Merdas da minha vida

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 8:30 pm

Vocês que já comemoravam achando que acabou, lamento. Ainda tem muita história bizarra pra sair aqui. O problema com algumas dessas aventuras é que tenho que esperar certas pessoas morrerem para contar, hehe.

Mas eu tava aqui lembrando momentos em que aprontei verdadeiras cagadas daquelas que só se vê em filmes de comédia-catástrofe.

Saca só:

Há um garoto vindo na esquina.
Sou eu. Eu tenho agora exatamente sete pra oito anos. Estou usando um shortinho e uns clássicos kichutes.
Volto do bar do Délcio. Fui comprrar Banda. Banda é o nome de uma bala que vem num papel enceradinho. O gosto é de algo mais artificial que o Q-suco, se é que isso é possível.
É uma banda de uva. Estou com quatro delas na boca, tentando mastigá-las lentamante, aproveitando acda segundo daquela maravilhosa sensação. Tentando criar cuspe suficiente para simular suco de uva…
O tempo está bom. Faz sol. Hoje é domingo. Domingo de sol e eu sem nada pra fazer. Estou de férias na minha avó em Três Rios. Isso significa que minhas preocupações agora se resumem a apenas seis:
1- Andar de bicicleta
2- Bater o récorde em voltas no quarteirão
3- Brincar de pique-esconde com a Claudinha e o pessoal da rua
4- Passear com meu vô
5- Ver o programa do Bozo. ( principalmente o Johnny Quest e MyThor)
6- O triste final das férias que se aproxima a galope

Estou voltando contente porque daqui a pouco vai ter um churrasco. Adoro churrasco.
No caminho, começo a observar uma árvore que tem na frente da casa do vizinho que fica ao lado da casa da minha avó.
Na rua é uma árvore clássica já. Enorme, antigaça. Eu acho ela legal porque é uma árvore velha e morta. Altíssima. No meio dela há um enorme oco.

Eu fico olhando aquele oco… TEnto me inclinar para ver até onde vai, mas é escuro lá dentro. Uma idéia me ocorre.

Depois do churrasco, meus pais vão dormir. Meus avós também e sobra aquele tempo para andar de bicicleta.
Então eu ponho em ação meu plano.
Pego o jornal de domingo. O jornal inteiro. Embolo ele e vou colocando lentamente no interior da árvore. Folha por folha. O oco vai enchendo, enchendo. Até que não há mais nenhum espaço vazio.
Volto na casa da minha avó e pego a garrafa de álcool.
Então eu volto na árvore e jogo metade da garrafa de álcool no jornal. Molhado, mais folhas podem enntrar na árvore. Assim, enfio todo o jornal lá e ainda enfio a garrafa vazia lá pra dentro. Passa um garoto na rua e fica olhando o que eu estou fazendo. Ao entender, ele sai correndo. tento entender o porquê. Acho que o garoto é maluco.

Eu volto em casa e pego a caixa de fósforo. Então eu vou até a árvore e resolvo riscar o fósforo e jogar dentro do oco.
Quando eu faço isso acontece um:

FLOWP!

E eu caio para trás. Uma língua de fogo de uns dois metros sai para todos os lados.
Eu fico ali feliz, vendo a árvore queimar.
Então há uma explosão. ( o fogo atinge a garrafa de ácool)
Não dá pra ficar nem a uns seis metros da árvore, tamanho o calor.
O carro que tá parado perto começa a ter umas reaçoes estranhas, a pintura vai manchando…
Em segundos, uma labareda gigantesca surge no topo da árvore. Ela é como uma chaminé de gás. Parece um poço de petróleo em chamas. Um fogaréu como nunca se viu.
Eu me sinto feliz como um pequeno bruxo que desperta uma criatura diabólica de seu sono nas trevas mais profundas.
Vizinhos saem correndo. Gritaria. A árvore em chamas ameaça desabar. Me sinto importante por criar tamanha repercussão. Todos querem saber quem foi o autor da façanha.
A arvore começa a querer desabar em cima da casa do vizinho. Os bombeiros são chamados.
As férias pacatas tem um gran-finale.

Minha memória começa a falhar aí. Lembro de ouvir que o vizinho quer me bater. Meu pai me joga no carro e me leva para nossa casa em Juiz de Fora.

