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Gelo fervente
Então, quantos estados a água pode ter? ( pelo que sabemos até agora) 11. São onze estados diferentes, mas não compreendemos completamente suas características e comportamentos. Isso justifica este tipo de pesquisa que pode nos apontar novas direções na compreensão das características da matéria no Universo.
Cientistas criam um novo tipo de matéria
Este é o novo estado da matéria Em 1998, após faturar o prêmio Nobel de Física, Robert Laughlin da Universidades de Stanford na California foi questionado sobre sua descoberta acerca das partículas com carga fracionada, agora conhecidas como quasi-partículas, sobre como esta descoberta afetaria a vida das pessoas. Robert foi curto e grosso na resposta: “Praticamente não vão,” disse ele, “A menos que as pessoas estejam preocupadas ou interessadas em saber como o universo funciona.” Bem, as pessoas estão. Xiao-Gang Wen, pesquisador do Massachusetts Institute of Technology – MIT e Michael Levin, da Universidade de Harvard, partiram das idéias inovadoras de Laughlin e acabaram desenhando uma possibilidade de um novo estado da matéria, e por tabela, abrindo espaço para a compreensão maior sobre a natureza do espaço-tempo. Levin apresentou o trabalho da dupla no Topological Quantum Computing conference na Universidade da California, em Los Angeles, no início deste mês.
Ator virtual em minissérie brasileira
Parece que a febre dos atores virtuais começa a contaminar as superproduções nacionais.
Escultor fera: Thomas Scott Kuebler
Nokia 6265 – Desbloqueio e televisão
Veja só as vantagens que o aparelho oferece:
Assim, considerando todos estes aspectos comprei o meu.
A boa notícia é que a Vivo está com uma promoção do modelo 6265. Em geral o aparelho é oferecido em 4 cores. Branca, preta, prata e pérola. Sendo o pérola o mais barato. O aparelho é ótimo para games e para fazer fotos e filmes. Mas não só isso. Uma coisa nele que me impressionou é que ele permite passar TV. —–> DE GRAÇA! (A Tv passou a ser tarifada recentemente) Sensacional. Por enquanto só tem o canal Band liberado, mas já li em alguns fóruns especializados que os canais abertos Globo, Sbt, Rede Tv e até a Mtv estão negociando com a vivo para serem oferecidos gratuitamente aos usuários. Ter uma Tv que eu pudesse levar pra qualquer lugar era um sonho de infância meu. Lembro-me bem de quando na escola eu ficava pensando no que estava passando na sessão da tarde. ( talvez isso explique minhas notas baixas em Matemática). O aparelho tem um design muito bonito. Sobretudo o preto. O teclado dele desliza facilmente e não é frouxo. (ele fica assim como na foto ao lado com o teclado esticado)Bom, a má notícia é que o aparelho tem um porradão de funções sensacionais, mas vem todo censurado de fábrica porque a Vivo numa filhadaputice histórica resolveu colocar o 6265 numa posição de mercado que não rivalize com outro modelo. ( suponho que o N80 da própria Nokia). Embora o aparelho permita, o bloqueio da vivo não deixa colocar games, mp3, fazer o download de filmes do celular pro pc. Não é tosco? A vivo acha que assim você vicará obrigado a pagar pra mandar suas fotos via internet – PAGANDO PRA ELA – mesmo tendo comprado com ela um aparelho com um cabo para fazer isso em casa. Como resultado, a gente PAGA por uma Ferrari que anda na velocidade de um fusquinha porque a consessionária que verder o Porsche mais caro… É justo? Não. Calma. Nem tudo está perdido. Basta rodar o desbloqueio que o aparelho terá todas as suas (geniais) funções liberadas: Games, java, Bluetooth, codecs de video, e muito mais. A Vivo sabe que quase todo mundo (tirando os retardados) desbloqueia. Aí é aquela típica política do “se colar, colou”. Também gosto muito de ler livros nele. Ele tem uns programinhas específicos para leitura. Dá pra copiar vários livros pra memória dele. Só ainda não consegui fazer ele abrir um pdf. Uma das coisas mais legais, mais até que os jogos 3d e aplicativos -( acredite se quiser, meu celular tem Word e Excel) é ver filme. Ele permite que você use a tela em formato widescreen. Como a resolução é ótima, os filmes e animações ( alguns episódios do bob esponja e até filmes de sacanagem) podem ser vistos como se fosse uma TV normal. Tem também um aplicativo pra ele que emite um som ultrasônico que -segundo as informações do programa – espanta animais e insetos. O cel Nokia 6265 tem uma opção interna só liberada após o desbloqueio que habilita uma função de GPS. Ele não é um GPS real, porque não se conecta ao satélite. Ao invés disso, o aparelho pega o sinal das torres de radio nas proximidades e triangula a sua posição baseado nas posições fixas das torres. Isso gera um efeito similar ao do GPs, pouca coisa menos preciso. Alguns programinhas mostram na tela do aparelho um mapa detalhado tipo o do Google Earth com a sua posição. Você pode traçar uma rota e ele vai mostrando o caminho. Bem legal. Mas a Vivo limita o acesso a este sinal. Eu conversei com o carinha da Vivo que trabalha numa Casa & Video do centro do Rio e ele me disse que tem como habilitar ligando pra vivo e solicitando o serviço de GPS. Só não soube me dizer como é que isso funciona. Se é pago e nem quanto custa. Mas só aparece a opção de sinal GPS desbloqueando. Como é este lance de desbloqueio do Celular?
