está acontecendo e não consegue diferenciar US$ 1 mil de US$ 1 milhão. O caso continua rolando, e não deve acabar tão cedo. Até lá, as crianças continuarão comendo tranqüilamente seus McLanches Felizes com a cara de Winnie the Pooh na caixinha, a maioria sem sequer imaginar que existe um livro que originou tudo isso. E mais e mais dinheiro vai rolar para os cofres da Disney. Leitão, o Filme, deve sair daqui a alguns meses.

Pooh-taria

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Veja também o caso da enorme “coincidência” entre o Filme “O rei leão” e um anime japonês da década de 50 no nosso blog parceiro Boca Aberta


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Algumas imagens valem mesmo por 1000 palavras

cadastrado em: fotografia, humor — Philipe @ 10:55 am






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Nuvens incríveis

cadastrado em: incrível — Philipe @ 11:32 pm



Muito interessante este site sobre nuvens incríveis. Cada uma mais louca que a outra.


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Cientistas conseguem finalmente desvendar a E8

cadastrado em: Matemática, ciência, curioso — Philipe @ 10:42 pm


Se você não entendeu este título, não se preocupe. É complicado mesmo explicar o que a
E8 significa.
A E8 é uma das mais complexas estruturas já estudadas. O objeto é também conhecido como “exceptional lie group E8″ (se algum leitor esperto souber a tradução exata, sinta-se à vontade de enviar).
Pra se ter uma idéia do tamanho do cálculo, se o resultado do estudo da E8 fosse impresso em uma impressora comum com a menor fonte possível, o resultado ocuparia uma área equivalente a Manhattan.
Este tipo de conhecimento é muito importante porque ele está atrelado aos últimos avanços em inúmeros campos do conhecimento científico, como a álgebra, geometria, teoria dos números, Física, Química e muito mais.
Devido a sua magnitude, o cálculo do E8 nos convida a compará-lo com o mapeamento do genoma human. Com uma pequena e nada sutil diferença. O E8 é infinitamente mais complexo que o genoma humano. Enquanto o genoma humano é completamente descrito em um gigabyte, o E8 ocupa nada menos que 60 gibabyte de informação, ou seja, em linhas gerais, o espaço resultante do calculo da E8 se fosse ocupado por Mp3 de tamanho padrão, poderia deixar uma música ambiente de 45 dias direto.
O time de 18 matemáticos dos EUA e Europa que chegaram ao cálculo da E8 começaram a trabalhar duro há quatro anos atrás. Eles se reuniam no Instituto Americano de Matemática a cada ano e mantinham-se ocupados trabalhando na E8 divididos em pequenos grupos o resto do ano.
O trabalho requer um misto de teoria matemática e intrincada programação computacional. Para isso os supercomputadores tiveram que ser usados.
Apesar do resultado gigantesco, a E8 ainda não está totalmente compreendida, e provavelmente ela afetará campos da Física, como a união da gravidade com as demais forças fundamentais da natureza aplicadas a gravidade do quântum, o que expandirá os horizontes da Física Humana.
O sistema da raiz E8 consiste em 240 vetores em oito espaços dimensionais. Cada vetor são os vértices, (cantos) de um objeto de oito dimensões chamado Gosset polytope 421. Em 1960, um sujeito chamado Peter McMullen desenhou - A MÃO! - uma representação bidimensional do Gosset Polytope 421. A imagem no alto do post é uma representação criada em computador baseada no desenho feito a mão por McMullen.
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Qual barra é mais larga?

cadastrado em: curioso, ilusão de ótica — Philipe @ 10:33 pm


Qual dessas duas barras é a mais larga? A vermelha ou a outra?

A resposta está neste video. ( e nos comentários)


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Carro 0 Km por menos de R$6.000?

cadastrado em: carro, curioso, design — Philipe @ 10:25 pm


As empresas Renault-Nissan e a fabricante de carros Indiana Tata Motors estão planejando lançar o carro sub-compacto, que terá preco abaixo dos 3000 dólares (zero km) até o ano que vem.
O carro é todo projetado para o mercado de países em desenvolvimento. Até que não é mal. MAs eu preferia algo mais bonito.