Vou triste por não ver mais cogumelo de chamas. Mas ele estará para sempre nas minhas memórias. Naquele dia eu não fiz xixi na cama.


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Anastácio

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 8:38 pm

Olá péssoal. Aqui está um pequeno pedacionho de uma história sobre um capitão do mato. Escrevi esta história quando tinha uns vinte e dois anos. Era pra ser apenas um pequeno conto rápido, mas eu me empolguei em escrever uma história de época e isso acabou gerando um livro, chamado Capitão do Mato, o primeiro livro que eu publiquei.
Basicamente, o livro é uma fórmula do qual se poderia dizer, V+S+V=A
Violência mais sexo, mais violência, igual a aventura.

Digo isso, pra que não me tomem por um imitador de novelas globais. Tá passando Sinhá Moça e o que eu menos gostaria é de ser encarado como influenciado por uma novela, hehe.
Na verdade, muito pelo contrário. Quando eu publiquei o CAPITÂO DO MATO, enviei uma cópia de cortesia para os autores da novela “Força de um Desejo” que ia começar, acreditando inocentemente que iria rolar algum convite, nem que fosse para fazer o workshop de roteiro na Globo. Para meu espanto, não houve sequer agradecimento, mas um bom trecho do Capitão do Mato saiu na Novela. Incluindo nomes dos personagens.
Uma merda. Mas a vida é assim. Não posso garantir que tenham me copiado, porque a novela não é igual ao meu livro, mas um pedaço dela que envolveu alguns capítulos é curiosamente parecido. Como não estou podendo ficar sentado muitas horas ecsrevendo, por causa da maldita dor de coluna, esse texto antigo fará companhia a vocês.
Espero que gostem.

ANASTÁCIO

Longe dali, em uma estrada de fazenda, surgia o Anastácio.
Só ouvia-se o rangido seco do carro de boi, quando os cascos bateram nas pedras do caminho. Os passarinhos e os bois, calaram-se estranhamente ante a passagem daquela figura… Continue lendo
Os patos, em disparada, buscaram o açude quando surgiu o cavaleiro na curva. Era como se sentissem o cheiro de morte.

E de fato o sentiam.
Os cascos do imenso cavalo, deslocavam-se em lentidão contida, na iminência do açoite. Os negros viravam-lhe o rosto, na tentativa de desviar a carga que sentiam ao encontro dos olhares.

O silêncio era perturbador. O cavaleiro, imóvel em sua sela, com os olhos a perscrutar o vazio que se estendia defronte o morro, nu em pedra.

Em sua cabeça, sons, e lembranças entremeados a gritos que ouvira, contas em ouro e réis. Mulheres. Lembrava de uma ou outra ao olhar uma bosta de vaca aqui, outra acolá. Imaginava o futuro. Faria o que fosse necessário e voltaria para a fazenda grande, o mais rápido possível.

De súbito, parou o cavalo sobre uns tocos e gravetos. Olhou em volta.
Resolveu apear. Tinha visto algo ali no chão. Puxando uma faca do embornal abaixou-se e com a mão leve, espalhou o amontoado de gravetos caídos à sua frente. Sorriu. Pela primeira vez naquele dia, ele sorriu.

Achou o que esperava. Um pé. Grande e com certa profundidade. Podia vê-lo em pegada no chão. O dedão, muito separado do conjunto de quatro dedos. Olhou em volta e viu todo o chão recoberto por aquelas folhagens amareladas. Olhou então para cima. Sorriu novamente.

Estava particularmente feliz naquele dia. Sorrira duas vezes, mas a razão era que sobre ele, a difundir em buracos a luz sem graça do sol, estava uma árvore de folhagens completamente diferentes daquelas sob ele.

-Nego burro. -Balbuciou, levantando o corpanzil do chão. Virando-se para sua direita, viu o desbarrancado. Acima do barranco, estava a tal árvore das folhas amarelas ali do chão. Desarrolhando a garrafa que pendia da sela, tomou um gole ardente da parati.

Amarrou o cavalo ali, pois sabia não ser longe a toca do fujão. Trepou o barranco, agarrando-se em umas raízes ali. E ficou quieto.

Olhou o capoeirão ao redor.

