Novo processo de prototipagem rápida

Um pesquisador da Universidade Southern California (Estados Unidos), desenvolveu um novo equipamento que gera “impressões tridimensionais” em plástico e mesmo em metal, de forma mais rápida e mais barata do que os atuais sistemas de prototipagem rápida. O Dr. Behrokh Khoshnevis ganhou renome mundial com seu sistema “Contour-Crafting”, capaz de construir até casas por meio de um sistema parecido com a impressão jato-de-tinta.
O novo aparelho representa um avanço significativo sobre os equipamentos de sinterização a laser já largamente utilizados para a geração de peças complexas em 3D a partir de arquivos de computador. O Dr. Khoshnevis afirma que sua nova criação, batizada de SIS ( “Selective Inhibition of Sintering”: Inibição Seletiva de Sinterização ) poderá viabilizar a prototipagem rápida em escritórios e até mesmo em residências.
As máquinas de prototipagem rápida por sinterização constroem os objetos aplicando camadas sucessivas e finíssimas, de menos do que um milímetro de espessura, de material plástico em pó sobre uma área de trabalho. A seguir esse material é sinterizado, ou fundido, em áreas selecionadas. A parcela não fundida do pó é removida e o processo é repetido múltiplas vezes, até que a peça esteja pronta.
Esses processos são conhecidos como prototipagem rápida porque inicialmente eram utilizados para a geração de protótipos ou para a criação de moldes. Mas, com o avanço da tecnologia e dos equipamentos, várias empresas já utilizam o sistema para a criação de produtos finais, em um processo chamado de fabricação direta ou manufatura de mesa. Esses equipamentos utilizam raios laser para sinterizar o material.
O novo processo SIS, ao contrário, trata automaticamente uma parte do pó aplicado para que se torne resistente à ligação com as partículas adjacentes, submetendo a peça inteira a um calor uniforme e de alta intensidade. Áreas não tratadas do pó sinterizam e áreas tratadas não. Vários materiais anti-sinterização podem ser utilizados, inclusive água salgada.
Segundo o Dr. Khoshnevis, o seu processo tem várias vantagens sobre os equipamentos a laser. Os lasers e scanners utilizados são caros, duram pouco e consomem muita energia. Já o processo SIS pode utilizar uma chama a gás ou mesmo resistências elétricas de aquecedores comuns. Isto é o que permite que até pós metálicos possam vir a ser utilizados, fabricando-se diretamente uma peça de metal.
Outra vantagem levantada pelo criador do equipamento é que o método SIS é mais rápido, já que os sistemas a laser têm que passar continuamente sobre toda a peça, ligando e desligando o feixede luz para fundir partes específicas da peça. Isto pode fazer com que peças grandes e complexas levem até dias para serem construídas. Já uma peça padrão pode ser construída em 15 segundos com o método SIS.
fonte: Inovação Tecnológica
 3Dsom é um programa muito legal que eu já tava pra divulgar aqui faz alguns meses. Essa falta de tempo pra me dedicar ao blog tá atrapalhando tudo. Mas vamos lá, o 3dSom permite que você use uma câmera digital qualquer para literalmente escanear em 3d qualquer objeto. Incacreditável? Exatamente. VocÊ coloca a câmera no tripé apontada para seu boneco, pega a folha que o 3dsom imprime com uma correlação de pontos e deixa aparecer na cena. Aí é só tirar as fotos do seu modelo tranquilamente que o 3Dsom irá gerar a topologia tridimensional baseado nas fotos, e ainda vai aplicar a textura. Para elementos excessivamente complexos ele dá uns errinhos, mas na média, sai quase sempre certinho. Aqui está o link pra vocês experimentarem. Lembrem-se: Gostou, deleta e compra. Até pq ele é barato.
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O brasileiro é pouco ambicioso. Isso é uma constatação. Eu estava dando uma olhada no blog Chá com o Capeta e vi que num post lá o autor comenta que estava comendo um miojo quando se tocou súbitamente que o brasileiro não está nem aí para a merda que o cerca. E de fato ele tem sua parcela de razão. Salvo raros casos onde as pessoas tem garra e avançam por seus próprios esforços a despeito das dificuldades da vida cotidiana, a grande massa aceita essa vidinha mais ou menos com um conformismo medonho. Chego a pensar na letra do hino do conformismo nacional:
Eu só quero é ser feliz Andar tranquilamente na favela onde eu nasci, ahn E poder me orgulhar E ter a conciência que o pobre tem seu lugar!
