O chaveiro das bolinhas

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 7:23 pm

Baseado (totalmente) em fatos reais:

Não sei o nome deles, é por isso mesmo que eu vou inventar. MAs que fique claro ao meu amigo leitor que o resto é todo verdade. Pelo menos até a parte inventada.

Renato conheceu Letícia na boate. Começaram a bater papo meio que por acaso. Logo pintou um clima.
Uma coisa leva a outra e sabe como é. Eles ficaram e ficaram de novo e mais uma vez e outra. Ficaram juntos até aquele estranho ponto onde já deixaram de ser só amigos faz tempo, mas ainda não são namorados oficiais.

Foi quando o grande dia chegou. Renato foi convidado para ir até a casa de Letícia. Ainda não era a apresentação formal do namoro, aquela que acontece no domingo de manhã e onde você tem que ir - e repetir - a comida da sua sogra.

Nesse dia Renato faria a primeira incursão no território perigoso da casa da amada, onde cada passo conduz a possíveis perigos, cada frase deve ser estudada e os gestos muito comedidos, porém não ao ponto de incomodar os anfitriões.

No tempo que passavam juntos, passeando no shopping, batendo papo no barzinho, encontrando na praia, ela falava muito sobre sua família pra ele. renato caminhava para a casa de letícia pensando nisso. De certa forma ele já conhecia aquela família, o pai, o irmão, a mãe, a profissão do pai, as manias, as brigas de Letícia com a mãe, as idiossincrasias da família, o drupy…

O drupy era o cachorrinho de Letícia. O neném da casa. Uma coisa que fazia bem a interseção do patético com o ridículo, porque era mais um desses cães que era tratado como filho. Pior, como filho manhoso e ranheta, cheio de vontades. Drupy definia quando queria passear, Drupy fazia pipi onde bem quisesse, fosse no chão da sala, fosse na cama dos donos, que não esboçavam nenhuma reação sequer de raiva com tão formoso pomponzinho.

Drupy comia seis tipos de ração que deveriam ser misturadas em proporções britãnicas com pedacinhos de banana. Mas só comia se a dona lavasse seu potinho antes e colocasse água filtrada na vasilha.
Era um poddle toy com pelinhos enrolados como um cabritinho. Um latido tão esganiçado quanto deveria ser sua insignificância no mundo, mas não naquela casa. Na casa de letícia Drupy que mandava e maior medo que do sogro, Renato só temia não ser aceito pelo Drupy.

Chegando lá, se anunciou e no fundo da voz de Letícia distorcida pelo precário interfone, ele já ouviu o esganiçado latido.

No elevador Renato deu o último trato no visual, abaixando aquele cabelinho idiota que insistia em ficar espetado para cima. Nada que um pouco de cuspe não grude.
A porta se abre e… Um corredor escuro. Renato pisa com o pé direito para fora do portal e no fim do corredor, na escuridão completa começa a ouvir algo cheirando.
Um latido ecoa pelo corredor e uma luz se acende, revelando uma porta que começa a se abrir lá no final.

Surge o formoso rosto de Letícia. Ela diz alguma coisa mas não dá para ouvir nada, porque só o que see ouve no inacústico corredor são os latidos esganiçados do Druppy.
Ele só cala a boca quando a Letícia o pega no colo.
Cão ciumento. Só o que faltava.

Letícia pede desculpas enquanto Druppy rosna para Renato. Ela não pode dar nem um beijinho nele, porque o Druppy tem ciúme da “tícia, né drupinho????”
Renato meio consternado, entra na sala se esgueirando pra longe do druppy, que o acompanha com um olhar fixo.

Na sala não há ninguém.
Ao perguntar pelos pais dela e irmão, todos haviam viajado e ela estava sozinha em casa, se preparando para sair. Letícia revela que haverá um aniversário de uma amiga que não via há tempos e que ela gostaria de ir. Renato topa na hora, afinal não pega bem o sogrão chegar de viagem e dar de cara com o “galalau” sentado na poltrona dele, justamente no lugar preferido dele!

Letícia com cuidado maternal coloca cruppy no chão. Ele se esperneia e corre para as pernas de Renato. Começa a cheirá-lo feito louco.
“É o primeiro passo” pensa Renato, afinal, Drupy já não estava mais rosnando nem latindo.

Letícia sai para tomar banho e deixa Renato e Drupy na sala.
Renato olha para Drupy que naquela altura do campeonato, não parecia assim tão chato. Ele estava animado brincando de morder o cadarço do tênis do Renato.
Renato abaixa a mão para acariciar druppy, que leva um pequeno susto, mas gosta do afago.

