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Experiências sensoriais na escuridão
Durante certo tempo eu achei que ia ficar cego. Isso se devia ao fato de que com o meu trabalho, de fazer esculturas, bonecos, monstros, efeitos e etc já tive o desprazer de sentir plastico derretido pingar no meu olho esquerdo, espirrei formol ( nos dois olhos tentando imbecilmente empalhar um tubarão), espirrei super-bonder nas pálpebras ( consegui fechar os olhos à tempo) quando aquela porra maldita de embalagem reteu uma gotinha na ponta do bico que virou uma pedra. Apertei o tubo como pude e nada. Aí tive a idéia genial de olhar bem dentro da ponta do bico e perfurar a cola ressecada com uma agulha – o que gerou um MIJO de superbonder bem na porra do meu olho. Daí que comecei com uma estranha prática que era de andar de olhos fechados pela casa. Todo mundo que estranhava ficava ainda mais intrigado quando eu comentava ser um treinamento para não passar aperto quando eu definitivamente ficasse cego. Este restaurante no japão oferece esta experiência num nível ainda maior. Com os demais sentidos desligados, seus neurônios poderão saborear melhor a comida.
O homem da cara de leão
O circulo de Michelangelo
Em 1508, quando andava à procura de quem pintasse o teto da Capela Sistina, o papa Julio II pediu a Michelangelo uma prova de sua competência para a tarefa. Mantendo a calma o pequeno homem aproximou-se do intrigado papa. Tomando um lapis numa das mãos, como resposta, o genial artista da Renascença desenhou um círculo perfeito – a mão livre. Só mesmo Michelangelo – que nos anos seguintes transformaria o teto da capela numa das mais estupendas obras de arte da história – poderia imaginar uma solução tão simples – e simultaneamente complexa – para o desafio que lhe foi imposto. A questão é: Isso é mitologia? Seria possível a um ser humano dotado de absoluto controle manual desenhar um círculo matematicamente perfeito? Veja este vídeo e pense a respeito. Depois tente, seu mané.
Lâmpada no microondas
Isso é o que acontece quando se coloca uma lâmpada comum no microondas.
AQUADOM – um aquário grande pra dedéu!
Saca só o tamanho da bizarrice:
Coelhinho da páscoa…
Aqui está o coelho da páscoa capaz de cagar aqueles ovos gigantes da Kopenhagen! Sete minutos em direção da cagada nuclear
Trata-se de um relógio que não marca horas. Mas marca o tempo da raça-humana para o fim do mundo em uma perspectiva visual. Criado no início da guerra fria em 1947, o relógio do fim do mundo já esteve bem perto de marcar meia noite. Veja abaixo o gráfico que mostra o avanço e retrocesso do ponteiro agourento:
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