Shi tzu

cadastrado em: cachorro — Philipe @ 2:59 pm

Estou pensando em comprar um cachorrinho. Dei uma olhada em varias raças e acho que uma legal para morar em apartamento é o Shi tzu.
Eu conheci esta raça por coincidência. Quando eu dava aulas de escultura na Azmt em Copacabana, passava sempre em frente a uma loja de animais. Um dia eu vi que dentro de uma daquelas gaiolas havia um cãozinho que ficava me olhando. Nos primeiros dias eu passava a apenas olhava pra ele. Então comecei a parar e ficar apenas olhando pra ele. Nós dois ficavamos ali, um olhando nos olhos do outro e não havia nenhuma reação de ambos os lados.
Um dia eu resolvi testá-lo. Parei como de costume em frente a jaulinha e ele sentou na minha frente.
Movi uma das sobrancelhas para cima. Aí ele latiu.
Repeti isso por uns dois dias e ele latia sempre que eu movia a sobrancelha. Eu percebi que aquele não era um cão comum. Qualquer um desses filhotinhos de gaiola saltam e ficam pulando na grade para a primeira pessoa que passa. Aquele cãozinho não.
Eu achava que ele era um poodle. Mas eu não gosto muito de poodles, ( tirando a Hanna, a cachorrinha da Èrika) e nunca havia dado bola pra eles até ver aquele cãozinho diferente.
Passei a brincar com ele. Um dia resolvi perguntar o preço e para minha supresa era caríssimo. 790 reais!
Quase caí para trás. Era muito caro.
O dono da loja me explicou que não era um poodle e sim um Shin Tzu. O cão da cidade proibida.
De fato, ele não tinha cara de poodle. Parecia mais um Ewok. Sabe o que é um Ewok?
Ewok é isso aqui:

Aqueles bichinhos semi-selvagens da lua de Endor ( Star Wars) que ajudaram os rebeldes a suplantar o Império galático.
Então eu passei a entrar na loja de bichos só pra dar uma brincadinha com o cachorrinho.
Um dia quando eu entrei a gaiola estava vazia.
Não havia sinal do bichinho. Alguém havia comprado.
Dando uma rápida olhada na net, eu achei esta descrição das características básicas desta raça.

HISTÓRICO

Originou-se na China, no século XVI. O nome Shih Tzu, em chinês, significa “cão-leão”. Durante muito tempo viveu apenas na Corte Imperial chinesa. Foi introduzido na Inglaterra em 1930 e foi reconhecido pela FCI (Federação Cinológica Internacional) em 1954.

CARACTERÍSTICAS

É alegre, vivo, inteligente e independente. É amigável, fiel e devotado ao seu dono. Necessita de muita atenção e carinho, é um companheiro encantador. Seu caminhar é elegante e harmonioso. É indiferente com desconhecidos. O pêlo é comprido e liso, aceitando-se uma leve ondulação, e o subpêlo é denso. Na coloração da pelagem permitem-se todas as cores, sendo apreciada uma risca na cabeça e a ponta da cauda da cor branca.
Peso: de 4,5 a 8kg.


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cadastrado em: download, ebooks — Philipe @ 11:23 pm


EXOTIQUE

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O corte da Katana

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 8:40 pm

Você sabe dizer o que é uma Katana?

5…

4…

3…

2…

1…

péééééééééé. Acabou o tempo.
Uma Katana é uma espada. Uma espada oriental que é feita da mesma maneira há vários séculos. Também é conhecida como espada de samurai.
Se você leu Musashi, então você provavelmente sabe o que é e também como é feita uma katana legítima. E de quebra você sabe do que uma boa katana é capaz.
Assim, deve ter respondido sem pestanejar logo após a interrogação da primeira linha deste post.