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A onda de gelo

cadastrado em: incrível — Philipe @ 7:25 pm

Super legais estas fotos de uma onda de gelo (glacier) feitas na antártida. Dá vontade de ir lá.




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O barco fantasma - desaparecimentos

cadastrado em: incrível, polícia, ufologia — Philipe @ 3:43 pm

Ainda é um mistério o paradeiro dos tripulantes que desapareceram deliberadamente de um iate caríssimo, que foi encontrado na costa da Austrália.
Veja a notícia:

Guarda costeira encontra ‘iate fantasma’ na Austrália


Foto de: AP
Motor estava ligado, a mesa posta, mas não havia ninguém a bordo

Serviços de emergência na Austrália iniciaram uma operação de busca por três tripulantes de um iate encontrado abandonado na costa de North Queensland.

O motor do barco estava ligado, a mesa posta para o jantar, mas não havia ninguém a bordo.

A operação de busca por mar e ar deve refazer a viagem do iate e definir a área de investigação.

A polícia acredita que o barco partiu com os três tripulantes de Airlie Beach com destino a Townsville no domingo.

O catamarã de 12 metros foi visto de um helicóptero da guarda costeira na quarta-feira, mas uma equipe de resgate só chegou ao barco na sexta-feira, e confirmou que não havia ninguém na embarcação.

Equipes de resgate dizem que estão intrigadas com o desaparecimento misterioso da tripulação.

‘Motor ligado’

Todas as velas do barco estavam içadas, embora uma estava muito rasgada, e os coletes salva-vidas ainda estavam na embarcação.

Equipes de resgate recuperaram o aparelho do sistema de posicionamento global (GPS, em inglês) do barco, que pode dar a eles mais indicações do paradeiro da tripulação.

Doze aeronaves buscam o barco que, de acordo com o correspondente da BBC em Sydney, Nick Bryant, já está sendo chamado de “o iate fantasma”.

Fonte: BBC Brasil

Estranho, né? A comida posta… Os coletes salva-vidas nos seus lugares, o motor ligado… E ninguém a bordo. O que poderia ter acontecido?
É muito improvável que todos os tripulantes tenham caído no mar. Não é a primeira vez que pessoas somem sem absoluutamente nenhuma explicação assim. Vamos ver alguns casos de desaparecimento que nem mesmo os pesquisadores da Scotland Yard souberam encontrar.

A vila que desapareceu

Um dos mais bizarros e inexplicáveis desaparecimentos de seres humanos se deu nas margens do lago Anjikuni, no ano de 1930. Uma vila inteira desapareceu sem deixar vestígios. Até hoje pesquisadores autônomos e oficiais vasculham a região em busca de pistas dos desaparecidos, sem sucesso. As autoridades canadenses ainda estão com o caso em aberto aguardando qualquer informação que ajude a esclarecer o fato.
É como se a tribo jamais houvesse existido.
O mistério da tribo que sumiu começa em novembro de 1930, quando um caçador de peles valiosas de nome Joe Labell entrou, caminhando pela neve, na familiar vila de barracas que costumava passar. Para espanto de Joe, a vila estava vazia. Completamente deserta.
Exatamente em duas semanas antes, o próprio Joe Labelle esteve na vila, e ela estava como de costume. Um assentamento de índios, uma vila cheia de vida com crianças correndo e fazendo algazarra. Velhas carregando roupas e homens carregando madeira e conversando nos alpendres.

