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Merdas da minha vida

July 30th, 2006 35 Comments

Vocês que já comemoravam achando que acabou, lamento. Ainda tem muita história bizarra pra sair aqui. O problema com algumas dessas aventuras é que tenho que esperar certas pessoas morrerem para contar, hehe.

Mas eu tava aqui lembrando momentos em que aprontei verdadeiras cagadas daquelas que só se vê em filmes de comédia-catástrofe.

Saca só:

Há um garoto vindo na esquina.
Sou eu. Eu tenho agora exatamente sete pra oito anos. Estou usando um shortinho e uns clássicos kichutes.
Volto do bar do Délcio. Fui comprrar Banda. Banda é o nome de uma bala que vem num papel enceradinho. O gosto é de algo mais artificial que o Q-suco, se é que isso é possível.
É uma banda de uva. Estou com quatro delas na boca, tentando mastigá-las lentamante, aproveitando acda segundo daquela maravilhosa sensação. Tentando criar cuspe suficiente para simular suco de uva…
O tempo está bom. Faz sol. Hoje é domingo. Domingo de sol e eu sem nada pra fazer. Estou de férias na minha avó em Três Rios. Isso significa que minhas preocupações agora se resumem a apenas seis:
1- Andar de bicicleta
2- Bater o récorde em voltas no quarteirão
3- Brincar de pique-esconde com a Claudinha e o pessoal da rua
4- Passear com meu vô
5- Ver o programa do Bozo. ( principalmente o Johnny Quest e MyThor)
6- O triste final das férias que se aproxima a galope

Estou voltando contente porque daqui a pouco vai ter um churrasco. Adoro churrasco.
No caminho, começo a observar uma árvore que tem na frente da casa do vizinho que fica ao lado da casa da minha avó.
Na rua é uma árvore clássica já. Enorme, antigaça. Eu acho ela legal porque é uma árvore velha e morta. Altíssima. No meio dela há um enorme oco.

Eu fico olhando aquele oco… TEnto me inclinar para ver até onde vai, mas é escuro lá dentro. Uma idéia me ocorre.

Depois do churrasco, meus pais vão dormir. Meus avós também e sobra aquele tempo para andar de bicicleta.
Então eu ponho em ação meu plano.
Pego o jornal de domingo. O jornal inteiro. Embolo ele e vou colocando lentamente no interior da árvore. Folha por folha. O oco vai enchendo, enchendo. Até que não há mais nenhum espaço vazio.
Volto na casa da minha avó e pego a garrafa de álcool.
Então eu volto na árvore e jogo metade da garrafa de álcool no jornal. Molhado, mais folhas podem enntrar na árvore. Assim, enfio todo o jornal lá e ainda enfio a garrafa vazia lá pra dentro. Passa um garoto na rua e fica olhando o que eu estou fazendo. Ao entender, ele sai correndo. tento entender o porquê. Acho que o garoto é maluco.

Eu volto em casa e pego a caixa de fósforo. Então eu vou até a árvore e resolvo riscar o fósforo e jogar dentro do oco.
Quando eu faço isso acontece um:

FLOWP!

E eu caio para trás. Uma língua de fogo de uns dois metros sai para todos os lados.
Eu fico ali feliz, vendo a árvore queimar.
Então há uma explosão. ( o fogo atinge a garrafa de ácool)
Não dá pra ficar nem a uns seis metros da árvore, tamanho o calor.
O carro que tá parado perto começa a ter umas reaçoes estranhas, a pintura vai manchando…
Em segundos, uma labareda gigantesca surge no topo da árvore. Ela é como uma chaminé de gás. Parece um poço de petróleo em chamas. Um fogaréu como nunca se viu.
Eu me sinto feliz como um pequeno bruxo que desperta uma criatura diabólica de seu sono nas trevas mais profundas.
Vizinhos saem correndo. Gritaria. A árvore em chamas ameaça desabar. Me sinto importante por criar tamanha repercussão. Todos querem saber quem foi o autor da façanha.
A arvore começa a querer desabar em cima da casa do vizinho. Os bombeiros são chamados.
As férias pacatas tem um gran-finale.