A boa katana é feita a partir de um bloco quase cúbico de aço. Esta pequena caixinha de metal é levada a uma fornalha até incandescer. Então ela passa a ser suavemente batida, em movimentos ritmados por incontáveis vezes até começar a afinar. Quando ela finalmente afina, o artesão começa a bater de modo a dobrá-la. E volta a bater vigorosamente até ela voltar a se compactar. Então, o processo se repete com a beleza sincronizada da fornalha e batidas.
Após dias neste processo, o metal ganhou estruturas fibrosas em sua estrutura molecular. O bloco de metal agora parece ser uma lâmina. Mas é ainda aquecido e resfriado em seqüências repetitivas. A repetição de calor e batidas tem por objetivo formar microscópicos filamentos de aço que percorrerão a estrutura da lâmina, conferindo-lhe enorme flexibilidade.
desde os imemoriais tempos dos Shoguns, a katana é o símbolo máximo da disciplina, honra e dedicação. Seu corte preciso aliado a sua maleabilidade em combate fizeram da espada mais que uma arma. Mais até que o mero prolongamento do corpo de um guerreiro. Fizeram uma obra de arte única.
Veja o que a katana é capaz de fazer.


Ela corta o tomate como se fosse um sabre de luz jedi. E eu que achava que a cena em que o personagem tem a cabeça cortada em 2 ( mas só vemos quando ela - aparentemente inteira, desliza e divide-se em duas metades) nos animes era só um exagero narrativo!
Neste video, é possível ver a fabricação da legítima katana japonesa . Infelizmente está em japonês sem legendas. Mas pelo que eu entendi, eles estão fazendo espadas com metal proveniente de meteoros!

É praticamente impossível não desejar uma espada dessas. Felizmente, eu já tenho a minha.(eu coleciono espadas)
Compre uma Katana pra você. Ou melhor, FAÇA a sua.



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O rosto sorridente de Marte

cadastrado em: Marte, textos, ufologia, ufos — Philipe @ 10:50 am

Engraçado como em algumas situações, ao comentar que gosto do assunto Ufologia, sou imediatamente rotulado como um crédulo.
É intrigante como certos assuntos acabam se atrelando. Você comenta de casos envolvendo discos voadores e logo alguém saca um caso de uma amiga que viu gnomos. O tio que vê espíritos, e então acaba numa profusão de casos de pessoas que sentiram-se levitar, cristais, numerologia, parapsicologia e dicas astrológicas.

Quando isso acontece, e acontece muito, eu não entro no papel de advogado do diabo por causa da inteligência social. Mas gostar de ufologia, a princípio, não deve me tornar um crédulo de qualquer merda.

Claro que isso não pode também me impedir de assumir que coisas realmente estranhas acontecem o tempo todo pelo mundo afora. Eu mesmo já vi com estes olhos que a terra há de comer, um vaso de flores deliberadamente levitar num centro espírita. Ou o caso (descrito dois posts abaixo) onde eu acredito ter visto um amigo falecido olhando pra mim. Como eu sou um psicólogo, sei perfeitamente que nossa percepção é extremamente falha e suscetível a vários tipos de enganos e erros de julgamento.
Certas coisas desafiam nossa compreensão, e por mais que não consigamos explicá-las em profundidade com o método científico - como seria o ideal, negá-las cegamente seria uma atitude tão ignorante como crer nelas de modo indistinto, piamente.

A eletricidade já foi considerada magia, poderes de Deus e demonstrações do incontentamento dos deuses. Vulcões foram consideradas manifestações do além. O homem tende a apontar causas extraordinárias para fatos que desconhece.