Ele estava ali. -Pensou. -Perto da estrada. Tá esperando a carroça de frutas que vai passar pra fazenda. – Abaixando-se, pegou um pedaço médio de tronco de árvore. E arremessou-o no mato.

-Sai agora. Sai agora que já te vi! - Vira nada. Porém, sabia ser o negro um africano de raça. E experiência era experiência.

Esperou, ouvindo o silêncio. Um grilo, um passarinho pulou dali e saiu voando. Nada. Só o silêncio.

-Ô crioulo! Quer morrer? Então tá bem. Prepara aí sua justificativa pro satanás! - Passou a mão em uma das garruchas que lhe adornavam a cintura. Mirando no mato bem à sua frente, falou em tom mais baixo:

-Já mandei sair. É um…..É dois…É …-Sentia-se a criatura mais imbecil apontando a garrucha para um mato alto e gritando talvez com uma preá ou um passarinho.

-Não, faisfavô! Atira não seu capitão! -Pulou o crioulo gritando bem do meio do mato, com as mãos na cabeça e deitando-se, uns dois metros adiante.

Realmente ele estava feliz naquele dia. Sorriu mais uma vez. Desta, soltou um riso, que tornou o negro fujão ali deitado uma tábua sêca de medo e pânico. Ninguém jamais o vira rir. Diziam dele muitas coisas, besteiras, como entendia ser, mas que assim mesmo gostava de conservar.

Diziam ser ele, filho do diabo em pessoa, dotado de poderes, como o de voar e ver o pensamento dos crioulos fujões. Diziam dele não poder ser morto, e caso fosse, reapareceria horas depois para o assassino, e levaria seu algoz para conhecer seu pai, o Capeta.

-Acho que vô matá ocê! -Falou, com prazer na orelha do crioulo. -Vô matá e comer suas tripa! O coração deixo pro meu pai, o Diabo! -E pisou na cabeça do pobre negro, que estribuchava de medo e pavor.

O infeliz escravo fujão já via seu coração na boca em chamas do Cramulhão. Aquela imagem dos dentes podres e pontudos do demo a mastigar-lhe as entranhas era algo mais terrível que a morte ou surra de açoite.

-Nnnnnão, Capitão, faisfavô, capitão, comi eu não. Eu juro que não fujo mais. Discurpa. Tô cum medo…-As lágrimas corriam e transformavam-se em lama quando alcançavam a boca cheia de terra do fujão.

-Tá certo. Vô te dá uma chance. Vô dá chance porque vozmecê tá perto. Se fosse mais meia légua estrada abaixo, eu e o capeta iamos comer vozmecê!-Falou sério. Olhando nas fuças do negro fujão.-Limpa essa cara, animal!

-SimsinhôSimsinhô, brigado. Vô fugir mais não.

-Vira as costas pra eu amarrá!-E tomou o laço do embornal sobre o lombo do cavalo e passou em nó sobre o pescoço do negro.

-Tá fugido faz dez dias.

-Cumé que o sinhô sabe, capitão?

-Meu pai diabo me contou. – Mentiu.
Óbvio que o dono da fazenda que contratou a captura, falou-lhe dos dias que o negro estava fugido, mas aquilo sempre funcionava, e además, servia para espalhar a fama. E o negro realmente parecia-lhe muito burro.

-Simsinhôsimsinhô, ai, ai…-O negro morria de medo, cada vez que ouvia o som “diabo”.
Foram-se os dois para fazenda. O cavalo, talvez o mais livre entre os três ali, já soltava os cascos em trotes mais saracoteados. O negro, amarrado ao cavalo pelo pescoço, tentava desesperadamente acompanhar o trote do cavalo preto, tendo as mãos amarradas para trás. Negro capturado era obrigado a andar encoleirado, amarrado e bem na frente do capturador. Em todo caso, ao menos tinha fugido para perto. A fome tomava conta, mas tudo era melhor que ter o coração comido pelo demo.

Lá foram eles naquele fim de tarde, a avermelhar as nuvens no céu. O negro gemendo na frente, a cada pedra no caminho. O cavalo a trotar feliz para a maçã que iria comer. E o capitão do mato a pensar numa mulher que vira na janela de um casario de manhã. E por falar nisso, ali no chão estava a passar mais uma bosta de vaca.