Mas agora aquela vila estava vazia. Era um silêncio sobrenatural, onde nem os animais eram ouvidos. Apenas o ruído do vento e das janelas de madeira que eventualmente batiam.
Sem encontrar ninguém para recepcioná-lo como de costume, Joe começou a procurar pelo povo. Ele correu até o lago e viu que os caiaques dos esquimós ainda estavam nos sues lugares. Intactos.
As casas estavam abertas como de costume e no interior delas os tapetes, rifles e mantimentos estavam guardados. “Os esquimós não saem para caçar todos ao mesmo tempo”, pensou Labelle. Ainda mais sem os rifles.
Lbelle vviu que nas fogueiras do acampamento, a essa altura apagadas, os potes de carne de caribus - um tipo de cervo do Canadá - estavam congeladas em seus lugares.
Tudo estava em perfeita ordem e não havia sinais de incêndio, enchente ou vendaval que espantasse os esquimós. Tudo estava no lugar certo, com exceção das pessoas. Era como se a comunidade inteira de duas mil pessoas tivesse deixado subitamente as suas casas no meio de um dia normal.
Labelle começou a ficar intrigado com aquilo tudo. Ele correu para as cercanias da vila e viu que não havia nenhum rastro de que os moradores tivessem passado por ali. Caçador experiente que era Labelle sabia seguir trilhas e rastrear pegadas na neve. Mas as únicas pegadas eram as dele próprio.
Labelle foi tomado por um estranho e mórbido sentimento. (também conhecido como “cagaço supremo”) O caçador saiu dali direto para o escritório telegráfico do distrito mais próximo e alertou a polícia montada do Canadá.
Os soldados ficaram atônitos. Eles nunca tinham ouvido história parecida.
Uma expedição foi imediatamente organizada a fim de investigar a vila, sendo também empreendida uma busca ao longo das margens do lago Anjikuni.
Não foi possível localizar a tribo perdida e a expedição só serviu para agravar o mistério. Ao chegar no acampamento deserto, os mounties canadenses encontraram duas gélidas provas que insinuavam definitivamente a possibilidade de que houvesse ocorrido um evento sobrenatural. Em primeiro lugar, descobriram que os esquimós não levaram os seus trenós puxados por cachorros. Além disso, as carcaças dos huskies foram encontradas cobertas de neve acumulada pelo vento nas cercanias do acampamento. Eles morreram de inanição. Em segundo lugar, e em alguns aspectos o mais inacreditável, foi a descoberta de que as sepulturas dos ancestrais da tribo haviam sido profanadas e os restos mortais, removidos.
Ou seja apenas os humanos, incluindo os mortos foram retirados da tribo. Por quem e por quê, ninguém sabe.
Esses dois fatos deixaram as autoridades perplexas. Os esquimós não poderiam de maneira alguma ter viajado sem um dos seus meios de transporte típicos, os trenós ou os caiaques. E jamais deixariam seus fiéis servos caninos morrerem de uma forma tão lenta e dolorosa. Ainda assim, eles partiram, e os cachorros foram deixados ?
O segundo enigma, as sepulturas abertas, era o bastante para os etnólogos familiarizados com o comportamento da tribo, uma vez que a profanação de tumbas era desconhecida entre os esquimós. Além disso, o solo estava tão congelado que parecia petrificado e seria impossível escavá-lo. Como afirmou um oficial mounty na ocasião: “Esse acontecimento é, de um modo geral, fisicamente improvável.”
Mais de meio século depois, esse veredito ainda é verdadeiro.

Os homens do farol

Três guardas ingleses responsáveis por manter aceso o farol da ilha de Flannan, sumiram sem deixar vestígios.
Os homens se revezavam a cada 14 dias no farol. Uma equipe de 4 saía e outra chegava por navio.
A ilha é minúscula e está no meio do oceano. Não há terra nas proximidades nem onde se esconder. Além disso o acesso à ilha é dificílimo em função das rochas e encostas pontiagudas.
Como três homens desaparecem da única construção nesta ilha distante? As roupas estavam em seus lugares, os pratos e a mesa postos.

