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Micróbio Bonder
14 BIS
Minha família é de Petrópolis. O meu antepassado, Magnus Kling morreu ajudando na construção da cidade. (uma palmeira gigante caiu em cima dele) Até hoje o nome da minha família está no monumento aos imigrantes alemães que fundaram Petrópolis. THE ORIGINAL WRIGHT BROTHERS AEROPLANE Eu fico puto quando vejo essas merdas, porque vamos ver: Irmãos Wright? Eles inventaram mais o quê além dessa bala de catapulta com asinhas que voou no máximo alguns metros?
Como arrumar um emprego na área da computação gráfica?
È muito simples. Você só tem que fazer isso aqui ó:
Computador do futuro
Um amigo meu, o Álvaro, está trabalhando num novo conceito de computador. Então, esta vai pra ele: Chamado de EyeMove PC, este conceito reúne a funcionalidade de um projetor digital e um computador comum numa estrutura de forma circular. Ainda é um conceito e não tem data pra ser lançado. Mas é interessante. O aparelho parece que projeta numa tela embutida sensível ao toque o que deveria ser o teclado.
As empregadas
Eu tava lá agora fritando meu bife pro jantar. Muita gente faz apenas um lanche no jantar. Eu não durmo se não bater um puuta pratão de arroz, feijão, bife, etc. Se não tiver “sustãça” eu não durmo bem. Deve ser isso que tá me causando essa barringuinha feladaputa, marca inconfundível dos 30 anos sedentários que completei em 2006. Então eu fitava o bife quando comecei a me lembrar de quando eu era guri. A Minha mãe ao longo desse tempo teve várias empregadas domésticas. Uma mais figura que a outra. Comecei a notar uma certa característica ao qual eu nunca antes havia dado atenção, e ali, com o garfo de bife numa mão e a pnela na outra tive o insight de relacionar no blog algumas das mais bizarras histórias envolvendo as empregadas lá de casa e também umas duas ou três histórias das empregadas domésticas das minhas tias. TUDO È 100% VERDADE. Pode não parecer, mas são. E é este o mote do Mundo Gump. Não dá pra lembrar de todas. Com certeza umas vinte eu esqueci. Mas… - Teve uma que era tão burra, mas tão burra que a “Marineuza” do seriado “A diarista” com certeza foi inspirada nela. A única diferença é que ela era feia como um estrupício. Essa num dia lá resolveu fazer pastel. Comprou a massa, fez o recheio. O pastel chegou à mesa meio estranho. OLhei pra ele e não falei nada. Minha mãe mordeu e matou a charada. O pastel estava plastificado. Ela não sabia que tinha que tirar o plástico pra fazer pastel. De tão burra, durou pouco. - Teve uma que era empregada de bacana. Ela só fazia pratos sofisticados. Suflês com nomes em fancês. Todo prato levava petipuá, palmito, campignon, ervas finas, molhos complicados de pronunciar o nome, alcaparras e etc. Durou pouco pq o bolso do meu pai levou casqueira. - Teve uma que eu acho que passava fome. Essa não valia nada. Roubou na casa da minha mãe. Ela roubava direto. Comida, enlatado, pano de prato, prod. de limpeza… Minha mãe que é muito distraída só deve ter percebido quando a mulher devia ter roubado metade da nossa casa, hehe. Meu pai foi lá na casa dela. Eu era muito novo e não lembro o desfecho dessa história. MAs se não estou errado, essa foi a que comia a comida do meu irmão. Meus pais saíam e deixavam ela tomando conta do André, que tinha menos de 1 aninho. O André foi ficando cada vez mais magrinho, magrinho. A minha mãe preocupada, comprava suplementos e coisas do tipo “engordiet” pra ele e nada dava jeito. O médico diagnosticou que ele estava desnutrido. Pra minha mãe foi um choque. Era como ouvir um atestado de incompetência do médico, que afirmava: seu filho estava desnutrido. A solução do mistério surgiu quando ela descobriu que a empregada filha da puta simplesmente COMIA a comida do neném! O André é magrinho até hoje graças a essa (só mais uma vez) FILHA DA PUUUUTA. Não sei porque meus pais não surraram ela. Merecia. Ela ia matar meu irmão. - Tiveram