Fim


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WARHAMMER - MARK OF CHAOS

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 7:34 pm

Se você é maluco como eu, vai curtir esses cinematics.


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Preciso de uma nova cadeira

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 6:52 pm

Na verdade eu preciso é de um escritório novo. Completo.

Pra galera que estranhou a redução nas postagens desde semana passada, explico: Eu estou com dor de coluna.
Sabe como é. A idade vem chegando e junto com meus cabelos brancos que aumentam a cada minuto, estou ganhando novas características da idade. Estou descadeirado. O excesso de trabalho sentado horas e horas numa cadeira péssima, em uma mesa tão ridícula de escrota que as pernas não ficam sob ela. ( Sabe aquele tipo de movelzinho de escritório chinfrim que tem nas casas Bahia? Pois é. Onde deveriam estar as minhas pernas, estão a CPU, o scanner e o nobreak. O monitor tá alto demais, e o teclado baixo demais.
Some isso com uma cadeira sem marca comprada numa lojinha do centro de Niterói que durou exatos dois meses para entortar o encosto, de modo que se eu encosto as costas na cadeira dou um belo giro ornamental pra trás e caio de cabeça no chão.
Perfeito para concorrer nas videocassetadas de domingo. Resultado: Estou ficando com a posição do Senhor Burns! E isso tá ficando crônico.
Tá na hora de tomar vergonha na cara e dedicar algum dindim pra uma boa cadeira. Se não gastar com isso agora gastarei numa cirurgia de hérnia de disco, com certeza.
Como todo designer, eu passo a vida sentado numa cadeira.
Fiz uma rápida pesquisa e achei dois modelos bem legais.
Uma é a e-Chair. Bem legal, saca só:

Pra quem curtiu, tá aqui o endereço pra comprar. (tem no Brasil)

Mas sonho de consumo mesmo é a cadeira AERON. Vocês vão ligar o nome á pessoa, basta eu dizer que ela é a cadeira do Jô.
Saca só:

descobri o representante da Herman Miller no Brasil. E eles estão no RIO!
Que bom. Pedi o orçamento e agora estou esperando chegar. Só não espero ter que matar ou vender um órgão pra poder comprar. Suponho que isso não deva me sair barato.


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MAGLEV JAPONÊS

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 12:18 am



Aí em cima está a foto e o video do maglev japonês de 512 km por hora que eu tinha prometido ao Alexandre.

Meu pai está trabalhando na tecnologia do Maglev brasileiro, que é em muitos aspectos mais avançada que a maioria dos sistemas existentes. Se uma conjunção cósmica acontecer e o ministério da ciência e Tecnologia resolver financiar o protótipo, o projeto será desenvolvido em parceiria da UFRJ/COPPE com o Instituto Nacional de Tecnologia. Quem sabe, né?
Meu pai deve ir na Alemanha em breve apresentar o projeto do maglev brazuca.


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Rodrigo Santoro em LOST!

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 10:50 pm

Pra quem (como eu) é fã da série essa é uma boa (ou apenas curiosa)notícia.

Após emplacar um vilão em “As Panteras Detonando” e um rapaz tímido em “Simplesmente Amor”, Rodrigo Santoro, 30, continua conquistando espaço no exterior. O ator brasileiro estará na terceira temporada do seriado “Lost”.

O papel de Santoro ainda não foi definido, mas foi citado como um homem misterioso
O papel de Santoro ainda não foi definido, mas foi citado como um homem misterioso
Em entrevista a Michael Ausiello, colunista da publicação “TV Guide”, os produtores Damon Lindelof e Carlton Cuse garantiram que Santoro estará na próxima temporada. Seu papel ainda não foi oficialmente anunciado, mas o personagem foi citado como um homem misterioso.

“Gostamos de nos referir a ele [Santoro] como o Russell Crowe brasileiro, um grande ator que faz escolhas interessantes”, afirmou Cuse à revista. Já Damon, que o classificou como “inacreditavelmente talentoso” e o comparou a Tom Cruise, afirmou que Santoro é perfeito para “Lost” porque seu rosto não é muito conhecido pelos americanos.