Minha memória começa a falhar aí. Lembro de ouvir que o vizinho quer me bater. Meu pai me joga no carro e me leva para nossa casa em Juiz de Fora.

Vou triste por não ver mais cogumelo de chamas. Mas ele estará para sempre nas minhas memórias. Naquele dia eu não fiz xixi na cama.

Anastácio

July 28th, 2006 No Comments

Olá péssoal. Aqui está um pequeno pedacionho de uma história sobre um capitão do mato. Escrevi esta história quando tinha uns vinte e dois anos. Era pra ser apenas um pequeno conto rápido, mas eu me empolguei em escrever uma história de época e isso acabou gerando um livro, chamado Capitão do Mato, o primeiro livro que eu publiquei.
Basicamente, o livro é uma fórmula do qual se poderia dizer, V+S+V=A
Violência mais sexo, mais violência, igual a aventura.

Digo isso, pra que não me tomem por um imitador de novelas globais. Tá passando Sinhá Moça e o que eu menos gostaria é de ser encarado como influenciado por uma novela, hehe.
Na verdade, muito pelo contrário. Quando eu publiquei o CAPITÂO DO MATO, enviei uma cópia de cortesia para os autores da novela “Força de um Desejo” que ia começar, acreditando inocentemente que iria rolar algum convite, nem que fosse para fazer o workshop de roteiro na Globo. Para meu espanto, não houve sequer agradecimento, mas um bom trecho do Capitão do Mato saiu na Novela. Incluindo nomes dos personagens.
Uma merda. Mas a vida é assim. Não posso garantir que tenham me copiado, porque a novela não é igual ao meu livro, mas um pedaço dela que envolveu alguns capítulos é curiosamente parecido. Como não estou podendo ficar sentado muitas horas ecsrevendo, por causa da maldita dor de coluna, esse texto antigo fará companhia a vocês.
Espero que gostem.

ANASTÁCIO

Longe dali, em uma estrada de fazenda, surgia o Anastácio.
Só ouvia-se o rangido seco do carro de boi, quando os cascos bateram nas pedras do caminho. Os passarinhos e os bois, calaram-se estranhamente ante a passagem daquela figura… Continue lendo
Os patos, em disparada, buscaram o açude quando surgiu o cavaleiro na curva. Era como se sentissem o cheiro de morte.

E de fato o sentiam.
Os cascos do imenso cavalo, deslocavam-se em lentidão contida, na iminência do açoite. Os negros viravam-lhe o rosto, na tentativa de desviar a carga que sentiam ao encontro dos olhares.

O silêncio era perturbador. O cavaleiro, imóvel em sua sela, com os olhos a perscrutar o vazio que se estendia defronte o morro, nu em pedra.

Em sua cabeça, sons, e lembranças entremeados a gritos que ouvira, contas em ouro e réis. Mulheres. Lembrava de uma ou outra ao olhar uma bosta de vaca aqui, outra acolá. Imaginava o futuro. Faria o que fosse necessário e voltaria para a fazenda grande, o mais rápido possível.

De súbito, parou o cavalo sobre uns tocos e gravetos. Olhou em volta.
Resolveu apear. Tinha visto algo ali no chão. Puxando uma faca do embornal abaixou-se e com a mão leve, espalhou o amontoado de gravetos caídos à sua frente. Sorriu. Pela primeira vez naquele dia, ele sorriu.

Achou o que esperava. Um pé. Grande e com certa profundidade. Podia vê-lo em pegada no chão. O dedão, muito separado do conjunto de quatro dedos. Olhou em volta e viu todo o chão recoberto por aquelas folhagens amareladas. Olhou então para cima. Sorriu novamente.

