Archive - setembro, 2006

Pitoco

pitoco Pitoco
É interessante que muito pouca gente que eu conheço sabe do Pitoco.
Se você é um dos que nem imagina quem seja o pitoco, precisa entrar correndo aqui e assitir aos três episódios. É muito tosco e engraçado na mesma proporção.

Ataque de tubarão

O Guilherme manda pra galera este incrível vídeo do maluquinho que escapa do ataque de dius tubarões enormes. Bem, escapa porque tá vivo, porquê a mão dele já era. Mas a julgar pelo vídeo, o cara teve sorte.

A previsão de Orlando

A PREVISÃO DE ORLANDO

Orlando não costumava der um cara muito crédulo. Nem sempre acreditava em tudo que lhe diziam. Mas isso mudou. Um dia Orlando foi numa cartomante que previu que Orlando morreria em um acidente de avião. Aquilo mexeu com ele. Fosse ou não verdade, Orlando não estava disposto a verificar, pois da morte não há mais volta.
Com medo Orlando nunca mais pegou nenhum avião. Nem sequer passava perto.
Largou o emprego quando a empresa em que trabalhava o obrigou a supervisionar vendas no exterior só porque precisaria pegar um avião.
Orlando não compareceu ao prêmio internacional de supervisores de vendas porque também teria que pegar um vôo de 40 minutos.
Orlando afastou-se completamente de qualquer possibilidade de pegar um avião. E assim viveu feliz por vinte anos, sabendo que havia conseguido ludibriar a morte.
Um dia, quando voltava para sua casa, Orlando morreu.
Um avião caiu em cima do carro dele.

2 A previsão de Orlando

1 A previsão de Orlando

4 A previsão de Orlando

Obs: Este não é um caso real. É uma historinha inventada para ilustrar as trágicas fotos do avião que fez um pouso forçado em cima do carro de alguém muito, muito azarado mesmo.

Xadez fodaço

3 Xadez fodaço
7 Xadez fodaço
6 Xadez fodaço
Tô sériamente pensando em reunir um pouco de massa e construir um xadrez desse pra mim e tirar o molde pra fundir em estanho os modelinhos.
Se algum internauta estiver afim coloque um post aqui.
Meio no chute, calculo que um xadrez desse naipe deve sair na base de uns 400 reais.

Bizarrices corporais

queloide Bizarrices corporais
Essas pessoas gostam de brincar com seus corpos. Usando giletes e bisturis, eles cultivam feridas.
isso mesmo, é o que você leu! Eles CULTIVAM FERIDAS, sempre dando mais um talhinho e arrancando mais um pouquinho de pele. Usando produtos químicos para gerar quelóides e outras coisas sem noção.
Uma olhada na galeria dessas caras dá um nó na boca do estômago do mais valente dos internautas.

Por que eu bebo Coca e não Pepsi?

Basicamente, isso pode ser explicado por várias razões.
Uma é que eu gosto mais do refri com mais açúcar. E a Coca-Cola parece ter mais açúcar.
Outro motivo é que por uma questão de tradição, eu gosto mais da Coca-Cola.
Tem a ver com a marca, a grafia antiquada e moderna ao mesmo tempo e à forma genuína da garrafa.
Visitei a fábrica de coca-cola quando era um piá de cinco anos e aquela experiência nunca mais saiu da minha memória. Foi a primeira fábrica que eu vi na vida, e ainda mais com cinco anos, quando tudo parece estrabúlicamente gigantesco e constrastado.
A montanha de açúcar atingia ares de monte everest. A quantidade de garrafas fazia parecer que ali estavam todas as garrafas do mundo. O barulho ensurdecedor parecia duas turbinas de 747 ligadas nos meus ouvidos.
Não há como deixar de apreciar tamanho impacto na percepção de um guri, ainda mais quando no fim do passeio você ganha duas garrafinhas de coca-cola miniaturas, uma pastinha plástica com um bloquinho, régua e lápis da coca-cola.

