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Insect Lab

December 17th, 2006 No Comments


Uma interessante galeria de insetos que são misturados com pequenas partes de relógios.

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Jogo do Míssil

December 17th, 2006 3 Comments

Muito maneiro este jogo. Você controla um míssil em primeira pessoa e seu desafio é atravessar incólume as várias passagens giratórias. Um desafio ferrado para os reflexos.

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O hotel submarino

December 16th, 2006 1 Comment

Este é o Hydrópolis Undersea resort. Um empreendimento de nada menos que 500 milhões de dolares. Inclui suítes, sala de shows, restaurantes, lojas, shopping e até uma área antimísseis para os mais tarados. Será instalado perto de uma barreira de corais em 225 acres perto de uma ilha localizada ao norte de Fiji.
É pra quem pode.

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Robô libélula

December 16th, 2006 No Comments

Interessante este incrível robô libélula que voa de verdade.
Deve ser difícil de controlar, mas é bem interessante. Imagino o cagaço das pessoas na rua vendo uma libélila gigante vindo bem na direção a cabeça, hehehe.

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EU GANHEI!!!!!!!!!!!!!!!!!!

December 16th, 2006 1 Comment

Hahahaha, nada como acordar de manhã e ver os emails e descobrir que ganhou um prêmio.
Pois é, eu ganhei a promoção do blog -sensacional- Saber é bom demais.
É um Cd de Xbox 360 – Project Gotham Racing

Valeu Ester! Brigadão aí!

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VOCÊ DECIDE – FINAL

December 16th, 2006 No Comments

Pois é, pessoal. Chegamos ao resultado do episódio final do Você Decide no Mundo Gump.
Esta foi a votação mais absolutamente apertada de todos os tempos do “você decide”. Na sexta-feira, data do encerramento das votações, nosso placar esteve em incríveis 50% contra 50%. Inacreditável como convinha ao Mundo Gump. Dei um refresco porque é necessário uma decisão única. Então, hoje, (sábado) com 55,56% dos votos contra 44,44%, os votos são para que o Astronauta André, quase sem ar continue tentando entrar pela porta danificada na espaçonave, que está lentamente mergulhando para queimar na atmosfera da Terra:

SEQ.FINAL B.1- CENTRO DE CONTROLE DE TERRA DA BRASA – INT. NOITE

Sérgio vai até o microfone. Todos do centro de controle em silêncio aguardam uma decisão dramática dele, uma vez que não há maneiras de fugir de um desastre iminente.

SÉRGIO B. – Alô? Vocês estão ouvindo?

CAPITÃO ANNA- Senhor… O tempo está acabando… O André está se sentindo tonto. O ar dele está chegando ao fim. Preciso da autorização senhor. O que o senhor decidiu, professor Sérgio?

SÉRGIO B. – Não vamos abrir o módulo da BIOCORP. Existe alguma maneira de eu conseguir falar com André por rádio?

CORONEL JOAQUIM- Não senhor. O rádio pessoal só tem ligação com a cabine. A outra frequência era operada pelo computador de bordo, que foi desligado e não conseguimos religar.

CAPITÃO ANNA- Professor, espero que o senhor saiba o que isso significa.

SÉRGIO B. – Explique a André a situação.

CAPITÃO ANNA- Farei isso, professor!

SEQ. FINAL B . 2- ÓRBITA DA TERRA – EXT. NOITE

André está sufocando do lado de fora da nave. André larga a ferramenta com que tentava forçar a porta e ela voa pelo espaço. Ele leva as mãos até o pescoço. Busca ar e não encontra. Quando está quase desmaiando sem ar, uma fortíssima luz se abate sobre ele. Close nos olhos arregalados de André, que por falta de ar não consegue falar ao rádio. ( no fundo, o som pesado e ofegante de quem tenta respirar.)

SEQ. FINAL B . 3- CABINE DO FOGUETE – INT. NOITE

Capitão Anna está chorando com as mãos no rosto a morte de seu amigo e companheiro de missão André. Joaquim tenta limpar uma lágrima insistente do rosto, enquanto mexe no emaranhado de fios ao seu redor. Subitamente, uma luz branca densa e fortíssima entra pela janela frontal. A luz é tão forte que chega quase a cegá-los por instantes.

CAPITÃO ANNA- Meu Deus! O que é isso lá fora?

CORONEL JOAQUIM- Acho que explodiu alguma coisa. (olhos arregalados e se protegendo com o braço contra a luz) Rápido! Entra em contato com a Terra!

SEQ. FINAL B . 3- CENTRO DE CONTROLE DE TERRA – INT. NOITE

Close em Sérgio B. ouvindo perplexo o rádio.

CAPITÃO ANNA- …Esquisita que nós nunca vimos! É muito forte! ( interferência) …Lá fora e sobre nós…(interferência de seis segundos)

SÉRGIO B. – ( desesperado) Alô. Alô! Aqui controle de Terra! Câmbio? Vocês estão ouvindo? Câmbio!

