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Categorias – acabei
Finalmente consegui abrir cada um das cerca de cinco centenas de posts desse blog. Deu um trabalhão danado, mas agora fica fácil de escolher o que você quer ver. Fica fácil também de não perder posts antológicos como aquele da solitária. Nem aquele do ônibus ou aquele em que olhei na cara da morte.
O umbigo do mundo
Categorias no Mundo Gump
Talvez vocês não saibam, mas o blogger, onde está hospedado o mundo gump não permite um gerenciamento inteligente da informação, dividindo por categorias.
Musa da MPB
Com satisfação apresento aos meus amigos a mais nova musa da MPB. COM VOCÊS, MARLI! E seu sucesso mundial: BERTULINA! Ok, vcs devem estar achando que é sacanagem. Não, não é. O bizarro é que essa parada é séria. Marli é uma cantora mesmo, e esse é o clipe da musica Bertulina, de trabalho do primeiro disco dela. O segundo clipe também aclamado pelos fãs é o Linha direta.
Cadê o Burguer King??
Roubei do blog do fred esse comercial do Burguer King. è um típico comercial americano e a primeira vista pode até parecer que é Nova York. Mas calma aí!!!! As locações são Av. Rio Branco, Metrô da Cinelândia, e ponte Rio Niterói. E eles jogam o carro pertinho de onde eu trabalho… EU QUERO UM BURGUER KING NO RIO!
Contos do Mundo Gump ( para Fred)
Este é o post para o Fred, que me propôs a imagem aí ao lado para os contos do mundo gump. Então eu resolvi fazer uma parada na linha poética pra não ficar só na prosa. Relembrando meus tempos de mago, quando eu seguia manuais de alta magia e me metia em círculos mágicos para enfrentar coisas que se eu contar vocês não vão acreditar. Não é muito comum fazer poesia para defunto, mas lá vamos nós. A CASA E O MAGO A lua subiu no céu O portão se abriu De uma casa abandonada Largada ao léu Um homem surgiu
Ele passou pelo jardim No meio da escuridão Árvores secas e ruínas Jogavam as sombras no chão
Na porta velha de madeira Ele viu a inscrição pintado com a mão, em sangue, uma caveira Empurrou a porta e entrou Na sala vazia Um ruído escutou Uma risada de agonia Não havia ninguém na casa Senão seu morador Uma alma perdida Gemendo sua dor O homem traçou no chão Com uma pedra de carvão Um circulo de proteção Das escadas surgiu a fumaça Direto da sepultura E um cheiro de desgraça Veio com a criatura O homem abriu o livro Que trazia consigo Conjurou os quatro ventos Em busca de abrigo O vento soprou na sala fechada E ele que estava no pentáculo Viu a criatura assombrada Estendendo-lhe o tentáculo Do tentáculo de fumaça Saiu um ser horrendo Uma forma de carcaça Ainda se movendo Estendeu os dois braços Tentando lhe agarrar O homem agachado conseguiu escapar E sacando a espada Apontou para a criatura Da ponta um brilho fraco Virou uma fagulha O espírito gritou Como possuído E a nuvem se agitou Num vôo sem sentido Tragado pela luz Sem ter como escapar Do brilho da espada Num ritual de assombrar O morto já se ia Quando o mago apontou O livro dos mortos E então ele voltou O morto estava dominado Pela vontade do mago A criatura bestial Era agora seu escravo O mago ordenou Empunhando a espada Que a criatura aguardasse A hora certa que chegava O ser acenou Numa certa reverência Na fumaça se embrenhou Saindo com imponência A sala antes escura Era clara como o dia Tornou a apagar E ficou quase vazia O mago se moveu O livro guardou, As horas viu, A espada escondeu, O círculo deixou, E então, saiu. FIM
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