também as que batiam na gente. Dessas eu lembro pouco. Teve a Selminha, que me bateu um dia e eu ameacei “demitir” ela. hahaha. Imagina só um pirralhinho metido de cinco anos ameaçando te demitir. MAs a Selminha era gente boa. Minha mãe foi madrinha do casamento dela com o André (o namorado dela chamava André)O pai dela tb era um senhor muito gente fina. Era nosso jardineiro. - Tiveram também as boas. As boazinhas, como a Cida, que era uma loura alta e bonita. Fazia o maior sucesso na rua. Eu adorava essa. Era muito legal mesmo. Nunca bateu na gente. Levava pra passear, pra acampar com o pessoal da igreja dela e tudo mais. Meus pais deviam adorar o descanso que ela dava pra eles. - Teve uma que o codinome diz tudo. “ESPANTOSA”. A espantosa chegava pontualmente as seis da manhã na porta do apartamento. Rapaz, era muito feia. Putsgrila! Lembro de um dia que eu abri a porta e lá estava um brucutú de ébano com os cabelos para o alto. Quase dei um grito. Era uma aparição medonha. Eu passeia evitar a cozinha pra não ver a cara dela. Não era simpática nem cozinhava bem. Também não limpava nem cheirava bem. ( dela eu herdei o desgosto e ódio mortal pelo “Leite de Rosas”) Não sei onde minha mãe tava com a cabeça pra contratar a “Espantosa”. A espantosa tinha o hábito de Nunca pentear o cabelo, que por isso era igual, igualzinho ao do Don King, só que preto. Ela parecia um botijão de gás de quase dois metros de altura. Nem em filme de terror tem algo igual. Se um dia ela for no parque Filadélfia e entrar pra ver a Honga, o macaco sai correndo de medo dela. A Espantosa tinha o apelido carinhoso de Darth Vader. E acredite, ela ATENDIA ao ser chamada de darth Vader- até pela minha mãe. Hahaha. Era muito cômico. - teve aquela do espirro engraçado. Ela espirrava com um barulhinho incomum. Era uma epregada alérgica. Associei ela ao nome de Margareth. Ela não chamava margareth, mas a minha mãe chama Maria Goreth, e ela só conseguia chamar a minha mãe de Margareth. Coitada, a casa empoeirada e ela limpando. Dava dois três minutos começava a espirração que se estendia até as seis da tarde. Ela espirrava fazendo um barulho assim: “AKISSSSSSSSSSSSSSSSHHHHHH” Exatamente como vc leu. - Teve a Edna. Como esquecer a Edna? A Edna estava na categoria das boazinhas, mas também figurava com honra na categoria das malandras e na categoria das burraldas. A Edna era novinha. Tinha seu destaque na categoria das feiosas, porque ela tinha um queixo pra frente, que com o nariz fazia uma cara de lua. A Edna ela estabanada, quebrava as coisas, tentava sempre ajudar mas era igual ao Chaves com uma vassoura nas mãos. Da Edna tem tanto caso que se eu listasse aqui não ia dar certo. Um dia ela veio do meu quarto gritando. Havia achado uma mão amputada no meu armário. Tá certo, nem todo mundo tem uma mão amputada guardada na gaveta das cuecas como eu tinha, mas dava pra ver que era de borracha. A Edna pegou um cagaço de ir no meu quarto ( uma potencial desculpa pra não limpar o mafuá) e o meu quarto ficou cada vez pior, hehe. A Edna dormia lá perto do tanque. Era engraçado porque ela disfarçava que não estava dormindo. A Edna era tão cômica que depois que eu casei ainda chamei ela pra trabalhar pra mim. Aqui em casa ela aprontou mil e umas. - Teve uma que tinha levado um tiro na cara. Era filha da faxineira do prédio. Cagada da minha mãe contratar aquela porra. Ela era envolvida com bandido. O tiro na cara havia sido dado por um rival do marido. Era um buraco fundo no meio da bochecha. Essa era parente da faxineira e passava o dia todo no corredor num conversê que nunca tinha fim. Péssima no serviço. - Tive uma que era apenas abusada. Um dia abri a porta pra ela. Eu num sono desgraçado. Havia ido dormir às qutro da manhã. 