Archive - setembro, 2006

O novo monitor 3d da Toshiba

A Toshiba inventou um monitor 3d que pareceu bem legal.
Basicamente é um monitor de cristal líquido que gera as imagens em camadas. Como resultado um senso de profundidade bem realista é obtido.
Veja só que legal. Os peixinhos parecem estar dentro do pote.

Nosso primeiro internauta africano!

Interrompemos a programação para uma notícia espetacular:

Que maravilha! Hoje entrou nosso primeiro visitante do continente africano!
E o melhor não é isso. O melhor é que não é só um, mas dois. De uma só vez recebemos DUAS visitas de angola no Mundo Gump. Uma honra para nós, que já pensávamos em algum tipo de boicote africano ao nosso blog.
Eu fico feliz de ver bombar pelo mundo afora o Mundo Gump, porque não é fácil fazer isso sem colocar mulher pelada. Mas tá começando a dar certo.

Espero que os visitantes de outros continentes continuem a aparecer. Agora vamos torcer para alguém da Lapônia, um tuareg do Saara ou algum esquimó dar o ar da graça por aqui.
Abraços a todos.
Continuando a programação normal.

Poon Lim – O homem que não queria morrer

poonlim Poon Lim   O homem que não queria morrer

Da série de casos inacredtáveis e estrambúlicos, esta é a história ( em alguns momentos inacreditável) do chinês Poon Lim. Se você curte casos inacreditáveis, veja também a história do homem que não podia morrer. Mas aviso antes que esta história eu ouvi ontem pelo telefone contada pelo meu amigo Gustavo. Daí que eu vou recontar este caso. Pode não ser muito preciso, porquê não tenho dados exatos sobre esta aventura, que foi publicada em alguma edição da Revista Nautica.

Até recentemente, quando os pescadores que sobreviveram nove meses à deriva em um minúsculo barquinho de pesca que ficou sem combustível na costa do México culminando com o resgate dos sobreviventes quase na Austrália, o recorde de Poon Lim de sobrevivência no mar ainda não havia sido quebrado.

Poon Lim nasceu em 1917 na ilha de Hainan na China, agora com 25 anos de idade estava trabalhando como marinheiro durante a Segunda Guerra Mundial. O ano era 1942.
poon Lim estava trabalhando num navio mercante inglês chamado SS Ben Lomond, que havia pertido da Cidade do Cabo a caminho da Guiana Holandesa (Suriname).

Entretanto, o navio não chegou no seu destino. No dia 23 de novembro um submarino alemão U-boat interceptou e torpedeou o navio em que Poon Lin estava. Era noite. Fumaça e fogo por todos os lados. A estrutura do navio estalava. De sua minúscula cama, Poon Lim pulou sabendo que aquele seria um dia trágico.

Poon Lim estava certo. Sem pensar, correu pelos corredores enfumaçados. Ele podia ouvir o grito de seus amigos, e o som do metal retorcendo. A água entrava com tremenda velocidade no casco, inundando vários compartimentos. Poon Lim chegou até a caixa que continha os salva-vidas. Só teve tempo de agarrar um salva-vidas.

Saltou no mar em meio a escuridão antes da água gelada atingir as caldeiras e o navio explodir.

Poon Lim ficou na água por algum tempo, tentando nadar para longe do navio, pois ele instintivamente sabia que o enorme SS Ben Lomond o puxaria para o fundo tão logo fizesse meu mergulho derradeiro em direção às escuras profundezas do Atlântico.

Do navio, saiu uma pequena parte da tripulação que conseguiu correr a tempo e soltar um bote salva-vidas. Este bote que estava atrás do navio, do outro lado de onde Poon Lim havia saltado foi rapidamente encontrado pelo submarino. Os marinheiros foram levados como prisioneiros de guerra.

Menos Poon Lim. Escondido pela cauda do navio que agora descia lentamente para o mar, Poon Lim era o último homem vivo no mar. Deixado para morrer.

