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Parecia pegadinha. Mas não era.
Koma foi confundido com um especialista em tecnologia de internet, que coincidentemente também se chamava Guy, mas com sobrenome Kewney, e que falaria sobre a disputa judicial entre a gravadora Apple (dos Beatles) e a gigante dos computadores Apple (fabricante do iPod). A confusão começou quando Koma aguardava na recepção para uma entrevista de emprego e a produtora do programa o interpelou e perguntou se ele era o Guy. Diante da resposta afirmativa, Koma foi levado para ser maquiado e depois entrar ao vivo no programa para a entrevista. Posteriormente, ele afirmou que estranhara mas achara que tudo fazia parte da entrevista para uma vaga de emprego. Após se dar conta que fora confundido, o congolês passou de uma expressão de surpresa para de pavor. A gafe repercutiu no mundo todo, e Koma virou até celebridade, dando entrevistas para diversos jornais e programas televisivos. Um vídeo da entrevista equivocada está disponível na internet e já foi acessado diversas vezes por internautas pelo planeta.
Skate sinistro
Ele é motorizado e anda bem rapidinho com o motor de 43 cilindradas. O sistema de combustível e controle fica na sua mão e quanto mais você aperta mais combustivel vai pro motor, aumentando a velocidade. Se você reduzir a pressão ele vai mais devagar até parar.
Net gato
Há um tempão atrás, antes de eu gastar os tubos da grana com a sky, eu desejei ter net gato.
Só botei aqui por curiosidade mesmo. Figuras inesquecíveis da infância/mix de histórias malucas
Todo mundo que chega na idade adulta lembra-se com ternura de fuguras inesquecíveis que conhece na infância. Poucos desses sujeitos chegam à vida adulta ao seu lado, pois a vida toma certas atitudes estranhas e acaba nos separando. Uma figura que eu me lembro da juventude foi o “pão com ovo“. Pão com ovo era o que esse garoto que eu não sei mais o nome levava de merenda. Um dia, a merendeira dele caiu bem no meio do pátio , espalhando pedaços amarelos no meio de dois pedaços de pão. Na mesma hora ele foi cercado por uns vinte garotos, que rapidamente se transformaram em uns cem. E todos começaram a gritar “Pão com ovo, pão com ovo…” Ele caiu de joelhos. Cabeça baixa e as lagrimas rolando enquanto em volta centenas de crianças gritavam Pão com ovo pra ele. Sabe como pode ser devastador para um garoto ser chamado de… PÂO COM OVO? Outro cara que nunca me esqueci foi o Telerj. Incrível como na infãncia a gente pode ser cruel. O defeito do moleque é que tinha orelhas de abano. Era um certo reconforto para mim, que tenho dois belos e lindos pares de orelha de abano modelo “dumbo”, mas o Telerj… Rapaz, o telerj era bizarro. Então ao zoar o Telerj eu me eximia de ser o cara da orelha de abano da turma. Mas as dele eram duas megra-protuberâncias aerodinâmicas que se bobear eram de fato capazes de jogar ele pra cima se o vento fosse forte. A parada ainda era pra fora e meio encurvada, de tal maneira que na época passava um comercial em que o Evandro Mesquita usava orelhões de plástico pra dizer que as fitas da BASF com Ferro extra eram as melhores. ( não eu não tenho essa memória toda. A propaganda foi eficaz, porque eu me identificava com o orelhão. POr anos eu me olhava no espelho e me via como o Evandro Mesquita com aqueles orelhões…) e na hora eu lembrava do Telerj e isso me tranquilizava um pouco. Se eu nunca ia pegar mulher na vida por causa delas, pelo menos era reconfortante saber que tem sempre um puto em situação mais ridícula que a sua… O telerj tinha uma irmã que era DM. A Bianna. Fabianna era o nome dela. Quando eu devia ter uns onze a Bianna tinha uns vinte e seis. Ela era DM (deficiente mental) e andava de um jeito engraçado, balbuciando coisas ininteligíveis e babando direto. O que me marcou mais foi o carinho que o Telerj tinha com