Estava particularmente feliz naquele dia. Sorrira duas vezes, mas a razão era que sobre ele, a difundir em buracos a luz sem graça do sol, estava uma árvore de folhagens completamente diferentes daquelas sob ele.

-Nego burro. -Balbuciou, levantando o corpanzil do chão. Virando-se para sua direita, viu o desbarrancado. Acima do barranco, estava a tal árvore das folhas amarelas ali do chão. Desarrolhando a garrafa que pendia da sela, tomou um gole ardente da parati.

Amarrou o cavalo ali, pois sabia não ser longe a toca do fujão. Trepou o barranco, agarrando-se em umas raízes ali. E ficou quieto.

Olhou o capoeirão ao redor.

Ele estava ali. -Pensou. -Perto da estrada. Tá esperando a carroça de frutas que vai passar pra fazenda. – Abaixando-se, pegou um pedaço médio de tronco de árvore. E arremessou-o no mato.

-Sai agora. Sai agora que já te vi! – Vira nada. Porém, sabia ser o negro um africano de raça. E experiência era experiência.

Esperou, ouvindo o silêncio. Um grilo, um passarinho pulou dali e saiu voando. Nada. Só o silêncio.

-Ô crioulo! Quer morrer? Então tá bem. Prepara aí sua justificativa pro satanás! – Passou a mão em uma das garruchas que lhe adornavam a cintura. Mirando no mato bem à sua frente, falou em tom mais baixo:

-Já mandei sair. É um…..É dois…É …-Sentia-se a criatura mais imbecil apontando a garrucha para um mato alto e gritando talvez com uma preá ou um passarinho.

-Não, faisfavô! Atira não seu capitão! -Pulou o crioulo gritando bem do meio do mato, com as mãos na cabeça e deitando-se, uns dois metros adiante.

Realmente ele estava feliz naquele dia. Sorriu mais uma vez. Desta, soltou um riso, que tornou o negro fujão ali deitado uma tábua sêca de medo e pânico. Ninguém jamais o vira rir. Diziam dele muitas coisas, besteiras, como entendia ser, mas que assim mesmo gostava de conservar.

Diziam ser ele, filho do diabo em pessoa, dotado de poderes, como o de voar e ver o pensamento dos crioulos fujões. Diziam dele não poder ser morto, e caso fosse, reapareceria horas depois para o assassino, e levaria seu algoz para conhecer seu pai, o Capeta.

-Acho que vô matá ocê! -Falou, com prazer na orelha do crioulo. -Vô matá e comer suas tripa! O coração deixo pro meu pai, o Diabo! -E pisou na cabeça do pobre negro, que estribuchava de medo e pavor.

O infeliz escravo fujão já via seu coração na boca em chamas do Cramulhão. Aquela imagem dos dentes podres e pontudos do demo a mastigar-lhe as entranhas era algo mais terrível que a morte ou surra de açoite.

-Nnnnnão, Capitão, faisfavô, capitão, comi eu não. Eu juro que não fujo mais. Discurpa. Tô cum medo…-As lágrimas corriam e transformavam-se em lama quando alcançavam a boca cheia de terra do fujão.

-Tá certo. Vô te dá uma chance. Vô dá chance porque vozmecê tá perto. Se fosse mais meia légua estrada abaixo, eu e o capeta iamos comer vozmecê!-Falou sério. Olhando nas fuças do negro fujão.-Limpa essa cara, animal!

-SimsinhôSimsinhô, brigado. Vô fugir mais não.

-Vira as costas pra eu amarrá!-E tomou o laço do embornal sobre o lombo do cavalo e passou em nó sobre o pescoço do negro.

-Tá fugido faz dez dias.

-Cumé que o sinhô sabe, capitão?

-Meu pai diabo me contou. – Mentiu.
Óbvio que o dono da fazenda que contratou a captura, falou-lhe dos dias que o negro estava fugido, mas aquilo sempre funcionava, e además, servia para espalhar a fama. E o negro realmente parecia-lhe muito burro.