Em 7 dezembro, 1900, James Ducat, o zelador do farol chegou na ilha para recomeçar seu trabalho. Seu primeiro assistente, William Ross, tinha passado mal e um homem local, Donald Macarthur, acabou assumindo seu lugar. Macarthur era um zelador ocasional, que trabalhava lá somente quando os membros regulares do grupo tinham algum problema. Thomas Marshall, o segundo assistente completava o trio.

Na embarcação que os levava para a ilha, estava também Robert Muirhead, o superintendente dos faróis. As inspeções rotineiras eram uma parte de seu cargo e Muirhead costava de manter um controle rígido dos homens sob sua supervisão. O superintendente ficou algum tempo no farol, verificando que tudo estava em perfeita ordem. Teve uma discussão breve com o zelador principal a respeito das melhorias na monitoração do farol. Ele então encerrou o relatório de campo. Cumprimentou cada homem e partiu. O superintendente foi a última pessoa que os viu.

Durante a semana seguinte, como era a prática padrão, o farol foi mantido sob a observação periódica da terra. Um telescópio era apontado da costa para a ilha de Flannan em intervalos regulares. Em caso da emergência, os zeladores do farol poderiam içar uma bandeira apropriada e o auxílio seria imediatamente enviado a eles via barrco. Durante os dias que se seguiram, o farol foi obscurecido frequentemente pela névoa. Era este problema que o superintendente e Muirhead tentaram resolver na última visita dele ao farol em 7 dezembro.

Durante as duas semanas depois, uma névoa pesada envolveu o farol. O farol não seria visível outra vez da base da marinha na costa até o dia 29 dezembro. Em geral quando acontecia isso era mais fácil ver de noite, porque a luz do farol auxiliava. A lâmpada estava visível no 7 dezembro, mas foi obscurecida pelo mau tempo nas seguintes quatro noites. Ela foi vista outra vez no 12 dezembro. Após aquele dia, não se viu mais nada.

No 15 dezembro, o navio SS Archtor estava na vizinhança do farol. Perto da meia-noite, o capitão Holman olhou para fora da plataforma do steamer, esperando travar um flash que fosse da luz do farol da ilha de Flannan, como era usual. Holman estava próximo bastante ao farol e dispunha de tempo suficientemente para certificar-se de vê-lo. Mas nenhuma luz era visível. A embarcação de auxílio de Breasclete não conseguiu chegar ao farol em 21 dezembro. O mau tempo impediu que o navio se aproximasse dos penhascos de rocha. As ondas e o vento estavam muito fortes. Isso impediu a chegada da equipe de resgate ao faro até cinco dias depois.

Como era de praxe protocolar, o grupo de funcionários do farol deveria recepcionar o navio em um pequeno bote para ajudar aos homens que os substituiriam. Uma bandeira era erguida para mostrar ao grupo do encarregado que os homens do farol davam as boas-vindas aos seus substitutos. Isso acontecia costumeiramente, mas naquele dia não havia homens, nem bote, muito menos a bandeira. O capitão Harvie, no barco Hesperus, deu ordens para soar a sirene. Mas não havia nenhuma resposta.
Sem resposta eles viram que teriam que entrar na ilha sem ajuda. Isso tornou muito mais difícil o trabalho deles, pois era uma área de maré agitada.

Os homens escalaram uma parte da rocha até chegar na corda que era usada para auxiliar na subida pela encosta da ilha. Os homens se arriscaram e chegaram ao farol.

A porta exterior do farol estava trancada. Por sorte, Moore tinha consigo uma cópia do jogo de chaves. Ele destravou o edifício entrou. O lugar estava deserto. Não havia nenhum sinal do Ducat, do Marshall ou do Macarthur. O relógio na parede interna tinha parado. Não havia nenhum fogo na lareira e todas as camas estavam vazias e arrumadinhas. Uma refeição tinha sido preparada mas, mas estava sob a mesa, intacta.