a Bianna. E eu passei a observar analíticamente o comportamento de uma DM. Baseado na Bianna que eu criei meu estilo DM de me comportar. ( mas nunca fiz isso pro Telerj ver. O mínimo de senso de humanidade eu já tinha) OLha, no início eu achei que não teria coragem, mas à medida em que eu ia andando com aquele caminhar elegante do quasímodo, a boca retorcida como a do Lima Duarte (Melão!) os braços retorcidos para trás como um desses meninos do teleton e as pernas fazendo voltas que deixariam a coluna da Gisele Bunchen com inveja. Eu fui andando e subi as escadas. Nesse momento eu tive medo de que alguém que tivesse me visto no banco minutos antes lembrasse. Mas meu perrengue passou rápido qaundo o vigia abriu a porta lateral pra eu passar. Isso mesmo, eu não passei pela porta giratória. Na cabeça do guardinha eu provavelmente não saberia andar com a porta que gira e me desesperaria gritando e me socando como um autista em crise de pânico. Como um passarinho cego num aquário de vidro. Caminhei decidido (todo torto) em dição a fila microscópica dos deficientes e fui eficientemente atendido. Fiz questão de ampliar o realismo de minha atuação deixando umas três gotas de baba no balcão. Acho graça até hoje quando penso quem foi que limpou (e com que cara) a minha baba de doente mental. Foi uma situação adversa. Depois pensei que não foi certo aquilo que eu fiz. Eu fiquei um tempão com peso na consciência de ter feito aquilo. Então prometi que nunca mais imitaria um DM, por mais realista que fosse o resultado final. Uma vez eu fiz pra minha mãe ver e ela ficou impressionada. Teve até que sentar. A última vez que precisei usar os meus poderes de X men, quer dizer, de ator, foi no 31 de dezembro. Faltava mais ou menos uma hora para os fogos. Eu passei na casa da minha mãe pra me despedir, desejar feliz ano novo e tal. Nessa época, ela morava na rua Miguel de Frias. (A rua tem um nome que era o prenúncio do que estava por vir… FRIAS!) Não tinha onde parar, obviamente e eu rodei até que milagre: achei uma vaga! Era super-híper apertada, mas eu enfiei meu corsinha ali. Desliguei o carro e já ia saindo quando surge correndo, com a mão esticada na minha direção um NEGÃO. ( o negão era tão negão, tão grande, que só grafando assim, em caixa alta) - É dez reáu! - Ok, na volta a gente vê. – tática de engabelamento do flanelinha. Página 66 do manual de sobrevivÊncia na cidade grande. Parágrafo dois item um:
- Não, não. Na volta não, patrão. Paga agora ou não pára! - Quê? – Nessa hora a Nivea já começa a apertar suavemente meu braço. Pelo apertão eu sinto que ela quer dizer em código: Fudeu. Pága, pága!!!! E eu começo a discutir: – Vou pagar na volta PORRA! – o porra foi assim mesmo, mais alto pra ressalttar meu aspecto agressivo. Pra enfeitar a ação, eu jogo a Nivea delicadamente para trás de mim, como convém um macho homo sapiens. Deu certo. Começou a parar gente pra ver. Mas o NEGÂO não se intimidou, fato este que ME intimidou: - Vai pagar ou eu vou TIRAR O CARRO!- Quando ele falou isso eu senti um: ” WAZZAAAAAAAAAP!” Era o meu neurônio do perrengue acordando de suas férias. Acordou e jogou dois litros de adrenalina no meu sangue. - Tira aí pra eu ver, feladaputa! – Eu gritando. A nivea com dois olhões do tamanho de um prato. - O negão não teve reação. Veio com o peito estufado pra cima de mim. Senti um clima “porrada” no ar. O povo em volta. Eu dou uma rápida olhada em volta e vejo gente com garrafa de champanhe, mulheres com flores, coroa com a cadeira de praia. Percebo que o sangue não vai ficar bonito na minha roupa branquinha… E todo mundo meio que na indecisão se valhia a pena parar pra ver a porrada iminente entre o nerd e o HOLLYFIELD ou era melhor ir logo arrumar lugar pra ver os fogos. Na falta de uma atitude de macho, conveniente numa hora dessas, você deve apelar para o parágrafo três do capítulo “COMBATE SOCIAL” do manual que diz:
Eu meto o dedo no peito do negão. Olhando para cima em 45 graus vejo olhos amarelos injetados, como os do Trex de Jurassic Park. O negão tem no barato dois metros de altura por 1,5 de largura. É uma versão nacional do Mike Tyson anabolizado. - Você sabe com quem que cê tá falando ô PALHAÇO? ( acentue o finalzinho de modo que quem está do outro lado da rua escute e venha correndo pra ver. Também indica que você não tá com medo. Curiosamente, quanto mais medo você tem, mais alto é o finalzinho que você solta. Mas cuidado pro cagaço não transparecer, dixando um vibrato na sua voz. Se vc der sorte, será um meganha que vai vir ver o que tá pegando e tudo se resolverá na lei. - NÂO! E você? VocÊ sabe? – Disse ele decidido. Eu já sentindo a porrada. A Nivea nesse tempo todo ficou falando alguma coisa que não entrou na minha cabeça pois todo os meus neurônios estavam carregando protocolos de combate, lutas e obviamente, fuga. - Não sei não, mas acho bom você também não saber com quem você tá falando. – Falei rápido e alto de modo que ele não tivesse tempo de responder. Eu meto a mão no celular. O negão dá dois passos pra trás achando que eu ia sacar um ferro. (revólver) Ouvi um certo ruído da platéia. Os dois passo para trás do negão foram o elemento base no jogo de expressão corporal que sinalizava um detalhe. O negão se cagou. Por um segundo, mas se cagou. Era minha chance de crescer na cena: - …Sete, sete meia… – (Ao fingir digitar, comente em tom mais baixo os números finais, que dá mais credibilidade ao fato de ligar para alguém.) O negão correu, correu bonito, e em seguida um outro negão lá do outro lado da rua gritou:
Constatações passageiras
1- Dinheiro é igual a água do mar. Existe muito, e quanto mais você bebe, mais sede você tem. 2- Adoçante dietético engorda. Só vejo gordo usando adoçante.
O primeiro porre a gente nunca esquece
Là estava eu, numa festa na casa de um amigo. A cerveja rolando solta. Daí ele aparece com uma bebida lá que mais parecia um álcool absoluto com sabor de anís. beberiquei um pouco mas achei meio ruim. Sim, convida uma festa inteira para atravessar a cidade e chegar numa outra festa. ( depois descobri que a pessoa que convidou não era a dona da tal festa. fato que por si só já nos garante o amplo direito de beber pra esquecer a vergonha.)Como na tal festa que eu estava eu não conhecia praticamente ninguém além da minha mulher, que também conhecia uns três ou quatro, fomos. Eu de penetra do penetra. Penetra ao quadrado. Receita para dar show. Parei de beber quase totalmente depois que casei e agora sou um fraco. Duas latinhas me nocauteiam. Mas seguindo a aventura, lá pelas tantas, aparece o carro com as figuras e a caravana segue o caminho por ruas que nunca vi na minha vida em busca do tal condomínio de luxo, onde a festa principal estava rolando. Chegamos na festa e pra minha supresa, a festa que eu estava antes tava beeem mais animada do que a tal da principal. A festa principal era muito chique, muito requintada. Era festa de professor titular da UFF. Sabe como? Pessoas nojentas metidas e pedantes debatendo a linha epistemológica do impacto da obra Kantiana no conceito objetvo das sociedades pós modernas numa ótica neo-liberal paradigmática. De graduado só eu e o bom e velho (e também caro) vinho chileno ali na minha frente. Dei uma boa olhada na casa. Muito bonita chique e bem decorada. A mesa, uma mesona enorme de vidro, com vááááárias garrafonas de vinho de todos os países. (e eu querendo tomar uma cervejinha) Olhei em volta. Patês, queijos, saladas, molhinhos de todas as procedências, salgadinhos mil. E TOME VINHO! Lembro que quando eu tava no meu décimo segundo copo de vinho, consegui conversar com alguém. O papo não avançou muito porque rapidamente apareceu alguma figurona que possivelmente