3D é fogo. Vcs sabem. Eu abro a porta e ela manda essa logo de cara: ” Dormindo até agora? Que preguiçoso, hein?” - Tiveram também as evangélicas. Das evangélicas eu destaco três. Uma era irmã da minha concunhada. Gente boa, a Lili. Eu encontro com ela sempre nas festas da minha sogra. Ela ficava com nojo rapido e passava mal. POr isso meu prazer mórbido era falar nojeiras pra ela na hora do almoço. Ela chegava a ficar verde. E teve tb uma que eu nunca tinha visto mais gorda. Meio estranha. Quieta demais. Empregada boa é igual carro. Se vc não ouvir o motor fica estranho o negócio. Rodou rápido. Tem a Leni, que é miha atual faxineira. A Leni é ótima. Uma pessoa maravilhosa. Eu desconfio que ela sofra de uma anorexia leve, mas não quero comentar isso com ela. A Leni desmaia na rua, fica muito tempo sem comer… è uma pessoa maravilhosa que como todos nós tem seus problemas pessoais, a maior parte deles naquilo que chamamos “família”. Mas eu adoro a Leni. A Leni só é meio chata com aquele papo de que nós (eu e a NIvea) somos tão bons que um dia viraremos evangélicos como ela. Mas fora isso, tudo bem. Tem uam visão bem apla da igreja dela. Eu disse pra ela outro dia que ela devia ser anciã. (que equivale quase a um bispo na igreja dela) Ela ficou toda satisfeita, hehe. - Teve outra também que foi empregada da minha tia. Essa é um caso à parte… Ela queria ser atriz de novela. No primeiro dinheiro que ganhou alisou o cabelo e meteu duas lentes de contato azul-ultra-azul. Igual uma personagem de novela que eu vi outro dia numa dessas novelecas das seis na globo. Era pedante, sabe como? Pobre soberba. Negra do olho azul. Figuraça. - Dessa mesma tia, destaco a empregada que fez festa. Meus tios viajaram pra Friburgo. A empregada ia acabar de limpar e ia embora com a chave. No meio da viagem de fim de semana, meu tio resolveu voltar ( não lembro o porque. Mas nem vem ao caso…) Ao chegar em casa a surpresa: A empregada e o namoradinho em plena cena de lua de mel. Banho de banheira e o escambau! Hahahaha. “Quando os gatos saem…” - Das burras tem a empregada estilo “Solineuza” da minha tia Mariza. Essa era tão energúmena que um dia tava cozinhando quando tocou a musiquinha do gás. MInha tia pede pra ela ir lá fora ver se o gás era o Supergasbrás. Vai a empregada e volta. Tosco, né? Parece piada, mas é real. Essa mesma figura um dia ao ouvir o carro da funerária anunciando o falecimento de alguém da cidade ( no interior é assim. Morre alguém passa o carro de som: ” Comuicamos com pesar o falecimento de seu Fulano de tal. A família enlutada agradece aos que comparecerem…“) A empregada vira toda séria pra minha Tia e comenta com ar teatralmente triste: Não tenho certeza se era essa, mesma mas a tia Mariza teve uma empregada que só figura aqui porque tinha um filho com nome bizarro e apelido pior: Tem também a Geraldina. Empregada da minha vó. Mas a Geraldina merece um post só pra ela. É uma pessoa maravilhosa. Íntegra. A relação da Geraldina na minha família transcendeu há muito as questões do plano material. Todos nós sabemos disso. È uma pessoa evoluída. Um espírito de luz. A Geraldina terá um post só pra ela e para os fenômenos que a cercam em breve. Mas só pra marar um detalhe: Ela está na família desde que minha mãe era criança. Já teve propostas pra trabalhar menos, ganhar o dobro e não aceitou. A ligação dela é kármica com a minha avó. Se você não é espírita, não entenderá direito isso. Ela chefia os trabalhos em um centro espírita kardecista. Você sente a aura dela só de passar perto. Foda o troço. Bom, empregadas domésticas são pessoas como eu e você. as que listei aqui estão aqui não por serem domésticas, nem por desrespeito a esta classe de trabalhadoras que dão muito duro pra ganhar muito pouco e são vítimas do sistema safado e opressor de classes do nosso país. Meu mais profundo respeito por estas pessoas sem as quais nossa vida seria muito difícil. Mas como em todos os trabalhos, há sempre as figuras e as malucas, as burras e as puras. As ingênuas e as safadas. As bonitas e feias.
Vem aí a visão de raios X
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