Eu passei a tomar coca-cola direto depois disso, talvez num desejo inconsciente de retomar aquele momento feliz da minha vida (com 5 anos você não paga as contas!) ou quem sabe mesmo, porque os caras joselitaram e resolveram meter mais extrato de coca em grandes quantidades.
A Coca-cola me acompanhou em vários momentos da vida. Tomei Coca-cola antes das provas e durante momentos legais da faculdade. ( O Marcio, meu leitor assíduo, pode confirmar que me via sempre tomando uma latinha)Tomei coca-cola no dia do meu casamento, nos passeios da família, nas viagens ao exterior. Tomei umas coca-colas comemorativas da vida depois dos perrengues onde quase morri na torre do niterói shopping e do perrengue onde quase morri no morro do Tuiti(em breve neste mesmo blog).

Depois, acabei ajudando meu pai em consultorias para a Coca-Cola… Assim, eu ajudo a marca que já me deu dinheiro. Então eu tomo Coca-Cola e de certo modo, um ar comum de “coisa boa” surge ao meu redor. Eu sei que eu mesmo tenho mais culpa disso do que as propagandas retardadas com funk e bailarinos fazendo caras e bocas.
Mas se vocês realmente querem saber por que eu tomo Coca-Cola e não Pepsi, é só olhar os links abaixo.

Veja a fabrica da Coca:

Veja a fabrica da Pepsi

Entendeu?
Agora leia mais sobre a coca cola aqui.

-Editado em 2010 – Faz três anos ou mais que já não bebo Coca Cola. Quando este post foi escrito, em 2006, eu era viciado na Coca Cola, mas consegui parar. Hoje  eu só bebo Pepsi.

Os fantasmas que pediram carona

Meu avô conta um caso de uma época onde ele trabalhava com o pai dele. Eles estavam levando um material de caminhonete de Petrópolis para Três Rios durante a noite.
No início da descida da serra meu avô e o pai dele avistam um casal parado na beira da estrada. Ambos de branco.
Achando se tratar de um acidente ou coisa do tipo, meu bisavô para o carro para oferecer ajuda. O estranho casal pede uma carona até a entrada de Três Rios.
Prontamente, os dois aceitam dar carona ao casal que parece meio aflito. Mas como é uma caminhonete que estava levando madeira, só há lugar na caçamba atrás, junto com as toras.
Os dois aceitam e correm para a traseira do veículo (tipo uma rural Willys)
Nessa parte da história, meu avô faz um adendo para um detalhe curioso. Os dois subiram no carro e eles sentiram o carro afundar, como se realmente o peso deles tivesse aumentado a carga do veículo.
Então eles começam a descer a serra.
De vez em quando, meu bisavô mandava meu vô olhar pelo vidro pra ver como estavam os caronas.
Era sempre a mesma coisa. Os dois parados, sem expressão, olhando para ele através do vidro. A mulher encolhida com frio (devia estar um frio do cacete mesmo) e o homem ao lado dela, com o braço ao redor.
- Estão bem – Dizia meu avô de tempos em tempos.
Quando começou a chegar perto do lugar em que os caronas iam descer, o meu bisavô avisou que era pro meu vô bater no vidro pra avisar ao casal que já estava chegando no lugar.
Quando meu avô virou-se para bater no vidro, para total supresa dele, não havia ninguém na caçamba. Apenas as toras. Meu avô contou afoito ao meu bisavô que meteu o pezão no freio. Acharam primeiro que o casal havia caído. Depois pensaram se eles não teriam pulado. Nada.
Não havia absolutamente nenhum sinal do casal de branco.
Meu bisavô resolveu seguir viagem, pois já estava tarde. Quando chegaram a Três Rios, souberam que um carro com um casal recém-casado havia se espatifado contra um paredâo de rocha após perder a direção na serra de Petrópolis. Os dois corpos foram encontrados totalmente dilacerados nas ferragens. A mulher conolhida e o homem com o braço ao lado dela – como estavam na carroceria da caminhonete.
Ao que parece eles iam para Três Rios.

Sinisto, hien?

Aproveitado esse clima da história – verídica – do meu vô, aqui vai um video interessante:

O carro fantasma

Esta é uma perseguição interessante. Eu me amarro nestes videos de perseguição policial.
Mas este aqui é um peculiar. Chama-se “O carro fantasma”.

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