Archive - agosto, 2006

Dona Pantera interneda

Tá aí a versão da Dona Pantera internada.
Onde essa porcaria vai parar? Vai acabar virando série na Tv. Se eu fosse dono da Rede Tv fazia uma série com ela. Tipo Weeds, mas só que bem mais escrachado.

“Eu me sinto uma musa cult.” A atriz de teatro Maria Alice Vergueiro se diz surpresa com o sucesso repentino do curta-metragem Tapa na Pantera, que se tornou em uma semana febre na internet. No vídeo, postado no site You Tube sem a autorização dos autores, a atriz interpreta uma senhora que fuma maconha há trinta anos, personagem por ela criado.

Do alto de seus 50 anos de palco e 71 de idade, Maria Alice Vergueiro diz que nunca teve tanto sucesso quanto agora. O curta-metragem, assinado pelos jovens cineastas Rafael Gomes, Mariana Bastos e Esmir Filho da Ioiô Filmes, foi assistido até esta segunda-feira por mais de 235 mil internautas. Para quem se identificou, mais está por vir. Os cineastas se preparam para filmar novas cenas com Maria Alice.

A atriz nega fazer apologia do uso da maconha, mas diz não a considerar uma droga pesada. “O grande problema é você vender, traficar, ter o comércio disso. Até porque, quando isso acontece, o fumo vem ruim, malhado. O ideal seria você ter uma hortinha”, diz ela entre risadas.

Também contou que os filhos e netos se sentem constrangidos com sua sinceridade no vídeo. Para ela, independentemente de o tema ser polêmico, o curta é um convite à liberdade contra a hipocrisia. Ela diz que a personagem é o avesso da figura de uma avó conservadora e relembra a sua infância.

Fonte: Redação Terra

Domingo também se come

Estavam acampados nos confins da amazônia fazia três meses. A barraca de palha era pequena e cheia de mosquitos que já acostumados com a fogueirinha permanente, insistiam em chupar-lhes o sangue.

Lá estavam dois homens. Irmanados na pinga trazida com eles. Um era Zé Carlos de Azevedo. O outro, Leonardo Silva Jardim. Ex-seringueiros, ganhavam a vida agora como garimpeiros.
Procuravam por ouro, diamantes e esmeraldas. O que aparecesse primeiro. Não aparecendo nada, iam mais adentro na floresta e armavam outro acampamento próximo dos igarapés.
A noite de sábado tinha sido fria. Na escuridão da floresta cheia de ventos e lamentos de pássaros da escuridão, gritos de macacos e corujas, os homens tomavam a cachaça e mascavam fumo. Os pedaços de um pintado assavam no fogo.

Já deitados nas redes, a fogueirinha acesa aos pés deles, combinaram de ir a um vilarejo, descendo um afluente de rio no dia seguinte para rezar na igreja e dançar num baile.

Raiou o dia rasgando a noite com fachos de luz que saíam por entre as copas das árvores.
Zé Carlos acordou vendo Leonardo em pé. Revólver na cintura. Facão na mão e o embornal de couro atravessando-lhe o corpo.

- Vai aonde compadre?
- Caçar.
- Mas hoje é domingo compadre.
- E daí?
- A gente ia na igreja…
- Ah, vou caçar.
- Mas domingo é dia de descansar. Deus fez o domingo pra descansar, compadre.
- Domingo também se come… – Disse Leonardo, virando-se para a mata e desaparecendo em meio a floresta.

Zé Carlos desceu da rede. Colocou a vasilha no fogo pra fazer um café.
Acendeu o cigarrinho e palha. Ficou ali alguns minutos pensando. Tomou o café e pensou se não era papel de homem, amigo, compadre acompanhar o parceiro na caça.
Levantou-se e pegou a espingarda. Ajuntou as coisas, recolheu as esteiras e as redes. Colocou um pedaço de rapadura no embornal, pólvora e partiu no rastro de Leonardo.

Zé Carlos andou pela mata por horas, sem encontrar o amigo. Havia perdi-se dele. Leonardo era hábil caçador. Caçar havia virado seu passatempo dos domingos. Leonardo estava há semanas chamando Zé Carlos para caçar com ele nos domingos, mas ante a reticência do colega em fazer tamanho trabalho num dia reservado por Deus para descansar, este ia sozinho ainda que contrariado.