Moore apressou-se correu de volta até a área de desembarque. Ofegante, explicou a McCormack que o grupo havia sumido no ar como mágica. O segundo ajudante juntou-se a eles em terra e juntos os dois homens montaram uma busca completa na ilha do farol. Nem sinal dos homens. Tinham desaparecido.
Moore e McCormack voltaram ao barco e deram ao capitão Harvie a má notícia. Este, instruiu o terceiro assistente retornar ao farol com os três outros, para que tomassem conta da manutenção provisória do farol antes que acontecesse alguma tragédia.
Enquanto isso, o Hesperus retornaria a Breasclete para informar as autoridades o ocorrido.

Um telegrama foi emitido por Harvie à secretária dos comissários do norte do farol mais tarde que o mesmo dia, informando o desaparecimento dos funcionários.
Na ilha Flannan, Joseph Moore e seu parceiro fizeram uma busca ainda mais rigorosa pelo farol e um retrato dos eventos começou logo a emergir. Ao que puderam observar, tudo correu bem no farol até a tarde de 15 de dezembro. O diário de bordo do faroleiro era fundamental para a investigação. O diário estava intacto, com dados detalhadas dos procedimentos e relatórios de cada dia até o dia 13. O chefe da zeladoria do farol havia também esboçado parte do relatório dos dias 14 e 15 em uma folha solta. Pelos registros, houve uma tempestade no dia 14, mas que na manhã seguinte já havia perdido a força. Não havia nenhuma indicação de nenhum problema adicional.
Até hoje inúmeras teorias de ondas gigantes a loucura suicida coletiva e monstros marinhos são as possibilidades para justificar o misterioso desaparecimento.

Desaparecimentos em Bennington.

Entre 1920 e 1950, Bennington, Vermont foi o local de vários desaparecimentos completamente inexplicáveis. os seguintes são alguns exemplos dests desaparecimentos misteriosos até hoje não resolvidos:

Em 1o. de dezembro de 1949, Mr. Tetford desapareceu de um onibus cheio. Tetford estava indo para casa em Bennington de uma viagem a St. Albans, Vermont.

Tetford, um ex-soldado que vivia na Casa do Soldado em Bennington, estava sentado no onibus com outros quatorze passageiros.
Todos eles tesetmunharam o ter visto Mr. Tetford dormindo em seu assento. Mas quando
o ônibus chegou ao seu destino, Tetford tinha desaparecido, embora seus pertences estivessem ainda no bagageiro e e uma tabela de ônibus estivese aberta no assento vazio.
O estranho senhor Tetford nunca voltou ou foi encontrado.

Em 1o. de dezembro de 1946, uma estudante de dezoito anos chamada Paula Welden desapareceu enquanto caminhava. Welden estava caminhando ao longo de Long Trail para Glastenbury Mountain. Ela foi vista por um casal de meia idade que vinha a umas 100 jardas atrás dela. Eles a perderam de vista quando ela seguiu a trilha ao redor de uma área rochosa, mas quando eles finalmente passaram por lá, ela não estava em lugar algum que pudesse ser vista. Nunca mais se soube dela.

O menino da fazenda
Em meados de 1950, um menino de 8 anos, Paul Jepson, desapareceu de uma fazenda. A mãe dele, que ganhava a vida como cuidadora de animais, deixou seu pequeno filho brincando alegremente perto do chiqueiro enquanto ela cuidava dos animais. Um pouco tempo depois, ela voltou e ele havia desaparecido. Uma extensa busca na área foi infrutífera.

O doente desaparecido
Owen Parfitt tinha sido paralisado por um derrame maciço. Em junho de 1763 em Shepton Mallet, Inglaterra, Parfitt sentou-se do lado de fora da casa de sua irmã, como era seu hábito nas tardes quentes. Vitualmente incapaz de se mover, o homem de 60 anos
ficava sentado quieto e em seu casaco dobrado. Através da estrada tinha uma fazenda onde os trabalhadores estavam terminando as tarefas diárias em cortar o feno. Por volta das 7 p.m., a irmã de Parfitt, Susannah, veio lá fora com um vizinho para lhe ajudar a trazer Parfitt para dentro de casa, porque uma tempestade se aproximava. Ao chegarem lá, e ele não foi encontrado.
Somente o casaco dobrado estava onde ele estivera sentado como se para mostrar que ele havia estado lá. As investigações deste caso continuaram até 1933 mas nenhuma pista ou traço do destino dele foi descoberto.

