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Ron Muek – Ser bom não é o bastante!
Para mais imagens do trabalho dele, clique aqui.
holograma: George Lucas estava certo?
Olha que engraçado, comentando com um amigo sobre o lance do projetor de imagens tridimensionais aí em baixo, me toquei que de fato O tio George pode ter acertado na cabeça quando aprovou o conceito artístico na qual o Almirante Akbar (um et com cara de peixe) instrui as tropas rebeldes ao ataque à Estrela da Morte (arma máxima de destruição do Império).
Vi no Scooby Doo!
Pode me chamar de maluco, de criança, de retardado que não cresceu, mas nos dias de hoje, com a criminalidade do jeito que está, a idéia de ter meu estúdio com meus computadores e materiais protegidos de uma possível invasão da casa por uma estante ou parede falsa é cada vez mais cativante. A novidade que eu li reativou essas idéias:
Obviamente não tô rico e nem tenho pra gastar com babacas norte-americanos, então eu mesmo projetarei minha estante secreta, que será igualzinha a dos desenhos do Scooby Doo, com a diferença que provavelmente contará com um livro falso na estante, que conterá um sensor de reconhecimento de digital e a estante só abrirá para mim ou para a Nivea.
3D em pleno ar!
Até agora, criar elementos tridimensionais em pleno ar só era possível com o auxílio de técnicas que apenas simulavam um resultado tridimensional. Mas isso virou História quando a AIST em parceria com a universidade de Keio e uma empresa privada japonesa desenvolveram um dispositivo capaz de gerar em pleno ar elementos realmente tridimensionais, abrindo uma porta para todo um novo segmento de tecnologia gráfica. O novo dispositivo utiliza um laser que, através de uma lente, indica pontos no espaço e cria emissões de plasma a partir do nitrogênio e oxigênio no ar no ponto de foco. O canhão é capaz de emitir mais de cem vezes por segundo, formando imagens no ar a até 50 cm do aparelho. O calor da luz faz com que o ar se expanda, produzindo estalos que parecem pequenas explosões. Os pesquisadores esperam conseguir ampliar o alcance da emissão para mais de três metros do projetor e ainda gerar voxels coloridos em milhares de vezes maior quantidade, que permitiriam simular elementos com muito mais qualidade e realismo. Na minha opinião, este é apenas o primeiro passo, a pedra angular de uma linha tecnológica que atingirá seu ápice daqui a uns vinte anos, com o uso disseminado em boates, festas, eventos e publicidade. Para mais fotos e artigos sobre a fantástica tecnologia, (e para os que não acreditam em mim) o link da notíicia está aqui.
Chuveiro pós moderno
O segredo está no interior do chuveiro que contém poderosos leds de alta luminosidade que tingem a água de acordo com a temperatura e pressão da mesma, registrados por um pequeno sensor interno. O chuveirinho espacial vai custar cerca de 105 dolares no Japão. Até que é legal, beirando a linha tênue que separa a cafonice suprema da criatividade bizarra. Deverá fazer sucesso nos motéis. Falando em chuveiro a Nivea outro dia me pegou em casa tomando banho com a luz apagada. Quando ela perguntou que idéia maluca era aquela eu respondi que era um dos meus experimentos de treinamento para caso eu venha a ficar cego algum dia. Fala sério, pra quê alguém precisa tomar banho de luz acesa? Você só se ensaboa onde enxerga? Precisa enxergar pra tomar banho? Não. Então, tomar banho na escuridão completa é maneiro.
Relógio misterioso
Sensacional o conceito minimalista desse relógio. Aperentemente é um bloco de madeira comum, sem botões, painéis ou qualquer coisa que o ligue a um relógio. Entretanto, como que por uma mágica, os números que mostram as horas aparecem como se fossem projetados do além na superfície da madeira.
Os selos animados
O processo se dá imprimindo a imagem alterada pelos algorítimos específicos de geração deste tipo de impressão na parte trazeira da película de lentes lenticulares, que é onde o ponto focal estará. Assim, ao mover a película, as lentes mudam a angulação e ampliam ordenadamente diferentes pontos, que constituirão uma imagem ou outra. Iso é compreendido pelo nosso cérebro como uma sequencia animada contínua. Bem legal.
Mês maldito
pô, esse mês tá maldito mesmo. Primeiro foi a catástrofe que se abateu sobre meu computador. Depois a gripe estrambúlica que se abateu sobre mim e me levou pro hospital. E agora, do nada, como se fosse permitido, o controle remoto da Sky quebra no sábado a noite! Resultado, estou praticamente sem TV à cabo, porque é um saco ter que ficar levantando para mudar de canal (uma operação fantástica.) O aparelho que eu tenho, da Philips é o pior exemplo do que deveria ser ergonomia em termos de design de eletroeletrônicos. Pra se trocar de cana, é necessário clicar em tanto botão, ir a tanto menu, pular em tanto quadrinho que desanima. Sem controle remoto (que nem sequer imagino por quanto nem por onde comprarei) vai ser impossível. O resultado não podia ser pior, tive que assitir ao Show dos Rolling Stones. Olha, os fanáticos que me perdoem, mas eu acho essa banda meio merda. Ok, muita gente é fã e tal. Mas me digam, de quantos fãs estamos falando naquele show? Com certeza absoluta, aquela cabeçada toda só foi ver porque era grátis, a tevê manipulou gerando uma antecipação, um clima de “imperdível” de “sensacional” de “histórico” que foi impossível resistir. Reféns da mídia e do marketing. A idéia por trás do show era lotar os hotéis por mais tempo do que de costume com o advento do carnaval, festa que já lota a cidade de gringos endinheirados. Tendo um puta showzaço grátis, neguinho viria uma semana antes, e gastaria uma semana a mais de doletas na nossa terra. Genial. Deu certo, os Hotéis não tem nenhum lugarzinho sobrando e isso beneficiou desde o flanelinha até o megamilionário dono de Hotel, passando pelo Mick Jagger, é claro. Mas vendo na Tv o show, achei chato. Um velho tão rebolativo que me fez imaginar uma lagartixa cheia de cocaína ligada numa tomada de 220 volts cantando um monte de músca que mal dava pra entender. Ao menos valeu pelo show de palco. Nunca havia visto tamanha magnitude. Acho que esse palco devia ser incluído nas novas maravilhas do mundo, tamanho sua imponência. Se olharmos a definição de “maravilhoso” no dicionário veremos que o palco tem todos os motivos para ser chamado assim.
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