Quando finalmente o navio afundou, Poon Lim estava sozinho na escuridão do Atlântico. Ele apenas ouvia o vento e nada mais. Nenhum grito de socorro. Nada. Apenas uma enorme área de bolhas pipocavam onde antes estava um enorme navio.
Ele ficou ali boiando agarrado a um precário salva-vidas durante algumas horas, mas quando as primeiras luzes da alvorada surgiram, Poon Lim viu um ponto branco no horizonte. Era o pequeno bote em que seus companheiros haviam sido capturados.
Poon Lim nadou como nunca havia nadado antes. Nadou durante muito tempo num esforço incrível para chegar perto do pequeno bote, que a correnteza levava para cada vez mais longe.
Horas depois, exausto, Poon Lim chegou ao pequeno bote salva-vidas de 3m X 3m. Com um certo esforço, ele jogou-se como pôde para dentro do bote. Desmaiou.

Quando o forte sol bateu em seu rosto, Poon Lim despertou. Levantou-se no bote para olhar ao redor. Só havia água. O mar azul infinito estava ao seu redor para onde quer que olhasse.
Poon Lim sentiu-se feliz de estar vivo.

Começou a olhar no bote para procurar alguma coisa útil. De fato, no bote, havia um alçapão que dava para um compartimento com provisões de emergência. Ali estavam oito latas de biscoito, um barril de água, chocolate, alguns torrrões de açúcar, uns poucos sinalizadores e uma lanterna. Não havia sinal de remos ou velas, o que fez com que a embarcação ficasse à deriva.

Poon Lim passou dias e noites tentando encontrar algum sinal de vida. Um navio ou avião que o salvasse, mas seu esforço se revelou vão. Uma noite, um avião passou no céu, se destacando contra o céu estrelado. Poon Lim rapidamente acionou o sinalizador, disparando para o céu. Um ponto brilhante iluminou a escuridão do mar. Mas em seguida caiu e se apagou. O piloto do avião nem sequer deve ter visto.

Novamente sozinho na escuridão da noite, Poon Lim dormiu com a cara na tábua de madeira.

O tempo foi passando, dia após dia, Poon Lim sentia que suas chances de ser resgatado com vida diminuíam. A àgua começava a escassear, o biscoito já acabava e não haviam mais sinalizadores. Poon Lim estava só.

Quando o biscoito enfim acabou, Poon Lim percebeu que teria que descobrir uma outra forme de se alimentar. Mas não havia nada além das parcas provisões que ele encontrou no bote. E a fome já começava a apertar.

No fim daquele dia, Poon Lim estava sentado no bote, olhando para o horizonte como sempre fazia. Seu olhar perdido voltava-se para lembranças de sua vida. Seu passado , sua infância. As namoradas…Uma lona!

Poon Lim Levantou. Estava vendo mesmo uma lona boiar a uns vinte e poucos metros do barco. Era uma lona naval. Típicamente, devia ser uma lona do próprio navio que afundou.
Sem pestanejar, Lin jogou-se na água e nadou o mais rápido que pôde até a lona.

Agarrou-se a ela. Era uma longa grandinha. Tentou nadar com ela de volta para o bote. Com certo esforço, conseguiu.

Com a enorme sorte do universo a abençoá-lo, Poon Lim usou a lona para improvisar uma pequena barraca no bote. Assim conseguia proteger-se do sol. Mas sorte mesmo foi descobrir que havia amarrada numa das pontas da lona uma corda. Uma corda arrebentada, mas era uma corda.
Naquela situação, Poon Lim não podia reclamar.

Durante a noite, Poon Lim amarrava a corda em seu pulso para que caso caísse do bote numa tempestade, ele pudesse voltar à embarcação.
Os dias continuaram a passar martiriosos, quando no auge da fome, Poon Lim resolveu pescar um peixe. Sem isca, sem linha, sem anzol.

A lanterna, a essa altura já sem função – pois não mais acendia – tornou-se um trunfo. Poon lin no melhor estilo Mc Guyver desmontou a lanterna, pegou a molinha que impelia as baterias e com ela fez um anzolzinho tosco. Com a corda do navio, ele arrancou com cuidado um fiapinho. Desenrolou o fiapinho e foi emendando vários destes até obter uma linha, onde amarrou o anzol.

