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Notebook do Unabomber
Plen – O Robô Skatista
Camisa com ar-condicionado
Maluf é ladrão. E daí?
Eu acabo de ler um comentário malcriado de um cara que só se identifica como Forrest. Ele está indignado porque no meu post de 12 de junho de 2006 sobre direitos humanos, eu coloquei o Paulo Maluf no mesmo saco de ladrões e traficantes, assassinos e estupradores. Ao vê-lo colocando num mesmo saco toda sorte de traficantes e bandidos de alta periculosidade e o Paulo Maluf, me espanto ao ver como brasileiro é bitolado! Olha só, se você pesar numa balança tudo que fez de bom, e o que supostamente fez de mal o Paulo Maluf, as coisas boas ganham disparado. Mas bota disparado nisso… Pois é… Pra um gringo, ele escreve bem em portugês. Ou ele é tão mané a ponto de esculachar a si mesmo? É só falar em safado que aparece logo um assecla pra defender. Como é possível que ainda tenha gente que acredita – e gosta do Paulo Maluf? Um fenômeno que intriga a ciência. Mas é só a opnião de um cara que nem coragem de expor o próprio nome tem, então de opnião nós estamos fartos. Olha a opnião de um velho aposentado na fila do banco: Então na realidade o que vemos de fato são um monte de opniões contra Paulo Maluf e seu filho Malufinho. Muita opnião, muita prova, muito papo furado e muita gente só olhando sem fazer nada. Ora, que ele é ladrão eu já sabia. É o tal do “rouba mas faz”. 8 Anos!!! OITO ANOS!!!!! Para o Forrest que deve estar pê da vida comigo, um livro de cabeceira. Como prova de minha amizade.
Nightcrawler
Um dos personagens que eu mais gosto no X men é o noturno. Não só por ser feio, misterioso e estrangeiro, meio sapo, mas também porque ele tem um poder sensacional. Quem já não perdeu um ônibus e desejou ter o poder de se materializar lá dentro? Ou na barca? Na barca me acontece sempre.
Morreu Bussunda
Uma pena. Acabo de saber da morte do Bussunda, há poucas horas atrás.
Trapalhões
Nossa como eu gostava daquele programa. Era a graça do meu domingo. Sentar e ver os trapalhões antes do Fantástico.
O misterioso numero sob a caixa
Mas eu vou estragar a festa dela novamente. (a primeira vez que eu desmenti um hoax dela foi quando ela estava toda feliz que o Roberto Carlos tinha se convertido à Congregação Cristã do Brasil – igreja pentecostal ao qual ela pertence) Aí vai: Esse alerta que está sendo divulgado pela Internet, acusando a re-pasteurização do leite longa-vida, onde o número 5, no fundo da caixa, indicaria que já foi recolhido e recolocado no mercado, por cinco vezes, não tem fundamento.
O reprocessamento do leite longa-vida tenderia a escurecer o produto, provocando um tom “caramelizado”, como podemos observar, por exemplo, no “doce de leite”. Não parece tecnicamente viável reprocessar e tornar a vender como “leite longa-vida”. Teria mais lógica, nesse caso, direcionar esse leite para a fabricação de outros produtos, como Bebida Láctea sabor chocolate. E parece que isso é usual quando algum problema é detectado na produção e esta ainda se encontra na “quarentena”. Já quanto ao número, de 1 a 5, no fundo da caixinha, na orelha inferior do pacote, aquilo é uma impressão do fabricante de embalagens, da Tetrapak, e corresponde ao número da faixa do papel que pode variar de 1a 5, representando a posição da bobina no momento do corte. E´ um dado importante para o controle de qualidade da própria TETRA PAK, da embalagem, e não do leite. Tentemos, então, ilustrar como são fabricadas as caixinhas: existe um rolo, ou uma bobina, de embalagem “tetrapak” (camadas de papel, alumínio e plástico). E´ mais ou menos como um rolo de papel higiênico, de papel para FAX ou um rocambole. Essa bobina é colocada na máquina que vai embalar o leite esterilizado (UHT – Ultra High Temperature). A bobina é muito larga e a máquina vai fatiar em faixas, para fabricação automatizada das caixinhas. São cortadas cinco fatias longitudinais. As fatias externas, laterais, são numeradas como faixas 1 e 5. A fatia vizinha à faixa 1 é a faixa 2. E vizinha à 5 é a faixa 4. A fatia central recebe o número 3. Todas as 5 faixas têm o mesmo número básico, que corresponde ao número de fabricação da bobina, variando apenas o número da faixa (que é de 1 a 5, em cada bobina). Cada faixa deveria ser suficiente para, normalmente, produzir 15 mil caixinhas ou, obviamente, para empacotar aproximadamente 15 mil litros de leite. Como já dizia a psicóloga da minha mulher: – Cabô a palhaçada!
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