Eu tento manter sempre que possível uma postura mais científica na compreensão de certos fenômenos. Por exemplo, no caso do vaso que levitou, há explicações no campo da parapsicologia que poderiam explicá-lo. Mas o que me intriga é como certas pessoas que se metem no universo da pesquisa ufológica, uma das grandes fronteiras para as ciências, são pessoas que aceitam praticamente qualquer merda que vomitam na orelha delas. Não há questionamento. Não há nem sequer uma mínima reflexão do que é dito. Isso é foda, porque acaba gerando uma percepção geral de que ufólogo é tudo doidão. Se viu disco voador, é porque tomou chá de cogumelo, fumou maconha e cheirou cocaína.
De outro lado é difícil achar um espaço na mídia para se debater o assunto, que é sério e envolve segurança nacional com a seriedade que deveria ser tratado.
Os programas de Tv que buscam ufólogos para falar sobre o tema Ufo descambam para perguntas ingóbeis e papos doidos sobre casos não pesquisados corretamente. Isso quando ao menos falam sobre o assunto, pois na maioria maciça das vezes, o programa quer usar o tema ufo por ser uma temática de amplo interesse, com objetivos meramente sensacionalistas.
E sensacionalismo por sensacionalismo, não faz a menor diferença quem é o convidado. O que ele estuda, o que leu. Isso resulta num dos maiores danos a imagem dos pesquisadores, que é a associação com pessoas que usam o tema Ufo para orquestrar verdadeiras campanhas promocionais para fazendas e socidades alternativas - tudo obviamente cobrado - com a promessa de contatos imediatos com aliens, comandantes estrelares do quarto quadrante e bate-papos com intraterrestres!
A ausência da ciência acadêmica neste campo de pesquisa, ( por um preconceito ridículo) gerou uma “terra de ninguém” onde qualquer um analfabeto fala a merda que lhe vier à cabeça. Quem gosta do assunto e gostaria de vê-lo sendo tratado com cuidado e método, fica frustrado. Como eu.

Bem, mudando ligeiramente de assunto, aqui está uma das fotos mais famosas do mundo. É o rosto da superfície de Marte, revelado numa das fotos da sonda Vicking, liberada pela NASA na década de 70. Durante algumas décadas, esta imagem foi exibida como uma “prova” de que uma civilização habitou o planeta Marte e esculpiu o que seria uma “Esfinge” olhando para os céus.
Claro que isso é uma bela duma viagem na maionese.

A foto da Vicking I obtida em 1976 de fato faz parecer um rosto. Mas essa alegação caiu por terra quando sondas com maior capacidade de resolução foram enviadas ao planeta e registraram em detalhes o objeto, que revelou ser apenas uma montanha.

Veja aqui uma animação que mostra exatamente isso.

Dica do Guilherme


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Qual cachorro comprar?

cadastrado em: bichos, cachorro — Philipe @ 11:19 pm


Você resolve comprar um cachorro. Legal. cachorros são os melhores amigos do homem. Estamos juntos enfrentando perrengues desde que o mundo é mundo. A bem da verdade, podemos dizer que nenhuma espécie animal pode ter contribuído tanto com nossa evolução como fez o cão. Talvez o cavalo, mas em um segundo lugar meio distante, pois em lugares onde o cavalo nem sequer sonha em existir, pode procurar que lá tem um cão, sempre fiel ao seu dono.
Os cães são criaturas extraordinárias que amam. Uma das coisas mais belas nos canídeos em geral é sua capacidade de amar indistinta. Mesmo o mais nauseabundo dos mendigos com pés leprosos que mais parecem um pão doce de padaria podem se dar ao luxo de ter amigos de quatro patas completamente devotados a eles. Celebridades instantâneas e socialites metidas a gente fina também podem ter ao seu lado criaturas dóceis, mesmo que envolvidos em pesadas coleiras de diamantes.
Mesmo o mais salafrário dos políticos, até a mais detestável pária da sociedade moderna, pode ter um animal que vai amá-lo sem sequer se questionar se ele é feio, doente, rico ou pobre, ou pior, LADRÃO!

Motivos para se ter um cão não faltam. Necessidade de dar afeto, de sentir afeto, proteção, companhia, tratamento de fobia, apoio a deficiência física, etc.