CAPITÃO ANNA- ( Surgindo na interferência) …Alô? Controle de Terra? Vocês estão me ouvindo? Câmbio? (interferência)… Nosso tamanho! Repito tem mais que…( interferência)

TÉCNICO DA UNIDADE DE RÁDIO – Senhor? A transmissão parou. Não há mais presença da frequência deles.

TÉCNICO DE MONITORAMENTO- Senhor, a varredura de campo não encontrou mais o sinal da nave!

SÉRGIO B. – O quê? Como pode ser possível? Tente passar para o sinal paralelo.

TÉCNICO DE MONITORAMENO- Já tentei, senhor! O paralelo e o de emergência sumiram. Não há frequência nenhuma. Nem as de ondas curtas. A nave explodiu. Deve ter inclinado e queimou na reentrada.

SÉRGIO B. – (mudo por poucos segundos) Meu Deus… Eles eram apenas garotos! (pausa)

TÉCNICO DE RADAR- (do lado oposto da sala aos gritos) Professor! Professor! Olha só pra isso!

Toda a equipe corre e se amontoa em volta do técnico e seu monitor. A câmera focaliza o técnico.

TÉCNICO DE RADAR- O radar normal acusou o desaparecimento da nave, senhor! Ela, ela…Sumiu. Mas eu passei para o radar de alta amplitude de espectro e olha só o que apareceu!

A câmera não mostra o que aparece no radar. Ela filma o rosto espantado de toda a equipe técnica. Uns se assustam. Outros apenas balançam a cabeça em sinal negativo. Todos estão com os olhos fixos no painel e com expressões atônitas.

Novamente, foco no técnico de radar.

TÉCNICO DE RADAR- Estão caindo.

Foco em Sérgio B.

SÉRGIO B. – Minha nossa! Liguem para o exército. Para o presidente e para… Sei lá! Liguem para alguém!

Todos correm para seus postos. Um dos técnicos chama Sérgio B.

TÉCNICO- Senhor, estamos recebendo uma mensagem de Huston. Parece que a Unidade Alpha da Estação espacial mundial teve contato visual com o que aconteceu com a nossa nave! Huston diz que estão entrando em contato com o presidente para decidir o que fazer…

SÉRGIO B. – ( virando-se para um rapaz uniformizado de macacão branco que inspeciona um mainframe na parede) Juninho, em quanto tempo para o impacto?

JUNINHO- Quinze segundos senhor! Está cruzando nossa atmosfera agora!

Balbúrdia geral. A agitação toma conta do centro de controle. Pessoas correm de um lado para outro. Um ruído grave e constante começa a aparecer.

( MMMMMMMMmmmmm…)

Todos se entreolham espantados.

SÉRGIOB.(apontando para a porta) Todo mundo para fora! Rápido!

SEQ. FINAL B . 4- PORTA PRINCIPAL DO PRÉDIO DABRASA – EXT. NOITE

Toda a equipe sai correndo desordenadamente em direção a câmera, junto com quase uma centena de funcionários. Mas eles param espantados ante uma coisa no céu que está atrás da câmera.

A câmera passa lentamente em Close pelos funcionários parados perfilados uns ao lado dos outros. Ela vai filmando uma a uma a expressão de susto e pavor de uns e de maravilhados de outros a olharem fixamente todos em um mesmo ponto. A luz azul densa está sobre eles. No fundo, o som agora mais alto, continua crescente e grave:

( MMMMMMMmmmmmmm….)

Close de uma senhora que começa a urinar nas calças.

PESSOAS- Olha só para aquilo!

PESSOAS- Meu Deus do céu! Eu não acreditava!

PESSOAS- Olha o tamanho daquilo!

PESSOA DE ÓCULOS LÁ ATRÁS – Viu? E me chamavam de maluco!

SÉRGIO B. – Mãe do céu! É um… Um…

Um vento forte sopra sobre todos os espectadores que estavam em plantão de madrugada. Eles tentam proteger o rosto do vento e da claridade.

SEQ. FINAL B . 5- LADO DE FORA DA BRASA – EXT. NOITE

A câmera se move de um lado para outro, inquieta, balançando um pouco para dar idéia de nervosismo e do vento.

(Close)

É um gigantesco disco voador. Algo do tamanho de dois Maracanãs, metálico, com veios luminescentes azuis que cortam organicamente a superfície central do disco, produzindo uma forte brilho ao redor dele. (long-shot) Ele está parado no ar a uma altura de quarenta metros. Girando lentamente. Subitamente, uma luz do centro inferior do enorme disco brilha emitindo um grosso e denso faixo de luz branca. Logo, algo aparece na terra, desfocado pela luz.

Close na multidão que se afasta com medo.

A câmera mostra que alguns entram em pânico, outros em estado de choque gritam que são os Ets.