Eles ficam uns dez minutos brincando e já são amigos.
Letícia passa pelo corredor só de toalha e pede para Renato esperar mais um pouquinho, que ela vai se vestir.
Renato acena com a cabeça e vendo druppy saltando sobre ele, lembra-se do chaveiro de bolinhas que ganhara de Letícia no aniversário.

São seis bolinhas de aço inox do tamanho de bolinhas de gude numa correntinha.
Renato fica brincando de jogar a correntinha e druppy alucinado tentando pegar.
Druppy está animado, latindo e tentando acertar as bolinhas com a mordida quando renato faz um movimento para surpeender Drupy.

O cão se assuta e move-se na direção errada.
O chaveiro acerta em cheio o cocuruto da cabeça do Druppy, que cai duro na hora.
Parece até um cão de brinquedo. Não late, não rosna. Estica as pernas e cai de lado. Durinho.

Sem ação, Renato fica olhando. Nada. O bicho tá parado. Não reage, não respira.
Com cuidado, Renato põe a mão na barriguinha. Nada. O coração não bate.

“Putaquipariu! Matei o cachorro!” - Pensa Renato. Pânico.
O que fazer? Como contar a LEtícia que o “drupinho liiiiindo da Tícia” morreu? Empacotou? Comeu capim pela raiz? Fez beicinho? Foi pra terra do pé junto?

“Não contar! Lógico.” - Pensou Renato, enquanto esquadrinhav a sala em busca de algum lugar pra desovar o cãozinho.
Renato abaixou-se e segurou firme as patas do falecido. Dobrou-as com certo esforço. Incrível como as patas do cachorro morto ficam rijas.
Dobrou de qualquer maneira e enfiou sob o sofá.
Nisso a porta do quato abriu.

-Cloc, cloc, cloc… Veio Letícia de salto alto pelo corredor.
Na sala, lá está Renato calmamene no sofá olhando uma revista. O cão empacotado escondido sob o sofá.
- Ué. Cadê o Drupy?
- Er… Não sei. tava aqui e foi lá pra dentro eu acho.
- Ah… Então vamos sair de fininho pra ele não chorar. - Diz ela feliz.
- Claro, claro. Ele não vai nem ver! - Diz renato com uma indisfarçável vergonha.
Eles saem ela fecha a porta e vão para a balada.

No dia seguinte, liga Letícia aos berros. Drupy havia morrido.
Que pena, que pesar. Que momento difícil. Foi nestas condições que Renato conheceu a família de Letícia no velório do Druppy. Mas a vida é assim. Vai-se um cachorro, entra outro pra família.

FIM


Leia também
  • Nenhum post foi encontrado

Batman vs Star Wras Trailer

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 12:05 pm


Leia também
  • Nenhum post foi encontrado

Dez fatos sobre a galinha que você não sabia

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 4:05 pm

1- As fezes produzidas por uma galinha durante toda a sua vida podem alimentar uma lâmpada de 100 watt durante 5 horas.

2-Antigamente as chaminés eram limpas atirando galinhas vivas lá para dentro.

3-Em Gainesville na Georgia, EUA é proíbido comer galinha com garfo.

4-Alectorofobia é o nome do medo das galinhas.

5-Há mais galinhas do que pessoas no mundo.

6-Um galo macho castrado é chamado de capão.

7-Os Antigos Romanos pensavam que as galinhas só acasalavam em 14 de Fevereiro.

8-Alguns tipos de galinhas podem pôr ovos coloridos. A Ameraucana e a Araucana põem ovos verdes e azuis.

9-A China não é só o país com mais pessoas do mundo, mas também o que tem mais cavalos (10.000.000) e mais galinhas (3.000.000.000).

10-Se colocar uma galinha em frente a uma linha desenhada no chão e o fizeres olhar para ela, ele fica hipnotizado e provavelmente não sai dali até o tirarem de lá.

Viu como é bom saber isso?


Leia também
  • Nenhum post foi encontrado

Enfim - o último segredo revelado

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 4:03 pm

POde morrer tranquilo. Agora você saberá a verdade:

De acordo com uns cientistas do National Geografic, o ovo nasceu primeiro que a galinha. Eles dizem que os répteis já punham ovos muito tempo antes de existirem galinhas, e a primeira galinha nasceu de um ovo posto por uma ave que não era ainda considerada uma galinha.

Só falta agora saber o segredo de Tostines.