Antes de decidir por uma das 400 e poucas raças de cães disponíveis, ( a maioria criada pelo homem através de cruzamentos genéticos ao longo de vários séculos), examine suas reais necessidades. Isso apontará o melhor cão para você. ( e pra ele, obviamente)
Originalmente havia um tipo de cão que era parecido com o lobo. Mas com os sucessivos cruzamentos, aspectos do temperamento foram gradativamente sendo purificados, o que gerou uma variabilidade enorme de temperamentos. Os temperamentos caninos variam tanto quanto seu porte e sua aparência.
Por exemplo, existem cães que são mais dependentes da companhia humana. Outros são mais calmos, alguns não gostam de crianças, outros gostam. Existem raças mais tolerantes e menos tolerantes. Mais ou menos carinhosos, etc.
Claro que se há uma variação de temperamento entre raças, existe a variação de temperamento entre indivíduos.
No geral podemos dividir o tipo de temperamento de indivíduos caninos em três tipos básicos. (Isso é uma dica na hora de comprar seu filhote)

DOMINANTE
INTERMEDIÁRIO
TÍMIDO

O mundo dos cães é bem parecido com o nosso mundo no pré-escolar. Puxe pela memória e você vai lembrar. Sempre tinha um garoto que era mais desenvolvido, que enfiava a porrada na molecada e todo mundo respeitava ( por cagaço). No meu tempo, era o BERÊ. Eu odiava o tal do Berê. Entrava na porrada pra ele fácil.
O Berê no mundo dos cães é o cão dominante. Numa ninhada em geral sai um filhote com tendência dominante. O cão dominante costuma gostar de desafios e deseja a todo custo impor sua vontade sobre os demais. É comum vermos o dominante saltar sobre os irmãozinhos sem nem se preocupar em pisar na cabeça deles para chegar perto do visitante. Os filhotes dominantes gostam de se impor o tempo todo. Então eles irão primeiro para os brinuedos e enfiarão o cacete no irmãozinho que tentar, mesmo que tímidamente, uma mordiscada na bolinha.
Para detectar e tirar a prova dos 9, pegue o filhote que você acha que é o dominante e segure-o com a barriga para cima, mantendo-o sob sua mão colado ao chão. Isso é uma atitude de dominância humana sobre o cão. Se ele for mesmo dominante irá se debater e te morder feito o “catiço” pra sair daquela situação. Repita o processo com os irmãozinhos e você verá que alguns deles irão demorar bem mais pra querer sair da situação de dominação. Alguns simplesmente ficarão ali parados como mortos.
O que quis sair logo é mesmo o dominante. O mais conhecido como “espertinho”.
Bom, siga o meu conselho: SAIA FORA! O dominante é furada. Ele tentará te dominar. É uma programação no cérebro do pobre coitado e será uma luta sua contra a natureza do animal. Cães dominantes podem ser ótimos, mas são mais difíceis de adestrar para uma vida cotidiana. Eles são bons pastores e cães de caça. Mas em geral, dão problemas no dia-a-dia.
Deixe os filhotes dominantes para quem tem experiência ( ou pra quem é mané) .

O Cão intermediário é um cachorro ótimo. Prefira esse. Ele é meio esperto. Não é agitado como o irmãozinho dominante e vai servir bem aos seus desejos. Ele é programado de fábrica para se submeter, desde que você faça sua parte mostrando a ele que VOCÊ é o dominante. Se ele não sentir sua dominância, ele tenderá a entrar numa programação alternativa de dominação em cima de você, meu camarada. Se você tem pouca ou nenhuma experiência com cachorros, este tipo é o ideal pra você.