1- O desbloqueio não afetará a garantia. Isso é papo. Basta seguir as instruções cuidadosamente que dá certo. Antes de começar, faça o download das informações contidas no aparelho. Em caso de erro ou algum problema você recoloca as informações de fábrica e ele volta a ficar novinho em folha. Tutorial de desbloqueio do Nokia 6265
Games, aplicativos e dicas para turbinar o Nokia 6265 Soluções:
O Mundo Gump e seu autor não assumem responsabilidade por uso de software ilegal e suas consequências.
mundogump.com.br
Agora você pode acessar o Mundo Gump através do nosso domínio. www.mundogump.com.br
Isso tem como objetivo sanar dois problemas. Um era que o pessoal não lembra direito o endereço do blog. Esse lance de blogspot é muito confuso.
O outro problema solucionado, é que agora o domínio aponta para um túnel que mascara o Ip da máquina e isso permite que o Mundo Gump seja acessado em ambientes corporativos que usem firewall para impedir acesso ao servidor do Blogger. (operando em caráter experimental) Este tipo de acesso vai ferrar algumas funcionalidades, mas no geral, funciona quase tudo. Se é o seu caso, pode usar sem culpa ou medo. Você só correria risco se entrasse num servidor ou alterasse deliberadamente o proxy da maquina no seu trabalho, violando um eventual contrato de uso da internet. Nós fazemos o trabalho sujo pra você e só o que você tem a fazer é clicar em acessar via proxy. Como empregado, você não pode ser responsabilizado por um link de uma página inocente. E para o track do servidor ele vai informar seu acesso a um endereço banal: www.mundogump.com.br Agora que eu facilitei sua vida, você pode me ajudar facilitando a minha. Conte para seus amigos, divulgue o Mundo Gump. Seja um associado e ganhe prêmios.
Montanha Russa em casa
Três casos “baratos”
Este post é pro Fernando, que vive reclamando que eu parei de contar casos meus aqui. Então pra recuperar o “delay”, vou meter logo três de uma só vez. Segura aí Fernandão! – E se não acreditar, pergunta pra minha vó que ela confirma! Metade das coleções eu fiz quando morei com ela. Me lembrei agora de contar três casos envolvendo baratas. CASO 1 – O DIA EM QUE EU COLECIONEI BARATAS
Eu tinha uns doze anos e estava com uma estranha mania de colecionar. Eu não colecionava coisas. Eu colecionava coleções, o que é algo bastante perturbador. Sobretudo quando as coleções ( vou citar apenas algumas) eram: - Chicletes comidos – e o detalhe sórdido: Nem sempre por mim! - Maços de cigarro - Obviamente eu não fumava. Então eu andava pela cidade inteira olhando latas de lixo em busca de maços de cigarro usados para completar minha coleção. Acabei tendo que jogar fora pelo cheiro nauseabundo de fumo que deu no meu armário. Minha mãe não gostou nada de ver aquilo. - Cuspe. – É triste admitir, mas eu colecionei cuspe por uns três meses. Arrumei um vidrão grande de maionese e todo dia eu dava umas seis cuspidas ali dentro. A diversão acabou quando minha mãe achou o vidro debaixo da minha cama e me perguntou o que era aquela “cola” no vidro e eu respondi. - Minhocas – Colecionei minhocas por um tempo curto. A coleção não foi pra frente porque não dava pra ver quantas eu tinha. Joguei a terra com as minhocas fora. Elas devem estar até hoje no quintal da minha avó. - Revista de sacanagem tipo trash - Eu gostava de colecionar as revistas mais vagabundamente escrotas. Essas são uns reprints da década de 70 com suecas de peitões. Reconhecer a revista é fácil. Elas costumam ter um plastiquinho vermelho na frente e sempre ficam escondidas no alto no canto mais escuro das bancas de jornal. Das piores que eu tive foram: As rainhas bizarraas do S&M ( hahaha, levei uns seis anos com a revista pra descobrir o que era o tal do S&M. Inocente, eu achava que era a editora!) e o clássico dos clássicos: CELINA – A gravidinha insaciável. (O título fala por si. Imagine algo de revirar o estômago de qualquer legista. Agora imagina isso grávido. ) - Comandos em ação - Tentei levar a sério minha coleção de comandos em ação. Mas isso se tornou um trabalho impossível tendo dois irmãos menores ávidos por brincar. Considerando que parte da minha coleção vinha diretamente dos presentes de natal e aniversário deles, o mínimo que eu pude fazer foi manter a coleção por algumas