Archive - julho, 2006

Categorias – acabei

Finalmente consegui abrir cada um das cerca de cinco centenas de posts desse blog. Deu um trabalhão danado, mas agora fica fácil de escolher o que você quer ver. Fica fácil também de não perder posts antológicos como aquele da solitária. Nem aquele do ônibus ou aquele em que olhei na cara da morte.

O umbigo do mundo

oumbigodomundo8vm O umbigo do mundo
Enviado pelo meu primo Guilherme, este é um PPS impressionante sobre o maior buraco feito pelo homem no planeta até hoje. Tudo para caçar diamantes.
É um buracão responsa. Me lembrei aquele áudio que a Folha da Universal divulgou como sendo uma gravação do inferno captada por sismólogos no interior de uma mina de carvão… Vou tentar achar isso pra colocar aqui, hehe.
Enquanto isso não acontece, fiquem com estas belas imagens do buracão. No Pps tem outras ainda mais incríveis.

O PPs está aqui.

Categorias no Mundo Gump

Talvez vocês não saibam, mas o blogger, onde está hospedado o mundo gump não permite um gerenciamento inteligente da informação, dividindo por categorias.
Eu ralei um pouco a mufa e acabei descobrindo um jeito de fazer isso isando o de.licio.us, que é um sistema de bookmark virtual.
Então a boa notícia é que agora os leitores que só gostam de ver bizarrices vão poder acessar apenas este conteúdo, bem como os que gostam de ler os casos escalafobéticos que acontecem comigo, terão acesso mais fácil a estes posts.
Bom, a parte chata fica pra mim, que terei que reorganizar toda essa informação, trocentos posts em tags de categorias.
Eu farei isso durante este mês. Espero que em breve todo o mundo gump já esteja devidamente categorizado.
O funcionamento é simples, os posts com mais conteúdos aparecem descatados e maiores do que os com menos conteúdo. É uma maneira fácil e visual de referenciar o conteúdo em uma nuvem de dados.

Cão do Raul

raulzito1vw Cão do Raul
Se o Raul Seixas tivesse um cachorro, devia ser esse.

Musa da MPB

Com satisfação apresento aos meus amigos a mais nova musa da MPB.
Esqueça Maria Bethânia, Gal Costa, Elis Regina, Clara Nunes…
Tem sangue novo no pedaço.

COM VOCÊS, MARLI! E seu sucesso mundial: BERTULINA!

Ok, vcs devem estar achando que é sacanagem. Não, não é. O bizarro é que essa parada é séria. Marli é uma cantora mesmo, e esse é o clipe da musica Bertulina, de trabalho do primeiro disco dela.
O mais intrigante é o lance: ” A morte é uma vaca preta”
Mais lacônico e misterioso só lost!

O segundo clipe também aclamado pelos fãs é o Linha direta.

Joguinho do Zidane

Cadê o Burguer King??

Roubei do blog do fred esse comercial do Burguer King. è um típico comercial americano e a primeira vista pode até parecer que é Nova York.

Mas calma aí!!!!
É O RIO DE JANEIRO! Av. Rio Branco! E simplesmente Não tem burguer King ali!
Eu passo bem na frente da loja de celular que funciona onde está este burguer king da propaganda. Como é que pode??

As locações são Av. Rio Branco, Metrô da Cinelândia, e ponte Rio Niterói. E eles jogam o carro pertinho de onde eu trabalho…
Isso não é propaganda enganosa?

EU QUERO UM BURGUER KING NO RIO!

Contos do Mundo Gump ( para Fred)

ghost Contos do Mundo Gump ( para Fred)

Este é o post para o Fred, que me propôs a imagem aí ao lado para os contos do mundo gump.

Então eu resolvi fazer uma parada na linha poética pra não ficar só na prosa. Relembrando meus tempos de mago, quando eu seguia manuais de alta magia e me metia em círculos mágicos para enfrentar coisas que se eu contar vocês não vão acreditar. Não é muito comum fazer poesia para defunto, mas lá vamos nós.

A CASA E O MAGO

A lua subiu no céu

O portão se abriu

De uma casa abandonada

Largada ao léu

Um homem surgiu

Ele passou pelo jardim

No meio da escuridão

Árvores secas e ruínas

Jogavam as sombras no chão

Na porta velha de madeira

Ele viu a inscrição

pintado com a mão,

em sangue, uma caveira

Empurrou a porta e entrou

Na sala vazia

Um ruído escutou

Uma risada de agonia

Não havia ninguém na casa

Senão seu morador

Uma alma perdida

Gemendo sua dor

O homem traçou no chão

Com uma pedra de carvão

Um circulo de proteção

Das escadas surgiu a fumaça

Direto da sepultura

E um cheiro de desgraça

Veio com a criatura

O homem abriu o livro

Que trazia consigo

Conjurou os quatro ventos

Em busca de abrigo

O vento soprou na sala fechada

E ele que estava no pentáculo

Viu a criatura assombrada

Estendendo-lhe o tentáculo

Do tentáculo de fumaça

Saiu um ser horrendo

Uma forma de carcaça

Ainda se movendo

Estendeu os dois braços

Tentando lhe agarrar

O homem agachado

conseguiu escapar

E sacando a espada

Apontou para a criatura

Da ponta um brilho fraco

Virou uma fagulha

O espírito gritou

Como possuído

E a nuvem se agitou

Num vôo sem sentido

Tragado pela luz

Sem ter como escapar

Do brilho da espada

Num ritual de assombrar

O morto já se ia

Quando o mago apontou

O livro dos mortos

E então ele voltou

O morto estava dominado

Pela vontade do mago

A criatura bestial

Era agora seu escravo

O mago ordenou

Empunhando a espada

Que a criatura aguardasse

A hora certa que chegava

O ser acenou

Numa certa reverência

Na fumaça se embrenhou

Saindo com imponência

A sala antes escura

Era clara como o dia

Tornou a apagar

E ficou quase vazia

O mago se moveu

O livro guardou,

As horas viu,

A espada escondeu,

O círculo deixou,

E então,

saiu.


FIM

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