O cão tímido é aquele que desperta o maior interesse das mocinhas. Em geral é um cão menor, mais fraquinho em sua constituição e com carinha de triste. Este cão fica pelos cantos e em geral se esconde sob móveis o tempo todo. Isso desperta uma sensação de proteção no dono em potencial que faz a cagada do século de adotá-lo.
Cagada porque este cão tem constituição mental frágil. Ele é medroso. E por isso pode desenvolver um comportamento de ataque por defesa. Incrível, né? Ele pode ficar bravo porque na verdade tem medo. Este tipo de cão costuma ser “o latidor” da madrugada, com qualquer merdinha de barulho. A explicação? Cagaço congênito.
Se o seu objetivo é adotar um cão de alarme para fazenda, casa ou sítio, aí esta é a melhor pedida.

Definidos os padrões de filhotes, escolha a raça que mais se adeque ao seu modo de vida. Se você mora em uma quitinete, não compre um filhotinho recém nascido de labrador ou de Dog Alemão. Vai ser uma enorme cagada. Cães de grande porte ocupam espaço. E sua casa virará um canil!

Se sua casa tem pouco espaço, prefira um cão de menor porte. É sacanagem com o bicho mantê-lo num cubículo onde ele nem pode se mover. Cães menores comem menos e vivem mais. Outra vantagem.
Outra sacanagem que se pode fazer com um cão é ignorar os aspectos intrínsecos de sua natureza. POr exemplo, criar Husky Siberiano no Rio de Janeiro onde faz 40 graus e deixar os pobres coitados no sol é uma tremenda sacanagem. O cão não sua. Ele usa a língua para se refrescar. O cão também tem uma temperatura corpoal bem acima da humana. Imagina como deve ser para um cão de neve viver com um dono retardado que faz isso com ele. De fato é fácil imaginar. Pegue o casaco de pele da sua avó enfie dois blusões de nylon e vista-o por cima. Vá para o sol de 40 graus e fique ali 40 minutos. Aí imagine esses terríveis 40 minutos por toda sua vida.

Busque um cão que tenha a ver com sua personalidade:

Independentes
basset hound, husky siberiano, shar pei e akita. Eles são fiéis, mas bem independentes, exatamente como você. Mas atenção: ser independente não significa ser anti-social. Pelo contrário. Esses cães se dão muito bem com os donos, são fiéis, bonzinhos e amáveis, com a diferença que não ficam na cola. Mas que fique bem claro: não é porque são mais independentes que não precisam do seu carinho e de todos os cuidados, como qualquer outro cãozinho.

Amorosos e com uma certa necessidade de atenção
boxer, pastor alemão, yorkshire e golden retriever. Eles adoram receber atenção, carinho e são apaixonados pelos donos. Costumam dar muitas lambidas e virar de barriga pra cima pra você fazer carinho. Se não der muita bola pra eles, vai ver uma carinha triste, um par de olhinhos caídos.

Cães de segurança
buldogue, lhasa apso, dogue alemão e rottweiler. Não que sejam cachorros violentos. Pelo contrário. Eles são dóceis, obedientes e carinhosos. Mas, a bem da verdade, não são muito chegados a estranhos.

Cães de companhia
beagle, poodle, fox paulistinha, border collie e são-bernardo. Todos esses são bem brincalhões, ativos, e fazem o maior auê sempre que o dono chega. Quando qualquer pessoa chega, fazem festa: pulam, fazem xixi de alegria, latem, lambem a cara…

Conheça mais sobre outras raças aqui

Outra coisa: É importante refletir antes de adotar ou comprar um cachorro, não faça isso por impulso. “Um cão vive, em média, 15 anos e vai te exigir muitos cuidados e dedicação”. É necessário que você tenha disponibilidade e tempo para passear com o bicho.

Que tal adotar?
Se você decidiu ter um cachorrinho, por que não adotar um? Procure o Centro de Zoonose da sua cidade. Órgãos sem fins lucrativos como a SUIPA ou APASFA - SP ajudam animais a carentes a encontrar um lar. Lá tem bichinhos esperando por amor e cuidados. Para saber onde procurá-los, informe-se na prefeitura da sua cidade.