Putaquipariu. Nunca uma música revelou a face do brasileiro médio dessa maneira. Eu concordo com isso, concordo que a massa dos brasileiros aceita tudo muito passivamente, aceitamos novos roubos e escândalos a cada semana. Nas eleições, o brasileiro se vinga votando em um ex-costureiro, ex-apresentador gay que nem ao menos carrega consigo bandeiras e reivindicações homossexuais. Então é o voto piada. O voto como o voto no Macaco Tião. O voto que caçoa da estrutura democrática. O Brasileiro vota nos candidatos que o pastor manda. Quantos brasileiros não votam nos números que encontram no papelzinho do chão? Ele não pensa em propostas e planos de gorverno que poderiam beneficiar a eles mesmos. Ele acha que todo político vai roubar e então CONFORMADO com isso, aceita essa realidade perpetuando-a. Resultado: Sarney, Collor, Maluf e tantos outros. E o ciclo se repete. Pedro, o autor do post no Blog chá com o capeta, comenta que o maior exemplo do conformismo e falta de ambição do brasileiro é nosso cinema nacional, que é precário e não é exportado para todo o mundo como o americano porque as produtoras não querem. E a explicação é que elas não tem ambição. Nisso eu não concordo. Não dá pra comprara o cinema nacional com o norte-americano. Primeiro porque é comparar uma parada artesanal com uma indústria. Basicamente é como comparar o hippie da beira da praia que vende pulseira a um real com a C&A. Eu conheço vários diretores, varias produtoras que adorariam ter a possibilidade de exportar seus filmes em uma escala industrial e ganhar mais dinheiro. Quem não quer ganhar dinheiro? O problema é que entrar no mercado mais lucrativo que é o americano é semi-impossível. Não há abertura. A indústria cinematográfica americana é tamanha que não há salas. E ainda se tiver, não há público. A única maneira de dar certo na indústria do cinema norte-americano é como um câncer. Entrando e crescendo. Entrando pela portas dos funos, feito o Fernando Meirelles e dirigindo um filme muito bom a ponto de botar seu nome na roda, e depois entrar na menor brechinha que abrir, fazendo um bom filme atrás do outro até ter bala na agulha suficiente para seu nome ser uma garantia de público, e aí sim, ousar produzir daqui do Brasil em parceiria (sem parceiria é impossível) com algum grande estúdio de lá. Outra coisa, as pessoas que realmente desejam um cinema revolucionário de qualidade técnica e histórias menos Xou da Xuxa e novela das seis, não deve ficar atrás dessas merdinhas de leis de incentivo.
Eu pergunto se a Rede Globo é tão pobre que precisa de lei de incentivo? Pois é. Ela tem. O Cirque Du Soleil com lotação esgotada meses antes da estréia e ingressso a “preços populares” (R$200,00?) precisa de lei de incentivo? Pois é, eles também ganharam.
Isso é uma distorção tosca no incentivo que mais atrapalha que ajuda. Porque se você for ver, as produções de grupos pequenos no interior, os grupos regionais e galera sem grana que está começando na carreira e precisaria muito mais do incentivo muitas vezes não ganha. E quando ganha mas não conseguem captar, afinal o empresário prefere botar a marca dele num produto que vai ter propaganda na Globo, chamada no Jô, mechandising na novela. Os caras fazem bonito com o dinheiro que é nosso, afinal ele investe o que deveria pagar de imposto. E quem se dá bem são caras ricos e cheios de relações, com a faca e o queijo na mão como o Diler&Associados.