Zé Carlos andava em círculos pela mata, subia colinas e escalava escarpas de roche agarrando-se em raízes sem encontrar a trilha do colega.
Estava a esgueirar-se entre os troncos grossos de uma árvore que crescera numa pedra coberta de líquens de todos os tipos, quando Zé ouviu os berros mais medonhos que jamais ousou imaginar.

Os gritos engargarejados e guturais encheram sua alma de pavor. Zé sentiu um arrepio subir pela coluna, gelando-o na alma. Passou a mão na espingarda e pôs-se a deitar entre o tronco e a rocha úmida. Ficou a espreita do que fosse. Os gritos continuaram.
Zé ficou no alto, sobre a pedra como estátua, sem se mexer, oculto pelas gramíneas e musgos para ver o que era. A arma em riste. A mira feita.

Os berros foram-se fazendo ouvir cada vez mais perto. E a cada grito Zé contraía mais a arma contra o peito. A tremedeira aumentava com o barulho. E ele enfim começou a rezar em pensamento. Pedia para aquilo acabar logo. Mas os ruídos aumentaram.

Foi quando Zé Carlos de Azevedo viu com os próprios olhos algo que nunca pessoa alguma havia testemunhado e saído viva para contar. Era um espetáculo horrendo que quase o pôs louco de tamanho pavor.

Ali, diante dele, num plácido igarapé a sombra da floresta surgia o MAPINGUARI.
Mapinguarí era um macacão peludo de mais de quatro metros de altura. Peludo com fiapos pretos nojentos, emplastrados de sangue e ainda tinha duas pernas que mais pareciam troncos retorcidos para trás de uma forma estranha.

Cambaleava com os pequenos e musculosos braços segurando uma carcaça humana. Era Leonardo, seu pobre companheiro de barraca. Morto esfrangalhado ainda gotejando sangue. Os intestinos pendurados como uma corda que ia até a grotesca boca da criatura cheia de dentes cerrados em fileiras.

O monstro com as unhas grossas como as de uma onça arrancava pedaços do desgraçado infeliz e jogava-os na bocarra escancarada e rasgada do que deveria ser um tipo de nariz disforme até o meio da barriga. Não há maneira correta de descrever o horror que era o Mapinguari senão compará-lo a uma boca gigante cheia de dentes coberta com pelos pretos compridos e dois braços musculosos com garras afiadas e pernas retorcidas de dinossauro.
O ser ficou ali, parado no igarapé comendo o compadre de Zé Carlos, quando subitamente falou sozinho.

Zé não pôde conter a surpresa de ver que o bicho falava. Mas ainda mais impressionante foi o que o monstro falou com sua inconfundível voz gutural como que saída de um inferno:

- Domingo também se come…

E entrou novamente na floresta densa, sumindo ante as folhagens, rindo seu riso maldito em meio a ruídos gorgolejantes.

FIM

Gostaram? Essa é minha contribuição ao Dia do Folclore. Eu adoro os monstros do folclore brasileiro. Riquíssimo, vastíssimo, com milhões de seres incríveis.
Mas só se fala nos mesmos. Chega de Saci.
Esta história é uma adaptação que eu fiz de uma lenda original do Mapinguari amazônico, coletado e publicado pela primeira vez em 1928 por José da Silva Campos e posteriormente republicado pelo Câmara Cascudo em “Geografia dos Mitos Brasileiros”.
É interessante notar a estrutura moral do mito, que ( na grande maioria das lendas referentes especificamente ao Mapinguari) trata da panea pela renegação da igreja e do descanso dominical, bem como a função estrutural do ser como uma defesa da natureza ante a um caçador. Nesta estrutura, vemos o Mapinguari, Caipora e o Curupira. Todos membros de uma mesma família mitológica.

ELES QUEREM O SEU VOTO

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brasil6c ELES QUEREM O SEU VOTO

Pulo sinistro e outras sinistrices

Interessante o que aparece quando você procura no Youtube a palavra “sinistro”.

Caraca, nego não tem medo de morrer mesmo.