Leia também
  • Nenhum post foi encontrado

I wil survive made in Brazil

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 3:36 pm

Eu não nasci gay a culpa é do meu pai
que contratou um tal de Wilson pra ser o capataz
Eu vi o bofe tomar banho e o tamanho da sua mala era demais
além de linda era demais
Eu virei gay e assumi
a arte da pederastia e pude um dia então sorrir
pedi o Wilson em casamento e o jumento aceitou
a lua de mel foi no Egito eu fui pra cama e dei um grito e disse
Hey, vai devagar amor
não vai com força ainda sou moça e não quero sentir dor
me trate como uma menina vaselina por favor
parecia Rambo
com sua bazuca na minha nuca eu disse
vai, ah Wilson vai
esfrega a mala na minha cara vai pra frente vai pra trás
pra malona eu dei um grito
entalei quase eu vomito
ah Wilson vai, ah Wilson vai
hey hey

Eu não nasci gay a culpa é do meu pai
que contratou um tal de Wilson pra ser o capataz
Eu vi o bofe tomar banho e o tamanho da sua mala era demais
além de linda era demais
Eu virei gay e assumi
a arte da pederastia e pude um dia então sorrir
pedi o Wilson em casamento e o jumento aceitou
a lua de mel foi no Egito eu fui pra cama e dei um grito e disse
Hey, vai devagar amor
não vai com força ainda sou moça e não quero sentir dor
me trate como uma menina vaselina por favor
parecia Rambo
com sua bazuca na minha nuca eu disse
vai, ah Wilson vai
esfrega a mala na minha cara vai pra frente vai pra trás
pra malona eu dei um grito
entalei quase eu vomito
ah Wilson vai, ah Wilson vai
hey ow

Eu virei gay e assumi
a arte da pederastia e pude um dia então sorrir
pedi o Wilson em casamento e o jumento aceitou
a lua de mel foi no Egito eu fui pra cama e dei um grito e disse
Hey, vai devagar amor
não vai com força ainda sou moça e não quero sentir dor
me trate como uma menina vaselina por favor
parecia Rambo
com sua bazuca na minha nuca eu disse
vai, ah Wilson vai
esfrega a mala na minha cara vai pra frente vai pra trás
pra malona eu dei um grito
entalei quase eu vomito
ah Wilson vai, ah Wilson vai
hey ow


Leia também
  • Nenhum post foi encontrado

Dois videos estranhos

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 3:23 pm

Pessoal, estou meio afastado do Mundo Gump porque estou com excesso de trabalho.
Não tá dando pra postar muito. Mas aqui estão dois videos curisosos que alunos meus me mostraram:

O maluco que zerou o mario 64 em apenas 16 minutos! - O cara é escalafobético. Ninja. Igual a ele só tem o Raptor - o homem genéticamente modificado para jogar.

Um programa de tv na biblioteca.- Este programa é meio doido. Só podia ser coisa de japonÊs.
O lance é assim: Os caras invadem a biblioteca e gravam o programa. Então tem que ser em silêncio. Não pode rir alto pra não atrapalhar quem está lendo. MAs olha só o vídeo e tenta não rir alto. Não dá. É muito doido.

Por enquanto é só.

Ah, tá. Só mais uma maluquice. Os cabritinhos que desmaiam.


Leia também
  • Nenhum post foi encontrado

Amor, estranho amor.

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 4:59 pm


Essa é boa. Achei num blog chamado querido leitor.
Todo mundo parece que já viu essas faixas de declaração de amor. Virou moda há algum tempo e época de dia dos namorados os outdoors estão cheios dessas paradas. .

MAs fiquei com pena do pobre coitado. Não deve ter mico maior que esse. Se bem que, pensando bem, tem sim.


Leia também
  • Nenhum post foi encontrado

O texto-hambúrguer

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 11:43 pm

Eu confesso que fiquei um bom tempo refletindo sobre colocar ou não textos ficcionais meus nesse blog. Por incrível que pareça, até agora não teve nenhum texto inventado nessa joça. Só casos reais dos mais escabrosos.
Mas o que seria da vida sem uma pitada de ficção? Meu medo é o leitor achar que este é um blog de ficção. Mais um. O mote aqui é justamente outro, mostrar que o mundo É uma ficção e que a realidade é uma brincadeira sórdida de anõezinhos malignos de uma outra dimensão.
Então vou confiar na capacidade dos leitoes de perceberem quando é inventado e quando é real. Mas como sou legal, eu geralmente dou uma dica, dizendo claramente no texto que é um caso real. (salvo posts ilegais, como aquele do dia em que roubei um cadáver, quando a possibilidade de ficção me rende uma serta guarita dos homens da lei)

Vou começar com um texto-hambúrguer. O texto tem este nome porque eu escrevi justamente com apenas uma mão, comendo um hambúrguer. Escrevi no Orkut, na época da Ignis, quando eu trabalhava feito louco, e trabalhava até almoçando. Nesse dia eu resolvi largar a tablet e escrevi enquanto saboreava o SUPERTRANSA - um hambúrguer gigante do TRANSASUCO. Senta aí que vai começar o delírio, hehe:

O último encontro

22/07/2004 12:19

Ron sabia que aquela era a última vez que eles se encontravam. Depois de muitas noites juntos, onde compartilharam a mesma cama, já haviam feito sexo de formas completamente diferentes. Selvagem, carinhoso, inocente, infantil, perverso, dominador, perdidos, bêbado, etc.
Ron entrou na pequena sala onde viu Semaj pela primeira vez.
Bem, não era necessáriamente a primeira vez aquela, mas era como se fosse. Ron era praticamente o dono de Semaj desde que a ganhou num sujo jogo de Zen8 com amigos de amigos seus que ele não conhecia direito.
Semaj era mais uma daquelas garotas modernas de onde você não sabe direito de onde saiu, e embora sua aparência ainda fosse agradável ao olhar, seu sexo tão bom quanto o das outras mulheres, ela ainda era fria. Sim, era fria.
Era fria mas estava disponível. Ron não precisava gastar dinheiro, levar presentes ou conhecer a família. Semaj servia bem fosse qual fosse o humor do homem que estivesse com ela. Ela fazia sua parte.
Semaj era uma profissional do sexo. Talvez “profissional” não fosse bem o tema correto para designá-la. Nelson Rodrigues dizia que prostituição é vocacional.
Ela havia sida criada, concebida para o sexo.
Olhando assim, rapidamente, era uma mulher bem gostosa. peitões, quadris perfeitos, cabelo macio. A pele também macia. Ouvia-se pouco a voz dela, é verdade. Voz baixa, movimentos contidos. O som da voz dela só aumentava quando em suspiros parecia gozar abundantemente.
Mas voz para quê? Ela serivia apenas para gemer mesmo…
Bem, Ron estava ali, pela última vez na frente de Semaj e mesmo que ela ignorasse isso completamente, ele sabia que sentiria alguma falta dela.
Ron estava de partida. A corporação o intimara a viajar a trabalho para um lugar muito distante e ela não poderia ir com ele.
Com carinho Ron pegou Semaj pela mão e levou-a lentamente até a cama.
Sentando-a no leito, levou os lábios até os dela e por uma fração de segundo, lembrou-se de todas as vezes que beijara aqueles lábios. Semaj, inclinou-se para trás, sem roupas (ela sempre encontrava Ron já sem as roupas. Ron não gostava de perder tempo…) Com uma mão, Ron acariciou-lhe os seios e sentiu Semaj emitir um fraco gemido, aquele tipo de gemido que ele já conhecia de cor.
Levou a outra mão na nuca se Semaj e pressionou com delicadeza.
O painel trazeiro se abriu e rapidamente, antes que ela tivesse alguma reação de proteção, Ron ativou-lhe o botão de reset.
Os protocolos de relação se Semaj foram deletados, sua memória extirpada, seu desejo silenciado e suas atitudes formatadas.
No instante seguinte ela era apenas uma boneca sexual comum, já defasada, sem energia, um mero robô desligado.
Ron levantou-se da cama. Olhou-a mais uma vez.
Semaj jazia estática. Os olhos abertos, vidrados. Um manequim frio e sem vida.
Ron abriu a porta e saiu fechando-a atrás de si.

Fim

Leia também
  • Nenhum post foi encontrado

Notebook do Unabomber

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 12:55 pm



Caraca, o notebook explodiu sem mais nem menos. E ficou lá pegando fogo. Bem no meio de uma conferência. Se o Bin Laden descobre isso vai encomendar umas máquinas da Dell.
A parada ocorreu numa conferência de tecnologia no japão, e lá estavam ( pro sofrimento da Dell) centenas de jornalistas.
Imagina só se explode esse troço num avião? O notebook era um dos modelos top de linha da Dell. Até o momento a Dell não se pronunciou sobre o notebook que está sendo chamado de notebook do unabomber.
Pra quem ficou curioso, o notebook não tem explosivos. Tem é algum bug grave no gerenciamento da temperatura da bateria. O excesso de calor teria provocado um efeito em cadeia, com capacitores estourando e a maquina pegou fogo. Já aconteceu com um notebook machintosh também, e neste caso foi até pior porque era uma criança, que tava usando a maquina sobre o carpete, na hora que estourou e pegou fogo.


Leia também
  • Nenhum post foi encontrado

Plen - O Robô Skatista

cadastrado em: Uncategorized — Philipe @ 12:48 pm


Tudo bem que não é nenhum Tony Hawk, mas que é bonitinho é.
O Plen, esse robozinho aí em cima, é equipado com processador ARM7 de 32bits em 33MHZ conta com 18 juntas móveis e interface USB com suporte a bluetooth pesa 700g e custa dois mil e duzentos dolares no japão. Carinho, mas bem legal.


Leia também
  • Nenhum post foi encontrado

Page 1 of 41234»
Next Page »