A última participação de Santoro na TV foi na minissérie “Hoje É Dia de Maria”.
A última participação de Santoro na TV foi na minissérie “Hoje É Dia de Maria”.
Em tom de brincadeira, Ausiello conta que ao ouvir o nome de Santoro, soltou algo como “quem??”. E recebeu como resposta de Cuse: “Você não viu ‘Carandiru’, ‘Behind the Sun’ [título em inglês de 'Abril Despedaçado'] e ‘Brainstorm’ (’Bicho de Sete Cabeças’)? Você está um pouco atrasado… Ele já ganhou vários prêmios e é uma grande estrela no Brasil”, afirmou o produtor.

Santoro também fez “A Dona da História” (2004) e seu próximo filme a estrear nos cinemas será “Não por Acaso”, de Philippe Barcinski.

A última participação de Santoro na TV foi na minissérie “Hoje É Dia de Maria”. O ator não atua em novelas desde 2003, quando interpretou Diogo em “Mulheres Apaixonadas”.

Terceira temporada

A terceira temporada de “Lost” irá ao ar nos Estados Unidos a partir de 4 de outubro –o primeiro episódio vai se chamar “A Tale of Two Cities” (”Um conto de duas cidades”), nome que remete a um romance do escritor inglês Charles Dickens (1812-1870), que trata de temas como culpa, vergonha e retribuição.

Segundo anúncio oficial da rede ABC, irão ao ar apenas seis episódios dessa nova temporada, que será suspensa por 12 semanas para a estréia do drama “Day Break”. “Lost” voltará apenas no início de 2007, provavelmente em fevereiro –a data ainda não foi especificada, e terá mais 17 episódios.

O seriado conta a história de sobreviventes da queda de um avião em uma ilha misteriosa. Cada episódio traz flashbacks de um dos personagens. Na segunda temporada os principais personagens entram em uma escotilha onde funciona um abrigo do projeto científico Dharma. O final da segunda temporada ocorreu em junho nos Estados Unidos.

“Lost” recebeu o Emmy de melhor série dramática da TV norte-americana em 2005. Apesar de preterido pelo Emmy neste ano, o seriado recebeu seu segundo prêmio consecutivo da TCA (Television Critics Association Awards) na categoria seriado dramático no último domingo.

Fonte: Folha on line


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Listão dos sanguessugas

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 10:52 am

DePUTAdos… Deviam parar de macular o nome das profissionais do sexo.
Sugiro que mudemos o nome para DeSAFADOS.

Aqui está a lista dos deputados envolvidos na máfia dos sanguessugas.
Antes de votar, olhe aqui e veja se você não vai converter seu voto em papel higiênico usado.
Se você conhece ou encontrar um desses, por favor transmita-lhe o meu chute no saco.

Fonte: Irmandade do véio rosa

A CPI dos Sanguessugas divulgou ontem os nomes dos 57 parlamentares acusados de envolvimento no esquema de compra superfaturada de ambulâncias. Os nomes eram mantidos em sigilo porque o processo corre em segredo de Justiça. Segue a lista.

Parlamentares já notificados
Almeira de Jesus (PL-CE)
Benedito Dias (PP-AP)
Bispo Wanderval (PL-SP)
Cabo Júlio (PMDB-MG)
Edir de Oliveira (PTB-RS)
Fernando Gonçalves (PTB-RJ)
Íris Simões (PTB-PR)
João Caldas (PL-AL)
Lino Rossi (PP-MT)
Nilton Capixaba (PTB-RO)
Pastor Amarildo (PSC-TO)
Paulo Baltazar (PSB-RJ)
Paulo Feijó (PSDB-RJ)
Pedro Henry (PP-MT)
Teté Bezerra (PMDB-MT)