Mas olha só este túnel. Caramba, parece mais um túnel para o cemitério.

E pra fechar tem esse que eu gostei bastante. Chama ELEVADOR SINISTRO
É um curta metragem universitário com suspense e um (infelizmente) rápido toque de erotismo. A trilha sonora é ótima.

A campanha publicitária mais cretina de todos os tempos

Eu não queria falar de política, mas ligo a televisão praa relaxar, ver alguma dessas besteiras que fazem a gente perder tempo e esvaziar a mente e me pego perplexo ante a uma propaganda da justiça eleitoral.

A propaganda de praxe, que incentiva as pessoas a votarem conscientemente e tal.
Mas no final:

“O BRASIL É TÃO BOM QUANTO O SEU VOTO”

Ah, meus amigos. Que raiva. Que gosto amargo na boca. Que vontade de comprar uma arma e sair por aí atirando nesses filhos da puta corruptos.
A justiça eleitoral trepudia sobre minha sensação de desconforto com meus representantes políticos, dizendo que a culpa dessa merda do caralho que está aí é MINHA!
É mais ou menos assim:
Tá uma merda? Então é uma merda tão boa quanto o MEU VOTO.
Então a culpa é de quem?

Do povo. Bonito esse jogo de pôr a culpa no povo. O povo elegeu o Lula, um sujeito que por obra do destino, não tivera condições de alçar mais que o primeiro grau, e mesmo assim, com toda dificuldade chegou a presidência de sindicatos, aposentado por invalidez por ter amputado o dedo mindinho, virou político profissional, disputando a presidência sucessivamente até ganhar.

Lula representava o desejo do povo, da classe humilde de ascender socialmente. Mas como Lula explica a declaração de bens onde ele alega possuir uma fortuna de 3 MILHÕES DE REAIS?
Vocês não acham que um torneiro mecânico sem segundo grau, apenas sendo sindicalista e deputado federal consegue construir uma fortuna dessa magnitude honestamente, acreditam?

Agora eu pergunto. O povo elegeu o lula pra roubar? Não, o povo elegeu o Lula para lutar pelo que ele prometeu. Lula traiu o povo já na campanha, aliando-se ao que ele alegava exterminar. Lula governou para si, em prol do interesse financeiro próprio. O povo foi enganado por uma quadrinha especializada. Colocaram um fantoche no poder e a gatunagem rolou solta. A culpa é do povo? O povo, meus amigos, é a vítima maior.

A justiça eleitoral tira o corpo fora, jogando a culpa no eleitor, enquanto ela não impugna a candidatura de safados e suspeitos de vários crimes como os do listão já publicado aqui no Mundo Gump.
Quem dera se a realidade fosse simples como a justiça eleitoraal faz ou quer fazer parecer.
Além do voto de cabresto, o voto dos ignorantes, o voto em troca de assistencialismo, o voto em qualquer um, o voto no cara do panfleto dado na boca de urna e o voto no cara que o pastor mandou, está a distorção suprema do sistema democrático:
O VOTO PROPORCIONAL.

Pouco se fala sobre isso. Talvez porque convenha a muitos deixar o aspecto do voto proporcional como algo complicado e alheio ao que o povo deve saber.
Basicamente, o voto proporcional é formado pela combinação da legenda partidáriaa, coligações e sobras eleitorais, que infla os candidatoscom votos que a grosso modo não deveriam ser para eles. dessa maneira, o que temos é o quadro astapafúrdio de hoje, com APENAS 33 dos 513 deputados federais eleitos com os próprios votos. O resto todo, nada menos que 480 deputados estão lá no vácuo de legendas! Sem voto direto pra eles.
Então, como é que pode a justiça eleitoral vir dizer com tamanha disfaçatez que o Brasil é tão bom quanto o meu voto?
Eles tinham que mudar isso para “O Brasil é tão bom quanto a competência da justiça eleitoral”.

Quando se elege um candidato, ele tem a função de representar os interesses dos que votam nele. Mas candidatos que ganham na malandragem do voto proporcional devem respeito ao eleitor? Não.