MAs não havia nenhuma isca.
Então Poon Lim pulou na água e nadou em volta do bote em busca de alguma coisa, uma alga… Não achou nada além de uma minúscula craca colada no bote.
Poon Lim arrancou a craca do bote usando os pedaços da lanterna.
Naquela gosminha verde minúscula ele confiou sua vida. Ele TINHA que conseguir pescar um peixe com ela.

Depois de algum tempo lançando a linha na água, Poon Lim sentiu um puxão. Ele havia fisgado seu primeiro peixe!
Feliz, o chinês recolheu a linha com cuidado para que ela não arrebentasse.
Ali estava uma pequena sardinha.
Com ela, Poon Lim matou sua fome. Mas deixou alguns pedaços e vísceras para pescar outro peixe.

E assim os dias se passaram. A lona dava cobertura contra o sol inclemente durante o dia serviu muitas vezes para que o chinês recolhesse a água da chuva que usou para beber quando a água do galão acabou.

Por sorte, os peixes começaram a responder bem às tripas das sardinhas. E a grande sorte de Lin aconteceu quando um cardume enorme de peixes começou a passar acompanhando o bote. A pescaria ficara bem mais fácil, ao ponto de Poon Lin ter no bote mais peixes do que era capaz de comer.
Começou a colocar os peixes para secar ao sol, para momentos de fome ou escassez futura.

Lim dividiu o bote em áreas. Num cantinho, ele armazenava tripas e vísceras dos peixes para pescar. No outro, os peixes secavam ao sol e no outro ele “morava”.
O problema foi que as tripas começaram a exalar um enorme mal cheiro. O cheiro foi piorando cada vez mais ao ponto em que Poon Lim não aguentou mais e jogou boa parte do sangue e vísceras no mar.

O que pareceu a princípio uma boa idéia, revelou-se uma enorme estupudez.
O barco foi cercado por dezenas de tubarões. Os tubarões ficaram em volta do bote vários dias, e assim o peixe seco acabou. Poon Lim voltou à estaca zero de fome.
Se tentava pescar algum peixe, ao puxá-lo para o bote os tubarões o comiam. O medo de cair do bote aumentou sensívelmente também.

A fome voltou a assombrar o bravo chinês.

Lin não se abalou. Ficou durante um bom tempo molhando e sacudindo uma das tábuas que improvisavam um dos bancos do bote para retirar dali o prego que prendia a tábua na estrutura. Era um prego já enferrujado e torto, mas novamente, depositando toda sua confiança em seus parcos recursos, usando a própria tábua arrancada como martelo, Lin converteu o prego num novo e mais forte anzol.

Arrancando da corda mais e mais fios, trançou-s formando uma pequena – porém forte- cordinha, adequada para um anzol maior.

Só lhe restou uma última cabeça de peixe seco. Prendeu-a fortemente no prego e jogou no mar. Em menos de um minuto, um puxão muito forte aconteceu. Poon Lim pegava seu primeiro cação. Ao tirar o bicho do mar, ele se sacudiu como louco tentando morder tudo que estivesse à sua frente. Poon Lim ficou a pular com o bicho no bote. Mas ele deu cabo do tubarão quando meteu-lhe uma tábua em cima com toda vontade. Matou o peixe a pauladas. Ele conseguiu abrir o tubarão usando a tampa da lata de biscoito, que dobrada ( novamente no estilo Mc Guyver)virou uma afiada faca.
Por alguns dias, Lin se fartou comendo carne de tubarão. Passou a usar as latas para armazenar as tripas.

Numa noite, Poon Lim foi surpreendido por uma enorme tempestade Atlântica, que acabou estragando sua pouca água e comida. O vento em rajadas cada vez mais fortes quase arrrancou-lhe a lona do bote. Lim agarrou-se fortemente ao bote com medo de morrer.