Parlamentares que estão sendo notificados
Alceste Almeida (PTB-RR)
Almir Moura (PFL-RJ)
Amauri Gasques (PL-SP)
Benedito de Lira (PP-AL)
Cleonâncio Fonseca (PP-SE)
Coriolano Sales (PFL-BA)
Dr. Heleno (PSC-RJ)
Edna Macedo (PTB-SP)
Eduardo Gomes (PSDB-TO)
Eduardo Seabra (PTB-AP)
Elaine Costa (PTB-RJ)
Enivaldo Ribeiro (PP-PB)
Irapuan Teixeira (PP-SP)
Isaías Silvestre (PSB-MG)
Itamar Serpa (PSDB-RJ)
Jéferson Campos (PTB-SP)
João Batista (PP-SP)
João Correia (PMDB-AC)
João Mendes de Jesus (PSB-RJ)
José Divino (PRB-RJ)
José Militão (PTB-MG)
Júnior Betão (PL-AC)
Marcelino Fraga (PMDB-ES)
Marcos Abramo (PP-SP)
Mário Negromonte (PP-BA)
Maurício Rabelo (PL-TO)
Nélio Dias (PP-RN)
Neuton Lima (PTB-SP)
Osmânio Pereira (PTB-MG)
Raimundo Santos (PL-PA)
Reginaldo Germano (PP-BA)
Reinaldo Betão (PL-RJ)
Reinaldo Gripp(PL-RJ)
Ribamar Alves (PSB-MA)
Ricardo Estima (PPS-SP)
Ricarte de Freitas (PTB-MT)
Vanderlei Assis (PP-SP)
Vieira Reis (PRB-RJ)
Wellington Fagundes (PL-MT)
Laura Carneiro (PFL-RJ)
Zelinda Novaes (PFL-BA)
Senador Ney Suassuna (PMDB-PB)


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Think different

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 11:09 pm

Então você acha que é criativo. Acha que pensa diferente dos outros, né?

Siga as instruções e responda as perguntas uma de cada vez MENTALMENTE e tão rápido quanto possível mas não siga adiante até ter respondido a anterior. E Veja se é mesmo.

Agora, responda uma de cada vez:

Quanto é: 15+6

3+56

89+2

12+53

75+26

25+52

63+32

Sim, os cálculos mentais são difíceis realmente, mas agora é que vem o verdadeiro teste. Seja persistente e siga adiante até o fim.

Quanto é:

23+5

Rápido! Pense em uma ferramenta e uma cor!

E siga adiante…

Mais um pouco…

Um pouco mais…

Você pensou em um martelo vermelho, não e verdade???

Se não, você é parte de 2% da população que é suficientemente diferente para pensar em outra coisa.

98% da população responde martelo vermelho quando resolve este exercício


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Em defesa DASPU

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 8:26 pm


Confesso a quem interessar possa: Ontem eu vi Tv.

Não só isso. Eu vi o SUPERPOP, com Luciana Gimenez.

O programa é meio bizarro, mas olha só, tinha uma mulher de cabelo vermelho e voz meio esganiçada numa cadeira e umas pessoas que eu primeiro achei que eram jornalistas a esculachar a mulher. Depois pela linguarem e forma de falar vi que eram uns pela-sacos e uma mulher linda lá era a tal da garota trocada pela Bruna Surfistinha.

Como eu gosto de um auê, parei pra ver o que era na hora.

A mulher ruiva era uma ex-prostituta que largou a mais antiga das profissões e agora está lançando um livro contando suas aventuras. Qualquer semelhança com a Bruna Surfistinha é mera… copiação mesmo.

O brasileiro tem a franca habilidade de “ir no vácuo”. Deu certo pra Surfistinha, deve dar pra tudo quanto é puta.

Beleza, acho legal as histórias escalafobéticas de pais de família, hipócritas e políticos que virarm moça e gostam de ser sodomizados pelas prostitutas ou tem taras das mais malucas, como comer o vômito da puta (sim, existe isso malandro) mas… calmaí. Essa fórmula já foi explorada. Nelson Rodrigues inventou isso aí, minha gente.
Se há alguma novidade em puta escrever livro com memórias de alcova está no fato de que são casos reais. Mas como sabê-lo?

O que me intrigou no tal programa, é ver a mulher sendo esculhambada de todo jeito. Olha só, eu não tenho nada contra as putas e vou aproveitar meu espaço aqui pra dar o meu apoio a elas.

Pra mim puta é uma profissional. Tem que ser tratada com respeito.
Nunca comi uma puta. Será que é legal? Não sei, e pelo que vejo, nunca vou saber. Minha vida tá boa como está. Digo isso pra voc~es não pensarem que defendo porque sou consumidor.
Defendo porque acho que as putas são uma classe injustiçada em todos os países latinos, sobretudo os de forte presença religiosa.