As três figuras estranhas vem vindo lentamente na luz, em direção à multidão. É André Ribeiro. Ele vem de mãos dadas com um pequeno alienígena cabeçudo e magricelo. Entra ao fundo a música de tema. O alienígena pára e comprimenta André. Atrás dele, vêm Anna e Joaquim também escoltados por pequenos alienígenas magrelos vestidos com roupas que parecem ser feitas de papel alumínio. Os aliens ficam perfilados e dão adeus aos astronautas. Num brilho forte do foco denso de luz eles somem. A música de tema cresce até o ápice. O enorme disco atrás deles inicia um movimento suave para cima e acelera até sumir no espaço.

No som apenas a música de tema.

Tomada do alto mostrando os astronautas sendo recebidos com palmas e abraçados pelos componentes da equipe que presenciaram o bizarro espetáculo. Aclamados eles abraçam-se com Sérgio B. (fade in)

FIM

É isso aí galera. Acabou. Espero que os varios leitores que acompanharam e votaram tenham gostado. Os astronautas não viraram super-heróis como alguns temiam. O fial é meio Contatos Imediatos, mas lembre-se que eu fiz isso na aula de matemática durante a oitava série.
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Coisas interessantes

December 13th, 2006 3 Comments

Algemas no videogame

Ontem alguém me falou do enorme número de aparelhos de tv ( alguns modelos de plasma de alto preço) destruídas por controles voadores do videogame Wii, ( um videogame revolucionário onde você joga com um controle remoto sem fio sacundindo-o pelo ar) que graças ao jeito tresloucado de jogar de seus donos, acabam virando verdadeiros projéteis e explodem televisões.
Uma empresa descobriu nesse pequeno problema uma forma de faturar e lançou estas incríveis algemas de controle do videogame.

Concerto pra mimir


Uma empresa de TelAvivi resolveu inovar e criou um salão para consertos de música clássica onde os espectadores assistem ao espetáculo deitados confortavelmente em camas com travesseiros e até cobertores!
No Brasil isso ia acabar em deslavada sacanagem. (Ou em deslavado ronco coletivo)

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Caso lisérgico

December 12th, 2006 19 Comments

Uma vez uma pessoa me contou um caso curioso de “viagem” causada pelo uso de drogas.
A história é pequena e eu vou contar:

O carinha, digamos, “Zé” chegou atrasado na casa dos colegas. Combinaram de matar aula na casa de um amigo dos amigos dele para experimentar o famoso “chá de cogumelo”.
O chá de cogumelo erra uma bebida feita batendo no liquidificado pedaços de um cogumelo venenoso que nasce no esterco de boi quando está em lugar muito úmido. Se me recordo do que me contaram, era algo que devia ser batido com uma certa proporção de Coca-Cola entre outros ingredientes.
O fato é que o cara chegou na casa do sujeito, um carinha mais velho, atrasado e levou esporro da galera.
Depois de fumarem um baseado pra preparar a viagem, chegou o tal sujeito com o copo contendo o tal líquido, que mais parecia merda batida com nescau.
Um a um eles tomaram o nauseabundo líquido.
Dali a uns minutos cada qual estava viajando num canto da casa.
Menos o Zé.
Nada aconteceu com o Zé.
Resultado, o Zé ficou puto e resolveu ir embora. O cara mais velho que havia feito o chá avisou que era pra ele não ir, que era perigoso e tal. O carinha mais velho não tomou, porque ao que parece uma das pessoas tem que ficar sóbria para ajudar caso haja algo “errado”. Sabe quando o cara pula de bungee jump e esquece de amarrrar a corda antes? Isso é justamente algo que eu chamo de “dar errado”.
Então o Zé ficou puto que nada aconteceu com ele. Justo com ele que estava esperando anciosamente pela experiência lisérgica por dias.
O zé ignorou os apelos e foi embora.
A galera continuou viajando. Uns olhando fixamente para o teto. Outros falando sozinhos. Alguns até rindo como crianças possuídas.
Dali a uns minutos, a porta da sala é violentamente esmurrada.
Gritos do lado de fora.
O sujeito abre a porta e o que ele vê é o Zé branco como um papel.
- O que foi? Que que há? – Pergunta o dono da casa.
- Cara… Eu fui pegar o ônibus e tava tudo normal, mas quando eu ia entrar, eu olhei lá pra dentro e… Lá estava eu. E eu dei tchau pra mim!!!
Zé nunca mais conseguiu se recuperar da traumática experiência de ver a si mesmo em outro lugar.
Anos depois, estudando psicopátologia eu descobri que Zé manifestou uma experiência esquisofrênica chamada de alucinção autoscópica externa.

Esta foi uma histórinha curta.
Fiquem com este incrível vídeo baseado em relatos de pessoas que experimentaram o LSD . O video tenta mostrar como é uma viagem de ácido lisérgico. Como eu nunca usei nenhuma droga (fora o álcool) não sei se é assim mesmo. Mas é bem bizarrão. Eu assumo que não teria coragem de tomar.


Não usem drogas.

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Philipe Kling David

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