semanas. -Seleções - Ah, esta foi a minha melhor coleção, sem dúvida. A mais útil. Talvez esta tenha sido a coisa mais útil que eu fiz em toda minha infância. Eu colecionei a revista Seleções do Reader´s Digest durante anos e anos. Pra falar a verdade eu ainda tenho várias. Comecei em grande estilo pelas edições de 1954 e fui em diante, tentando nos sebos encontrar aquelas revistas já amareladas pelo tempo. Aquele monte de contos, histórias e “flagrantes da vida real” estão armazenados nas minhas memórias mais profundas, vindo à tona eventualmente no meio de um texto, uma conversa com amigos ou mesmo quando estou sozinho pensando no chuveiro. Eu li com certeza umas 600 seleções. E lia mesmo. Tudinho. Aquilo me ajudou bastante. HOje eu vejo o tempo idiota que perdi na escola escrevendo babaquices na aula de português. Se eu pudesse voltar no tempo, entraria na escola com um helicóptero e me resgataria em meio a uma saraivada de balas na cara da professora. Me levaria para uma base militar secreta no fundo de um vulcão numa ilha perdida no Pacífico Sul e ali abriria uma pesada porta de aço, revelando toda uma coleção desta maravilhosa revista. Daí eu falaria pro moleque: LEIA! Daqui a dez anos eu volto. Eu também colecionei ioiôs. Eram de todos os tipos, de madeira, plastico, da Coca-Cola, da Fanta, do Guaraná, do camelô, grande, pequeno, todos os tipos. A coleção se perdeu em alguma das inúmeras mudanças da minha família. Eu colecionei dinheiro. Ok,. esta é uma coleção normal e comum. Mas colecionei em notas e moedas. Numismática. Confesso que peguei meio caminha andado por ter herdado a coleção de numismática de meu bisavô. Graças a uma série de planos governamentais escrotos, minha coleção aumentou bastante desde que ganhei. Esta eu tenho até hoje. ( em algum lugar aqui em casa. Ou seria na casa da minha mãe? Talvez na da minha avó.) Selos - Colecionar selos foi uma bela estratégia de sobrevivência infantil quando se estuda numa escola católica opressora. O Padre Jaime, diretor na época, colecionava selos. Dar-se bem com o diretor sempre foi uma das minhas melhores prerrogativas. As notas eram um fiasco, mas eu me dava bem coma cúpula. Sempre me dei. Desde o Seu Joel do colégio Entre-Rios. Saí de sala várias vezes alegando que ia falar com o diretor. O motivo, trocar selos. Melhor que decorar monômios. Chaveiros - A minha coleção de chaveiros era de dar inveja. Tinha todo tipo de chaveiro imaginável. Um inclusive era uma granada da segunda guerra mundial. O legal é que a argola era no lugar da argola da granada real, o que lhe conferia um aspecto mais realista e bizarro. Tamanho e peso reais. Outro chaveiro bem legal era o de gilete. Igualzinho uma gilete normal. De metal e tudo só que sem corte. Eu tinha um chaveiro algema também. Muito legal. - Plástico - Eu colecionei plástico. Plástico era o nome dos adesivos de carro na época. Esta coleção veio de brinde na coleção de moedas. O meu tio Carlos José me deu. Ele colecionava desde garoto, então era plastico que não acabava mais. Este meu tio é o pai do Fernando Kling, que é leitor cativo do Mundo Gump. O que significa que esta coleção deveria ser dele. Mas ele nem era nascido e perdeu, hehehe. - Bonés – Eu colecionei bonés por um tempo. Juntei uma boa quantidade. Teve um ano que eu acho que passei uns 300 dias usando um boné. Daí um belo dia eu desisti. Desfiz a coleção, ditribuindo os bonés para meus amigos. -Bola de gude - Eu entrei numa de juntar bola de gude. Quando eu consegui juntar mais de 500 bolinhas desisti também. Não tinha onde guardar. - Baratas. Finalmente. A coleção final. A piração derradeira que deixaria qualquer mãe aflita procurando frenéticamente nas páginas amarelas por “psicólogos infantis”. SEGUNDO CASO BARATO – O dia em que a barata me enganou
Eu havia acabado de casar com a Nivea. Recém casados, pouca grana. Fomos morar numa cobertura. PÂ! Tinha uma porra duma baratona enorme bem no meio da cozinha. No meião. Sem nenhum lugar pra esconder. Eu vi que a barata parou por um segundo. Terceira história barata: O dia em que eu escaneei uma barata
Eu estava preparando meu portfolio de ilustração. Então resolvi criar uma imagem de publicidade ficcional para o inseticida Baygon.
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