O que precisamos é de corajosos. Não só de ambiciosos. Ambição é desejar crescer, mas coragem pra dar o priemiro passo na direção do abismo como fez o Indiana Jones, ninguém tem. Eu queria que aqui tivesse mais gente que tivesse coragem pra investir e arriscar. Minha meta é produzir filmes sem depender de governo, num esquema paralelo ao esquemão. Eu não vejo isso como falta de ambição. Eu vejo isso como visão de futuro. O problema não é a produção e sim a distribuição. E a solução virá em poucos anos, quando a tv digital se unir às midias interativas de vez. Aí poderemos ganhar acesso de público como nunca se ganhou. O acesso atrairá anunciantes, o anunciante custeará novos projetos. E novos projetos trarão renda. Veja o You Tube. Se a produtora que fez o “tapa na pantera” tivesse ganho um real por exibição, olha a mutueira de dinheiro que daria um curta assim… Eu aposto as minhas fichas num futuro similar. Posso estar errado, mas como eu não pego dinheiro público pra custear meus filmes, não me sinto roubando ninguém. Além do mais, eu tenho dado sorte de arrumar parceiros e investidores para projetos diversos. O que me intriga no Brasil é a falta de visão para outros produtos potenciais. Veja por exemplo os filmes de terror e ficção científica. Quem é que faz este tipo de filme no Brasil? Zé do Caixão nos anos 70? Mais quem? Quem? Sandi e Júnior? Ora, faça-me um favor. Pode me chamar de sonhador, de delirante de bêbado da utopia, mas acredito que seja possível fazer bons roteiros sem cair na mediocridade.
Ninguém arrisca. Não tô falando de fazer um Guerra nas Estrelas. Isso talvez funcione nos Estados Unidos. Mas veja Matrix 1. Um filme sensacional. Um roteiro foda. Nenhum dos efeitos de Matrix 1 é impossível de se fazer no Brasil. Veja Lost. Lost é foda e ninguém pode refutar este fato. Pois o que há em Lost que o Brasil não pudesse fazer? Ilhas nós temos. O estado do Rio tem uma ilha pra cada dia do ano. Dava pra fazer um episódio em cada ilha só do meu estado. Mas a gente não faz. Nossos melhores atores são tão bons quanto um ator médio americano. Nossos roteiros são ( salvo excessões) rasos e sem graça. VEja “O sexto sentido” ou “A vila”. Eu considero ambos filmes bons. Perfeitamente produzíveis aqui. Veja “Os outros” Roteiros inteligentes… Por que não fazemos algo desse naipe? A tecnologia evoluiu, novos meios de produção ultrabaratos em comparação com a película surgiram, a computação gráfica já permite coisas inimagináveis, no entanto o cinema nacional é a mesma merda de filmes do Didi, filmes da Xuxa, filmes babacas do Daniel Filho, porcarias da Globo e mais nada. Não tô falando pra parar de fazermos este tipo de filme. Eu não sou doido. Sei que existe público pra ele. Não é isso. Só acho que há espaço aberto, não explorado para quem ousarem outros segmentos que são, com absoluta certeza, negligenciados. As inovações e inventividades estão nos curtas. Raríssimos filmes em longa escapam da mediocridade. Copiar os americanos e almejar o que eles tem não deveria ser nossa definição de sucesso. Nossa definição de sucesso pode coexistir com a deles. Basta olharmos para o que vem por aí. Você acha que eu tô errado?

Eu gosto de observar certos elementos de consumo para coletar uma percepção geral das tendências de design de produtos. São eles pela ordem: Celulares, relógios, tênis e cpus. Estou percebendo uma tendência minimalista que começou há uns dois anops atrás e está ficando cada vez mais forte. Estamos ficando zen? Acho que pelo menos no design isso é meio que verdade. Veja o conceito do Aeon, o celular da Nokia. Linhas simples são o futuro.
O samsung Yp T9 é outro exemplo disso. Este não é conceitual. Já está nas prateleiras americanas – e bem baratinho: 200 dolares.
Um aparelho que tem me atraído bastante é o LG chocolate. Sua aparência que lembra mais aquele monolito de 2001 é algo que chama bastante minha atenção pela unidade do design. O foda é morrer em milzinho suado pra dar num aparelho desses sabendo que no exterior há aparelhos muito mais bonitos e muito mais baratos. 
Enquanto isso no Japão, os celulares da empresa AU ( ainda não apareceram por aqui) provocam impacto com sua aparência blocada:


 Na linha zen temos ainda os modelos da Motorola, o MOTOKRZR ( lançado ontem):

Nada pode ser comparado ao modelo interessantíssimo da BenQ – Siemens. Chamado de Blackbox o conceito é de bolar o mais gumper dos gumpers: Ele é uma tela contínua sensivel ao toque. Show de bola.