era a dona da casa e agarrou meu interlocutor pelo braço pra apresentar ao doutor beltrano. Merda. Lá estava eu, com o copo de vinho na mão. Só me restando beber para não mimetizar totalmente com o abajour. ERA MARAVILHOSO! Eu senti a mesma coisa que meu cachorro sentiu quando comeu carne pela primeira vez na vida dele. Tudo fazia sentido. A festa chata, as pessoas esquisitas, o carro que sumiu e o que quebrou. Tudo no mundo estava me levando para aquele sublime momento em que o queijo deitou-se sobre minha língua e fomos felizes juntos nuum universo cor de rosa que girou a minha volta. Uma musiquinha tocou. Era um orgasmo alimentar. O queijo era sensacional. Não pude evitar partir mais um pedacinho e aproveitar e encher mais meu copinho. Leia o parágrafo aí de cima mais sete vezes. O tempo dá um gap. Não sei o que se passou nesse tempo que deve ter levado por aí uma meia hora, 45 min. O que me lembro meio vagamente depois do episódio do queijo foi que eu comi um ovo de codorna que tava azedo. Acho que era picles. E se me lembro bem, cuspi num vaso de planta que tinha na sala. Deve estar lá até hoje. A dona da casa subiu com o marido, abandonando a festa à sua própria sorte. Em seguida eu lembro que a música ficou animada. Os bêbados da primeira festa se animaram mais ainda e sofri quando alguém gritou: ACABOU O VINHO! Você deve estar se perguntando onde diabos a mulher do -PUDIM DE PINGA AVULSO – estava, né? Bem, ela estava na varanda, debatendo com uma outra professora a experiência do sistema de ciclos na rede municipal de Niterói, sob a ótica da proposta oficial até às práticas concretas. Tá vendo porque eu bebo? Continuando a aventura etílica: A Nivea conta que nesse momento alguém chegou na varanda e comentou: Tem um cara bêbado dançando salsa lá na cozinha. È o seu marido? Foi dando a hora de ir embora. A Nivea não sei se por medo ou vergonha me agarrou pelo braço e chamou pra ir embora. Quem sou eu pra resistir a uma apelo daqueles? Fomos embora. Eu pedi carona pra uma ex-professora minha do segundo grau e ela meio relutante ( meio é favor. RELUTANTE PRA CARALHO) aceitou. Não lembro de mais nada mas a Nivea contou que eu só falei merda. (grande vantagem. Eu normal só falo merda mesmo!) no carro. No meio do caminho, a mulher resolveu achar que eu ia chamar o raul. Parou o carro e me botou pra fora. Eu e a Nivea. Mó sacanagem. Tres e porrada da madrugada. Longe pra caramba lá de casa. Fomos andando. Andamos, andamos, andamos no meio da madruga. Bem, eu cambaleando e ela andando e tentando me ajudar a andar num zig-zag mais coordenado. Chegamos em casa, eu rindo alto. Depois rodou pro outro lado… Acelerou e em seguida rodou – no eixo Z. Aí eu vi que ia vomitar. Corro pro banheiro pra chamar o raul. Acendo a luz e o vaso tava tampado. Porra, que mulher mané! Sabe que o marido tá chapado e tampa o vaso. A boca cheia de vômito e por uma fração de segundo pareci um KIKO (do Chaves) possuído pelo capeta. Sobretudo quando o jato verde com pedaços ao molho voou. Então tentei me virar pra deixar o sopão na pia, mas só lembro de ter vomitado para o alto. Maldito queijo. Pra quê ser tão gostoso? Se bem que se você vai vomitar, pelo menos é bom que seja algo gostoso, né? Afinal, você sente o gostinho duas vezes. Voltei pra cama e ainda vomitei lá na cama duas vezes mais. (dormindo, graças a Deus!) Na manhã seguinte eu era um farrapo humano. A Nivea conta que eu devo ter vomitado rodando pra conseguir vomitar até no lustre. Ela queria me meter o esporro, mas até ficou com pena tamanho estado de putrefação em que eu me encontrava. Eu era um nada. Desci ao décimo quarto inferno naquele dia. Nada que eu comia ficava no estômago.
Avistamento em Recife
Ocorreu um interessante avistamento ufológico em Recife com muitas fotos.
Campanha show
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