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Quando o impossível acontece

cadastrado em: aventuras, incrível — Philipe @ 5:52 pm

Eu morava num prédio da Praia de Icaraí e acabei fazendo amizade com um garoto chamado fabrício, que era um pouco mais velho que eu. Nós líamos as mesmas revistas e acabamos trocando alguns livros de arte. Ficamos muito amigos. O Fabrício era um cara engraçado, mas muitas vezes eu o vi arriscando a vida. Andava com uma motocicleta tipo CG feito louco. Parecia até entregador de pizza. Uma vez ele atravessou a Gavião Peixoto de uma só roda, por sorte era bem de madruga e nada aconteceu.
Outras vezes, ele ficava do lado de fora da varanda , brincando de se sacolejar numa grade de alumínio do alto do oitavo andar. Uma brincadeira tão perigosa e estúpida que eu liguei pra mãe dele diversas vezes para comunicar o comportamento maluco do garoto.
Um dia, estávamos no playground contando casos de fantasmas para as crianças mais novas, nosso divertido e macabro passatempo. Para acentuar o clima de medo, contávamos no escuro apenas com uma vela acesa.
Neste dia, Fabrício me perguntou se eu acreditava em vida após a morte. Claro que respondi afirmativamente, até porque convinha, na frente de tamanha platéia.
Foi quando ele me propôs um estranho pacto. O primeiro de nós dois que morresse, apareceria para o outro.
Selamos o pacto com um forte aperto de mão, em meio aos olhos esbugalhados dos pequenos.
Passado exatamente duas semanas, eu soube através de uma amiga em comum que Fabrício havia morrido.
Um caminhão passou por cima dele, quando ele não parou num cruzamento.
Nem pude ir ao velório. Eu estava viajando naquela semana. Meus amigos que foram, contaram que o velório não pode ser com o caixão aberto, pois ele teve que ser retirado com uma pá de dentro dos destroços. Fabrício, o inconseqüente, virou carne moída. Coisa triste.
Naquela noite eu não dormi. Eu sentia pena do garoto. Mas também sentia medo. Medo dele resolver cumprir o pacto. Medo dele aparecer - e pior, aparecer no estado em que se encontrava agora. Meus sonhos eram agitados por criaturas cambaleantes na escuridão. Eu acordava de uma em uma hora. As noites ficaram terrívelmente mais longas.

O tempo passou e lentamente fui perdendo aquele medo, aquele receio. Esqueci completamente o assunto e “Fabrício” era apenas mais um dos nomes da minha infância. Estranho como a gente é capaz de esquecer rápido.
Entrei na faculdade. Eu estudava Psicologia à noite e não raro, voltava para casa depois da meia-noite.
Nesta época o ônibus me deixava em frente ao ponto Jovem e eu tinha que ir andando pela calçada da reitoria da Uff até o prédio. Mas para chegar nele eu percorria um caminho comprido do paredão do IPC ( um clube) e este caminho era meio escuro. Eu temia assaltos, e então andava bem apressado.
Uma noite, voltando da Faculdade, eu estava passando justamente em frente ao IPC, quando notei que uma pessoa vinha na minha direção. Só percebi quando ela estava bem em cima de mim, quase passando ao meu lado.
Olhei e era o Fabrício. Ele estava todo de branco, com um sorriso estranho, meio insano estampado no rosto. Aquela mesma cara que ele fazia quando se pendurava do lado de fora da varanda. Não falou nada. Apenas olhava pra mim.
Eu passei por ele e andei mais uns três metros. Em silêncio. É engraçado como o cérebro cria uma série de mecanismos para não se descontrolar. Eu pensei: “Nossa que cara igual o Fabrício”. “Será que é o Fabrício? Calmaí. O Fabrício morreu…”
Comecei a me lembrar dele e por uma fração de segundo, me veio a mente o nosso pacto.
Olhei para trás e não havia ninguém. Absolutamente ninguém naquela calçada. Apenas eu.
Corri como uma gazela para casa, me cagando de medo.
Isso é uma coisa completamente inexplicável que aconteceu. Depois de muito pensar sobre o estranho episódio, comecei a me conscientizar que se o que eu vi era real, então poderia ter sido uma falha de julgamento. Eu posso ter visto um jogador de tênis que vinha passando e entrou no IPC. Quando eu olhei para trás, não havia ninguém, já que o cara estava no IPC.
Mas até hoje não consegui justificar para mim o que um jogador de tênis faria naquele lugar num dia de semana depois de meia-noite.
Como eu não tenho nem nunca tive episódios de alucinação e não sou usuário de narcóticos ou nenhum medicamento que afete a percepção, cadastrei este caso -repito - absolutamente real, na categoria de casos estranhos que aconteceram comigo.


