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Ladyhawke
Eu ia escrever alguma parada aqui, algo sobre os filmes atualmente em cartaz, mas então meu windows media player começou a tocar “Love Theme – Ladyhawke” e acabei sendo teletransportado. Voltei para o passado, quando vi pela primeira vez um filme sobre um homem que amava linda uma mulher, mas eles não se encontravam nunca, pois de manhã ela virava um falcão e a noite quando ela ficava humana, ele virava um lobo… Quando um deles estava na forma humana, nunca conseguia ver o outro, que estava na forma animal. Vocês conhecem Ladyhawke o filme? Um clássico da Sessão Aventura, que passa quase todo ano na Globo, SBt e etc. No Brasil ele tem outro nome, não menos legal: Realmente devo reconhecer que é uma obra prima. O filme tem uma história sensacional. Perfeito para dar uns beijnhos no cinema, graças a sua base romântica. Também uma fotografia bem maneira, efeitos legais, dinâmica e personagens com certa profundidade, algo um tanto incomum nos filmes hollywoodianos. A trilha sonora é bem legal mesmo, que parece meio pop, meio antigo. A trilha é do Alan Parsons Project. Eu acho que Ladyhawke é mais ou menos do mesmo ano de Highlander ( o um, único que de fato presta) e ambos fazem um par de filmes antigos porém inesquecíveis pela temática incrível porém arquetípica. Foi um período interessante do cinema. Se por um lado Highlander nos leva a sonhar com a imortalidade, um desejo básico do ser humano de suplantar a inexorável sombra da morte, Ladyhawke nos leva a sonhar com a libertação de uma maldição: a transformação humana em animais, presente na maior parte das culturas e mitos do nosso planeta como castigo e punição divinas. Punidos pelo amor. Uma estrutura narrativa tão clássica quanto pode ser Romeu e Julieta ou mesmo Adão e Eva. Vale a pena. Soube outro dia que saiu numa dessas revistas vagabundas de DVD o filme. Pena que não vi na banca, pois eu compraria na hora. Bem, sem mais o que falar, este post acaba aqui.
Hajime Sorayama
Basta uma olhada nos trabalhos do Sorayama para embasbacar qualquer marmanjo com as mulheres absolutamente lascivas e convidativas para toda forma de sexo passível de ser imaginada. O trabalho dele se destaca com os temas de mulheres robôs cromadas, mulheres espaciais, temas míticos e etc.
Olha o nome do infeliz!
Depois de duas décadas de vergonha, o pai de um vietnamita concordou em mudar o nome do seu filho Mai Phat Sau Nghin Riou, que em português significa “Multa de Seis Mil e Quinhentos”. Mai Xuan Can, pai do jovem, deu o nome ao filho em função da multa de 6,5 mil dong para casais que têm mais que dois filhos.
Palíndromos – cultura inútil
Palíndromo, é quando você consegue usar os neurônios e cria uma palavra ou frase que lida de trás para a frente dá o mesmo resultado. É algo bem difícil de bolar. “A babá baba” “A cara rajada da jararaca” “A dama admirou o rim da amada” “A grama é amarga” “A mala nada na lama” – Millor Fernandes “A miss é péssima!” “A pateta ama até tapa…” “A porta rangia à ignara tropa” “A rara arara” “A sacada da casa” “Acata o danado… e o danado ataca!” “Ama fama? Vê lá, leva má fama!” “Ame o poema” “Amada Auressandra, luz a azular dna’s, sê rua à dama” “Amada dádiva, a luz azula a vida da dama” “Amora me tem aroma” “Ana me rola, calor emana…” “Ana, case, esse é sacana” “Anilina, mussum, arara, somos, iriri, esse, oco, ata” “Asnos levam a amável sonsa” “Assim a aluna anula a missa” “Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta” – Chico Buarque “Ave veloz o leve. Vá!” “É a mateira Marieta mãe?” “E assim a missa é” “E telas eram usadas à caneta até na casa da Sumaré, Salete!” “E temo-a no caso: no saco não mete” “E vou ao Batata Boa, ouve?” “Ias em missa? Logo o gol assim me sai…” “Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na Moda da Romana: anil é cor azul” “Marujos só juram” “Me vê se a panela da moça é de aço, Madalena Paes, e vem” “Morram após a sopa marrom” “O caso da droga da gorda do saco” “O medo do certo é o treco do demo” “O pó de cocaína mata maníaco cedo, pô!” “O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro” “O terrível é ele vir reto” “O teu drama é amar dueto” “Oto come mocotó” “Roda esse corpo, processe a dor!” “Roma me tem amor” “Roma mês sem amor.” “Salta o Atlas” “Saúda e paga o ágape a duas” “Sem o cu, tu comes?” “Sem o dote, é todo mês” “Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos!” “Somar ramos.” “Zé de Lima, Rua Laura, Mil e Dez.”
Notícia típica do Mundo Gump
Olha só esse caso:
BOm, aí acharam finalmente a velha. Viva. SÃO PAULO – A espanhola Violeta de Carvalho Martinez, de 70 anos, se apresentou ao 15º Distrito Policial, na tarde desta segunda-feira, no Itaim Bibi. Os policiais vão ouvir o depoimento da senhora, que estava desaparecida há pelo menos quatro dias. Os vizinhos informaram à polícia que a idosa não era vista há pelo menos quatro dias. Não adianta. Por mais que eu tente inventar histórias criativas, a realidade se prova superior a qualquer idéia mirabolante.
De pirar o cabeção
Duas notícias escalafobéticas: Pesquisadores da Universidade de Plymouth criaram um sistema de criação de música baseado nas ondas cerebrais de um usuário qualquer. É eu também não entendi direito até ver este video:
E a outra é esta incrível interface homem/máquina usando apenas o cabeção!
Disco de 5 TERABYTE!
Cinquenta mil gigabyte. Os discos serão feitos com um tipo de proteína extraído de um micróbio chamado halobaterium slinarum — também conhecido como bateriorhodopsin (bR). As proteínas capturam dados através da luz em uma maneira natural. A luz é então convertida em energia química, com uma série de moléculas intermediárias que são únicas. As moléculas retornam então a um estado conhecido como “ground state”, onde a mudanças químicas em cada uma passam a afetar todas. O Professor Renugopalakrishnan conseguiu modificar a proteína do DNA do micróbio de modo que o estado único ou estado intermediário possa durar anos ao invés de durar horas. Com isso foi possível considerar o “ground state” como 0 e o estado intermediário como 1. Renugopalakrishnan ( ô nome difícil, sô) disse que as proteínas aplicadas aos discos de DVD convencionais permitem gravar dados em grandes volumes. Até agora, o professor diz que os discos baseados na proteída do micróbio de nome estranho podem armazenar até 20 vezes amis dados que as mídias de Blu-ray. Nas versões futuras, os discos poderão ultrapassar os 50TB de dados. O professor Renugopalakrishnan acredita que a tecnlogia que ele descobriu irá estender os limites da tecnologia de gravação magnética. Mais detalhes aqui ( em inglês) Haja joguinho, malandro.
BOX Free
Espaço é sempre bom, né?
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