O fato triste dessa história é que ao que parece aa primeira vista, não há solução. Severino Cavalcante, Jader Barbalho, Paulo Maluf, Valdemar Costa Neto, João Magno, Ney Suassuna, Professor Luizinho, Pastor Amarildo e tantos outros, como Palocci, Genoíno e etc estão candidatos na cara-dura. E a grande maioria vai entrar no senado e na câmara pelo buraco do esgoto. Como convém aos ratos.

Dando um gás no teu windows – computador mais rápido

Talvez você tenha este problema. teu windows tá lentaço, os programas demoram pra fechar, o windows demora mil anos pra desligar, tá pesado… Não roda os jogos direito, etc.

Então pode ter “N” motivos, mas o principal deles é que o Windows é desorganizado pra cacete. Sempre foi. E gera milhões de lixinhos pelo sistema operacional afora. Com o passar do tempo, os lixinhos vão pesando mais e mais e a máquina fica leeeenta demais.

Uma das soluções mais cavalas é dar um format e reinstalar tudo de novo. Mas se vc não tá afim de passar dias fazendo backup dos teus dados precisos, esta dica pode te ajudar:

Portinho é um programinha que ajuda bastante a acelerar o windows. O que ele faz é limpar a lixarada, desobstruir as vias respiratórias do windows e arrrancar coisas inúteis da inicialização. ( você que decide o que vai tirar) Permite também tirar as porcariadas que vão se instalando na inicialização que não prestam para nada além de atravancar a máquina e beber sua memória ram, matando aos poucos seu computador como um câncer.

A outra dica é este PDF que eu achei ótimo, que ensina um monte de ações para melhorar a performance do seu XP. Sobretudo porque ensina a ganhar mais velocidade na banda da internet e também usar 100% da memória física nos programas ( que assim funcionam MUUUUITO mais rápido)

Tá aí a dica.
Lembrando que é recomendável fazer um ponto de restauração na restauração do sistema antes de se aventurar a estripulias no registro do windows. Se tiver dúvidas se deve ou não deletar alguma coisa, NÃO DELETE. E peça ajuda a alguém que sabe mais que você em caso de dúvida.

O Vômito – Episódio I ( uma história real)

Esta é uma história real. Não aconteceu comgo, pois vocês sabem que eu não tenho a menor vergonha de contar essas merdas que me acontecem. Mas como eu tô de bobs aqui enquanto os computadores renderizam um comercial que tá encalacrado, vou contar procês.

Edu tinha ido numa conferência. A conferência acontecia num famoso ( e caríssimo) hotel do Rio. Quando ele chegou no hotel, as palestras não haviam começado ainda. Estava aquele clima de início de coisa chata, sabe como é? Aquelas mesmas pessoas, os risinhos amarelos, as perguntas de sempre.
Entre um papo chato e outro, o garçom chegava com uns canapés. Dali a pouco vinha outro com umas bebidinhas, coquetel de frutas e tal.
Foi quando chamaram para o salão que iria começar a apresentação.
Todos pegaram seus lugares, e entre eles, Edu.
Quando ele sentou, sentiu que estava meio estranho. Suava frio. A nuca meio melada.
O canapé não tinha caído bem.
E tome apresentação. Transparências, power point que não acaba mais.
O enjôo ddo Edu ficando pior. Ele começou a ficar meio pálido.
E tome apresentação, abre pra perguntas, começa um debate, resvala na política, surgem duas, três opniões diferentes, a mesa começa a debater…
Edu tá vendo tudo rodar.
Então ele saca que tá na hora de ir lá no banheiro chamar o Raul.
Ele sai discretamente, sai da sala de apresentações e vai na direção do banheiro, mas tá tudo rodando na cabeça dele. O enjôo, o som começa a parecer sair de dentro de uma caixa em baixo d´água…
Não dá pra chegar ao banheiro. Edu vomita no corredor, bem do lado da sala de apresentações. Olha para um lado, para o outro. Ninguém.
Sem testemunhas, ele sai tranquilamente como se nada tivesse acontecido.
Vai até o banheiro, joga uma água no rosto.

Edu é assim. passou mal vomita logo e tão logo sai o canapé do capeta ele volta a ficar bonzinho. Como se nada tivesse acontecido. Quisera eu ser assim. Se eu vomito – e quando vomito, porque prefiro passar mal a noite toda a vomitar – é caso pra mais de dois dias me recuperando.
Mas ele vomitou legal, era uma gororoba meio creme com pedaços boiando numa pocinha de vodka.