Quando a tormenta finalmente passou, ele estava vivo. O bote quase destruído, cheio de água, mas ainda boiava e não havia mais nenhum peixe.
Ele começou a desidratar ao ficar varios dias sem beber um só gole de água.
Então Lim improvisou com a tábua e a lona uma cabana para proteger-se do sol. Como só haviam restado algumas tripas de cação dentro de uma das latas, Poon Lim jogou-as sobre a lona.

Para sua surpresa, desceu do céu um albatroz.
Com uma sede miserável, Poon Lim usou a corda para fabricar uma armadilha. Jogou mais alguns pedaços – os últimos do tubarão – e ficou esperando escondido sob a lona.
O albatroz voltou a pousar sobre armadilha.
Com um puxão, Lim prendeu numa arapuca a perna do albatroz, que morreu a dentadas.

O Chinês bebeu o sangue do Albatroz, que segundo o Gustavo que me contou esta história, estava muito, muito doce.

Algum tempo depois, voltou a chover e Lin recobrou sua cota de água doce.
Um dia, Poon lim acordou com um apito fortíssimo. Achando estar maluco, Lin viu de ante a ele um gigantesco cargueiro.

Feliz, achava que estava salvo, mas o cargueiro americano passou direto. Ele sabia que tinha sido visto, mas não o resgataram porqu ele era Chinês.
Lim quase desesperou-se ao ver o cargueiro, sua última oportunidade de salvar-se, sumir no horizonte.

MAis alguns dias depois de solidão, uns aviões também americanos passaram voando bem baixo. Deram duas voltas em torno do bote. Lin acenava e gritava o quanto podia.
Feliz, ele viu uma bóia de sinalização ser lançada de um dos aviões, que após a terceira volta, foram embora.

Lin ainda tntou remar com a tábua e com as mãos o bote para a bóia, mas ela havia sido arrastada pela correnteza para bem longe do mesmo. O esforço era inútil.
O tempo passou e uma tempestade naquela noite o afastou de vez da bóia de salvação.

No início, Lin contava os dias amarrando pequenos nós numa das cordinhas. Mas depois, decidiu que era mais prático contar o tempo através das luas cheias ao invés de dias.
Em 5 de abril de 1943 Poon Lim avistou a costa. Três pescadores Brasileiros encontraram o bote de Lin no mar, perto de Belém. Mas os pescadores eram tão pobres que tiveram que ficar com o náufrago Chinês por alguns dias no mar, pois só poderiam voltar para terrra com peixes.

Lim voltou com eles para o Brasil.
Durante o tempo em que sobreviveu ao naufrágio e à fome, 133 dias, Lim perdeu 10Kg mas ainda andava sem ajuda e estava forte quando foi encontrado. Ele ficou duas semanas em um hospital do Brasil até que o consulado britânico conseguiu que o mesmo retornasse a Inglaterra.

Posteriormente, Lin soube que apenas 11 dos 55 tripulates do seu navio sobreviveram.
O rei George VI condecorou-o com a Medalha do Império Britânico e a marinha britânica incorporou sua aventura nos manuais e técnicas de sobrevivência. Após a guerra, Poon Lim resolveu imigrar para os Estados Unidos mas a cota para Chineses havia sido esgotada. Porém, devido a sua fama de sobrevivente, os americanos lhe deram uma colher de chá e ele conseguiu a cidadania do Tio Sam.
Lim entrou para o Guiness book of records por ser o humano com mais tempo à deriva no mar.

Poon Lim teve vários filhos e netos, e só morreu septuagenário.
Sua frase ficou célebre: “Espero que ninguém tenha que quebrar este recorde”.</span>

È isso. Espero que tenha contado direitinho.
Para mais info sobre este cara, aqui tem um link.
E aqui mais um

Isso é o que eu chamo de ESTABACO

A foto do Arpoador

panoramicaArpoador A foto do Arpoador
Tirei esta foto domingo com a câmera nova. è incrível como mesmo num dia nublado o por do sol transforma a paisagem do Rio em uma bonita pintura.
Não teve Photoshop aqui, hein? Tava assim mesmo!