O Diplomata Desaparecido
O diplomata britânico Benjamin Bathurst desapareceu no ar em 1809. Bathurst estava voltando de Hamburgo com um companheiro depois de uma missão na corte austríaca. No caminho, eles pararam para jantar em um restaurante na cidade de Perelberg. Depois de acabarem a refeição, eles voltaram a sua carruagem com cavalos. O
companheiro de Bathurst viu quando o diplomata parou na frente da carruagem para examinar os cavalos e implesmente desapareceu sem deixar vestígios.

Um túnel para o além
Em1975, um homem chamado Jackson Wright estava dirigindo
com sua esposa de New Jersey para a cidade de New York. Isto exigia que eles passasem pelo Lincoln Tunnel. Segundo Wright, que estava dirigindo, uma vez já dentro do túnel, ele freou o carro para fazer os limpadores de para brisas limparem a condensação. Sua esposa Martha voluntariamente limpou a janela de trás para que pudessem mais prontamente continuar a
viagem. Quando Wright olhou ao redor, sua esposa tinha desaparecido.
Ele nem viu ou ouviu algo incomum e uma investigação subsequente nenhuma evidência pode encontrar . Martha Wright tinha desaparecido e nunca mais foi vista novamente.

Nuvem misteriosa rapta um batalhão.
Três soldados afirmaram terem testemunhado o bizarro desaparecimento de um batalhão inteiro em 1915.
Eles finalmente contaram a estranha história 50 anos depois da infame campanha de Gallipoli da primeira guerra mundial. Os três membros de uma companhia de campo neo zelandesa disseram que observavam com clara vantagem quando um batalhão do Regimento Real de Norfolk marchava colina acima em Suvla Bay, Turquia. A montanha estava envolta em uma nuvem baixa para a qual marchavam diretamente e sem hesitação os soldados.
Eles nunca sairam de lá. Depois do último membro do batalhão ter entrado na nuvem, ela vagarosamente se elevou até as outras nuvens no céu.
Quando a guerra estava terminada, pensando que o batalhão havia sido capturado ou feito prisioneiro, o governo britânico exigiu que a Turquia os devolvese. Os turcos contudo insitiam que nunca haviam capturado ou feito contato com estes soldados ingleses.
Foi um ataque que nunca existiu!

A lenda de David Lang
Este caso famoso alegadamente aconteceu em 1880 em uma fazenda perto de Gallatin, Tennessee a vista de várias testemunhas. As duas crianças de Lang, George e Sarah, estavam
brincando no pátio da frente da casa da família. Seus pais, David e Emma, vieram a porta da frente, e David se dirigiu a um pasto na direção de seus cavalos. Naquele tempo, um carro que levava um amigo da família, o juiz August Peck, estava se aproximando. David se virou para voltar para casa, viu o carro e acenou para o juiz enquanto andava atravessando o campo. Uns poucos segundos depois, David Lang - na frente de sua esposa, das crianças e do juiz, desapareceu subitamente. Emma gritou e todas as testemunhas correram para o lugar onde David estva, pensando que talvez ele houvesse caido em um buraco de algum tipo. Não havia
nenhum buraco. Uma busca completa realizada pela família, amigos e vizinhos nada revelou. Uns poucos meses depois do desaparecimento inexplicável, as crianças Lang perceberam que a grama no lugar onde o pai delas tinha desaparecido tinha ficado amarela e em um círculo que
media uns 15 pés de diâmetro. Uma das crianças gritou e todos eles ficaram chocados ao ouvir que ele respondia a elas. A voz de David foi claramente ouvida por várias horas antes que se apagasse para sempre. A familia erigiu um memorial no lugar onde David Lang tinha sido visto pela última vez.