A prostituição seguramente foi a primeira profissão do planeta. Algumas mulheres dão em troca de dinheiro e sempre darão. Como alguns homens matam pelo mesmo motivo e sempre matarão. Entenda dinheiro como quiser.
Poder, prestígio, influência?
Alguém que dorme com um famoso em busca de engravidar e conseguir uma polpuda pensão para o filhote não é em última instância um comportamento prostituto?
Pra mim é. Outra, a garota que se submete aos caprichos sexuais de diretores de televisão em busca de poder e um papel de destaque na emissora é o quê? Esperta?
Pois bem, putas são espertas.

A garota do cabelo vermelho era esculhambada por todos os presentes como uma defensora do trabalho da prostituição.

No Brasil, prostituição é um problema complicado. Existem vvárias esferas da prostituição. Desde as caras (e lindas) garotas com curso superior do café Photo de São Paulo a aquela puta anônima das ruas do centro do Rio.

Não há uniformidade. Não há controle. As putas não tem sindicato, nem direitos trabalhistas. Se o trabalho da prostituta fosse reconhecido ela teria chance de se aposentar. Ela pagaria imposto. Daria nota fiscal.
A lei brasileira é uma comédia mesmo…

Para a lei, a prostituição no Brasil não é crime porque não há legislação referente a venda de serviços sexuais. A atividade é tolerada, mas a lei é clara com relação ao Lenocínio. Lenocínio é o incentivo de qualquer tipo á atividade de prostituição. E isso envolve outdoors de termas, envolve casas de massagem, cafetões boates com garotas disponíveis, como aquelas de Copacabana.

Em dez minutos de entrevista com a mulher de cabelo vermelho, a senhora hipócrita que mais tacava pedra berrou de plenos pulmões:
- Você vende o corpo! - Em tom acusatório. O dedo em riste e olhar superior.

Ora, Calma lá, titia. Quem é que não vende o corpo na sociedade moderna? As mulheres que same nas capas e pôsteres da playboy? O jornalista que usa o cérebro dele pelo dinheiro? O operário que vende os músculos para cavar ou carregar sacos de cimento? O político que vende as idéias de causas e representa uma parcela da sociedade?
Ou o médico? Este último tão importante, mas que COBRA para muitas vezes salvar a vida às pessoas?

É certo isso? mesmo com o juramento de Hipócrates, muitos médicos parecem ter feito juramento de Hipócritas! Sem a carteirinha do plano de saúde, você morre na frente dele, xará. Ou se quer colocar um peito nas costas, pague ali no caixa que eu boto.
É a prostituição profissional.
E o que dizer da prostituição política? è justo se eleger dizendo uma coisa e ganho o dinheiro do povo mudar de lado? Trocar de partido conforme o dinheiro que te pagam?

A sociedade é uma putaria generalizada. Religiosos que professam a fé do dinheiro são os primeiros a acusar. Deviam se olhar no espelho e tomar vergonha.

Os direitos individuais sobre o corpo asseguram o lívre arbítrio para optar pela atividade profissional que melhor lhe convier.
Mas sempre vai ter aquele que pergunta:
Se você tivesse uma filha… Ia querer que ela fosse puta?

Típica pergunta do hipócrita.
Não, claro que não. Ninguém, nem as putas querem. Mas se ELA - a filha, quiser, não tem como impedir. Eu não gostaria que ela fosse não pelo fato de ser a prostituição o trabalho. Mas por ser trabalho de risco. Igual a ser polícia. Também não gostaria que ela fosse bombeiro ou alpinista, nem mergulhadora de profundidade, lutadora de boxe ou cobaia.

Mas essas profissões existem e existem pessoas que são felizes vivendo a poucos centímetros da morte.

Muito pior é bungee jump, que é arriscar a vida sem lucro. Aliás, pagando!

Há uma idéia ( na minha opnião sem qualquer fundamento) de que a prostituição é uma das causas da prostituição infantil, que é um crime dos mais horríveis.
Se os caras estão com putas mais velhas, quem está pegando as criancinhas?

São os PEDÓFILOS. Não sei quem pensa essas merdas e fez essa relação tosca, mas pedófio tem desejo sexual por CRIANÇAS.
Se alguém tem culpa da prostituição infantil são os PEDÓFILOS, que são doentes.

Sim, isso é uma doença. Proibir a prostituição das mulheres adultas não vai fazer com que os pedófilos sumam, gente. É ruim, mas é fato.