ROBOCOP AFRICANO

Incrível este video. Sensacional. Eu sei como dá um trabalho descomunal ( aliás, bem mais que descomunal, praticamente inadjetível) de fazer isso com este resultado.
Provavelmente algum trabalho para o contest de efeitos do CG talk ou algo do gênero.
Já imagino esse troço numa favela. Em vez do caveirão, imagino só uns trinta robôs desse pulando de um helicóptero pra invadir uma favela.
Clica porque é realmente impressionante.

Bichinhos de metal

ZVYtplZZ9v Bichinhos de metal
Muito louca essa galeria de bichinhos de metal.
Bons escultores.

Inri Cristo

inri Inri Cristo

A gente costuma ver o Inri Cristo em programas de auditório sensacionalistas, como GuGu e Ratinho, em entrevistas bizarras na Luciana Gimenez ou então sendo alvo de piadas bestas no programa Pânico na Tv.

Eu resolvi dar um pulo no site oficial do Inri Cristo para tentar marcar uma entrevista exclusiva com ele para o Mundo Gump.

Acabei ficando mais de uma hora lendo sobre a vida deste cara, que para meu espanto, é muito mais legal do que eu pensava.

Coisas que você certamente não sabe sobre o Inri Cristo:

1- Ele não sabe quem são seus pais biológicos. A parteira o entregou a dois alemães católicos que o criaram até os 13 anos.

2- Inri é circuncidado – o que levanta sérias suspeitas sobre os pais biologicos dele serem judeus.

3- Inri ( alega e matérias de jornais comprovam) efetuou milagres na França

4- Inri já morou por muito tempo no Copacabana Palace, bebendo e comendo do bom e do melhor, graças a consultas e previsões que fazia para a alta sociedade carioca e até deputados federais.

5- Inri viajou pela américa do sul seguindo uma ordem que el alega ser provinda do próprio Deus. Inri segue esta voz cegamente, mande ela o que mandar.

6- A voz mandou inri largar a vida boa no Copa e sair com a roupa do corpo para viajar o mundo. Assim ele fez.

7- Inri resolveu jejuar no deserto do Chile. Sem saber como era jejum, Inri ficou sem beber água. A voz apareceu de súbito e mandou Inri levantar-se. Ao levantar-se Inri teve um princípio de desmaio, e caiu de cara no chão, fraturando o nariz.

8- Depois de rodar pelas sete freguezias ( menos nos EUA, que vetaram a entrada de Inri no aeroporto)ele voltou para o Brasil e conclamou a população ( mais de 10.000 pessoas) para uma pregação em Belém do Pará

9- As pessoas foram, e depois de discursar e pregar sua verdadeira fé, Inri resolveu invadir o templo católico para mostrar que a Igreja católica romana não era o que Deus desejava.

10- A voz que Inri ouviu ordenou que ele subisse no altar e arrancasse nos sopapos o padre. Inri fez isso e também arrancou a imagem de cristo da cruz, sobre gritos de “Cristo, cristo, cristo” da multidão. O padre chamou a polícia, mas Inri seguindo o que a voz de Deus ordenava, acertou a cabeça do padre com um castiçal para impedir que ele subisse no altar, pois segundo a própria voz de Deus:
“É a hora da violência. Pega a vela, bate na cabeça dele, senão ele também vai subir no altar. E no altar, meu Filho, só tu podes subir!”

11- A tropa de choque chegou e carregou Inri preso.

12- Inri ordenou que os guardas andassem com o camburão a apenas 10 km por ora para que pudesse abençoar os fiéis.

13- Uma vez preso, Inri passou aperto na cadeia. Até que foi libertado por não haver nenhum crime grave contra a atitude dele. Considerada insana por motivos óbvios.

14- Inri Cristo é o nome oficial do cara. O nome consta nos documentos dele e tudo mais. A justiça concedeu-lhe o nome. Mas sem antes passar por uma briga na justiça federal sob uma acusação de falsidade ideológica que se arrastou por 15 anos.

Tá aí. Fica a dica. O site dele tá mais bonitinho agora. Antes era muito toscão.

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