Os aparelhos estão seguindo a tendência do verniz em superfícies polidas. Não raro é a tendência do visual do novo Windows, o Vista. A inspiração em gadgets eletrônicos é grande, com um produto muitas vezes influenciando o design de outro. È o caso do Ipod que afetou o visual do celular da Siemens Oxyon: Nâo parece?
A compra foi de 1.65 Bilhão de dólares. Uma grana preta na minha opnião. É bom lembrar que o You Tube não tem retorno financeiro direto. Só um porrilhão de acessos. LEia a notícia na íntegra. ( em inglês)
“Você é responsável por aquilo que cativas” A máxima de Saint Exuperry nunca foi tão verdadeira para mim quanto neste momento. Estou numa maré de excesso inacreditável de trabalho, com propostas e pedidos de serviços pipocando de todos os lados. No meio desse rolo, estou escrevendo um livro de stop motion que já deveria ter terminado há um ano atrás, mas não consegui, pois sempre parava para fazer uma coisa ou outra. Mas dessa vez vai, porque eu vou dar um curso de stop motion na Groia Filmes, em Juiz de Fora agora no dia 21 e vou montar a apostila baseada no livro. Então o fato é que no meio do maior rolo eu tenho que terminar o livro que talvez tenha mais de 200 páginas até dia 18! É uma tarefa árdua e insana, bem ao gosto do que me proponho a fazer ( e quase morro). Mas no fim tudo dá certo. O Mundo Gump tem aumentado bastante a quantidade de acessos, pois o pessoal está comentando com os amigos, expandindo a rede de relações e os acessos estão subindo a cada dia. Parte disso eu credito ao sistema de parceiria de troca de banners entre blogs amigos. Parte eu credito aos colaboradores e alunos meus que espalham o blog feito uma doença com os amigos e parentes. E uma pequena parte eu aceito como culpa minha por ser meio doido. Justo nesta hora onde mais e mais gente aparece aqui diáriamente pra ver as novidades, eu estou sem poder surgir com muitos posts curiosos, como há alguns meses atrás, onde as maluquices brotavam hora a hora. Me sinto culpado por não dara vocês novidades e histórias incríveis todos os dias, mas é por um bom motivo. Eu sou um só. Ao contrário de outros ( excelentes) blogs coletivos onde grupos de pessoas se reúnem para dividir a tarefa de alimentar o blog com varios assintos e posts, eu tento fazer isso sozinho. Em alguns casos pode não funcionar. Mas até agora deu certo e eu não precisi apelar para o elemento “mulher pelada” pra manter o numero de visitas aumentando. Claro que a idéia de meter “mulher pelada” não está descartada, mas deverá ser o botão da bomba atômica do mundo gump. Aquele que a ordem vem do telefone vermelho, direto da Casa Branca e se o operador não meter o dedo no botão o outro soldado deve matá-lo e fazê-lo ele mesmo. Enquanto a aurora nuclear não vem, o mundo gump permanece com sua programação normal levemente diminuída em função de (simultâneamente): Um livro, um roteiro, dar aluas em dois cursos, uma reforma no escritório, quatro websites, programação visual de alguns clientes, a preparação de um comercial, a pré-produção de um curta metragem em película, duas pesquisas científicas, um tratamento odontológico, uma esposa com família e amigos que quando não estão fazendo aniversário estão exigindo minha visita para jogar ou jantar com eles, e uma bolsa de horário quase integral no INT que BEBE o meu tempo como eu faria com uma coca-cola geladinha bem agora.
Só por isso o Mundo Gump não está mais entulhado de coisas. Eu assumo a responsablidade por diminuir a rotação por aqui e pela minha breve ausência do blog dos amigos. Cada pessoa que entra aqui e gosta, são mais umas cem gramas de peso depositado na minha consciência, pois sei que sou responsável por manter isso aqui ativo. Me comprometo a voltar a ativa com a carga total assim que der. Enquanto isso, fiquem com a programação normal. Como dizia o Collor: “Não me deixem só!”
IDG Now! – Google pode comprar You Tube por US$ 1,6 bilh?o, diz WSJ:
Pois é, galera. Eu tava achando que um dia iria acabar o youtube, afinal é uma parada altamente deficitária, não tem propaganda e não cobra acesso nem mensalidade. Mas o site está sob a mira do gigante Google, e é possível que ele se torne mais um produto da Google. O que me intriga é o que acontecerá com o Google video se isso de fato ocorrer.
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