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Deus queira que isso seja Photoshop

cadastrado em: bizarrice — Philipe @ 4:57 pm


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LOST - Hurley Speed Painting

cadastrado em: arte, arte digital, photoshop — Philipe @ 2:35 pm

Bom, como vocês sabem, o Hurley ganhou o concurso entre todos os personagens para o speedpainting de Lost feito no post do speedpainting da Kate. Nada a estranhar, afinal Hurley tem experiência em ganhar concursos, hehe.

Aqui está. Levou três horas pra fazer do zero. Totalmente no Photoshop com tablet.
Espero que gostem. Quem quiser chupar o video para seu blog, fique à vontade. Isso ajuda a divulgar o nosso Mundo Gump.
Valeu. Até a próxima.


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Carro de mogno

cadastrado em: arte, carro, carros, curioso, design — Philipe @ 3:00 pm

Britânico cria carro de mogno que chega a 160 km/h

Um britânico criou um carro feito inteiramente em madeira. O Tryane IIfoi feito à mão em umprocesso similar ao usado para construir barcos. O criador, Friend Wood,garante que o veículode mogno atinge 160 km/h.O carro foi montado com dezenas de peças de mogno, colados com uma  resinaespecial. Wood também usou a mecânica do carro francês Citroen 2CV. OTryane pesa 408 kg e é capaz de fazer 34 km com um litro decombustível. O designer levoumais de 2 mil horas para criar o Tryane.

Dica do Guilherme

Eu acho interessante que alguém dedique seu tempo e dinheiro para fazer um carro de madeira. No entanto, uma questão não em sai da cabeça: Pra quê?Um carro de madeira é um carro biodegradável, logo ele vai deteriorar com o tempo. Isso faz dele um carro ecológico? Mais ou menos. Ele é feito de madeira, então ele alimenta o mercado de extração de madeira - difícilmente o mogno do carro é de madeira de reflorestamento, uma vez que madeiras nobres como o mogno levam muito tempo para estarem em ponto de corte.O carro de mogno também não pode ser feito em série. Isso faz dele algo único como uma escultura. Se o valor dele ser único, o que adianta ele andar a 160km? Podia ficar parado como uma escultura. A arte e a beleza envolvidas no projeto são inegáveis. Mas…Se o carro de mogno, uma madeira duríssima, bater a 160km/h com um ou dois passageiros dentro, ele vai virar um patê de sangue, ossos e serragem. Um carro é projetado tendo em vista um acidente. Assim, cada componente do veículo é planejado para destruir-se absorvendo frações do impacto que iria direto para o piloto e passageiros.Um carro de qualidade gera uma célula de sobrevivência. Já o carro de mogno, gera uma farofa de células de alguns defuntos.

Aproveitando o assunto, aqui tem um linkinho para um post antigo do Mundo Gump sobre um carpinteiro que é um gênio. ele cria coisas incríveis com madeira, como esta réplica de Ferrari que anda na água. Super legal.


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Vai acabar o deadline para a escolha do proximo personagem

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 10:37 am

Acaba hoje a meia noite o deadline pra escolher o próximo personagem de Lost que vai ter um speedpainting.

Se você não sabe o que eu estou falando, olha aqui.


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