Os desaparecimentos de Stonehenge
As misteriosas pedras em pé de Stonehenge na Inglaterra foram o local de um surpreendente
desaparecimento em agosto de 1971 que tem recebido pouca, se alguma, publicidade. Neste tempo Stonehenge não estava protegida do público, e nesta noite em particular, um grupo de ”hippies” decidiu armar tendas no centro do círculo e passar a noite. Segundo os últimos relatos. o grupo de ”hippies” fez uma fogueira, sentou ao redor para fumar e cantar. Seu acampamento foi abruptamente interrompido por volta das 2 a.m. por uma severa tempestade com trovões que rapidamente sopravam sobre Salisbury Plain. Relâmpagos brilhantes atingiram a área, suas
árvores, e até mesmo as próprias pedras em pé. Duas testemunhas do evento, um fazendeiro e um policial, disseram que quando os poderosos raios de relâmpago atingiram as pedras do antigo monumento, as pedras se iluminaram com uma esquisita luz azul que era tão intensa que eles
tinham que desviar os olhos, embora estivessem a uma boa distância do círculo de pedra. As duas testemunhas mais tarde relataram que logo depois do ataque dos relâmpagos eles ouviram gritos dos acampados.
Imediatamente, as duas testemunhas correram ao local para prestar assistência aos feridos. Mas não encontraram ninguém ferido ou mesmo mortos. De fato, não encontraram ninguém no acampamento que tivera um bom número de indivíduos. Tudo o que restava dentro do círculo eram as váris tendas e os restos da fogueira. Os hippies tinham sumido sem deixar um só traço e nunca foram vistos novamente.

Brasão e o cigarro
O meu pai tinha um amigo em Juiz de Fora cujo apelido era “Brasão”.
Brasão era muito amigo do meu pai, e eles costumavam tomar umas cervejas juntos e tal.
Um dia, quando era aniversário da filha dele, o Brasão saiu pra comprar cigarro. Não voltou até hoje.
O lado estranho da história do Brasão, pelo menos pra mim e pro meu pai é que eles eram muito amigos e o Brasão teria confessado ao meu pai se tivesse outra família. Meu pai por sua vez teria percebido alguma coisa se o Brasão estivesse passando por alguma dificuldade de dívidas e coisas assim. Mas nada. O cara estava num bom momento com a esposa, e o dia do aniversário da filha não é o típico dia para um homem covarde fugir assim, certo?
Inicialmente pensou-se que o Brasão havia sido confundido com algum guerrilheiro ou infiltrado comunista e os caras do DOPS pegaram ele e mataram. Até hoje esta é ainda a melhor hipótese, mas segundo o que contam essa possibilidade começou a se mostrar meio duvidosa.

O cara aparentemente nem chegou até a padaria, em baixo da casa deles. Sumiu no ar.
A mulher passou um enorme aperto, porque ela não trabalhava e com o desaparecimento do marido, ficou caracterizado abandono de emprego e de lar. Ela sabia que algo havia acontecido. Passou difculdades para se sustentar. Nem a polícia nem ninguém conseguiu descobrir o que houve com o Brasão. Ele nunca mais voltou.

Casos de desaparecimento são muito mais comuns do que se imagina.
Agora vou parar este post e vou ali comprar cigarro… Já volto.


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Mais um de quatro!

cadastrado em: bizarrice, incrível — Philipe @ 3:28 pm

Depois do pintinho e da galinha quadrúpedes, o Mundo Gump orgulhosamente apresenta: O pato de quatro pernas!

Zhang Baoxiu, um fazendeiro na vila Minzhu no interior da cidade de Zaozhuang, ao leste da província Chinesa de Shandong apresentou para a imprensa o primeiro pato de quatro pernas no planeta. O pato, que nasceu com quatro pernas, sendo apenas duas funcionais, vive uma vida aparenttemente normal. Ele anda em terra e nada como os outros patos normais.
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