Voltou como se nada tivesse acontecido e assistiu atentamente as apresentações. Ainda fez até perguntas.
Terminadas as apresentações, ia ser servido o jantar. Jantar chique para todos os presentes.
Foi quando aconteceu um barulhão. Todos se entreolharam. Parecia uma explosão.
Na enorme parede de blindex da sala de convenções do hotel, que dava para o corredor, estava o anfitrião do evento, o presidente de uma importante companhia estatal. De cabeça para baixo. Caído no chão com as pernas para cima.
Escorregou no Vômito de Edu. Caiu estatelado no chão.
Edu fez que não era com ele e ainda comentou como é perigoso esses garçons que derramam a bebida no chão com o cara do lado.

Fim da parte I

Nota de falecimento: Chupacabras comeu capim pela raiz!

Pois é. Como adepto e interessado em ufologia já li muita coisa a respeito do chupacabras.
Chupacabras é um mito originário da américa central que virou uma nova mania se espalhando no final dos anos 90 e até hoje por toda a américa do sul e do norte.
Teoricamente o suposto chupacabras seria uma criatura semi-humanóide, que aparece de noite para chupar o sangue de animais. ( daí seu nome)
De fato, existem situações intrigantes que envolvem mutilações de animais.
Em alguns casos que tomei conhecimento, os animais aparecem mortos no dia seguinte. Todos aparentemente sem sangue. Quando são aves, não há sinal algum de luta, como penas ou sangue espalhado pelo local. O mais bizarro são os casos em que os animais são reagrupados, como gansos que aparecem agrupados em linha, de um lado machos, do outro fêmeas.
Passa das centenas de pessoas que relatam terem visto uma criatura com asas sob os braços uma língua comprida e dois olhões vermelhos arregalados.
Não demorou para que a criatura fosse elencada no campo das bestas míticas onde figuram os alienígenas, e a partir daí mil e uma idéias envolvendo de pesquisas genéticas extraterrenas a seres de outras dimensões pipocaram tentando explicar a origem do estranho ser.
chupacabra Nota de falecimento: Chupacabras comeu capim pela raiz!
No último encontro nacional de ufologia em que eu fui, houve uma palestra muito interessante sobre um pesquisador que tentou registrar o tal do chupacabras. Pra isso ele construiu uma gaiola de alumínio reforçado e aço. No interior da gaiola que fechava igual uma ratoeira estavam as iscas. No alto de uma árvore ele colocou uma câmera para registrar o animal em ação.
O problema todo é que o bicho destroçou a câmera primeiro e só depois arrebentou a gaiola como se fosse de papel.

Então olhando no blog do Véio Rosa eu vi uma notícia do Terra onde o chupacabras teria sido encontrado morto, atropelado por um carro.
Veja a foto do bichinho feliz aqui:

chupa%20cabra%201 Nota de falecimento: Chupacabras comeu capim pela raiz!
Eu assumo que se encontrasse um treco desses morto eu chamava o fantástico pra contar como matei um lobisomem. Mas as fotos revelam traços canídeos claros. Veja:

383964 3574 ga Nota de falecimento: Chupacabras comeu capim pela raiz!Não bate com os relatos. Não tem olhão vermelho, nem asas sob os braços, nem bracinhos de dinossauro ou os espetos nas costas. NEm a cauda de réptil. Muito menos uma prosbócide chupadora de sangue a sair de dentro da boca cheia de dentes.
O bicho foi achado na beira de uma estrada num cantão da cidade de Turner, no estado do Maine, nos EUA por essa mulher:
383963 9561 ga Nota de falecimento: Chupacabras comeu capim pela raiz!Porra! Olha só a fuça! É o chupacabras! É ela!!!
A mulher é muito feia, malandro. O nome dela é Michelle O´Donnell.
Nâo precisa ser muito esperto pra saber que isso é mais um snesacionalismo barato e que o bicho nada mais é que o resultado do cruzamaneto de um lobo e um cão.
O mistério do fenômeno do chupacabras continuará.

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