O pedófilo por sua mecânica psíquica, teme o contato sexual com mulheres adultas, por medo de não estar no controle. Para o pedófilo a criança por ser um ser mais frágil, e portanto não ameaçador é seu objeto de desejo. O prazer do pedófilo está no controle da relação de poder. ISSO NUNCA NÂO VAI ACABAR.

Lamento. È a vida. O mundo é uma merda assim e assim continuará.
As pessoas doentes continuarão a existir.
As putas levam a culpa por um monte de mazelas do mundo. Uma delas é a AIDS.

Isso sim me deixa realmente puto. Colocar a culpa na puta quando estamos na era das gerações do sexo livre, do “ficar com” rolando solto. Da exploração comercial do sexo fácil em todas as midias, das bandas, ícones sociais dos pré-adolescentes vendendo ideologias do sexo irresponsável, culpar putas parece uma caça às bruxas.

Devemos pregar a castidade? Devemos pregar a monogamia? na minha opnião, não. Monogamia nem castidadae funciona para todo mundo. Também não acredito na máxima de que “…O homem que não encontra em casa vai procurar na rua”.
Típico papo para forçar o sexo anal.

Pra mim o cara procura na rua quando a estrutura do relacionamento já tá ferrada. Se a puta separa o casal, como aconteceu com a Bruna Surfistinha, não é por nenhum poder sobrenatural do sexo dessa garota (eu acho) mas sim porque o relacionamento do carinha com a aeromoça já tava falido, embora ela teime em negar este fato.

Mas dá pra entender. negar este fato é assumir perder o homem para outra. Pior, outra socialmente, preconceituosamente detestada. É um tiro de doze no ego, meu amigo. Ainda mais que a mulher do cara é LINDA. Mil vezes mais gata que a tal Surfistinha.

Beleza não põe mesa. Mas o amor… Não dá pra entender o amor.

Posso estar sendo pessimista, mas acho que regulamentar a profissão, como aconteceu com a Holanda, também não resolve tudo - como se iludem alguns. Lá, mesmo com as putas legalizadas, dando nota fiscal para o carinha descontar no imposto de renda e tudo mais, só 12% em média estão nas áreaas legais.

Porém, legalizar a profissão possa ter um impacto mais sobre a psicologia social do que diretamente ao ato de se prostituir.
O estigma de prostituta nos países católicos como o nosso, são uma marca profunda que muitas mulheres carregam. Talvez com a profissão regulamentada isso se reduza e elas possam tentar um novo emprego.
O desejo pelo sexo continuará. É parte fundamental da humanidade.
Vamos entender, a puta usa o corpo como bem quer. Ela é livre para escolher se vai com o cliente ou não. Ela combina o preço, faz o que se propôs e recebe. Ponto.


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Dois ceguinhos

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 10:56 pm

Não sei de onde veio isso. Juro. Veio na minha cabeça ainda agora mas eu confesso que não pensei isso. Lembrei, mas não lembro de onde que foi:

OS CEGUINHOS

Dois cegos estão numa esquina qualquer. Ambos parados ali como fazem há dez anos.
Passa um contínuo e olha os ceguinhos. Parados. Olhando para o nada. Uma plaquinha pede esmola. Em frente a cada um um chapéuzinho com algumas parcas moedas.

O contínuo resolve sacanear:

- Vou colocar cinquenta reais aqui, tá? Pros DOIS hein?

- Brigado senhor!
- Deus lhe pague.

O contínuo ao invés de ir embora fica ali parado olhando.
Os cegos estão queitos.
Passam-se dois ou três minutos. Um dos cegos vira pro outro:

- E aí?
- E aí o que?
- O dinheiro. Vamo trocar.
- Mas ele botou no seu chapéu.
- No meu não. No seu.
- Mentira. Tu tá querendo me roubar? Foi no seu porque aqui no meu não tem nada!
- Ladrão filho da puta.

Começa a briga. Dois cdegos tentando se estapear sem um enxergar o outro. Socos voam no ar.

A multidão se junta para ver a briga.

Com remorso o contínuo resolve dar um jeito na situação.
Ele grita:

- Aposto cem reais no que tá com a faca!

Os cegos ficam queitinhos. Paradinhos.
A briga acaba na hora

A cidade retoma a sua rotina. O contínuo vai embora rindo.

FIM


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