-Simsinhôsimsinhô, ai, ai…-O negro morria de medo, cada vez que ouvia o som “diabo”.
Foram-se os dois para fazenda. O cavalo, talvez o mais livre entre os três ali, já soltava os cascos em trotes mais saracoteados. O negro, amarrado ao cavalo pelo pescoço, tentava desesperadamente acompanhar o trote do cavalo preto, tendo as mãos amarradas para trás. Negro capturado era obrigado a andar encoleirado, amarrado e bem na frente do capturador. Em todo caso, ao menos tinha fugido para perto. A fome tomava conta, mas tudo era melhor que ter o coração comido pelo demo.

Lá foram eles naquele fim de tarde, a avermelhar as nuvens no céu. O negro gemendo na frente, a cada pedra no caminho. O cavalo a trotar feliz para a maçã que iria comer. E o capitão do mato a pensar numa mulher que vira na janela de um casario de manhã. E por falar nisso, ali no chão estava a passar mais uma bosta de vaca.

Fim

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WARHAMMER – MARK OF CHAOS

July 27th, 2006 5 Comments

Se você é maluco como eu, vai curtir esses cinematics.

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Preciso de uma nova cadeira

July 27th, 2006 13 Comments

Na verdade eu preciso é de um escritório novo. Completo.

Pra galera que estranhou a redução nas postagens desde semana passada, explico: Eu estou com dor de coluna.
Sabe como é. A idade vem chegando e junto com meus cabelos brancos que aumentam a cada minuto, estou ganhando novas características da idade. Estou descadeirado. O excesso de trabalho sentado horas e horas numa cadeira péssima, em uma mesa tão ridícula de escrota que as pernas não ficam sob ela. ( Sabe aquele tipo de movelzinho de escritório chinfrim que tem nas casas Bahia? Pois é. Onde deveriam estar as minhas pernas, estão a CPU, o scanner e o nobreak. O monitor tá alto demais, e o teclado baixo demais.
Some isso com uma cadeira sem marca comprada numa lojinha do centro de Niterói que durou exatos dois meses para entortar o encosto, de modo que se eu encosto as costas na cadeira dou um belo giro ornamental pra trás e caio de cabeça no chão.
Perfeito para concorrer nas videocassetadas de domingo. Resultado: Estou ficando com a posição do Senhor Burns! E isso tá ficando crônico.
Tá na hora de tomar vergonha na cara e dedicar algum dindim pra uma boa cadeira. Se não gastar com isso agora gastarei numa cirurgia de hérnia de disco, com certeza.
Como todo designer, eu passo a vida sentado numa cadeira.
Fiz uma rápida pesquisa e achei dois modelos bem legais.
Uma é a e-Chair. Bem legal, saca só:

Pra quem curtiu, tá aqui o endereço pra comprar. (tem no Brasil)

Mas sonho de consumo mesmo é a cadeira AERON. Vocês vão ligar o nome á pessoa, basta eu dizer que ela é a cadeira do Jô.
Saca só:

descobri o representante da Herman Miller no Brasil. E eles estão no RIO!
Que bom. Pedi o orçamento e agora estou esperando chegar. Só não espero ter que matar ou vender um órgão pra poder comprar. Suponho que isso não deva me sair barato.

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MAGLEV JAPONÊS

July 26th, 2006 14 Comments



Aí em cima está a foto e o video do maglev japonês de 512 km por hora que eu tinha prometido ao Alexandre.

Meu pai está trabalhando na tecnologia do Maglev brasileiro, que é em muitos aspectos mais avançada que a maioria dos sistemas existentes. Se uma conjunção cósmica acontecer e o ministério da ciência e Tecnologia resolver financiar o protótipo, o projeto será desenvolvido em parceiria da UFRJ/COPPE com o Instituto Nacional de Tecnologia. Quem sabe, né?
Meu pai deve ir na Alemanha em breve apresentar o projeto do maglev brazuca.

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Rodrigo Santoro em LOST!

July 25th, 2006 9 Comments

Pra quem (como eu) é fã da série essa é uma boa (ou apenas curiosa)notícia.

Após emplacar um vilão em “As Panteras Detonando” e um rapaz tímido em “Simplesmente Amor”, Rodrigo Santoro, 30, continua conquistando espaço no exterior. O ator brasileiro estará na terceira temporada do seriado “Lost”.

O papel de Santoro ainda não foi definido, mas foi citado como um homem misterioso
O papel de Santoro ainda não foi definido, mas foi citado como um homem misterioso
Em entrevista a Michael Ausiello, colunista da publicação “TV Guide”, os produtores Damon Lindelof e Carlton Cuse garantiram que Santoro estará na próxima temporada. Seu papel ainda não foi oficialmente anunciado, mas o personagem foi citado como um homem misterioso.

“Gostamos de nos referir a ele [Santoro] como o Russell Crowe brasileiro, um grande ator que faz escolhas interessantes”, afirmou Cuse à revista. Já Damon, que o classificou como “inacreditavelmente talentoso” e o comparou a Tom Cruise, afirmou que Santoro é perfeito para “Lost” porque seu rosto não é muito conhecido pelos americanos.

A última participação de Santoro na TV foi na minissérie “Hoje É Dia de Maria”.
A última participação de Santoro na TV foi na minissérie “Hoje É Dia de Maria”.
Em tom de brincadeira, Ausiello conta que ao ouvir o nome de Santoro, soltou algo como “quem??”. E recebeu como resposta de Cuse: “Você não viu ‘Carandiru’, ‘Behind the Sun’ [título em inglês de 'Abril Despedaçado'] e ‘Brainstorm’ (‘Bicho de Sete Cabeças’)? Você está um pouco atrasado… Ele já ganhou vários prêmios e é uma grande estrela no Brasil”, afirmou o produtor.

Santoro também fez “A Dona da História” (2004) e seu próximo filme a estrear nos cinemas será “Não por Acaso”, de Philippe Barcinski.

A última participação de Santoro na TV foi na minissérie “Hoje É Dia de Maria”. O ator não atua em novelas desde 2003, quando interpretou Diogo em “Mulheres Apaixonadas”.

Terceira temporada

A terceira temporada de “Lost” irá ao ar nos Estados Unidos a partir de 4 de outubro –o primeiro episódio vai se chamar “A Tale of Two Cities” (“Um conto de duas cidades”), nome que remete a um romance do escritor inglês Charles Dickens (1812-1870), que trata de temas como culpa, vergonha e retribuição.

Segundo anúncio oficial da rede ABC, irão ao ar apenas seis episódios dessa nova temporada, que será suspensa por 12 semanas para a estréia do drama “Day Break”. “Lost” voltará apenas no início de 2007, provavelmente em fevereiro –a data ainda não foi especificada, e terá mais 17 episódios.

O seriado conta a história de sobreviventes da queda de um avião em uma ilha misteriosa. Cada episódio traz flashbacks de um dos personagens. Na segunda temporada os principais personagens entram em uma escotilha onde funciona um abrigo do projeto científico Dharma. O final da segunda temporada ocorreu em junho nos Estados Unidos.

“Lost” recebeu o Emmy de melhor série dramática da TV norte-americana em 2005. Apesar de preterido pelo Emmy neste ano, o seriado recebeu seu segundo prêmio consecutivo da TCA (Television Critics Association Awards) na categoria seriado dramático no último domingo.

Fonte: Folha on line

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Listão dos sanguessugas

July 21st, 2006 9 Comments

DePUTAdos… Deviam parar de macular o nome das profissionais do sexo.
Sugiro que mudemos o nome para DeSAFADOS.

Aqui está a lista dos deputados envolvidos na máfia dos sanguessugas.
Antes de votar, olhe aqui e veja se você não vai converter seu voto em papel higiênico usado.
Se você conhece ou encontrar um desses, por favor transmita-lhe o meu chute no saco.

Fonte: Irmandade do véio rosa

A CPI dos Sanguessugas divulgou ontem os nomes dos 57 parlamentares acusados de envolvimento no esquema de compra superfaturada de ambulâncias. Os nomes eram mantidos em sigilo porque o processo corre em segredo de Justiça. Segue a lista.

Parlamentares já notificados
Almeira de Jesus (PL-CE)
Benedito Dias (PP-AP)
Bispo Wanderval (PL-SP)
Cabo Júlio (PMDB-MG)
Edir de Oliveira (PTB-RS)
Fernando Gonçalves (PTB-RJ)
Íris Simões (PTB-PR)
João Caldas (PL-AL)
Lino Rossi (PP-MT)
Nilton Capixaba (PTB-RO)
Pastor Amarildo (PSC-TO)
Paulo Baltazar (PSB-RJ)
Paulo Feijó (PSDB-RJ)
Pedro Henry (PP-MT)
Teté Bezerra (PMDB-MT)

Parlamentares que estão sendo notificados
Alceste Almeida (PTB-RR)
Almir Moura (PFL-RJ)
Amauri Gasques (PL-SP)
Benedito de Lira (PP-AL)
Cleonâncio Fonseca (PP-SE)
Coriolano Sales (PFL-BA)
Dr. Heleno (PSC-RJ)
Edna Macedo (PTB-SP)
Eduardo Gomes (PSDB-TO)
Eduardo Seabra (PTB-AP)
Elaine Costa (PTB-RJ)
Enivaldo Ribeiro (PP-PB)
Irapuan Teixeira (PP-SP)
Isaías Silvestre (PSB-MG)
Itamar Serpa (PSDB-RJ)
Jéferson Campos (PTB-SP)
João Batista (PP-SP)
João Correia (PMDB-AC)
João Mendes de Jesus (PSB-RJ)
José Divino (PRB-RJ)
José Militão (PTB-MG)
Júnior Betão (PL-AC)
Marcelino Fraga (PMDB-ES)
Marcos Abramo (PP-SP)
Mário Negromonte (PP-BA)
Maurício Rabelo (PL-TO)
Nélio Dias (PP-RN)
Neuton Lima (PTB-SP)
Osmânio Pereira (PTB-MG)
Raimundo Santos (PL-PA)
Reginaldo Germano (PP-BA)
Reinaldo Betão (PL-RJ)
Reinaldo Gripp(PL-RJ)
Ribamar Alves (PSB-MA)
Ricardo Estima (PPS-SP)
Ricarte de Freitas (PTB-MT)
Vanderlei Assis (PP-SP)
Vieira Reis (PRB-RJ)
Wellington Fagundes (PL-MT)
Laura Carneiro (PFL-RJ)
Zelinda Novaes (PFL-BA)
Senador Ney Suassuna (PMDB-PB)

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Think different

July 19th, 2006 22 Comments

Então você acha que é criativo. Acha que pensa diferente dos outros, né?

Siga as instruções e responda as perguntas uma de cada vez MENTALMENTE e tão rápido quanto possível mas não siga adiante até ter respondido a anterior. E Veja se é mesmo.

Agora, responda uma de cada vez:

Quanto é: 15+6

3+56

89+2

12+53

75+26

25+52

63+32

Sim, os cálculos mentais são difíceis realmente, mas agora é que vem o verdadeiro teste. Seja persistente e siga adiante até o fim.

Quanto é:

23+5

Rápido! Pense em uma ferramenta e uma cor!

E siga adiante…

Mais um pouco…

Um pouco mais…

Você pensou em um martelo vermelho, não e verdade???

Se não, você é parte de 2% da população que é suficientemente diferente para pensar em outra coisa.

98% da população responde martelo vermelho quando resolve este exercício

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